<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695</id><updated>2012-02-29T07:40:22.897-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Reumatológica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-1032243061419195427</id><published>2012-02-29T07:40:00.001-08:00</published><updated>2012-02-29T07:40:22.945-08:00</updated><title type='text'>Hidroterapia x artrite hemofílica: revisão bibliográfica</title><content type='html'>&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A hemofilia é um grave distúrbio hereditário de coagulação sangüínea que provoca comprometimentos musculoesqueléticos como limitações de movimentos articulares, hemartrose, hemorragias tissulares, aderências articulares fibróticas, alterações de marcha, assimetria de forças musculares, contraturas e artrite hemofílica; afetando assim, a vida dos indivíduos hemofílicos (SAY, 2003).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Não há uma incidência verdadeira conhecida, porém estima-se que nos EUA aproximadamente, 8 a 11 em 100.000 da população sejam portadores de hemofilia (RODRÍGUEZ-MERCHÁN, 1997), a maioria no sexo masculino. No Brasil, também não há uma estimativa abrangente sobre a verdadeira incidência da hemofilia, mas sabe-se que há numerosos casos nos serviços públicos e é necessário especializar o acompanhamento fisioterapêutico a esse tipo de paciente (SAY, 2003).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A protelação e/ou um tratamento inadequado podem gerar uma série de alterações patológicas dentro da articulação, levando a artropatia dolorosa (RIBBANS; GIANGRANDE; BEETON, 1997). Sem a intervenção médica através da reposição dos fatores de coagulação e o acompanhamento fisioterapêutico preventivo, com a finalidade de se evitar incapacidade funcional e proporcionar melhor qualidade de vida para esses indivíduos, torna-se muito difícil evitar as complicações músculo-esqueléticas dessa moléstia que inclui limitações de movimentos articulares, hemartrose, hemorragias tissulares, aderências articulares fibróticas, alterações de marcha, assimetria de forças musculares, contraturas e artrite hemofílica; alterando a vida dos indivíduos hemofílicos (RIBBANS; GIANGRANDE; BEETON, 1997). As hemartroses e os sangramentos musculares são as manifestações hemorrágicas mais comuns e mais de­bilitantes nos hemofílicos, que acometem principalmente as articulações dos joelhos, cotovelos, tornozelos, ombro, coxo-femorais e punhos (ZAGO et al., 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    São poucos os trabalhos na literatura que relatam a atuação do fisioterapeuta em portadores de hemofilia no âmbito da prevenção e tratamento das complicações músculoesqueléticas decorrentes das hemorragias (MELO, 2010). O tratamento fisioterapêutico nos pacientes com hemofília trata-se de um assunto pouco discutido dentre os campos de atuação profissional do fisioterapeuta. Foram encontrados estudos internacionais que relatam os benefícios da fisioterapia na melhora dos sintomas dos pacientes hemofílicos, mas a fisioterapia no contexto nacional ainda é uma ciência nova e precisa ser explorada e pesquisada (MELO, 2010). Segundo Prentice (2003), um dos recursos utilizados pela fisioterapia para diminuir os níveis de dor é a hidroterapia, pois reduz as forças de compressão articular e promove o relaxamento muscular. É ainda um meio favorável para realizar o fortalecimento muscular, condicionamento físico, além de promover o movimento total da articulação acometida (PRENTICE; VOIGHT, 2003).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Devido aos argumentos acima citados, este trabalho tem como objetivo fazer uma reunião de citações bibliográficas sobre a atuação da hidrocinesioterapia nos pacientes com artrite hemofílica, a fim de obter maior fonte de comprovações científicas sobre este assunto para auxiliar os profissionais de fisioterapia na decisão do tratamento a ser utilizado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Metodologia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    O presente estudo é uma reunião de artigos científicos, em forma de revisão bibliográfica, sobre a atuação da hidrocinesioterapia nos pacientes com diagnóstico de artrite hemofílica. Foram utilizados os bancos de dados: Bireme, Scielo, Lilacs, Pubmed, livros e ainda o banco de teses e dissertações da Universidade do Mato Grosso. Como palavras-chave utilizou-se: artrite, hemofilia e hidroterapia. Ainda, restringiu-se às pesquisas escritas em língua portuguesa, inglesa ou espanhola, entre os anos de 1985 a 2011. Para organização estrutural do texto, os dados foram divididos em tópicos: Hemofilia, características clínicas X tratamento e hidroterapia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Neste estudo, fez-se uma reunião sobre os principais conceitos encontrados na literatura, bem como vantagens e desvantagens do uso desta técnica como tratamento. Na literatura pesquisada, não foi encontrado nenhum estudo que avaliasse quantitativamente a efetividade da hidroterapia nos pacientes portadores de artrite hemofílica.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Desenvolvimento&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt;&lt;blockquote style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;1.       Hemofília&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A hemofilia é um grave distúrbio hereditário de coagulação sangüínea que provoca comprometimentos musculoesqueléticos como limitações de movimentos articulares, hemartrose, hemorragias tissulares, aderências articulares fibróticas, alterações de marcha, assimetria de forças musculares, contraturas e artrite hemofílica; afetando assim, a vida dos indivíduos hemofílicos (SAY, 2003). É &lt;font color="#231f20"&gt;uma doença hemorrágica congênita (hereditária) caracterizada pela deficiência de uma proteína plasmática (fator) da coagulação. Na hemofilia A ocorre deficiência do fator VIII (FVIII) e na hemofilia B do fator IX (FIX). Consequentemente ocorre uma redução da formação de trombina, fator essencial para a coagulação do sangue. Em ambos os tipos de hemofilia as características de hereditariedade, quadro clínico e classificação são semelhantes (OLIVEIRA et al, 2009). &lt;/font&gt;As hemofilias A e B constituem as coagulopatias hereditárias mais freqüentes no mundo, apresentando-se em 1:10.000 homens (OSÓRIO, ROBINSON, 2002).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;font color="#000000"&gt;    A incidência da hemofilia varia conforme o país, embora, em termos gerais, a tipo A seja encontrada em 1 a cada 5.000 homens e a tipo B, em 1 a cada 30.000 homens (STONEBRAKER, 2010). Segundo Oliveira (2009) a&lt;/font&gt; prevalência das hemofilias A e B nos diversos grupos étnicos é de aproximadamente 1:10.000 e 1:40.000 a 50.000 nascimentos masculinos, respectivamente. No Brasil, também não há uma estimativa abrangente sobre a verdadeira incidência da hemofilia, mas sabe-se que há numerosos casos nos serviços públicos e é necessário especializar o acompanhamento fisioterapêutico a esse tipo de paciente (SAY, 2003).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    As hemofilias, independente de serem do tipo A ou B, podem ser classificadas quanto ao seu nível de deficiência dos respectivos fatores de coagulação em nível leve, moderado e severo (MARINHO, 1985; LORENZI,1992; RODRÍGUEZ-MERCHÁN, 1997). Em geral, os membros de uma família de hemofílicos têm sempre o mesmo tipo de hemofilia e com gravidade semelhante. Na hemofilia do nível grave, o nível fator VIII ou IX é menor que 1% do normal, com o tempo de coagulação em torno de 60 minutos e os sintomas hemorrágicos graves, muitas vezes espontâneos e incapacitantes (LORENZI, 1992; RODRÍGUEZ-MERCHÁN, 1997). &lt;font color="#000000"&gt;Pacientes com hemofilia severa que não estão recebendo um tratamento específico muitas vezes sofrem hemorragias espontâneas, sem trauma aparente&lt;/font&gt; (QUEROL, 2011). P&lt;font color="#000000"&gt;ara aqueles com a forma moderada as hemorragias são normalmente relacionadas a trauma ou esforço excessivo durante a atividade física (QUEROL, 2011). &lt;/font&gt;Para Santos (2007) &lt;font color="#000000"&gt;a hemofilia grave e moderada são as que mais causam deformidades e limitações às condições de vida do doente, levando por vezes, a incapacidades perma­nentes e seqüelas irreversíveis que influenciam no modo de vida da pessoa.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;2.     Características clínicas X tratamento multidisciplinar&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A protelação e/ou um tratamento inadequado podem gerar uma série de alterações patológicas dentro da articulação, levando a artropatia dolorosa (RIBBANS; GIANGRANDE; BEETON, 1997). Sem a intervenção médica através da reposição dos fatores de coagulação e o acompanhamento fisioterapêutico preventivo, com a finalidade de se evitar incapacidade funcional e proporcionar melhor qualidade de vida para esses indivíduos, torna-se muito difícil evitar as complicações músculo-esqueléticas dessa moléstia que inclui limitações de movimentos articulares, hemartrose, hemorragias tissulares, aderências articulares fibróticas, alterações de marcha, assimetria de forças musculares, contraturas e artrite hemofílica; alterando a vida dos indivíduos hemofílicos. As hemartroses agudas são os tipos mais freqüentes de derrame no paciente com hemofilia. (RIBBANS; GIANGRANDE; BEETON, 1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Além do comprometimento articular, a hemofilia determina ainda seqüelas musculares. Traumas mínimos podem resultar em grandes hematomas intramusculares (EILERT et al., 1993), que levam a grupos musculares tensos ou dolorosos desencadeando possíveis compressões de nervos periféricos (MARIE GAL; NAGATA, 1985). Embora a hemofilia não represente um risco de vida estatisticamente significativo, ela é considerada uma doença grave devido às complicações músculo-articulares já citadas (MARIE GAL &amp;amp; NAGATA; 1985).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Em 1892, Konig (&lt;i&gt;apud &lt;/i&gt;BUZZARD, 1997) estabeleceu a relação entre hemofilia e hemartrose. E apesar do envolvimento do aparelho locomotor não apresentar risco de vida ao indivíduo, as seqüelas podem ser muito incapacitantes para a vida do hemofílico. A porcentagem das articulações acometidas é de 44% joelho, 25% cotovelo, 14% tornozelo, 8% ombro, 5% quadril e os 4% restantes incluem pequenas articulações do corpo. O joelho é a articulação mais envolvida, isto se deve ao maior suporte de carga ou solicitação dessa articulação, que leva a um derrame sangüíneo que irá distender e pressionar a cápsula articular, causando dor e uma resposta inflamatória da membrana sinovial, além da adoção de uma postura antálgica com espasmo muscular associado. As reincidências da hemartrose determinarão a cronicidade desse quadro, com espessamento sinovial, fibrose dos tecidos, destruição e remodelação progressiva da cartilagem e dos ossos, associada à instabilidade osteoligamentar que irá favorecer a ocorrência de luxações, subluxações e calcificação de tecidos moles. Após os 30 anos de idade, 90% das articulações do joelho em pacientes hemofílicos apresentam destruição severa (EICKHOFF et al, 1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A hemorragia do aparelho locomotor (articulações, músculos e subcutâneo) tem como principal característica a reincidência, principalmente nas articulações (WIBELINGER, 2009). As hemartroses e os sangramentos musculares são as manifestações hemorrágicas mais comuns e mais de­bilitantes nos hemofílicos, que acometem principalmente as articulações dos joelhos, cotovelos, tornozelos, ombro, coxo-femorais e punhos (ZAGO et al., 2001). É caracterizada por sensação de calor e formiga­mento nas primeiras duas horas, posteriormente, há leve desconforto e restrição de movimento, seguida de horas de dor, aumento de volume e de temperatura e limitação da mobilidade articular. Após tratamento adequado, há melhora da dor e diminuição da sensação de pressão intra-articular (CARAPEBA, 2006). &lt;font color="#000000"&gt;O estágio final da hemartrose é a artropatia hemofíli­ca crônica, que é caracterizada por perda da movimentação articular devido às contraturas fixas em flexão e intensa atro­fia muscular, secundária ao desuso; além de deformidades da extremidade afetada (VILLAÇA et al., 2001).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A hemartrose é quando ocorre hemorragia dentro da articulação, o que provoca sinovite, com hipertrofia da membrana devido à reabsorção do sangue e a absorção do segmento ferroso. A sinóvia transforma-se em pannus e invade a cartilagem articular, que então começa a degenerar, e ocorre uma fibrilação semelhante à da osteoartrite. Quando existe recidiva, o osso subcondral torna-se osteoporótico e ocorre o desenvolvimento de cistos ósseos, que podem acabar provocando o colapso da articulação. A hemartrose é o elemento clínico mais característico da hemofilia. Esses derrames articulares são sempre provocados por microtraumas e são mais freqüentemente notados nas grandes articulações, apenas nos casos mais graves da doença ocorrem hemorragias espontâneas (WIBELINGER, 2009).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    As lesões articulares podem evoluir na hemofilia desde uma osteoporose e irregularidade de superfície óssea até uma fase mais adiantada que pode determinar uma destruição articular com comprometimento grave para o paciente (MARINHO, 1985, LORENZI, 1992). A osteoporose desenvolve-se como resultado do desuso e imobilização articular (RODRÍGUEZ-MERCHÁN, 1997). A sinóvia anormal atuará de maneira similar a uma fístula artério-venosa, produzindo um excessivo suporte sangüíneo para a área das placas epifisárias, estimulando as placas de crescimento (RODRÍGUEZ-MERCHÁN, 1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Para Wibelinger (2009), a hemartrose pode ser classificada em aguda, subaguda e crônica. Na hemartrose aguda ocorre tumefação, calor e dor. A dor é persistente e exacerbada ao repouso e ao movimento. Na subaguda é determinada pelo controle, gravidade e freqüência das hemorragias. Já na fase crônica ocorre espessamento da sinóvia e degeneração articular que inclui também fibrose intra-articular e destruição generalizada, levando a rigidez e atrofia muscular.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    As repetidas hemartroses e imobilizações no hemofílico levam rapidamente a atrofias musculares importantes. Os músculos, diretamente ou por intermédio dos tendões, representam proteção para a articulação. A hemorragia muscular é a segunda maior complicação dessa moléstia, ocorrendo geralmente no compartimento anterior do antebraço, panturrilha e ilío-psoas. Pode ser observado dor, aumento de volume e a incapacidade funcional que coloca as articulações movidas por esses músculos em posição de proteção (SAY, 2003). As hemartroses de repetição, quando não tratadas, estão associadas à degeneração articular, chamadas de artropatia hemofílica, tendo como conseqüência dor, deformidades articulares e impotência funcional grave (OLIVEIRA, 2009).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Os primeiros achados clínicos indicativos de evolução da artropatia crônica são a hipotrofia muscular e a perda da mobilidade articular que se manifestam antes mesmo que apareça a dor mecânica e a deformidade articular. Nos joelhos e cotovelos observa-se uma limitação da extensão completa. Nos joelhos, quando surgem os sinais radiográficos da artropatia, é possível observar contratura em flexão irredutível. As deformidades axiais são comuns; nos joelhos pode aparecer atitude em valgo e rotação externa. A função articular dos tornozelos mantém-se mais preservada, apesar da perda da mobilidade. A dor é um sintoma importante da artropatia hemofílica crônica. Tem origem mecânica e no início responde bem aos antiinflamatórios e analgésicos, ao contrário da hemorragia aguda, que responde à reposição com concentrado de fator deficiente. Como fator estabilizador da articulação é fundamental a manutenção da força muscular, a fim de que não se estabeleça o ciclo vicioso: hemorragia repouso atrofia muscular instabilidade articular nova hemorragia (OLIVEIRA, 2009).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    O tratamento básico de um hemofílico consiste na reposição do fator deficiente, e este deve estar em concentração adequada para manutenção da hemostasia corporal. A dosagem do fator depende da gravidade, do tipo de hemofilia, do peso corporal e da sintomatologia (HEMOMINAS, 1995). O paciente necessita de acompanhamento multiprofissional e interdisciplinar, composto pelo médico, psicólogo, enfermeiro, odontólogo, fisioterapeuta e assistente social. Segundo Wibelinger (2009), a participação de profissionais, como enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, odontólogos, terapeutas ocupacionais além de hematologistas, fisiatras, fisioterapeutas e ortopedistas é muito importante para o tratamento destes pacientes. O tratamento fisioterapêutico é indispensável, pois os hemofílicos apresentam comprometimentos no sistema musculoesquelético, como a limitação de movimentos articulares, a hemartrose, as hemorragias tissulares, as aderências articulares fibróticas, as alterações de marcha, a assimetria de força muscular, a contratura e a artrite hemofílica, dentre outras (HEMOMINAS, 1995).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    O tratamento conservador com base na reposição de fatores de coagulação é o mais utilizado, apesar de não representar a cura para o indivíduo hemofílico, possibilita o controle de episódios hemorrágicos. Sobretudo, progresso significante tem sido feito recentemente na terapia genética para a hemofilia (VANDENDRIESSCHE; COLLEN; CHUAH, 2001). O tratamento dos pacientes com Hemofilia tem como finalidade o controle da dor, prevenção de deformidades, a prevenção de complicações respiratórias ou vasculares no paciente acamado, a recuperação da capacidade funcional de um músculo ou de uma articulação, a manutenção de um equilíbrio estático e dinâmico do sistema músculo-esquelético, o estímulo à participação da família e a reintegração do indivíduo no seu meio social e profissional (MUNHOZ, 2005).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    São poucos os trabalhos na literatura que relatam a atuação do fisioterapeuta em portadores de hemofilia no âmbito da prevenção e tratamento das complicações músculoesqueléticas decorrentes das hemorragias (MELO, 2010). O tratamento fisioterapêutico nos pacientes com hemofília trata-se de um assunto pouco discutido dentre os campos de atuação profissional do fisioterapeuta. Foram encontrados estudos internacionais que relatam os benefícios da fisioterapia na melhora dos sintomas dos pacientes hemofílicos, mas a fisioterapia no contexto nacional ainda é uma ciência nova e precisa ser explorada e pesquisada (MELO, 2010). Através dos cuidados gerais e da fisioterapia podemos ter como resultante a manutenção da mobilidade nas articulações, os músculos fortes e flexíveis, com os recursos de cinesioterapia (exercícios), correção postural, hidroterapia, entre outros, prevenindo as hemorragias intra-articulares, apontadas como maior problema dos portadores desta patologia. Com o auxílio do acompanhamento fisioterápico, todas as pessoas portadoras da hemofilia podem ser capazes de continuar com suas atividades diárias normais em casa, na escola e no trabalho (RODRIGUES, 2007).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    O manejo terapêutico do hemofílico representa uma situação especial para o fisioterapeuta. Tendo em vista a literatura consultada, podemos constatar que a maioria das alterações que ocorrem em pessoas com hemofilia pode ser evitada. Através dos cuidados gerais e da fisioterapia podemos ter como resultante a manutenção da mobilidade nas articulações, os músculos fortes e flexíveis, com os recursos de cinesioterapia (exercícios), correção postural, hidroterapia, entre outros, prevenindo as hemorragias intra-articulares, apontadas como maior problema dos portadores desta patologia. Com o auxílio do acompanhamento fisioterápico, todas as pessoas portadoras da hemofilia podem ser capazes de continuar com suas atividades diárias normais em casa, na escola e no trabalho (RODRIGUES, 2007).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;b&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;3.     Hidroterapia&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Tendo em vista a escassez de publicações com estudos envolvendo técnicas de terapia fisioterapêutica, não foram encontrados na literatura estudos sobre os efeitos da hidroterapia em pacientes portadores de artrite hemofílica, portanto serão abordadas neste estudo, publicações sobre os efeitos fisiológicos da hidroterapia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Um dos recursos para diminuir os níveis de dor é a hidroterapia, que reduz as forças de compressão articular e promove o relaxamento muscular. É ainda um meio favorável para realizar o fortalecimento muscular, condicionamento físico, além de promover o movimento total da articulação acometida (PRENTICE; VOIGHT, 2003).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A hidroterapia é um recurso fisioterapêutico que utiliza os efeitos físicos, fisiológicos e cinesiológicos advindos da imersão do corpo em piscina aquecida como recurso auxiliar da reabilitação ou prevenção de alterações funcionais. As propriedades físicas e o aquecimento da água desempenham um papel importante na melhoria e na manutenção da amplitude de movimento das articulações, na redução da tensão muscular e no relaxamento (CAROMANO FA, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A diminuição do impacto articular, durante atividades físicas, induzida pela flutuação, causa redução da sensibilidade à dor, diminuição da compressão nas articulações doloridas, maior liberdade de movimento e diminuição do espasmo doloroso. O efeito de flutuação auxilia o movimento das articulações rígidas em amplitudes maiores com um aumento mínimo de dor (RUOTI RG, TROUP JT, BERGER RA, 1994).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A dor nas articulações afetadas conduz à tensão e ao espasmo em certos grupos musculares que atuam sobre elas direta ou indiretamente. Na piscina, o calor da água que circunda a articulação alivia a dor e relaxa a musculatura periarticular. A flutuação também proporciona a diminuição da tensão sobre articulações. A limitação da movimentação, assim como a rigidez articular são reduzidas devido ao alívio da dor e a sustentação das articulações pela flutuação, durante a movimentação (SKINNER, A. T. E THOMSON, A. M, 1985).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;    A fisioterapia aquática oferece uma gama de benefícios e resultados adicionais aos fornecidos pelos exercícios e técnicas terrestres, tanto a curto quanto a longo prazo. Por combinar componentes e vantagens de numerosas teorias e técnicas de exercícios, vem sendo amplamente utilizada no meio médico. A expansão e aceitação dessa técnica de reabilitação resultam da resposta positiva dos pacientes e da alta taxa de sucesso quanto a resultados e, às vezes, o único meio que permite a movimentação do paciente com doença reumática (BIASOLI MC, MACHADO CMC, 2006).&lt;br&gt; Normalmente, a equipe médica avalia o paciente e estabelece programas e diretrizes com procedimentos variados para acomodar as necessidades individuais e modificar as rotinas estruturadas do paciente. O médico realiza uma avaliação física e encaminha para o fisioterapeuta que irá completar esta avaliação e projetar um programa de exercícios que se adeque às necessidades individuais e, ao mesmo tempo, monitorar a cada sessão os níveis de fadiga e dor, entusiasmo, motivação e ganhos funcionais do paciente. Reavaliações são realizadas periodicamente para determinar e graduar o nível de recuperação e traçar novos objetivos para evoluir as habilidades do meio aquático para o uso de tais habilidades também ao sol (BIASOLI MC, MACHADO CMC, 2006).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Considerações finais&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Ao final deste estudo, destaca-se a relevância da realização de um estudo de revisão bibliográfica, pois este permite uma consistente, porém breve reflexão em relação a produção científica já publicada, em determinada época sobre um tema específico. Entretanto, ao reunir as publicações sobre artrite hemofílica, percebe-se que a gama de estudos vem crescendo ao longo dos anos, porém ainda é pequena, principalmente em relação as opções de tratamento desta patologia, que auxiliam o profissional no momento de traçar sua estratégia para a reabilitação do indivíduo acometido por esta afecção.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" size="2" face="tahoma"&gt;  &lt;/font&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Referências bibliográficas&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;ul style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;BIASOLI,     M.C.; MACHADO, C.M.C. Hidroterapia: técnicas e aplicabilidades nas     disfunções reumatológicas. &lt;i&gt;Temas de Reumatologia Clínica&lt;/i&gt;, v. 7,     n. 3, p. 78-87, jun 2009.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;BUZZARD,     B.M. Physiotherapy for prevention and treatment of chronic hemophilic     synovitis&lt;i&gt;. Clinical Orthopedics and related Research&lt;/i&gt;, n. 343, p.     42-46, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;CARAPEBA,     R.A.B.&lt;i&gt; Características epidemiológicas dos por­tadores de hemofilia no     Estado de Mato Grosso&lt;/i&gt;. 2006. 67p. Dissertação (Mestrado em Saúde     Coletiva). Univer­sidade Federal de Mato Grosso, Instituto de Saúde     Coletiva, Mato Grosso do Sul, 2006.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;CAROMANO,     F.A.; CANDELORO, J.M. Fundamentos da Hidroterapia para Idosos. &lt;i&gt;Arq     Ciências Saúde Unipar,&lt;/i&gt; v.5, n.2, p. 187-95, 2001.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;EICKHOFF,     H.H. et al. Arthroscopy for Chronic Hemophilic Synovitis of the Knee. &lt;i&gt;Clinical     Orthopaedics and Related Research,&lt;/i&gt; n. 343, p. 58-62, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;EILERT     C.B. et al. Elaboração de uma proposta de tratamento fisioterápico para     pacientes portadores de artrite hemofílica. &lt;i&gt;Revista fisioterapia em     movimento,&lt;/i&gt; v.6, n.1, 1993.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;HEMOMINAS.     Belo Horizonte: &lt;i&gt;Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais,&lt;/i&gt;     14, 1995.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;LORENZI,     T.F. &lt;i&gt;Manual de Hematologia&lt;/i&gt;. Rio de Janeiro: Medsi. 1992.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MARIEGAL,     P.L.; NAGATTA, A.Y. Medicina Física no tratamento das seqüelas     músculo-articulares da hemofilia - bases fisiológicas do uso de agentes     físicos.&lt;i&gt; Boletim&lt;/i&gt;. v. VII, n. 136, 1985.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MARINHO,     H.M. &lt;i&gt;Hematologia&lt;/i&gt;. São Paulo: Sarvier, 1985. p. 253-94.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MELO,     C.C.R. et al. &lt;i&gt;Tratamento fisioterapêutico das alterações     musculoesqueléticas em pacientes com Hemofilia.&lt;/i&gt; Estudos, Goiânia, v.     37, n. 1/2, p.113-124, jan./fev. 2010.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MUNHOZ,     R.F. et al. Aplicação do questionário SF-36 em pacientes portadores de     hemofilia.&lt;i&gt; Anais do IV Enc. de Prod, Cien. do CESUMAR&lt;/i&gt;. Maringá-     Paraná, 2005.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;OLIVEIRA,     M.H.C.F. et al. &lt;i&gt;Manual de Reabilitação na Hemofilia&lt;/i&gt;. Ministério da     saúde (Departamento de atenção especializada), 2009.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;OSÓRIO,     M.R.B.; ROBINSON, W.M. &lt;i&gt;Genética humana.&lt;/i&gt; 2. ed. Porto Alegre:&lt;/font&gt; &lt;font&gt;Artmed,     2002.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;PRENTICE,     E.W.; VOIGHT, L.M. &lt;i&gt;Técnicas de reabilitação musculoesquelética. &lt;/i&gt;Porto     Alegre: Artmed, 2003.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;QUEROL,     F. et al. Hemophilia: exercise and sport. &lt;i&gt;Apunts Med Esport,&lt;/i&gt; v. 46     n.169, p. 29-39, 2011.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;RIBBANS,     W.J.; GIANGRANDE, P.; BEETON, K. Conservative treatment of hemarthrosis for     prevention of hemophilic synovitis.&lt;i&gt; Clinical Orthopedics and related     research&lt;/i&gt;, n. 343, p. 12-18, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;RODRÍGUEZ-MERCHÁN,     E.C. Pathogenesis, Early diagnosis, and Prophylaxis for chronic hemophilic     Synovitis. &lt;i&gt;Clinical orthopedics and related research,&lt;/i&gt; n. 343, p.     6-11, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;RUOTI,     R.G.; TROUP, J.T.; BERGER, R.A. The effects of non swimming water exercises     on older adults. &lt;i&gt;J Orthop Sports Phys Ther&lt;/i&gt;, v. 19, n.3, p.140-5,     1994.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;SANTOS,     E.G.; PORTES, L.L.; SANTANA, A.G.; NETO, E.T.S. Deformidades e incapacidades     dos hemofílicos do Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo,     Brasil. &lt;i&gt;Rev. Ter. Ocup.&lt;/i&gt;, Univ. São Paulo, v. 18, n. 2, p. 86-94,     2007.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;SAY,     K.G. et al. A fisioterapia na assistência a portadores de hemofilia.&lt;i&gt;     Rev. biociênc.&lt;/i&gt;, Taubaté, v.9, n.1, p.37-45, jan-mar, 2003.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;SKINNER,     A.T.; THOMSON, A.M.&lt;i&gt; Duffield - Exercícios na água&lt;/i&gt;. 3ª edição.     Ed. Manole, 1985.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;STONEBRAKER,     J.S. et al. A study of variations in the reported hemophilia A prevalence     around the world. &lt;i&gt;Haemophilia,&lt;/i&gt; v. 16, p. 20-32, 2010.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;VANDENDRIESSCHE,     T.; COLLEN, D.; CHUAH, M.K. Viral vector-mediated gene therapy for     hemophilia. &lt;i&gt;Curr. Gene therapy&lt;/i&gt;, v. 1, n. 3, p. 301-315, 2001.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;VILLAÇA,     P.R.; CARNEIRO, J.D.A.; D&amp;#39;AMICO, E.A. He­mofilias In: FALCÃO, R. P.;     PASQUINI, R.; ZAGO, M. A.&lt;i&gt; Hematologia: fundamentos e prática&lt;/i&gt;. São     Paulo: Atheneu, 2001. p.803-818.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;WIBELINGER,     L.M. Fisioterapia em reumatologia. In:&lt;i&gt; Artrite Hemofílica.&lt;/i&gt; Rio de     Janeiro: Revinter, 2009. p. 207-215.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;ZAGO,     M.A.; FALCÃO, R.P.; PASQUINI, R. Hemofilias. In: &lt;i&gt;Hematologia:     fundamentos e prática.&lt;/i&gt; São Paulo: Atheneu, 2001. p. 798-830.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-1032243061419195427?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/1032243061419195427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/hidroterapia-x-artrite-hemofilica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/1032243061419195427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/1032243061419195427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/hidroterapia-x-artrite-hemofilica.html' title='Hidroterapia x artrite hemofílica: revisão bibliográfica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5130733684008050109</id><published>2012-02-23T07:09:00.001-08:00</published><updated>2012-02-23T07:09:08.989-08:00</updated><title type='text'>Efeitos da hidrocinesioterapia na dor em indivíduos com osteoartrose</title><content type='html'>Segundo  Serra, Petit e Carril (2001), a artrose ou osteoartrose  		refere-se ao  processo degenerativo que acomete as articulações. As  		alterações  começam na cartilagem articular, que sofre um processo de  		 reamolecimento e deterioração, chegando inclusive a desaparecer em   fases  		avançadas. O osso subcondral também sofre mudanças que se  traduzem em  um  		aumento de densidade ou esclerose e na formação  ocasional de cistos ou   		partes ocas. Nas margens articulares aparecem  prolongações ósseas do  		osso subcondral, de forma irregular e tamanho  variável, denominada  		osteófitos, que constituem o sinal mais  característico da artrose.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O paciente com artrose padecerá  sempre com dor, em maior ou menor  grau;  		sofrerá também uma limitação  funcional, que poderá ser discreta ou  		invalidante, ainda que, hoje  em dia, graças à evolução dos tratamentos   		(especialmente da  cirurgia), o paciente artrótico raramente se veja  		convertido em um  inválido, ainda que tenha dificuldades para realizar  as  		atividades  da vida diária, e, finalmente é consciente de que a doença  		durará  toda a vida (SERRA, PETIT e CARRIL, 2001). &lt;br&gt; &lt;br&gt; Segundo Yoshinari e  Bonfá (2000), a maior parte dos estudos  		epidemiológicos da  osteoartrose baseia-se em avaliações radiográficas.  A  		prevalência da  osteoartrose radiográfica se eleva progressivamente em  		todas as  articulações, 52% da população adulta apresentam sinais  		radiográficos  da osteoartrose de joelhos e, desses, 20% com quadro  		moderado ou  severo. Aos 40 anos de 10 a 20% das mulheres mostram a  		osteoartrose  avançada nas mãos e nos pés e, entre aos 60 e 70 anos,  75%  		têm  osteoartrose nas articulações interfalangeanas distais. Entre os  		 indivíduos na faixa entre 55 e 64 anos, 85% exibem algum grau de  		 osteoartrose em uma ou mais articulações e, acima dos 85 anos, a  		 prevalência da doença alcança cem por cento. &lt;br&gt; &lt;br&gt; A osteoartrose de  mãos e joelhos é de 1,5 a 4 vezes mais freqüente nas   		mulheres; a  osteoartrose de quadril é menos prevalente, com discreta  		 predominância no homem. No Brasil, dados obtidos junto ao Instituto  		 Nacional de Previdência Social mostraram que, em 1974, as doenças  		 osteoarticulares foram responsáveis por 10,6% das faltas ao trabalho  		 (ocupando o terceiro lugar das causas de incapacidade, após as doenças    		mentais e as cardiovasculares). A osteoartrose foi, portanto, o  motivo   		do impedimento laborativo em 7,8% dos casos (YOSHINARI;  BONFÁ, 2000).&lt;br&gt; &lt;br&gt; É de etiologia desconhecida, embora se acredite  que haja um componente   		genético, ou podendo surgir através de  traumatismos, micro-traumas de  		repetição, sobrecarga, hiperfrouxidão  ligamentar e anomalias  congênitas  		(SERRA, PETIT e CARRIL, 2001). &lt;br&gt; &lt;br&gt;  Salter (1985), relata que o sintoma predominante é a dor que surge do   		osso, assim como da membrana sinovial e da cápsula fibrosa. A dor, a   		princípio sutil e mais tarde intensa, é intermitente. Agravada pelo  	 	movimento articular ("efeito de fricção"), se alivia com o repouso.  		 Eventualmente, porém, o paciente pode inclusive apresentar "dor em  		 repouso", provavelmente relacionada com a hiperemia do osso  subcondral.  		&lt;br&gt; &lt;br&gt; O paciente se torna consciente de que seus movimentos  articulares já  não  		são uniformes e que estão associados a vários  tipos de crepitação  		articular, tais como rangidos, chiados e estalos.  A articulação tende a   		se tornar rígida após certo período de  repouso, fenômeno denominado  		gelitificação articular. A articulação  comprometida perde cada vez  mais  		o movimento, de forma gradual;  eventualmente pode tornar-se tão rígida   		que a dor (associada a  movimento) diminui (SALTER, 1985).&lt;br&gt; &lt;br&gt; No exame físico, a  articulação comprometida mostra-se dolorosa à  		palpação e mobilização.  Os sinais inflamatórios habitualmente são  		brandos, quase sempre não  passando de um discreto edema. Em alguns  		casos, há derrame articular.  Osteófitos podem ser identificados quando   		proeminentes, como um  alargamento ou uma protuberância na interlinha  		articular de  consistência rígida (YOSHINARI; BONFÁ, 2000).&lt;br&gt; &lt;br&gt; A musculatura  correspondente à articulação pode estar hipotrofiada. A  		amplitude do  movimento articular pode ficar reduzida. As ocorrências  de  		evolução  mais grave mostram perda completa de movimento, deterioração  da  		 função articular e até anquilose. Deformidade, falta de alinhamento e  	 	instabilidades articulares podem acontecer (YOSHINARI; BONFÁ, 2000).&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Borg (2000), conceitua a dor como um termo antiqüíssimo e bem  		 estabelecido. Os dicionários fornecem definições constitucionais  		 basicamente do mesmo tipo ou contexto na maioria das línguas. "Dor:  		 Oposto de prazer; a sensação que o indivíduo percebe ao ferir-se (no  		 corpo e na mente); sofrimento, angústia. Sofrimento físico; uma   sensação  		angustiante, como a causada por uma contusão (habitualmente  em  		determinada parte do corpo). Sofrimento mental; confusão,  abatimento,  		tristeza". "Uma sensação desagradável, ocorrendo em graus  variáveis de   		intensidade, em conseqüência de uma lesão, moléstia ou  distúrbio  		emocional".&lt;br&gt; &lt;br&gt; Guyton (2002), relata que os  receptores da dor na pele e nos tecidos  são  		terminações nervosas  livres ou células intimamente conectadas a elas.  		Elas se encontram em  toda parte nas camadas superficiais da pele e,  		também, em certos  tecidos internos, tais como: periósteo, nas paredes  		das artérias e  nas superfícies articulares.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Calliet (1999), relata que a dor  pode ter origem única (articular,  		muscular, visceral) ou múltipla, se  resulta de um único  comprometimento  		de duas ou mais estruturas  anatômicas distintas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; As raízes nervosas destinadas às  articulações são formadas por fibras  		simpáticas e sensoriais  provenientes de numerosos segmentos espinhais e   		se distribuem  amplamente nos ligamentos, na cápsula articular e na  		membrana  sinovial, enquanto a cartilagem articular carece de  terminações  		 nervosas. As fibras sensoriais maiores formam terminações  		 proprioceptivas muito sensíveis à posição e ao movimento. As fibras  		 sensoriais menores formam terminações sensíveis à dor na cápsula  		 articular, nos ligamentos e na camada adventícia dos vasos sangüíneos   (CALLIET,  		1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt; As terminações nervosas são particularmente  sensíveis à torção e à  		tração destas estruturas. A membrana  sinovial, pelo contrário, é  		relativamente insensível aos estímulos  dolorosos. A dor que se origina   		na cápsula articular ou na membrana  sinovial tende a ser difusa e  		discretamente localizada (CALLIET,  1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Ainda Calliet (1999), relata que a dor articular pode  ser conseqüência   		de um processo inflamatório ou degenerativo, que  pode determinar  		alterações circulatórias locais com isquemia, que  representa a causa  		mais freqüente de dor neurogênica.&lt;br&gt; &lt;br&gt; As  causas de dor articular não são ainda totalmente conhecidas. Nos  		 últimos anos, aumentou o interesse por algumas substâncias (5 -  		 hidroxitriptamina ou serotonina, bradicinina, prostaglandinas), que  		 seriam capazes de modificar a sensibilidade das terminações nervosas  		 pela qual estas últimas reagiriam a pequenos estímulos provocadores de    		dor (CALLIET, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Segundo Santos (1996), existem diversos  sistemas descendentes que  		desempenham um papel importante no  controle da modificação das vias  		descendentes de dor. Nociceptores  polinodais respondem a estímulos que   		lesam os tecidos; essa  estimulação resulta em impulsos ascendentes nas   		fibras A-delta  (finas, 2 – 4 m, mielinizadas, velocidade de condução =   		12 a 30 m/s,  bem localizadas) ou C (amielínicas, dor dolente,  duradoura  		e  difusa, velocidade de condução = +2m/s) para as camadas marginais do   	 	corno dorsal da medula espinhal. Fibras maiores ou mais grossas (12,  	 	14m) são mielinizados, têm limiar de estimulação mais baixo,   velocidade  		de condução bem mais alta; não diferenciam eventos inócuos  e nocivos;  		agem no controle da sensação dolorosa.&lt;br&gt; &lt;br&gt; As vias  responsáveis pela dor, a partir de um estímulo lesional  captado  		por  receptores nociceptivos – ligados a fibras nervosas periféricas de   		 pequeno calibre, mielinizadas ou amielínicas -, conduzem o estímulo  até   		o corno dorsal medular, onde fazem sinapses com os neurônios  		 secundários. O estimulo ascendente se distribui através de regiões  		 relativamente especificas da medula e do tronco cerebral, até alcançar  o   		tálamo e as áreas somatossensórias do córtex (SANTOS, 1996).&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Santos (1996), explica que esses estímulos são controlados através de   		sistemas modulatórios endógenos durante sua projeção ao longo das vias    		de condução. Ao nível medular, o estímulo é inibido em sua   retransmissão  		a partir das células da substância gelatinosa, que  fecha o chamado  		"sistema de comportas", após receber estímulos  inócuos conduzidos  		através das fibras aferentes de grande calibre.  Outros sistemas  		modulatórios promovem liberação de endorfinas (que  funcionam como  		opióides endógenos) através de neurônios à medula ou  de projeções  		ativadas a partir de centros superiores do sistema  nervoso central.&lt;br&gt; &lt;br&gt; As principais vias ascendentes nociceptivas  são os tratos  		espinotalâmicos e espinorreticulares. As vias  ascendentes de dor  		envolvem neurônios oligissinápticos e  polissinápticos. As vias  		oligossinápticas são condutoras rápidas, com  discreta organização  		somatotópica, com transmissão rápida da  informação nociceptiva  referente  		ao local, à intensidade e à duração  do estímulo; fornecem informações  		somáticas via núcleos ventrais  posteriores do tálamo, até o córtex  		pós-central. As vias  polissinápticas são condutoras lentas, sem  		organização somatotópicas,  com má localização, dor indefinida e  		sensações de queimação;  fornecem respostas reflexas supra-segmentares  		relacionadas à  ventilação, à circulação e à função endócrina (SANTOS,  		1996). &lt;br&gt; &lt;br&gt;  Dentro do campo da fisioterapia, o fisioterapeuta utiliza vários  		 recursos para aliviar a dor em indivíduos com osteoartrose, como por  		 exemplo, a termoterapia, eletroterapia, crioterapia, hidroterapia e  		 hidrocinesioterapia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O termo hidroterapia é derivado do grego hydor – água e therapia –  cura  		(SKINNER; THOMSON, 1985).&lt;br&gt; &lt;br&gt;  A hidrocinesioterapia, de acordo com Mazarini e Bellenzani (1986), é a    		aplicação da água para fins terapêuticos, utilizando-se das   propriedades  		físicas como agentes da terapia. Skiner e Thomson (1985)  relatam que  as  		principais propriedades físicas da água são:  densidade e gravidade  		específicas, pressão hidrostática, empuxo,  tensão superficial,  		viscosidade, metacentro, turbulência, fricção e  refração, todas estas  		propriedades influenciam no tratamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Os efeitos terapêuticos incluem o alívio da dor, relaxamento e  		 fortalecimento muscular. Exercícios em piscina aquecida reduzem as  		 chances de microtraumas, pois os movimentos são lentos e há uma falta   de  		forças excêntricas, além disso, as mudanças fisiológicas que são   		conseqüência da imersão em água aquecida, ajudam a reduzir a dor  		 percebida e aumentam a facilidade no movimento (BATES e HANSON, 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;  De acordo com Campion (1997), um corpo imerso em água aquecida, sofre   		estímulos diversos, que desencadeiam efeitos terapêuticos tais como:   		melhora da capacidade funcional dos músculos e articulações, melhora   da  		coordenação, equilíbrio, postura e dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Segundo Ruoti,  Morris e Cole (2000), a terapia aquática oferece  inúmeros  		 benefícios: melhora da imagem corporal, desenvolvimento da  		 independência, melhora das condições físicas, auto confiança, melhora   da  		auto disciplina e oportunidade para auto expressão e criatividade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Pretende-se com a presente pesquisa, mediante estudo experimental,  		 verificar os efeitos de um programa de hidrocinesioterapia na dor em  		 pacientes com osteoartrose de joelho.  &lt;p style="text-indent:0pt;line-height:100%;margin:0pt;text-align:justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-indent:0pt;line-height:100%;margin:0pt;text-align:justify"&gt;&lt;br&gt; &lt;strong&gt;Palavras – chaves:&lt;/strong&gt; Osteoartrose, Dor, Hidrocinesioterapia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;2. Método&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Para a realização do estudo foram utilizados oito sujeitos do sexo  		 feminino. A variável dependente foi apresentada pela dor enquanto a  		 variável independente foi considerada o programa de   hidrocinesioterapia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;2.1. Sujeito&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Foram sujeitos deste trabalho, oito indivíduos do sexo feminino, com  		 quadro clínico de osteoartrose de joelho e idade de 42 a 67 anos,  		 relatando dor. Foram utilizados como critérios de exclusão dos   sujeitos:  		hidrofobia, lesões cutâneas (feridas mal curadas e escaras)  e  		hipertensão arterial grave e instável (FIORELLI e ARCA, 2002).  Sendo  		também excluídos indivíduos com alterações visuais e cognitivas   		importantes.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;2.2. Materiais e Equipamentos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; * Ficha de avaliação (Anexo I)&lt;br&gt; * Termo de consentimento (Anexo II)&lt;br&gt; * Piscina terapêutica aquecida com temperatura variando entre 33 à  34ºC.&lt;br&gt;  * Aquatub&lt;br&gt; * Bóia circular&lt;br&gt; * Tornozeleiras flutuadoras&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;2.3. Procedimento&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Vale ressaltar que foi solicitado o consentimento do Comitê de Ética   em  		Pesquisa da Universidade do Sagrado Coração (USC) e o estudo  começou  		somente após a obtenção da sua autorização (Protocolo nº  052/2004).&lt;br&gt; &lt;br&gt; O desenho experimental compreendeu de quatro etapas distintas e  		complementares.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Etapa I: Avaliação dos sujeitos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Inicialmente foi realizado um levantamento dos pacientes da lista de  	 	espera da Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade do Sagrado  		 Coração. Após isto, foram selecionados indivíduos com diagnóstico de  		 osteoartrose de joelho. Em seguida, o agendamento para realização da  		 avaliação. Os pacientes receberam o termo de consentimento e assinaram    		se concordaram a participar do estudo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Na avaliação foi  realizada inspeção da região do joelho. A  classificação  		da dor foi  feita seguindo a escala subjetiva de faces (Fig. 01), onde  		são  mostrados rostos com várias feições e o paciente indica como está  se  	 	sentindo em relação à dor após o terapeuta relatar o significado de   cada  		rosto apresentado na tabela. Por exemplo:&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table style="width:500px" id="table1" border="0"&gt; &lt;tbody style="text-align:left"&gt; &lt;tr style="text-align:left"&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/cinesio/images/hidrocinesio_renato.gif" border="0" height="104" width="500"&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr style="text-align:left"&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt; Fig. 01 Escala subjetiva de faces&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr style="text-align:left"&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt; &lt;p style="text-align:left"&gt;&lt;strong&gt;Rosto 1:&lt;/strong&gt; Dor ausente ou sem dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Rosto 2:&lt;/strong&gt; Dor presente, havendo períodos em que é  					esquecida.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Rosto 3:&lt;/strong&gt; A dor não é esquecida, mas não impede  					exercer atividades da vida diária.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Rosto 4:&lt;/strong&gt; A dor não é esquecida, e atrapalha todas as  					atividades da vida diária, exceto alimentação e higiene.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Rosto 5:&lt;/strong&gt; A dor persiste mesmo em repouso, está  					presente e não pode ser ignorada, sendo o repouso  					imperativo.&lt;/p&gt;  &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p style="text-indent:0pt;line-height:100%;margin:0pt;text-align:justify"&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Etapa II: Programa de intervenção&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;  O programa foi realizado na clínica escola da Universidade do Sagrado   		Coração, em um período de 6 semanas, sendo 2 sessões semanais com  		 duração de sessenta minutos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Cada sessão foi subdividida em:  aquecimento, alongamento e  relaxamento.  		Os exercícios de alongamento  foram realizados na região lombo-sacra e  		membros inferiores,  totalizando de trinta minutos. O relaxamento  global  		teve duração de  dez minutos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O aquecimento foi composto por caminhadas (anterior, posterior e  		lateral) e teve duração de dez minutos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Os alongamentos tiveram a duração de quarenta minutos e foram   realizados  		nos seguintes grupos musculares: Tríceps Sural, Ísquio  Tibiais,  		Adutores, Quadríceps, Abdutores, Glúteos e Paravertebrais  Lombares.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Etapa III: Reavaliação dos sujeitos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; As reavaliações foram realizadas na 6ª e 12ª sessões, onde foi  utilizada  		a mesma escala da etapa I.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Etapa IV: Análise dos dados&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt; Para a análise dos dados, foi utilizado o teste não – paramétrico de  		Friedman, (NOERMAN; STREINER, 1994).&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;3. Resultados e Discussão&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; O trabalho apresentou resultados interessantes em relação a dor dos  		pacientes estudados.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;  A tabela 1, nos mostra a mediana e semi-amplitude total da escala de  	 	face da dor antes, durante e após o programa de hidrocinesioterapia. O    		resultado das avaliações nos períodos antes/durante e durante/após  não   		apresentaram diferença , porém antes/depois do programa, os  dados  		mostraram evolução estatística significativa (p&amp;lt;0,01).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Tabela 1. Mediana e semi-amplitude total da escala de faces da dor  		segundo o momento de avaliação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table style="width:530px" id="table2" border="1"&gt; &lt;tbody style="text-align:left"&gt; &lt;tr style="text-align:left"&gt; &lt;td style="text-align:center" colspan="3"&gt;&lt;strong&gt; Momentos de Avaliação&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt; Resultado da&lt;br&gt; fonte estatística &lt;/strong&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr style="text-align:left"&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;Antes&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; 3+/- 1b&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;Durante&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;2+/- 1ab&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt;&lt;strong&gt;Após&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;2+/- 0,5a&lt;/td&gt; &lt;td style="text-align:center"&gt;10,75 (p&amp;lt;0,01)&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;div style="text-align:justify"&gt;&lt;br&gt; Estes dados podem ser explicados devidos alguns fatores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;  A imersão em água aquecida interrompe o ciclo da dor, ou melhor, inibe   a  		ação das substâncias geradoras da dor (serotonina, acetilcolina e   		bradicinina), aumentando a circulação e diminuindo os espasmos  		 musculares (BATES e HASON, 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt; A pressão hidrostática,  associada a viscosidade estimula  constantemente  		as terminações  sensitivas do corpo. O bombardeamento do estímulo  		sensorial é  conduzido através de fibras que são mais largas e mais  		rápidas e tem  uma maior condutividade que as fibras da dor. Como  		resultado, a  percepção de dor do paciente fica bloqueada, assim essa  		redução é uma  das maiores vantagens da terapia aquática (BATES e  HASON,  		1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;  De acordo com Campion (2000), o empuxo alivia o estresse sobre as  		 articulações sustentadoras de peso e permite que se realize movimentos    		em forças gravitacionais reduzidas; dessa forma, as atividades que  não   		sustentam peso podem ser iniciadas antes mesmo de serem  possíveis no  		solo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para Caromano e Ide (2003) apud Junior e  Geremias (2003), os  movimentos  		na água são geralmente associados ao  objetivo terapêutico, com a  		normalização de amplitudes de movimento,  força e tônus muscular.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O relaxamento integral promove a  diminuição da tensão, espasmo  muscular  		e principalmente um  desligamento mental ocasionando aumento no limiar  da  		dor (DULL,  1993).&lt;br&gt; &lt;br&gt; De acordo com Bertolucci (1999) apud Junior e Geremias  (2003), o  		alongamento muscular é capaz de aumentar o número de  sarcômeros,  		adicionando-os em série no ventre muscular. Este aumento,  por  		conseguinte, aumentaria a amplitude de ação do músculo e auxilia  na  		redução da dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt; No estudo realizado por Larini e  Pelegrin (2001), onde estudaram os  		efeitos da hidrocinesioterapia na  dor em indivíduos com DORT, duas  vezes  		por semana durante oito  semanas, verificaram uma melhora significativa   		na evolução da dor.  Estes dados coincidem com a presente pesquisa.&lt;br&gt; &lt;br&gt; No estudo  realizado por De Vito e Poletti (2002), onde estudaram os  		efeitos da  hidrocinesioterapia na dor em indivíduos com fibromialgia,  		duas vezes  por semana durante oito semanas, verificaram uma melhora  		 significativa na evolução da dor.&lt;br&gt; Mesmo não sendo o foco principal  deste estudo, deve-se levar em  		consideração que a melhora da dor  conseqüentemente vai promover uma  		melhora na qualidade de vida dos  participantes.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Além disso, como foi dito anteriormente, 52% da  população apresenta  		sinais de osteoartrose e a hidrocinesioterapia é  um recurso que vai  		promover uma vida mais saudável para todas essas  pessoas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;4. Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Com os  resultados obtidos, pode-se concluir que a aplicação do  protocolo  		de  tratamento utilizado neste estudo demonstrou eficiência, pois houve   	 	redução significativa da dor relatada no inicio da pesquisa em  		 indivíduos com osteoartrose de joelho. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;5. Referências bibliográficas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; BATES, A.; HANSON, N. &lt;strong&gt;Exercícios aquáticos terapêuticos&lt;/strong&gt;. São  		Paulo: Manole, 1998.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; BORG, G. &lt;strong&gt;Escala de Borg para dor e esforço percebido&lt;/strong&gt;. São  Paulo:  		Manole, 2000.&lt;br&gt; &lt;br&gt; CALLIET, R. &lt;strong&gt;Dor: Mecanismo e Tratamento&lt;/strong&gt;. São Paulo: ArtMed,  1999.&lt;br&gt; &lt;br&gt; CAMPION, M. R. &lt;strong&gt;Hidroterapia Princípios e Prática&lt;/strong&gt;. São Paulo:  		Manole, 2000.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; DE VITO, L.; POLETTI, V. M. &lt;strong&gt;A hidrocinesioterapia na síndrome da  		fibromialgia. 2002, 16p. Trabalho de Conclusão de Curso (Fisioterapia)&lt;/strong&gt; – Universidade do Sagrado Coração, Bauru.&lt;br&gt; &lt;br&gt; DULL, H. &lt;strong&gt;WATSU: Freeing the Body in Water. Middle-town&lt;/strong&gt;,  		Califórnia: Harbin Springs, 1993.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; FIORELLI, A.; ARCA, E. A. &lt;strong&gt;Hidrocinesioterapia Princípios e técnicas   		terapêuticas&lt;/strong&gt;. Bauru: EDUSC; São Paulo: Imprensa Oficial Do Estado,   		2002.&lt;br&gt; &lt;br&gt; GUYTON, A. C.;  HALL, J. E. &lt;strong&gt;Tratado de Fisiologia Médica&lt;/strong&gt;. 10.  ed.  		Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; JUNIOR, A. S. A.; GEREMIAS, V. C. &lt;strong&gt;Efeitos da Hidroterapia na  		Osteoartrose de Joelho&lt;/strong&gt;. Fisio Magazine, Londrina, v.1, n.1 ,  		p.12-15, nov.2003/set. 2004.&lt;br&gt; &lt;br&gt; LARINI, K. C. P.; PELEGRIN, E. A. L. &lt;strong&gt;Efeitos da hidrocinesioterapia   		na dor em indivíduos com distúrbios osteomusculares relacionados ao  		trabalho&lt;/strong&gt;. 2001. 15p. Trabalho de Conclusão de Curso (Fisioterapia)  –  		Universidade do Sagrado Coração, Bauru.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; MAZARINI, C.; BELLENZANI, A. N. &lt;strong&gt;Eu  Aprendi a Nadar. In:  		Psicomotricidade Teoria e Prática: Estimulação,  Educação e Reeducação  		Psicomotora com Atividades Aquáticas&lt;/strong&gt;. São Paulo: Lovise, 1986.&lt;br&gt; &lt;br&gt; NORMAN, G. R.; STREINER, D. L. &lt;strong&gt;Biostatistics- The base essentials&lt;/strong&gt;.   		St. Louis: Mosby Year Book, 1994.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; SERRA GABRIEL, M. R; PETIT DÍAZ, J.; CARRIL SANDE DE, M.ª L.. &lt;strong&gt; Fisioterapia em traumatologia ortopedia e reumatologia&lt;/strong&gt;. Rio de  		Janeiro: Revinter, 2001.&lt;br&gt; &lt;br&gt; RUOTI, R. G.; MORRIS, D. M.; COLE, A. J. &lt;strong&gt;Reabilitação aquática&lt;/strong&gt;.   		São Paulo: Manole, 2000.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; SALTER, R. B. &lt;strong&gt;Distúrbios e lesões do sistema músculo-esquelético&lt;/strong&gt;.   		2.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1985.&lt;br&gt; &lt;br&gt; SANTOS, A. C. &lt;strong&gt;O exercício físico e o controle da dor na coluna&lt;/strong&gt;.   		São Paulo: MEDSI, 1996.&lt;br&gt;  &lt;br&gt; SKINNER, T. A.; THOMSON, A. M. &lt;strong&gt;Duffield: exercícios na água&lt;/strong&gt;.  		3.ed. São Paulo: Manole, 1985.&lt;br&gt; &lt;br&gt; YOSHINARI, N. H.; BONFÁ, E. S. D. O. &lt;strong&gt;Reumatologia para o clínico&lt;/strong&gt;.   		São Paulo: Roca, 2000.&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5130733684008050109?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5130733684008050109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/efeitos-da-hidrocinesioterapia-na-dor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5130733684008050109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5130733684008050109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/efeitos-da-hidrocinesioterapia-na-dor.html' title='Efeitos da hidrocinesioterapia na dor em indivíduos com osteoartrose'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-8575850369150977772</id><published>2012-02-13T04:13:00.001-08:00</published><updated>2012-02-13T04:13:39.847-08:00</updated><title type='text'>Evite problemas nas articulações</title><content type='html'>&lt;span class="item"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center" class="imagem-materia"&gt;&lt;img src="http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/imagens/interacao/original/4/evite-problemas-nas-articulacoes-4-235.jpg" alt="Evite problemas nas articulações" title="Evite problemas nas articulações" class="foto" border="0"&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Atividades  corriqueiras como ler, falar ao telefone, digitar e limpar a casa. Tudo  isso, se não for feito de maneira correta, pode prejudicar as  articulações. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;A longo prazo, a repetição de algumas  atividades realizadas de forma errada pode causar sérios problemas  articulares&amp;quot;, explica Maria Luiza Pereira Gutierrez Biton, diretora do  Instituto de Fisioterapia Analítica. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Sabendo dos riscos, Maria  Luiza desenvolveu no instituto uma cartilha com 10 orientações práticas  para a população prevenir os problemas no dia a dia de forma bem  simples. A idéia é que sejam feitas algumas pequenas mudanças nas  atividades que praticamos o dia todo. Confira as dicas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Não realize atividades prolongadas com a cabeça abaixada -&lt;/strong&gt; ao ler um livro, por exemplo, eleve o livro até a altura dos olhos, apoiando os cotovelos nos braços da poltrona.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Evite atividades que inclinem a cabeça durante o trabalho -&lt;/strong&gt;  ao falar ao telefone, por exemplo, não segure o aparelho com o ombro.  Segure-o com a mão ou utilize um equipamento com suporte na cabeça.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;No trabalho, evite movimentos repetitivos em rotação da cabeça e/ou do tronco -&lt;/strong&gt; ao trabalhar no computador, mantenha o monitor de frente para os olhos e numa altura suficiente para que a cabeça fique reta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Não durma de bruços -&lt;/strong&gt; a posição ideal para dormir é de lado, com uma almofada entre os joelhos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Evite travesseiros muito altos ou muito baixos -&lt;/strong&gt; o travesseiro deve respeitar o espaço entre a cabeça e o ombro, mantendo o alinhamento da cabeça com a coluna.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Evite sentar &amp;#39;escorregando&amp;#39; na cadeira -&lt;/strong&gt; a coluna deve estar apoiada por inteiro no encosto da cadeira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Evite curvar a coluna para pegar um objeto no chão -&lt;/strong&gt; o correto é dobrar os joelhos e abaixar com a coluna na posição vertical.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Evite cruzar as pernas quando estiver sentado -&lt;/strong&gt; o ideal é manter as coxas apoiadas na cadeira e os dois pés sempre apoiados no solo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Evite situações que solicitem flexão prolongada dos joelhos -&lt;/strong&gt; ao praticar uma atividade de jardinagem, por exemplo, utilize um banquinho baixo, com os pés apoiados no chão e a coluna reta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Evite  atividades prolongadas com o tronco inclinado para frente - ao varrer o  chão, por exemplo, use um cabo da vassoura comprido e evite dobrar a  coluna para frente. Faça intervalos de descanso. 				 &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-8575850369150977772?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/8575850369150977772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/evite-problemas-nas-articulacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8575850369150977772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8575850369150977772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/evite-problemas-nas-articulacoes.html' title='Evite problemas nas articulações'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5554932094324406029</id><published>2012-02-13T04:07:00.001-08:00</published><updated>2012-02-13T04:07:01.862-08:00</updated><title type='text'>Osteoartrose é hereditária e pode ser prevenida</title><content type='html'>&lt;span class="item"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align:center" class="imagem-materia"&gt;&lt;img src="http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/imagens/interacao/original/5/osteoartrose-e-hereditaria-e-pode-ser-prevenida-5-140.jpg" alt="Osteoartrose é hereditária e pode ser prevenida" title="Osteoartrose é hereditária e pode ser prevenida" class="foto" border="0"&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;Estudos  publicados pela University of North Carolina, nos Estados Unidos,  comprovam que há um componente genético na osteoartrose.&lt;div class="island-publicidade"&gt;&lt;div class="island"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por isso, segundo o reumatologista José  Goldenberg é fundamental estar atento à história familiar do problema  para prevenir podendo minimizar ou retardar a sua evolução. &amp;quot;Hoje em  dia, existem produtos que modificam a estrutura da cartilagem  denominados condoprotetores, que são capazes de prevenir, estabilizar e  reparar o dano&amp;quot;, disse Goldenberg.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fazer exercícios também é  essencial. &amp;quot;Há métodos de fisioterapia e Terapia Ocupacional que  melhoram a função articular&amp;quot;, afirma. &amp;quot;Muitas vezes é mais importante  fazer exercícios orientados do que tomar remédio&amp;quot;, destaca o  reumatologista.&lt;br&gt;	  	&lt;br&gt;&amp;quot;Exercícios para fortalecimento da musculatura da coxa minimizam o dano causado pela artrose no joelho, por exemplo&amp;quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Emagrecer, parar de fumar e mudar o estilo de vida também são atitudes importantes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Conhecida  como artrose (bico de papagaio), é uma doença degenerativa das  articulações do corpo e atinge cerca de 70% da população mundial com  mais de 70 anos. Porém, ela inicia ao redor dos 20 anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A  artrose afeta principalmente, coluna cervical e lombar, joelhos, quadris  e articulações das mãos, principalmente dos dedos. Ela começa com um  leve desconforto ao redor das articulações e cansaço. Posteriormente,  aparece dor e, mais tarde, deformidades que podem chegar a limitar a  função articular, prejudicando a qualidade de vida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo  Goldenberg, estudos recentes realizados pelo Lund University Hospital,  na Suécia, também demonstram que a osteoartrose das mãos está associada  com o aumento de freqüência da osteoartrite de joelhos, particularmente  em pacientes submetidos à cirurgia de menisco.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É importante estar atento a alguns sinais que podem indicar problemas devido a osteoartrose, tais como:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div id="materia" class="hreview-aggregate"&gt;&lt;li&gt;engrossamento e nodulação nas articulações;&lt;/li&gt; &lt;br&gt;&lt;li&gt;dores nos joelhos ao subir escadas;&lt;/li&gt;&lt;br&gt;&lt;li&gt;dores na virilha;&lt;/li&gt;&lt;br&gt;&lt;li&gt;dores nas costas.&lt;/li&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se  houver algum desses indícios, ou mesmo algum caso na família, é bom  atuar sobre a doença com os exercícios orientados, ou mesmo com o uso de  medicação, para que ela não cause ou reduza problemas tais como, a  incapacidade.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;Terapia Ocupacional ajuda na recuperação&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma  das formas eficazes de tratamento é a terapia ocupacional, conhecida  como TO. Ela tem como objetivo diminuir a dor e orientar o paciente na  proteção articular. A terapeuta Adriana Nathaly Klein, da Clínica  Reumatológica Goldenberg, afirma que a terapia pode ser fundamental para  que o paciente volte à rotina normal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;A fisioterapia tem por  objetivo reabilitar determinadas partes do corpo, como fazer com que o  braço de alguém que teve derrame (Acidente Vascular Cerebral) volte a  ter movimentos. Já a terapia ocupacional é um complemento à fisioterapia  e serve para reabilitar a função da articulação. Ela faz com que aquele  paciente que teve derrame consiga, além de mexer o braço, pentear o seu  cabelo, por exemplo&amp;quot;, explica a especialista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o tratamento  da artrose, a TO pode ser bastante útil. &amp;quot;Fazemos exercícios variados  para cada articulação das mãos, prevenindo as deformidades causadas pela  doença e orientando para a proteção articular. A TO fortifica o  músculo, não sobrecarregando a articulação e, conseqüentemente,  diminuindo a dor&amp;quot;, afirma.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Adriana ainda alerta para os  exercícios feitos sem orientação do especialista. &amp;quot;Muita gente chega na  clínica apertando aquelas bolinhas de silicone. Elas poderão prejudicar  os pacientes portadores das doenças reumatológicas, promovendo o  desequilíbrio muscular e a deformidade&amp;quot;, disse. 					&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5554932094324406029?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5554932094324406029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/osteoartrose-e-hereditaria-e-pode-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5554932094324406029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5554932094324406029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/osteoartrose-e-hereditaria-e-pode-ser.html' title='Osteoartrose é hereditária e pode ser prevenida'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-6124658192723641835</id><published>2012-02-07T02:06:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T02:06:19.180-08:00</updated><title type='text'>Tratamento de fisioterapia em patologias de ombro</title><content type='html'>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;b&gt;Fase de tratamento de inflamação aguda ou crônica:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;   Mesmo se os sintomas forem crônicos ou recorrentes, se houver inflamação a    abordagem inicial de tratamento será colocada-la sob controle.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   • Para controlar a inflamação, promover a cicatrização e alivio de dor deve se    usar modalidades fisioterapêuticas como crioterapia, laser, ultra-som,    infravermelho e TENS.&lt;br&gt;   • Para reduzir o trauma repetitivo que cause o problema, é necessária a    orientação do paciente e sua cooperação. O ambiente e os hábitos que provocam    os sintomas devem ser modificados.&lt;br&gt;   • Para manter a integridade e mobilidade dos tecidos, inicie a mobilização    precocemente&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   - Inclua amplitude de movimento passiva, ativo, contrações isométricas. É de    particular importância no ombro estimular a função estabilizadora da bainha    rotadora, bíceps braquial e músculos escapulares na intensidade tolerado pelo    paciente.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   - Para controlar a dor e manter a integridade articular, use exercícios    pendulares sem peso para causar separação articular e &lt;font color="#800000"&gt;   movimentos&lt;/font&gt; oscilatórios que inibem a dor.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   - Durante os exercícios nesse estagio deve-se ter o cuidado de evitar posições    que levem a compressão, que são geralmente o meio da amplitude da abdução ou o    final da amplitude quando o músculo esta alongado.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   &lt;b&gt;Fase de Tratamento subaguda/ de cicatrização:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;   Quando os sintomas agudos estiverem sob controle, a ênfase principal ficara no    uso da região envolvida em movimentos progressivos não prejudiciais.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   • &lt;u&gt;Cinesioterapia&lt;/u&gt; &lt;br&gt;   &lt;br&gt;  &lt;/font&gt;   &lt;div align="center"&gt;     &lt;center&gt;     &lt;table style="border-collapse:collapse" width="540" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;       &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;         &lt;td align="center"&gt;&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/ombro_cristina/image009.jpg" height="331" width="248" border="0"&gt;&lt;/td&gt;         &lt;td align="center"&gt;&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/ombro_cristina/image010.jpg" height="189" width="250" border="0"&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;     &lt;/center&gt;   &lt;/div&gt;   &lt;p style="line-height:150%"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;   &lt;br&gt;   Para recuperar a ADM, o equilíbrio no comprimento e força muscular da    articulação do ombro e cintura escapular deve elaborar um programa que vá ao    encontro especificamente das limitações do paciente.&lt;br&gt;   • Progredir a função do ombro, à medida que o paciente desenvolver força nos    músculos enfraquecidos, desenvolver equilíbrio de força em todo o ombro e nos    músculos escapulares dentro da amplitude e tolerância de cada músculo.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;&lt;span style="color:rgb(102,102,102)"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;font style="color:rgb(102,102,102)" color="#800000"&gt;&lt;b&gt;Reabilitação durante a fase crônica&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;   &lt;br&gt;   Logo que o paciente tenha desenvolvido controle da postura sem exacerbar os    sintomas, inicie treinamento especifico para o resultado funcional desejado.&lt;br&gt;   • Para aumentar a resistência à fadiga aumentar o numero de series.&lt;br&gt;   • Realizar fortalecimento muscular.&lt;br&gt;   • Na orientação do paciente, instrua-o sobre como progredir o programa após a    alta e como prevenir recorrências. A prevenção deve incluir:&lt;br&gt;   - Alongamento e exercícios antes do trabalho&lt;br&gt;   - Realizar pausas durante a atividade, se for de natureza repetitiva.&lt;br&gt;   - Manter um bom alinhamento postural.&lt;br&gt;   &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-6124658192723641835?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/6124658192723641835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/tratamento-de-fisioterapia-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6124658192723641835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6124658192723641835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/02/tratamento-de-fisioterapia-em.html' title='Tratamento de fisioterapia em patologias de ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-2109224054585830566</id><published>2012-01-20T11:38:00.001-08:00</published><updated>2012-01-20T11:38:08.769-08:00</updated><title type='text'>Prevenção de tendinites de joelho</title><content type='html'>&lt;br&gt;Esportes como o futebol, volei e basquete sobrecarregam muito a  articulação do joelho, principalmente na sua porção anterior (na  frente). Neste local temos alguns tecidos, em especial, que se tornam  facilmente inflamados quando exageramos um pouco na carga de exercícios:  os tendões extensores.&lt;br&gt; Eles têm esse nome pois fazem com que o quadriceps (principal músculo na  coxa, na sua parte anterior) aja para extender a perna, principalmente  nos movimentos de salto, freadas bruscas e descolamentos laterais -  entre outros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As tendinites (inflamações agudas) normalmente são fáceis de tratar.  O complicado é quando a lesão se torna crônica, repetitiva, e as dores  não melhoram nem depois de você descansar por um tempo prolongado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O  tendão patelar pode ser facilmente sobrecarregado com algumas  atividades esportivas, como o futebol, a corrida, o volei e o basquete.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As tendinites têm períodos evolutivos, e quando chega na fase  crônica já fazem com que o tendão degenere - por isso chamamos hoje de  tendinopatias, e eventualmente até de tendinoses.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A diferença é que quando estamos nesta fase mais avançada o tratamento não é tão simples assim.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como sempre, o melhor é a prevenção, e para isso algumas regras básicas devem ser seguidas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Pratica regularmente alongamentos da musculatura da perna, principalmente após a atividade esportiva&lt;br&gt;2. Aqueça bem a musculatura antes dos jogos, corridas e caminhadas.&lt;br&gt;   3. Evite tomar medicamentos por mais de uma semana para controlar a  inflamação - alguns antinflamatórios, usados indiscriminadamente, podem  prejudicar a cicatrização do tendão, retardando a cura&lt;br&gt;4. Procure um médico ortopedista se a sua dor ocorreu há mais de 1 mês e ainda continua incomodando&lt;br&gt; 5. Evite esportes de alto impacto se você já realizou alguma cirurgia no  joelho - após uma cirurgia a musculatura da coxa pode atrofiar muito,  propiciando as inflamações do tendão patelar&lt;br&gt;&lt;br&gt;São regras simples, mas que podem ajudar muito a evitar dores crônicas.&lt;br&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-2109224054585830566?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/2109224054585830566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/prevencao-de-tendinites-de-joelho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2109224054585830566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2109224054585830566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/prevencao-de-tendinites-de-joelho.html' title='Prevenção de tendinites de joelho'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-6054510018375995470</id><published>2012-01-20T08:41:00.001-08:00</published><updated>2012-01-20T08:41:49.755-08:00</updated><title type='text'>Dor no cotovelo</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Há várias causas de dor no cotovelo, mas certamente  a mais freqüente é uma tendinite comprometendo tendões que se inserem  na parte lateral do cotovelo.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;O que é tendão? &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Tendão é a extremidade do músculo e está  firmemente aderido ao osso para, quando o músculo se contrair, mover o  osso. Com freqüência, os pacientes chamam tendões de nervos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Onde se localizam os tendões comprometidos? &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Ponha a palma da mão para cima. Deslize seus  dedos pelo bordo lateral do antebraço até o cotovelo. O osso que você  está palpando é o úmero e nesta região, chamada epicôndilo lateral,  inserem-se os tendões dos músculos que fazem a elevação da mão e dos  dedos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;O que é tendinite? &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O sufixo &lt;b&gt;&lt;i&gt;ite&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; significa  inflamação. O mecanismo que gera inflamação na grande maioria das  tendinites é semelhante ao que ocorre quando se corta uma cutícula,  enfia-se uma felpa embaixo da pele ou de um corte cirúrgico. O tecido é  lesado; ele não pode infeccionar e precisa cicatrizar. Cria-se uma  reação inflamatória. Células de defesa migram para o local e aparecem  calor, vermelhidão, edema e dor. O resultado final é a cicatrização. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;O uso continuado dos tendões, principalmente  sob tensão, provoca rasgões microscópicos, mas é o suficiente para  desencadear uma reação inflamatória. Tendões jovens são flexíveis e  resistem às tensões e somente são lesados sob estresse intenso e/ou  contínuo. Com o passar dos anos, perdem progressivamente a flexibilidade  e ficam expostos às trações exercidas pelas contrações musculares. As  tendinites que ocorrem nestas circunstâncias são classificadas como  secundárias a microtraumatismos de repetição.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Manifestações clínicas &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A dor pode aparecer somente ao se segurar um  objeto, ao escrever ou ao carregar um pacote. Pode localizar-se ao redor  do epicôndilo lateral e irradiar-se ao longo do antebraço. Os pacientes  podem não perceber que a origem da dor é o cotovelo. Às vezes ela é  fraca e crônica e outras vezes aguda e muito forte. Pode haver sensação  de perda de força de preensão da mão. Outras causas de tendinite do  cotovelo são as doenças inflamatórias como artrite reumatóide e gota.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Outras causas de dor no cotovelo: &lt;br&gt;  &lt;/p&gt;&lt;table&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Epicondilite medial(menos freqüente)compromete os músculos que fazem a flexão da mão &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Bursite&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Lesões ligamentares&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Compressão de raiz nervosa &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Doenças da articulação&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Doenças ósseas &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Dor irradiada da coluna cervical ou do ombro.&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p class="sec_artigo"&gt;Tratamento (progressão de acordo com a evolução):  &lt;br&gt;  &lt;/p&gt; &lt;table&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Repouso, imobilização, analgésicos ou anti-inflamatórios &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Fisioterapia incluindo exercícios de alongamento &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Infiltração com corticóide &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt;&lt;img src="http://www.abcdasaude.com.br/imagens/botoes/sxicon0.gif"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="sec_corpo" valign="top"&gt;Cirurgia&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-6054510018375995470?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/6054510018375995470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/dor-no-cotovelo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6054510018375995470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6054510018375995470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/dor-no-cotovelo.html' title='Dor no cotovelo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5801557393709243298</id><published>2012-01-05T10:35:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T10:35:29.806-08:00</updated><title type='text'>Perguntas e respostas sobre lesões no ombro</title><content type='html'>Sua articulação do ombro é composta de três ossos: a clavícula  (clavícula), a escápula (omoplata), e do úmero (osso do braço). Seus  ombros são as articulações mais móveis em seu corpo. Eles também podem  ser instáveis, porque a bola do braço é maior que o encaixe do ombro que  o detém. Para se manter em uma posição estável ou normal, o ombro deve  ser ancorada por músculos, tendões e ligamentos. Porque o ombro pode ser  instável, é o local de muitos problemas comuns. Eles incluem entorses,  distensões, luxações, separações, bursite, tendinite, rasgada manguito  rotador, ombro congelado, fraturas e artrite. &lt;br&gt;&lt;br&gt; O que é uma luxação do ombro? &lt;br&gt;&lt;br&gt;  A luxação do ombro ocorre quando a cabeça do úmero se move para fora de  sua posição normal, na tomada do complexo do ombro (fossa glenóide).  Como resultado os ligamentos que estabilizam a articulação glenoumeral  são feridos ou rasgadas. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Existem diferentes tipos de luxações no  ombro. Classificação dos diferentes tipos depende da direção em que a  cabeça do úmero desloca. O tipo mais comum de luxação do ombro é aquele  em que a cabeça do úmero desloca em frente e abaixo da fossa glenóide.  Isso é chamado e anterior (em frente) - inferior (abaixo) luxação do  ombro. &lt;br&gt; Deslocamentos ântero-inferior do ombro compõem mais de 95% das luxações do ombro. &lt;br&gt;&lt;br&gt; O que é uma ruptura do manguito rotador? &lt;br&gt;&lt;br&gt;  Quando o manguito rotador torna-se ferido ou rasgada, ela é descrita  como uma ruptura do manguito rotador. Estas lágrimas podem ser  classificados como de espessura parcial lágrimas ou de espessura total  lágrimas. Uma lágrima de espessura parcial é o termo usado quando o  tendão não é completamente rasgadas. Uma lágrima de espessura total é o  termo usado quando o tendão é completamente rasgadas. &lt;br&gt;&lt;br&gt; O que pode causar uma ruptura do manguito rotador? &lt;br&gt;&lt;br&gt;  Uma lágrima pode ocorrer de repente ou se desenvolver gradualmente.  Lágrimas súbitas ocorrem geralmente durante quedas ou ao levantar  objetos pesados. Uma lágrima pode desenvolver-se gradualmente para uma  variedade de razões, incluindo: &lt;br&gt; - Içamento Repetitivos. &lt;br&gt; - Degeneração do manguito rotador, devido ao envelhecimento. &lt;br&gt; - Fornecimento de sangue para o pobre do manguito rotador. &lt;br&gt;  - O estreitamento do espaço entre o úmero eo acrômio (arco  subacromial). Isto pode causar progressista &amp;quot;desgaste&amp;quot; do manguito  rotador. &lt;br&gt;&lt;br&gt; O que é uma separação AC comum? &lt;br&gt;&lt;br&gt; Um AC separação  conjunta ocorre quando os ligamentos que estabilizam a clavícula ao  processo acrômio são feridos ou rasgadas. Como resultado da clavícula  pode ser deslocada (deslocados) para cima. Esta condição é conhecida  como uma separação ombro. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Existem diferentes gravidades do AC  separação conjunta. Classificação dos diferentes gravidades depende dos  ligamentos que são rasgados. Uma classificação é a seguinte: &lt;br&gt; Tipo  I: A entorse (sem uma lágrima completa) de um dos ligamentos mantendo a  articulação em conjunto. A clavícula não está deslocada. &lt;br&gt; Tipo II:  Uma lágrima completa do ligamento acromioclavicular e uma ruptura  parcial dos ligamentos coracoclaviculares. A clavícula é um pouco  deslocado. &lt;br&gt; Tipo III: Uma lágrima completa de ambos ligamento  acromioclavicular o coracoclavicular e os ligamentos. Quando isso ocorre  a clavícula é severamente deslocadas (deslocado). &lt;br&gt; Tipos IV, V, VI:  Uma lágrima completa do ligamento acromioclavicular e os ligamentos  coracoclaviculares. A clavícula é severamente deslocado e geralmente  requer intervenção cirúrgica. &lt;br&gt;&lt;br&gt; O que pode causar uma separação AC comum? &lt;br&gt;&lt;br&gt;  Lesões na articulação AC são geralmente causadas por um golpe direto no  ombro. Contato traumático de lado ou de cima do ombro pode rasgar os  ligamentos AC. Jogadores de hóquei e jogadores de futebol normalmente  ferir essa articulação quando fazem contato com as placas, solo ou um  adversário com seu ombro atacar primeiro. &lt;br&gt; Lesões na articulação AC  também pode ser causada por sobrecarga da articulação com o levantamento  de peso pesado (ou seja, profunda supino técnicas). Este mecanismo de  lesão é rara. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Geralmente os problemas de ombro são tratados com  arroz. Isto está para repouso, gelo, compressão e elevação. Outros  tratamentos incluem o exercício, medicamentos para reduzir a dor e  inchaço, e cirurgia, se outros tratamentos não funcionam. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5801557393709243298?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5801557393709243298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/perguntas-e-respostas-sobre-lesoes-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5801557393709243298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5801557393709243298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/perguntas-e-respostas-sobre-lesoes-no.html' title='Perguntas e respostas sobre lesões no ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-7220995339783656329</id><published>2012-01-04T08:15:00.001-08:00</published><updated>2012-01-04T08:15:23.040-08:00</updated><title type='text'>Artrologia da coluna vertebral</title><content type='html'>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="verdana" size="2"&gt;&lt;dd&gt;Os corpos vertebrais estão unidos pelos ligamentos longitudinais anterior e posterior e pelos discos intervertebrais. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Longitudinal Anterior&lt;/u&gt; - extenso e  resistente feixe de fibras longitudinais que se estendem ao longo das  faces anteriores dos corpos das vértebras do áxis (C2) até o sacro.  Continua-se superiormente com o ligamento atlantoaxial anterior. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamento Longitudinal Anterior&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna6.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Longitudinal Posterior&lt;/u&gt; - localizado no  canal vertebral, nas faces posteriores dos corpos vertebrais de áxis  (C2) até o sacro. Continua-se superiormente com a membrana tectória. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamento Longitudinal Posterior&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna7.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;font color="black"&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;dd&gt;&lt;u&gt;Disco Intervertebral&lt;/u&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Localizam-se entre as faces adjacentes dos corpos das  vértebras, do áxis (C2) até o osso sacro. Variam em forma, tamanho e  espessura no trajeto da coluna vertebral. Os discos vertebrais  constituem cerca de 1/4 do comprimento da coluna vertebral. Cada disco é  constituido por um disco fibroso periférico composto por tecido  fibrocartilaginoso, chamado &lt;i&gt;ANEL FIBROSO&lt;/i&gt;; e uma substância interna, elástica e macia, chamada &lt;i&gt;NÚCLEO PULPOSO&lt;/i&gt;. Os discos formam fortes articulações, permitem vários movimentos da coluna vertebral e absorvem os impactos. &lt;/dd&gt;&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="5"&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt; &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/disco2.jpg" border="1"&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/discointervertebral.jpg" border="1"&gt;&lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Articulações dos Arcos Vertebrais&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsulas Articulares&lt;/u&gt; - são finas e frouxas e inseridas nas facetas articulares dos processos articulares adjacentes. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamentos Amarelos&lt;/u&gt; - são ligamentos que unem as  lâminas das vértebras adjacentes no canal vertebral de áxis (C2) até o  primeiro segmento do sacro. Possui certa elasticidade que serve para  preservar a postura vertical. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamentos Amarelos&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna8.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Nucal&lt;/u&gt; - é uma membrana fibrosa que estende-se da protuberância occipital externa até a 7ª vértebra cervical (C7). &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamento Nucal&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna2.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Supra-espinhal&lt;/u&gt; - corda fibrosa e  resistente que une os ápices dos processos espinhosos a partir da 7ª  vértebra cervical (C7) até o sacro. É considerado uma continuação do  ligamento nucal. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamentos Interespinhais&lt;/u&gt; - finos e quase membranáceos, unem os processos espinhosos adjacentes. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamentos Supra-espinhal e Interespinhal&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna9.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamentos Intertransversários&lt;/u&gt; - estão interpostos entre os processos transversos. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamento Intertransversal e Longitudinal Anterior&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna11.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Articulações Atlanto-Occipitais (C0 - C1)&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Essa articulação é formada pelas seguintes estruturas: &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsulas Articulares&lt;/u&gt; - circundam os côndilos do occipital e as facetas articulares das massas laterais do atlas. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Membrana Atlanto-occipital Anterior&lt;/u&gt; - larga e de  fibras densamente entrelaçadas une a margem anterior do forame magno com  a borda superior do arco anterior do atlas. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Membrana Atlanto-occipital Posterior&lt;/u&gt; - é ampla e fina e está fixada na margem posterior do forame magno e à borda superior do arco posterior de atlas. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamentos Atlanto-occipitais Laterais&lt;/u&gt; - são  porções espessadas das cápsulas articulares reforçados por feixes de  tecido fibroso e obliquamente dirigidos superior e medialmente.  Inserem-se no processo jugular do osso occipital e na base do processo  transverso do atlas. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamentos Atlanto-Occipitais (C0 - C1)&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna1.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Ligamentos Occipito-Axiais (C0 - C2)&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Essa articulação é formada pelas seguintes estruturas: &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Membrana Tectórica&lt;/u&gt; - é uma faixa extensa e  resistente que recobre o dente e seus ligamentos dentro do canal  vertebral. É considerado o prolongamento do ligamento longitudinal  posterior. Está inserido no corpo do áxis e superiormente no sulco  basilar do occipital. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamentos Alares&lt;/u&gt; - começam de cada lado do ápice do dente do áxis e inserem-se na parte medial rugosa dos côndilos do occipital. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Apical do Dente&lt;/u&gt; - estende-se do ápice do dente do áxis até a margem posterior do forame magno, entre os ligamentos alares. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamentos Occipito-Axiais (C0 - C2)&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna3.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Articulações Atlanto-Axiais (C1 - C2)&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;A articulação do atlas com o áxis compreende as seguintes estruturas: &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsulas Articulares&lt;/u&gt; - são delgadas e frouxas e unem as margens das massas laterais do atlas às da face articular posterior do áxis. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Atlanto-axial Anterior&lt;/u&gt; - é uma membrana resistente, fixada na margem inferior do arco posterior do atlas e à face ventral do corpo do áxis. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Atlanto-axial Posterior&lt;/u&gt; - é uma membrana fina e larga inserida na borda inferior do arco posterior do atlas e na margem superior das lâminas do áxis. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Transverso do Atlas&lt;/u&gt; - é uma faixa  espessa, resistente e arqueada que mantém o dente em contato com o arco  anterior. Insere-se na parte basilar do occipital e na face posterior do  corpo do áxis. O ligamento transverso do atlas junto com os fascículos  longitudinais superior e inferior formam o &lt;i&gt;ligamento cruciforme&lt;/i&gt;. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamentos da Região Cervical Alta&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna4.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Articulações Costovertebrais&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Essas articulações são divididas em duas partes:  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/bb.gif" border="0" width="6"&gt; Articulação da cabeça da costela com o corpo vertebral; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/bb.gif" border="0" width="6"&gt; Articulação costotransversárica, onde o colo da costela articula com o processo transverso das vértebras torácicas.  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Articulação da Cabeça da Costela&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; – é  uma articulação plana formada pela articulação da cabeça da costela com  o corpo vertebral das vértebras torácicas. Os ligamentos dessa  articulação são: &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsula Articular&lt;/u&gt; - é constituído por curtas e  resistentes fibras unindo as cabeças das costelas às cavidades  articulares formados pelas vértebras e discos intervertebrais. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Radiado da Cabeça da Costela&lt;/u&gt; - une as  partes anteriores das cabeças das costelas aos corpos de duas vértebras e  seus discos intervertebrais. Consta de três fascículos achatados que se  inserem na parte anterior da cabeça das costela. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Intra-articular da Cabeça da Costela&lt;/u&gt; - é  um feixe curto, achatado, inserido lateralmente na crista entre as  facetas articulares e, medialmente, no disco intervertebral, dividindo a  articulação (cada uma com sua membrana sinovial própria). &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamento Radiado&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna11.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Articulação Costotransversais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; - é a  articulação entre a faceta articular do tubérculo da costela e o  processo transverso da vértebra correspondente. É formada pelas  seguintes estruturas: &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsula Articular&lt;/u&gt; - é fina e inserida na circunferência articular com um revestimento sinovial. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Costotransversário Superior&lt;/u&gt; - insere-se na borda superior do colo da costela e no processo transverso da vértebra acima. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Costotransversário Posterior&lt;/u&gt; - são  fibras que se inserem no colo da costela e na base do processo  transverso e borda lateral do processo articular da vértebra acima. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento do Colo da Costela&lt;/u&gt; - são curtas e resistentes fibras que unem o dorso do colo da costela com o processo transverso adjacente. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento do Tubérculo da Costela&lt;/u&gt; - é um  fascículo curto, espesso e resistente que se dirige do ápice do processo  transverso para a porção não articular do tubérculo da costela. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamentos Costotransversários&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna12.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Articulações Esternocostais&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; - as  articulações das cartilagens das costelas verdadeiras com o esterno são  articulações planas, com excessão da primeira que é uma sincondrose. Os  elementos de conexão são:  &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsula Articular&lt;/u&gt; - são fibras muito finas que circundam as articulações das cartilagens costais das costelas verdadeiras com o esterno. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Esternocostal Radiado&lt;/u&gt; - feixes finos e  radiados que se irradiam adas faces anterior e posterior das  extremidades esternais das cartilagens das costelas verdadeiras. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Esternocostal Intra-articular&lt;/u&gt; -  constante apenas na segunda costela. Estende-se a partir da cartilagem  da costela até a fibro cartilagem que une o manúbrio ao corpo do  esterno. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Costoxifóide&lt;/u&gt; - ligam as faces anterior e posterior da sétima costela às mesmas no processo xifóide. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Articulações Esternocostais&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/costela.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Articulações Intercondrais&lt;/u&gt; - articulações entre as cartilagens costais. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Articulações Costocondrais&lt;/u&gt; - articulações entre as costelas e as cartilagens costais.   &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Articulações esternais&lt;/u&gt;: &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/bb.gif" border="0" width="6"&gt; &lt;i&gt;Manúbrio-esternal&lt;/i&gt; - entre o manúbrio e o corpo do esterno, é geralmente uma sínfise. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/bb.gif" border="0" width="6"&gt; &lt;i&gt;Xifoesternal&lt;/i&gt; - entre o processo xifóide e o corpo do esterno, é geralmente uma sínfise. &lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Articulações Lombossacrais&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;São as articulações entre a 5ª vértebra lombar e o osso  sacro. Seus corpos são unidos por uma sínfise, incluindo um disco  intervertebral. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Ileolombar&lt;/u&gt; – inserido na face  ântero-inferior da 5ª vértebra lombar e irradia na pelve por meio de  dois feixes: um inferior, o ligamento lombossacral que insere-se na face  ântero-superior do sacro e um feixe superior, a inserção parcial do  músculo quadrado do lombo, passando para a crista ilíaca anterior à  articulação sacroilíaca, continuando acima com a fáscia toracolombar. &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Ligamento Ileolombar&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/coluna10.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;Articulação Sacrococcígea&lt;/b&gt;&lt;/u&gt; &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Esta é uma sínfise entre o ápice do sacro e a base do cóccix, unidos por um disco fibrocartilagíneo. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Sacrococcígeo anterior&lt;/u&gt; - fibras irregulares que descem sobre as faces pélvicas tanto do sacro como do cóccix. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Sacrococcígeo posterior&lt;/u&gt; - superficial passa da parte posterior da Quinta vértebra sacral par o dorso do cóccix. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Sacrococcígeo lateral&lt;/u&gt; – liga um processo transverso do cóccix ao ângulo ínfero-lateral do osso sacro. &lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamentos Intercornais&lt;/u&gt; – unem os cornos do sacro e do cóccix.  &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td height="35" background="funbarra3.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="white" size="3"&gt;&lt;center&gt;Articulação Sacrococcígea&lt;/center&gt;&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;img src="http://www.auladeanatomia.com/artrologia/pelve3.jpg" border="1"&gt; &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td cellspacing="0" cellpadding="0" height="10" background="fff10.jpg" width="562"&gt; &lt;font color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt; &lt;/dd&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-7220995339783656329?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/7220995339783656329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/artrologia-da-coluna-vertebral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7220995339783656329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7220995339783656329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/artrologia-da-coluna-vertebral.html' title='Artrologia da coluna vertebral'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-335575006835043040</id><published>2012-01-02T13:39:00.001-08:00</published><updated>2012-01-02T13:39:28.630-08:00</updated><title type='text'>Síndrome do Pinçamento do ombro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/_Ua89NM9stEQ/TQbJGOaf6mI/AAAAAAAAALo/TiOUTxQihQ8/s1600/ombro%2Banatomia.JPG" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ua89NM9stEQ/TQbJGOaf6mI/AAAAAAAAALo/TiOUTxQihQ8/s1600/ombro%2Banatomia.JPG" height="163" width="401"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Segundo Volpon e Muniz (1997), a Síndrome do Pinçamento é uma tendinopatia que comprime o tendão (por isso, também é chamada de Síndrome do Impacto) do &lt;br&gt;músculo supra-espinhoso, do infra-espinhoso ou cabeça longa do bíceps braquial no arco córaco-acromial, provocada pela elevação excessiva do braço acima de um ângulo da linha do ombro. O termo impigment inicialmente descrito por Neer (1972), tem sido utilizado como Síndrome do Pinçamento ou Síndrome da Colisão Posterior, para designar a mesma patologia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Neer (1972) classificou o aparecimento desta patologia em 3 fases: &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fase I: ocorre edema e hemorragia local&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fase II: ocorre presença de tendinite e fibrose&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fase III: ocorre formação de osteófito e ruptura do tendão do supra-espinhoso ou do cabo longo do bíceps. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A Síndrome do Pinçamento é uma patologia do ombro caracterizada por uma dor na face ântero-lateral do ombro, podendo acometer diversas faixas etárias, em indivíduos com atividades que solicitam o uso dos membros superiores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.rc.unesp.br/ib/efisica/motriz/11n3/15RFI.pdf"&gt;Retirado daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-335575006835043040?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/335575006835043040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/sindrome-do-pincamento-do-ombro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/335575006835043040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/335575006835043040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2012/01/sindrome-do-pincamento-do-ombro.html' title='Síndrome do Pinçamento do ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ua89NM9stEQ/TQbJGOaf6mI/AAAAAAAAALo/TiOUTxQihQ8/s72-c/ombro%2Banatomia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-581595726800706565</id><published>2011-12-30T11:37:00.001-08:00</published><updated>2011-12-30T11:37:39.216-08:00</updated><title type='text'>A Osteoartrose Femuropatelar</title><content type='html'>&lt;p&gt;A cada dia mais pessoas procuram os consultórios de especialistas,  para tentarem esclarecer queixas de dores em joelhos, que se iniciaram  sem uma causa aparente. Referem serem as mesmas contínuas, piorando com  movimentos de subir e descer escadas ou, quando se agacham para pegar  algum objeto. Na quase totalidade das vezes, são indivíduos jovens ou de  meia idade e referem ser freqüentadores de academias. Possuem eles  algumas vezes, um ponto em comum, que é o fato de estarem aumentando a  carga de exercícios para perna em exercícios tipo semi agachamento  (burpee), agachamento completo, leg press ou mesmo hack squat (prensa  inclinada).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para podermos entender estas queixas devemos ter em mente, que quando  do movimento de flexão máxima dos joelhos (90 graus), a manutenção  deste eixo de movimentação e, da estabilidade desta articulação, é fruto  não somente da integridade ligamentar, como também, da musculatura da  coxa. Quando do movimento de extensão após a flexão (elevar-se após  agachamento), o eixo de movimentação e a estabilidade desta articulação  dependem, entre outras coisas, do eixo de &lt;b&gt;escorregamento da patela&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A patela, também chamada de rótula, é um dos ossos que compõem a  articulação do joelho, participando ativamente, dos movimentos de flexão  e, principalmente, extensão desta articulação. Ela se insere na parte  anterior do joelho e, por sua superfície passam os tendões do músculo  quadríceps (principal músculo extensor) antes de se inserir na  tuberosidade anterior da tíbia.&lt;/p&gt; &lt;p class="center"&gt;&lt;img src="http://www.osteoartrose.com.br/img/tema_fig1_200207.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É a patela que evita o atrito entre a musculatura do joelho quando do  movimento de extensão da perna após a flexão, atuando também, no  aumento de eficácia desta musculatura (quadríceps). Possue a patela em  sua superfície interna uma cartilagem denominada de "Cartilagem  patelo-femural". Quando o joelho encontra-se em sua flexão máxima, no  movimento de retorno à extensão (elevação após agachamento), forças  vetoriais agem internamente no joelho, de forma que uma alavanca é  exercida em sua parte interna facilitando, este movimento.&lt;/p&gt; &lt;p class="center"&gt;&lt;img src="http://www.osteoartrose.com.br/img/tema_fig2a_200207.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="center"&gt;&lt;img src="http://www.osteoartrose.com.br/img/tema_fig2b_200207.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para que este movimento ocorra de forma harmônica, deverá a patela  escorregar através de um sulco situado entre os dois côndilos do fêmur,  denominado sulcu patelar ou incisura intercondiliana (troclear).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em determinadas pessoas ou atletas, devido a uma má formação  congênita ou hipertrofia de determinado grupo muscular da coxa, a patela  pode escorregar lateralmente (internamente ou externamente) durante  este movimento, fazendo com que ocorra um atrito entre a cartilagem  patelar e cartilagem interna da tróclea do fêmur. A repetição de tal  fato, poderá acarretar uma lesão que, se persistente, evoluirá para um  processo degradativo articular (OSTEARTROSE FEMURO-PATELAR). Estes são  os casos sub-luxação ou luxação patelar.&lt;/p&gt; &lt;p class="center"&gt;&lt;img src="http://www.osteoartrose.com.br/img/tema_fig3a_200207.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="center"&gt;&lt;img src="http://www.osteoartrose.com.br/img/tema_fig3b_200207.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="center"&gt;&lt;img src="http://www.osteoartrose.com.br/img/tema_fig4_200207.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tal alteração pode ocorrer em qualquer grau de flexão do joelho,  podendo o diagnóstico da mesma, ser confirmado radiológicamente por um  RX simples axial de patela á 30 graus, 45 graus e 60 graus de flexão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em academias de ginástica, exercícios de agachamento completo, semia  agachamento (burpee), leg extension, leg press, prensa inclinada ou  outros que impliquem em flexo-extensão máxima dos joelhos, podem  desencadear ou agravar a sintomatologia decorrente desta alteração  (luxação femuro-patelar).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma vez instalada esta patologia, o uso de exercícios corretivos, antiinflamatórios e &lt;b&gt;SUBSTÂNCIAS CONDROPROTETORAS&lt;/b&gt; poderá auxiliar tanto na prevenção, quanto no tratamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.osteoartrose.com.br/tm_femuropatelar.php"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-581595726800706565?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/581595726800706565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/osteoartrose-femuropatelar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/581595726800706565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/581595726800706565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/osteoartrose-femuropatelar.html' title='A Osteoartrose Femuropatelar'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-3147623418535572241</id><published>2011-12-28T11:59:00.001-08:00</published><updated>2011-12-28T11:59:26.914-08:00</updated><title type='text'>Fibromialgia x Acupuntura</title><content type='html'>&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;img src="http://www.docelimao.com.br/site/images/stories/fibromialgia2.jpg" style="width: 220px; height: 180px;" alt="" align="left" hspace="5" vspace="5"&gt;A  Fibromialgia caracteriza-se por ser uma síndrome dolorosa crônica,  apresentando dores em diferentes pontos, e distúrbios do sono entre  vários outros sintomas. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Ocorre em cerca de nove mulheres para  cada homem em idades variadas. Caracterizada, principalmente, por uma  dor difusa, referida no sistema músculo-esquelético, acompanhada por  fadiga, distúrbios do sono e pontos dolorosos pré-determinados.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;É considerada uma síndrome porque é  identificada mais pelo número de sintomas do que por uma má função  específica. Não necessariamente apresentará todos os sintomas, mas  outros podem estar presentes, como parestesia, disminorréia, cefaléia,  artralgia, rigidez matinal, ansiedade e depressão.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A variedade de opções de tratamentos tem  aumentado o controle da doença, e uma via alternativa em estudo é a  Acupuntura. Sua eficácia no tratamento da dor de diversas etiologias  estão bem demonstrados; em especial para a síndrome de dor, em que o  conceito de pontos-gatilho apresenta correlações importantes com o de  pontos de Acupuntura, e para a qual é imprescindível uma ação  terapêutica direta sobre os músculos cronicamente lesados (Hirakui,  2004).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Incidência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Estima-se que a fibromialgia seja a  terceira maior causa que levaria um indivíduo a procurar um  reumatologista (Rosa Filho, 2004), sendo vista como uma das queixas  reumáticas mais comuns, afetando 2% da população onde o predomínio é  pelo sexo feminino cuja idade varia de 25 a 50 anos. É pouco relatada  nos países em desenvolvimento ( Hirakui, 2004).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;O que Causa a Fibromialgia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Alguns fatores isolados como traumas  emocionais ou físicos, estresses como doenças, mudanças hormonais, etc.,  podem gerar dores ou fadiga generalizadas que não melhoram com o  descanso e que caracterizam a Fibromialgia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Outro fator importante é a falta de  serotonina, que é produzida no nível delta do sono, constantemente  interrompido na fibromialgia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;lguns pacientes são capazes de  identificar fatores que agrava as dores, como quadros virais, traumas  físicos (acidentes automobilístico), traumas psíquicos (problemas com  filhos, divórcios e outros), mudanças climáticas (especialmente o frio e  a umidade), sedentarismo e a ansiedade são os mais relatados. Porém, o  único achado relevante ao exame físico é a presença dos pontos dolorosos  ou &amp;quot;tender points&amp;quot;.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Sintomas Clínicos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A alteração mais evidente é a dor  generalizada, mas é possível identificar rigidez generalizada no corpo,  pela manhã e edema nas mãos e nos pés onde também são notadas paresias,  principalmente nas mãos. Cansaço extremo que se mantém durante quase  todo o dia. Acredita-se que devido a este sintoma, os pacientes com  Fibromialgia não tenham tolerância ao esforço físico, mas é importante  ressaltar que mesmo que pareça um paradoxo, esses pacientes devem, de  forma orientada, estar atentos à prática de exercícios físicos, para  estimular serotonina.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Cefaléia tensional, sensibilidade ao  frio, vertigem, dificuldade de concentração, secura de olhos e boca,  taquicardia, tensão pré-menstrual, irritabilidade e distúrbio de humor  são, também, observados (Hirakui, 2004).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;O critério para o diagnóstico é  puramente clínico. Embora pareça que o paciente esteja fisicamente  normal, um exame mais detalhado e minucioso demonstra áreas bastante  sensíveis ao toque. São pontos hipersensíveis sobre músculos e  ligamentos.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Para que seja confirmada qualquer  suspeita sobre fibromialgia, deve-se obedecer alguns critérios  estabelecidos, como presença de dor disseminada por 3 meses ou mais.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;A dor é disseminada quando apresentar:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;-Dor no hemicorpo esquerdo e direito;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Dor acima e abaixo do punho;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Parede anterior do tórax;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Coluna torácica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Coluna lombar.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Em conjunto com a dor disseminada, é preciso que o paciente sinta dor pelo menos em 11 dos 18 &lt;em&gt;tender points&lt;/em&gt;, que são pontos palpáveis, hipersensíveis, espalhados por todo corpo:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;-Região occipital: bilateralmente, nas inserções dos músculos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Coluna cervical inferior, nos espaços intertransversais, bilateralmente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Trapézio, bilateralmente, no ponto médio da borda superior;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;-Supra-espinhoso, bilateralmente, nas origens e acima da espinha escapular e da borda medial da escápula;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Segunda costela, bilateralmente, no 2º espaço intercostal e articulação condrocostal;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Epicôndilo lateral: bilateralmente, 2 cm abaixo dos epicôndilos;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;-Região glútea, bilateralmente, nos quadrantes superolaterais e abaixo do piriforme;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Trocânter maior, bilateralmente, posterior à proeminência trocantérica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;-Joelho, bilateralmente nas interlinhas mediais e no local de inserção dos músculos da pata de ganso. (Hirakui, 2004).&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;Intervenção da Acupuntura na Fibromialgia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A base de tratamento da Acupuntura é o  reequilíbrio energético através de canais que se encontram distribuídos  no organismo humano por onde passa a energia vital. O tratamento é feito  através de inserção de agulhas introduzidas nos pontos os quais estão  localizados nos canais energéticos também chamados meridianos. Segundo a  teoria da Acupuntura, todas as estruturas do organismo se encontram em  equilíbrio pela atuação das energias Yin e Yang, um desequilibro, gera  doença. De acordo com estudos e pesquisas para comprovar a eficácia, a  arte da Acupuntura visa através da sua técnica, estimular os pontos  reflexos que tenham a propriedade de restabelecer o equilíbrio  alcançando assim, resultados terapêuticos e diminuindo o quadro álgico  para uma melhor qualidade de vida e retorno às atividades diárias. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Será abordado o tratamento denominado  Teoria dos Cinco Elementos. A aplicação da teoria dos cinco elementos  está na classificação em diferentes categorias como emoções humanas e  fenômenos naturais externos do corpo como as condições climáticas. No  caso da fibromialgia destaca-se uma desarmonização no excesso de fígado e  deficiência de rins. Através desse tratamento, observamos também o  ciclo de dominação que o fígado, coração, rim, pulmão, necessitam de  tratamento simultaneamente. Um dano no fígado pode influenciar também o  coração e acontece que a dominação da mãe atinge o filho pode  influenciar o pulmão, pode influenciar os rins, o que resulta em a  dominação do filho atinge a mãe. Reforçar a Terra para produzir Metal,  Umedecer a Água para manter a Madeira irrigada, sustentar a Terra para  conter a Madeira e fortificar a Água para conter o Fogo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Água em deficiência, tonificar a mãe Rim  que é o pulmão + rim + baço. Fígado em excesso, sedar o filho que é  coração + Fígado. Fígado em excesso, o rim não consegue guardar energia  essencial.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Os pontos empregados são detectados à  palpação e baseando-se nos critérios acima citados dos tender points e  áreas de dor referida, já que o diagnóstico da Fibromialgia é puramente  clínico. As agulhas de Acupuntura devem ser introduzidas nestes pontos  com profundidade que varia de acordo com a anatomia local. (Hirakui,  2004).&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;É possível evitar a Fibromialgia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Não existem estudos científicos  comprovando especificamente como evitar fibromialgia, mas sim estudos  mostrando como atenuar os sintomas dolorosos da fibromialgia e evitar  que o quadro piore.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Alguns pesquisadores, através de  trabalhos científicos, nos mostram que as pacientes com fibromialgia  podem melhorar muito o quadro com alguns procedimentos simples, tais  como: &lt;/p&gt; &lt;ol&gt;&lt;li style="text-align:justify"&gt;Atividade física e alongamentos rotineiramente,&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align:justify"&gt;Meditação&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align:justify"&gt;Relaxamento a qualquer momento do dia. Principalmente treinar para estar preparada nos momentos da dor mais intensa.&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Obviamente que a pessoa que adquirir  estes costumes na sua vida diária, estará vivenciando mais calma e paz  interior, que são os ingredientes básicos anti fibromialgia.  &lt;br&gt; &lt;br&gt; Texto enviado por &lt;strong&gt;Carlos Eduardo Oliveira&lt;/strong&gt; - Graduado em  Fisioterapia pela Fundação Educacional de Fernandópolis (SP) -  Especializado em Medicina Tradicional Chinesa (Acupuntura) pelo Colégio  Brasileiro de Acupuntura (CBA/SP).&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-3147623418535572241?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/3147623418535572241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/fibromialgia-x-acupuntura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3147623418535572241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3147623418535572241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/fibromialgia-x-acupuntura.html' title='Fibromialgia x Acupuntura'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-6399922845682006641</id><published>2011-12-28T11:55:00.001-08:00</published><updated>2011-12-28T11:55:27.834-08:00</updated><title type='text'>Resumo sobre Fibromialgia</title><content type='html'>&lt;br&gt;Fibromialgia caracteriza-se por dor muscular e tendinosa difusa crônica em pontos dolorosos de localização anatômica específica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quais os principais sintomas?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sintomas são dor generalizada (&amp;quot;dói tudo&amp;quot;) e um ou mais dos seguintes:&lt;br&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;fadiga&lt;/li&gt;&lt;li&gt;sono superficial e não reparador (desperta mais cansado do que quando deitou à noite)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;depressão psíquica&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ansiedade&lt;/li&gt;&lt;li&gt;dor de cabeça (pode ser enxaqueca)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;dormência de mãos e pés&lt;/li&gt; &lt;li&gt;dor abdominal com períodos de prisão de ventre intercalados com diarréia&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Em nenhum momento haverá inflamação ou deformidade nas articulações e os movimentos não estão limitados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Caracteristicamente, os portadores de fibromialgia têm os sintomas por anos sem modificações importantes. Os problemas são dor e fadiga.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Como se desenvolve?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A causa e os mecanismos que provocam fibromialgia não estão perfeitamente esclarecidos. Não há nenhuma evidência concreta de que possa ser transmitida nem se verifica maior prevalência em familiares.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Diminuição de serotonina e outros neurotransmissores provocam maior sensibilidade aos estímulos dolorosos e podem estar implicados na diminuição do fluxo de sangue que ocorre nos músculos e tecidos superficiais encontrados na fibromialgia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Qual a melhor forma de tratamento?&lt;br&gt;&lt;br&gt;No tratamento, devem ser usados analgésicos; não parece haver vantagem no uso de anti-inflamatórios ou cortisona em caráter permanente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;São drogas obrigatórias os antidepressivos tricíclicos (principalmente amitriptilina e ciclobenzaprina)que agem sobre a serotonina no cérebro e têm efeito analgésico no sistema nervoso central.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Condicionamento muscular orientado por conhecedores da doença e seu entendimento pelos pacientes são indispensáveis. Pacientes com manifestações psiquiátricas mais intensas devem ter atendimento especializado. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-6399922845682006641?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/6399922845682006641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/resumo-sobre-fibromialgia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6399922845682006641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6399922845682006641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/resumo-sobre-fibromialgia.html' title='Resumo sobre Fibromialgia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-4488269902022027223</id><published>2011-12-27T04:30:00.001-08:00</published><updated>2011-12-27T04:30:15.827-08:00</updated><title type='text'>Diagnóstico da Sindrome do Túnel do Carpo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O diagnóstico da síndrome do túnel do carpo é muitas vezes feita pelo  médico baseado em uma descrição precisa dos sintomas. Durante o exame  físico, o teste pode identificar a fraqueza dos músculos supridos pelo  nervo mediano na mão, incluindo alguns músculos do polegar afetado pela  síndrome. Pode haver diminuição da sensibilidade na mão para as picadas  de agulha ou leve toque. Dobrar o punho para 90 graus durante um minuto,  pode causar sintomas que aparecem na mão (teste de Phalen) ou batendo  no pulso, com um martelo reflexo pode causar um choque elétrico, como  sensação (Tinel). Tardias da doença, pode haver adelgaçamento da  musculatura ou atrofia muscular na base do polegar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O diagnóstico da síndrome do túnel do carpo pode ser confirmado e gravidade determinada por um dois-parte de teste elétrico: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;. O teste de condução nervosa é a evidência mais forte para a  síndrome do túnel do carpo. O nervo é estimulado com uma leve corrente  elétrica gerada por um pequeno eletrodo colocado na pele, proximal ao  túnel (lado do cotovelo do túnel). O impulso viaja no nervo através do  túnel para o lado onde o impulso é medido. Se o nervo mediano é afetado,  o impulso vai demorar mais tempo do que seria esperado para chegar ao  outro lado. Quanto maior o atraso no impulso nervoso, pior o dano do  nervo será. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;. A segunda parte do teste, eletromiografia, mede o grau de  funcionamento anormal dos músculos. Uma pequena agulha é colocada em  vários músculos supridos pelo nervo mediano, e os impulsos elétricos do  músculo é medido em repouso e após contração (endurecimento com o uso)  do músculo. Se o nervo foi severamente comprimida, esses músculos podem  ser afetados e não vai funcionar normalmente no teste elétrico. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://jmarcosrs.wordpress.com/2010/01/11/clinica-de-reumatologia-%E2%80%93-sindrome-do-tunel-de-carpo/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;Nos últimos anos, a ultra-sonografia diagnóstica e varreduras de  MRI foram usados para ajudar a diagnosticar e CTS excluir outras causas  de mão e punho sintomas. Estas tecnologias podem identificar edema do  nervo mediano e anormalidades da parede do túnel, o seu conteúdo e área  circundante. Isso pode incluir a fonte da compressão do nervo mediano,  incluindo inflamação das estruturas do túnel, tais como inflamação dos  tendões, que pode ocorrer na artrite reumatóide. Outras anomalias do  tendão, incluindo um gânglio, ou excesso de gordura no túnel, também  pode ser visto em MRI. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-4488269902022027223?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/4488269902022027223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/diagnostico-da-sindrome-do-tunel-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4488269902022027223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4488269902022027223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/diagnostico-da-sindrome-do-tunel-do.html' title='Diagnóstico da Sindrome do Túnel do Carpo'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-8245880605359457788</id><published>2011-12-19T04:46:00.001-08:00</published><updated>2011-12-19T04:46:27.290-08:00</updated><title type='text'>Trate a sua lombalgia</title><content type='html'>&lt;div class="conteudoBloco"&gt;                                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;&lt;br&gt;                                     &lt;/p&gt;&lt;p class="textoCorrido"&gt;Na crise aguda, o exercício está  totalmente contraindicado. Deve-se fazer repouso absoluto, deitado na  cama. Uma alternativa é deitar de lado em posição fetal (com as pernas  encolhidas). Não estão indicados na fase aguda: tração, manipulação,  RPG, cinesioterapia, alongamento e massagem.                                 &lt;/p&gt;                                     &lt;p class="textoCorrido"&gt;                                     Os analgésicos e os  anti-inflamatórios podem ser usados. Sedativos são úteis para ajudar a  manter o paciente em repouso no leito. Existem outras substâncias muito  usadas, porém sem nenhuma eficácia científica comprovada, tais como:  vitamina B12, cortisona, cálcio, gelatina de peixe, casca de ovo, casca  de ostra, geleia de tubarão e unha do diabo. Nenhuma delas tem efeito  comprovado. Nota-se que, quanto mais bem feito o repouso, menos  medicamentos são necessários. Obviamente, deve-se tratar a causa da  lombalgia.                                  &lt;/p&gt;                                                                      &lt;p class="textoCorrido"&gt;                                     Nem todos os casos de hérnia de  disco têm de ser operados. Quase todos regridem com repouso no leito,  sem necessidade de cirurgia. Assim, a hérnia murcha e deixa de comprimir  estruturas importantes, como os nervos. O tratamento cirúrgico está  indicado apenas nos 10% dos casos em que a crise não passa entre três a  seis semanas, em pacientes que têm crises repetidas em um curto espaço  de tempo ou quando existem alterações esfincterianas (perda de controle  para urinar e defecar).                                 &lt;/p&gt;                                     &lt;p class="textoCorrido"&gt;                                     Enquanto, no adulto, a maioria das  lombalgias tem causas e tratamentos simples, a dor lombar no adolescente  é incomum e com causas que devem ser investigadas cuidadosamente pelo  médico ortopedista.                                 &lt;/p&gt;                             &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-8245880605359457788?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/8245880605359457788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/trate-sua-lombalgia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8245880605359457788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8245880605359457788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/trate-sua-lombalgia.html' title='Trate a sua lombalgia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-9082999567543656899</id><published>2011-12-11T13:02:00.001-08:00</published><updated>2011-12-11T13:02:27.684-08:00</updated><title type='text'>Degeneração progressiva causada pela artrose pode atingir a coluna</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Além de causar sensação de atrito,  dor e limitação de movimentos, a artrose é caracterizada pela  degeneração progressiva da cartilagem e pode atingir todas as  articulações, com destaque para quadril, joelhos, pés e coluna -  articulações de carga, devido ao esforço a que são submetidas. Segundo  especialistas, as pessoas que sofrem da condição devem ficar atentas às  dores nas costas, pois a artrose na coluna pode ser incapacitante se não  for tratada adequadamente. &lt;p align="justify"&gt;"Quando a coluna é atingida, o importante é iniciar  um bom tratamento para que o caso não se torne mais grave e  incapacitante, levando o paciente a tratamentos mais agressivos", afirma  o fisioterapeuta Helder Montenegro, do Instituto de Tratamento da  Coluna Vertebral.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;As mulheres, especialmente após a menopausa, e homens  na meia idade são os mais suscetíveis à condição - e devem estar mais  atentos -, embora a artrose possa surgir em qualquer fase da vida. "Além  do fator genético, a doença pode surgir devido a um trauma ou processo  inflamatório crônico", explica o especialista.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como 85% da população vai viver ao menos um episódio  de dor nas costas ao longo da vida, segundo estimativas da Organização  Mundial da Saúde, o fisioterapeuta destaca que as pessoas precisam rever  alguns hábitos e buscar fortalecer os músculos posturais, responsáveis  por dar sustentação à coluna, visando a prevenção de processos  inflamatórios característicos da artrose. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O primeiro passo para colocar a coluna em ordem,  segundo o especialista, é fazer uma boa avaliação, identificando as  causas da dor. São feitos testes ortopédicos e fisioterapêuticos  específicos, de mobilidade, de força, de alongamento muscular e do  sistema nervoso para saber qual é a situação clínica do paciente. Com o  quadro definido, o tratamento é iniciado, incluindo o uso a  fisioterapia, exercícios de musculação e caminhada.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Fonte: &lt;strong&gt;Flöter&amp;amp;Schauff Assessoria de Comunicação&lt;/strong&gt;. Press release. 23 de março de 2010.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-9082999567543656899?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/9082999567543656899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/degeneracao-progressiva-causada-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/9082999567543656899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/9082999567543656899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/degeneracao-progressiva-causada-pela.html' title='Degeneração progressiva causada pela artrose pode atingir a coluna'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-8438328385860784928</id><published>2011-12-08T10:25:00.001-08:00</published><updated>2011-12-08T10:25:44.856-08:00</updated><title type='text'>Tendinite e tenosinovite</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;A tendinite é a inflamação de um tendão; a tenosinovite é a tendinite acompanhada pela inflamação da bainha protectora que cobre o tendão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os tendões, alguns dos quais estão cobertos por uma bainha protectora, são cordas fibrosas de tecido resistente que ligam os músculos aos ossos. As bainhas dos tendões cobrem alguns tendões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A maior parte das tendinites surgem em pessoas de meia-idade ou idade avançada, dado que com a idade os tendões são mais propensos às lesões. Contudo, também aparecem em jovens que praticam exercícios intensos e em pessoas que realizam tarefas repetitivas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Certos tendões, especialmente os da mão, são particularmente propensos a inflamação. A inflamação do tendão que estende o polegar da mão para fora denomina-se doença de De Quervain. A inflamação pode fazer com que os tendões que fazem fechar os outros dedos da mão fiquem presos, produzindo-se uma sensação de estalido (dedo em gatilho). A tendinite do bicípete, na parte superior do braço, causa dor quando se dobra o cotovelo ou se roda o antebraço. É frequente que se inflamem o tendão de Aquiles no calcanhar e o tendão que percorre a parte superior do pé.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As doenças articulares, como é o caso da artrite reumatóide, a esclerodermia, a gota e a síndroma de Reiter, também podem afectar as bainhas dos tendões. Nos adultos jovens que contraem gonorreia, especialmente em mulheres, a bactéria (gonococo) pode causar tenosinovite, afectando habitualmente os tendões dos ombros, pulsos, dedos, ancas, tornozelos e pés.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sintomas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os tendões inflamados costumem causar dor quando se movem ou se tocam (mover as articulações próximas do tendão, ainda que seja ligeiramente, pode causar uma dor intensa). As bainhas dos tendões podem inchar visivelmente pela acumulação de líquido e pela inflamação, ou podem secar e roçar contra os tendões, causando uma sensação áspera que se pode sentir, ou um som que se escuta durante a auscultação, quando a articulação se move.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Tratamento&lt;br&gt;&lt;br&gt;Várias formas de tratamento podem aliviar os sintomas de uma tendinite. Costumam ser úteis o repouso, a imobilização com entalamento ou gesso e a aplicação de calor ou frio (conforme seja conveniente). A terapia com anti-inflamatórios não esteróides como a aspirina ou o ibuprofeno durante 7 a 10 dias diminui a dor e a inflamação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Por vezes, os corticosteróides e os anestésicos locais injectam-se na bainha do tendão. Este tratamento é particularmente útil para tratar um dedo em gatilho. Raramente, a injecção causa um acesso que dura menos de 24 horas e pode tratar-se com compressas frias e analgésicos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento deve ser repetido todas as semanas ou de 3 em 3 semanas durante 1 ou 2 meses, antes que a inflamação diminua por completo. Uma tendinite crónica e persistente, como acontece na artrite reumatóide, pode ser tratada cirurgicamente para extrair as zonas inflamadas, sendo necessária a fisioterapia depois da intervenção. Com frequência, a cirurgia está indicada para tratar um dedo em gatilho crónico ou para extrair as acumulações de cálcio das zonas de uma tendinite de longa duração, como a zona que circunda a articulação do ombro. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-8438328385860784928?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/8438328385860784928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/tendinite-e-tenosinovite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8438328385860784928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8438328385860784928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/12/tendinite-e-tenosinovite.html' title='Tendinite e tenosinovite'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-4702392166918967597</id><published>2011-11-25T06:43:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T06:43:03.895-08:00</updated><title type='text'>Tratamento de Artrite Reumatóide</title><content type='html'>&lt;p&gt;A AR geralmente requer um tratamento ao longo da vida toda, incluindo  medicação, fisioterapia, exercício físico, medidas educativas e  possivelmente cirurgia. Quando precoce, um tratamento agressivo para a  AR pode retardar a destruição das articulações.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;MEDICAMENTOS&lt;/u&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Drogas antirreumáticas modificadoras de doença (DARMDs)&lt;/em&gt;: Essas drogas são o padrão atual de cuidado da AR, além de repouso, exercícios de fortalecimento e drogas anti-inflamatórias.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;O metotrexato é o DARMDs mais comumente usado para a artrite reumatoide. A leflunomide pode ser um substituto do metotrexato&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Essas drogas podem ter efeitos colaterais graves, portanto, é  necessário fazer exames de sangue frequentes durante o período de sua  administração&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Medicamentos anti-inflamatórios&lt;/em&gt;: Incluem a aspirina e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Embora os AINEs funcionem bem, o uso a longo prazo pode causar  problemas gástricos como úlceras e hemorragia e possíveis problemas do &lt;strong&gt;coração&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O celecoxib é outra droga anti-inflamatória, mas tem fortes  advertências com relação a doenças cardíacas e AVC. Converse com seu  médico para saber se os inibidores de COX-2 são adequados para você&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Medicamentos antimaláricos&lt;/em&gt;: Este grupo de medicamentos  inclui a hidroxicloroquina e sulfasalazina e normalmente é utilizado  juntamente com o metotrexato. Pode demorar semanas ou meses até que você  observe os benefícios desses medicamentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Corticóides&lt;/em&gt;: Esses medicamentos funcionam muito bem para  reduzir o edema e a inflamação das articulações. Devido a efeitos  colaterais de longo prazo, os corticoides devem ser tomados somente por  curtos períodos e em baixas doses, quando possível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;AGENTES BIOLÓGICOS&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As drogas biológicas foram desenvolvidas para afetar partes do  sistema imunológico que têm um papel no processo da doença da artrite  reumatoide.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Elas poderão ser receitadas quando outros medicamentos para a artrite  reumatoide não funcionarem. Às vezes, o médico começa com as drogas  biológicas antes, juntamente com outras drogas para a artrite  reumatoide.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A maior parte delas são injetadas sob a pele (subcutâneas) ou em uma veia (intravenosas).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Existem diferentes tipos de agentes biológicos&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Os moduladores de glóbulos brancos incluem: abatacept e rituximab&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os inibidores do fator de necrose tumoral (TNF) incluem: adalimumabe, etanercepte, infliximab, golimumabe, e certolizumab&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inibidores de interleucina 6 (IL-6): tocilizumabe&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Os agentes biológicos podem ser muito úteis no tratamento da artrite reumatoide.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;Entretanto, as pessoas que tomam esses medicamentos devem ser observadas atentamente devido a graves fatores de risco&lt;/u&gt;:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Infecções por bactérias, vírus e fungos&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Leucemia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Possivelmente psoríase&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;CIRURGIA&lt;/u&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Algumas vezes, é necessário cirurgia para corrigir as articulações  gravemente afetadas. As cirurgias podem aliviar a dor e as deformações  das articulações.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O primeiro tratamento cirúrgico pode ser uma sinovectomia, que é a remoção da membrana sinovial (sinóvia).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em algum momento, é necessário substituir totalmente a articulação.  Em casos extremos, podem ser feitas substituições totais de joelho,  quadris, tornozelos e ombros, entre outros. Essas cirurgias podem  significar a diferença entre ser totalmente dependente dos outros e ter  uma vida independente em casa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;u&gt;FISIOTERAPIA&lt;/u&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Exercícios de amplitude de movimento e programas de exercícios  prescritos por um fisioterapeuta podem atrasar a perda de função da  articulação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Técnicas de proteção das articulações, tratamentos de frio e calor e  dispositivos como férulas e órteses para ajudar a sustentar e alinhar as  articulações podem ser muito úteis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Às vezes, os fisioterapeutas usam máquinas especiais para aplicar  calor profundo ou estimulação elétrica para reduzir a dor e aumentar a  mobilidade da articulação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os terapeutas ocupacionais podem criar férulas para mãos e punhos e  ensinar como proteger e usar melhor as articulações afetadas pela artrite.  Eles também mostram aos pacientes como enfrentar melhor as tarefas  diárias no trabalho e em casa, apesar das limitações causadas pela AR.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São recomendáveis períodos frequentes de repouso entre as atividades, além de 8 a 10 horas de sono por noite.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-4702392166918967597?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/4702392166918967597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/tratamento-de-artrite-reumatoide.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4702392166918967597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4702392166918967597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/tratamento-de-artrite-reumatoide.html' title='Tratamento de Artrite Reumatóide'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-632167724044197814</id><published>2011-11-25T06:17:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T06:17:41.536-08:00</updated><title type='text'>Tens nas Algias Lombares Causadas por Hérnia De Disco</title><content type='html'>A dor lombar na h&amp;#233;rnia de disco pode ser localizada ou radicular. O&lt;br&gt;mecanismo dessa dor e as altera&amp;#231;&amp;#245;es anatomofisiol&amp;#243;gicas s&amp;#227;o par&amp;#226;metros&lt;br&gt;adequados para a terapia com a TENS. Sendo essa terapia de uso&lt;br&gt;crescente, &amp;#233; necess&amp;#225;rio compreeender o mecanismo de analgesia e saber&lt;br&gt;como, a partir de uma les&amp;#227;o, produz-se o fen&amp;#244;meno da dor, conhecendo&lt;br&gt;os caminhos que levam os impulsos dolorosos at&amp;#233; o c&amp;#233;rebro.&lt;p&gt;I-INTRODU&amp;#199;&amp;#195;O&lt;p&gt;A TENS (transcut&amp;#226;neous eletrical nerve stimulation) &amp;#233; um estimulador&lt;br&gt;el&amp;#233;trico com a capacidade de estimular nervos perif&amp;#233;ricos com&lt;br&gt;eletrodos colocados na superf&amp;#237;cie do corpo e cujos est&amp;#237;mulos gerados&lt;br&gt;s&amp;#227;o pulsos de tens&amp;#227;o com o objetivo cl&amp;#237;nico de provocar al&amp;#237;vio&lt;br&gt;sintom&amp;#225;tico da dor. A dor &amp;#233; um mecanismo de prote&amp;#231;&amp;#227;o do corpo. Ela&lt;br&gt;ocorre sempre que algum tecido esteja sendo lesado, provocando rea&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;no indiv&amp;#237;duo, eliminando assim o est&amp;#237;mulo doloroso. As algias s&amp;#227;o&lt;br&gt;sintomas mais comuns na h&amp;#233;rnia de disco lombar que &amp;#233; a libera&amp;#231;&amp;#227;o ou&lt;br&gt;prolapso do n&amp;#250;cleo pulposo por ruptura ou afastamento do anel&lt;br&gt;fibroso.Como a dor radicular &amp;#233; a principal queixa de um paciente&lt;br&gt;portador de h&amp;#233;rnia discal e o TENS &amp;#233; o principal recurso&lt;br&gt;fisioterap&amp;#234;utico usado para provocar analgesia, faz-se necess&amp;#225;rio um&lt;br&gt;levantamento bibliogr&amp;#225;fico com a finalidade de trazer comprova&amp;#231;&amp;#245;es&lt;br&gt;te&amp;#243;ricas na efic&amp;#225;cia do TENS nas algias causadas por esta patologia&lt;br&gt;espec&amp;#237;fica.&lt;p&gt;H&amp;#225; interrup&amp;#231;&amp;#227;o da dor no uso da TENS ? Sua analgesia tem efeito&lt;br&gt;duradouro ? Pode ocorrer acomoda&amp;#231;&amp;#227;o neural ? Quais as modalidades do&lt;br&gt;TENS ideais para dor aguda e dor cr&amp;#244;nica ?Baseado em dados&lt;br&gt;bibliogr&amp;#225;ficos, o uso da TENS na melhora do desconforto do quadro&lt;br&gt;&amp;#225;lgico trar&amp;#225; ao fisioterapeuta maior seguran&amp;#231;a em associar os demais&lt;br&gt;recursos necess&amp;#225;rios na reabilita&amp;#231;&amp;#227;o do paciente com h&amp;#233;rnia de disco&lt;br&gt;lombar.&lt;p&gt;II-REVIS&amp;#195;O de literatura&lt;p&gt;II-1- H&amp;#233;rnia de Disco&lt;p&gt;II-1-a) Conceito:&lt;p&gt;H&amp;#233;rnia discal &amp;#233; a hernia&amp;#231;&amp;#227;o do n&amp;#250;cleo pulposo atrav&amp;#233;s do anel fibroso,&lt;br&gt;constituindo-se como uma das principais causas de dor lombar&lt;br&gt;(CECIL,1992).&lt;p&gt;Quando h&amp;#225; uma hernia&amp;#231;&amp;#227;o medial, envolve a medula espinhal diretamente,&lt;br&gt;pode haver pouca ou nenhuma dor, ou dor na distribui&amp;#231;&amp;#227;o radicular&lt;br&gt;bilateral. Sendo que, em muitas vezes, a dor &amp;#233; sentido em local&lt;br&gt;distante da hernia&amp;#231;&amp;#227;o do disco.(CECIL,1992)&lt;p&gt;II-1-b) Fatores Etiopatog&amp;#234;nicos: Traumas, infec&amp;#231;&amp;#245;es, malforma&amp;#231;&amp;#245;es&lt;br&gt;cong&amp;#234;nitas, doen&amp;#231;as inflamat&amp;#243;rias e metab&amp;#243;licas, neoplasias,&lt;br&gt;dist&amp;#250;rbios circulat&amp;#243;rios, fatores t&amp;#243;xicos, fatores mec&amp;#226;nicos e&lt;br&gt;psicossom&amp;#225;ticos.(SAMARA,1985).&lt;p&gt;II-1-c) Localiza&amp;#231;&amp;#227;o da dor Lombar&lt;p&gt;&amp;#201; geralmente entre L4 e L5 e entre L5 e S1 comprimindo as ra&amp;#237;zes L5 e&lt;br&gt;S1, respectivamente. Mesmo sendo incomum, h&amp;#225; hernia&amp;#231;&amp;#227;o L3 e L4. (&lt;br&gt;CECIL,1992).&lt;p&gt;II-1-d) Quadro Cl&amp;#237;nico&lt;p&gt;A coluna pode manter-se r&amp;#237;gida, a curva lord&amp;#243;tica lombar normal pode&lt;br&gt;desaparecer, espasmo muscular pode ser proeminente e a dor&lt;br&gt;exarcerbar-se na extens&amp;#227;o da coluna e ser aliviada em flex&amp;#227;o lenta. A&lt;br&gt;parestesia e a perda sensorial com fraqueza motora no mi&amp;#243;tomo suprido&lt;br&gt;por aquela raiz, al&amp;#233;m da diminui&amp;#231;&amp;#227;o ou aus&amp;#234;ncia de reflexos s&amp;#227;o&lt;br&gt;evid&amp;#234;ncias de dist&amp;#250;rbios neurol&amp;#243;gicos causados pela h&amp;#233;rnia discal.&lt;p&gt;Quando h&amp;#225; eleva&amp;#231;&amp;#227;o da perna estendida em dec&amp;#250;bito dorsal pode&lt;br&gt;reproduzir dor radicular. Ao elevar a perna contralateral e houver dor&lt;br&gt;espont&amp;#226;nea sugere - se h&amp;#233;rnia discal.&lt;p&gt;Pode causar a dor durante a palpa&amp;#231;&amp;#227;o sobre o nervo femoral na virilha&lt;br&gt;ou sobre o nervo ci&amp;#225;tico na panturrilha, coxa ou gl&amp;#250;teos.&lt;br&gt;(CECIL,1992).&lt;p&gt;II-1-e) Dor na H&amp;#233;rnia Discal&lt;p&gt;Por ser a dor o sintoma mais comum nesta patologia , a origem exata da&lt;br&gt;dor localizada n&amp;#227;o &amp;#233; conhecida , mas pode resultar de compress&amp;#227;o do&lt;br&gt;nervo sinovertebral . A dor radicular geralmente aparece depois de&lt;br&gt;ataques repetidos de dor localizada e &amp;#233; percebida como aguda, de forma&lt;br&gt;s&amp;#250;bita que pode irradiar da coluna ao longo da distribui&amp;#231;&amp;#227;o inteira da&lt;br&gt;raiz envolvida ou afetar somente uma parte desta raiz . Ambas as&lt;br&gt;dores, localizada e radicular podem ser aliviadas com o repouso e&lt;br&gt;aumenta com as atividades.&lt;p&gt;As h&amp;#233;rnias podem ser assintom&amp;#225;ticas, neste caso hernia&amp;#231;&amp;#227;o para o&lt;br&gt;centro dos corpos vertebrais que delimitam o disco ( N&amp;#243;dulo de Schm&amp;#246;rl&lt;br&gt;). E podem ser sintom&amp;#225;ticas, e quando hernia para dentro do canal&lt;br&gt;vertebral comprimindo termina&amp;#231;&amp;#245;es e ra&amp;#237;zes nervosas. Estas dependem da&lt;br&gt;localiza&amp;#231;&amp;#227;o, do tamanho, do tipo e do grau de envolvimento radicular.&lt;p&gt;Algumas fibras desse feixe terminam na subst&amp;#226;ncia reticular do tronco&lt;br&gt;cerebral, e a maior parte se encaminha para o t&amp;#225;lamo, terminando no&lt;br&gt;complexo centro basal. Deste, os sinais s&amp;#227;o transmitidos para outras&lt;br&gt;&amp;#225;reas basais do c&amp;#233;rebro e para o c&amp;#243;rtex sensorial som&amp;#225;tico. Para a dor&lt;br&gt;do tipo r&amp;#225;pido ser bem localizada &amp;#233; preciso que os receptores t&amp;#225;teis&lt;br&gt;sejam tamb&amp;#233;m estimulados.&lt;p&gt;Paleoespinotal&amp;#226;mico = Sistema que transmite os sinais dolorosos pelas&lt;br&gt;fibras perif&amp;#233;ricas de dor lenta do tipo C e ocasionalmente do tipo A ?&lt;br&gt;. Essas fibras nervosas perif&amp;#233;ricas terminam nas l&amp;#226;minas I e II das&lt;br&gt;pontas dorsais da medula que juntos s&amp;#227;o chamados de substancias&lt;br&gt;gelatinosas .&lt;p&gt;Nas pr&amp;#243;prias pontas dorsais , os sinais passam por um ou mais&lt;br&gt;neur&amp;#244;nios internunciais de fibras curtas antes de chegar &amp;#224; l&amp;#226;mina V (&lt;br&gt;c&amp;#233;lulas transmissoras T ) , onde originam axi&amp;#244;nios longos que se&lt;br&gt;juntam &amp;#224;s fibras da via de dor r&amp;#225;pida passando pelo lado oposto da&lt;br&gt;medula e se encaminha para o lado ipsio lateral em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao c&amp;#233;rebro&lt;br&gt;( GUYTON,1984).&lt;p&gt;II-2-Dor&lt;p&gt;II-2-a) Receptores da dor e sua estimula&amp;#231;&amp;#227;o&lt;p&gt;Os receptores da dor s&amp;#227;o as termina&amp;#231;&amp;#245;es livres (pele,&lt;br&gt;peri&amp;#243;steo,paredes arteriais, ...). A maior parte das fibras dolorosas&lt;br&gt;pode ser excitada por tipos m&amp;#250;ltiplos de est&amp;#237;mulos (frios, alogamento&lt;br&gt;excessivo, calor, ...), que s&amp;#227;o denominados nociceptores mec&amp;#226;nicos,&lt;br&gt;t&amp;#233;rmico e qu&amp;#237;mico.&lt;p&gt;A dor r&amp;#225;pida &amp;#233; evocada por nociceptores mec&amp;#226;nicos e t&amp;#233;rmicos, enquanto&lt;br&gt;que a dor lenta resulta dos tr&amp;#234;s tipos de nociceptores. Esses&lt;br&gt;nociceptores qu&amp;#237;micos podem ser estimulados por subst&amp;#226;ncias qu&amp;#237;micas&lt;br&gt;que t&amp;#234;m grande import&amp;#226;ncia no aparecimento da dor do tipo lenta, tais&lt;br&gt;como: bradicinina, serotonina e prostaglandina (aumenta a&lt;br&gt;sensibilidade).&lt;p&gt;Os receptores da dor n&amp;#227;o se adaptam ao est&amp;#237;mulo nocivo, fazendo com&lt;br&gt;que o indiv&amp;#237;duo permane&amp;#231;a alerta ao est&amp;#237;mulo lesivo, que provoca a dor&lt;br&gt;durante todo o tempo que ele persiste.(CECIL,1992)&lt;p&gt;II-2-b) Vias de transmiss&amp;#227;o da dor&lt;p&gt;As termina&amp;#231;&amp;#245;es nervosas livres utilizam duas vias : para a dor r&amp;#225;pida&lt;br&gt;e em pontada e uma via para a dor lenta-cr&amp;#244;nica.&lt;p&gt;Os sinais de dor r&amp;#225;pida s&amp;#227;o transmitidas nos nervos perif&amp;#233;ricos em&lt;br&gt;dire&amp;#231;&amp;#227;o a medula espinhal por fibras de pequeno di&amp;#226;metro tipo A ?&lt;br&gt;(r&amp;#225;pidas) e a dor lenta por fibras tipo C. Devido a esse duplo&lt;br&gt;sistema, um est&amp;#237;mulo doloroso brusco causa uma sensa&amp;#231;&amp;#227;o dolorosa dupla&lt;br&gt;(r&amp;#225;pida- em pontada e em queima&amp;#231;&amp;#227;o).&lt;p&gt;Ap&amp;#243;s penetrar na medula espinhal atrav&amp;#233;s da raiz dorsal, as fibras da&lt;br&gt;dor v&amp;#227;o para o feixe de Lissauer, posterior &amp;#224; ponta dorsal da&lt;br&gt;subst&amp;#226;ncia cinzenta da medula espinhal, terminando sobre neur&amp;#244;nios&lt;br&gt;localizados nas pontas dorsais, onde h&amp;#225; dois sistemas para o&lt;br&gt;processamento dos sinais dolorosos que se dirigem para o c&amp;#233;rebro por&lt;br&gt;meio de duas vias:&lt;p&gt;Neoespinotal&amp;#226;mico = As fibras r&amp;#225;pidas de dor do tipo A ? transmitem&lt;br&gt;principalmente os sinais dolorosos mec&amp;#226;nicos e t&amp;#233;rmicos. Elas terminam&lt;br&gt;na l&amp;#226;mina I das pontas dorsais (l&amp;#226;mina marginal), onde excitam os&lt;br&gt;neur&amp;#244;nios de segunda ordem, os quais originam longas fibras que cruzam&lt;br&gt;para o lado oposto da medula pela comissura anterior e se dirigem para&lt;br&gt;o c&amp;#233;rebro pelas colunas &amp;#226;ntero-lateral.&lt;p&gt;II-2-c) Opi&amp;#225;ceos end&amp;#243;genos&lt;p&gt;Em 1975, descobriu-se que no sistema nervoso central existem&lt;br&gt;receptores para opi&amp;#225;ceos end&amp;#243;genos (endorfina, encefalina e subst&amp;#226;ncia&lt;br&gt;P) em altas concentra&amp;#231;&amp;#245;es, especialmente em &amp;#225;reas identificadas por&lt;br&gt;Melzak e Will e em &amp;#225;reas associadas com nocicep&amp;#231;&amp;#227;o como importantes na&lt;br&gt;inibi&amp;#231;&amp;#227;o dolorosa: t&amp;#225;lamo sistema l&amp;#237;mbico, subst&amp;#226;ncia cinzenta&lt;br&gt;periaquedutal e subst&amp;#226;ncia gelatinosa, (UMPHRED, 1994).&lt;p&gt;II-3- TENS&lt;p&gt;II-3-a) Conceito&lt;p&gt;&amp;#201; uma terapia segura, n&amp;#227;o invasiva que &amp;quot;reduz&amp;quot; ou &amp;quot;elimina&amp;quot; os sinais&lt;br&gt;de dor, favorecendo ao indiv&amp;#237;duo a execu&amp;#231;&amp;#227;o de suas atividades com&lt;br&gt;maior conforto. Sendo um estimulador sensitivo trancut&amp;#226;neo, os&lt;br&gt;impulsos da corrente s&amp;#227;o transmitidos atrav&amp;#233;s da pele com o aux&amp;#237;lio do&lt;br&gt;gel para n&amp;#227;o haver interrup&amp;#231;&amp;#227;o do est&amp;#237;mulo. Na medida que os impulsos&lt;br&gt;atinge o nervo, obt&amp;#233;m - se a regula&amp;#231;&amp;#227;o para o controle da dor.&lt;p&gt;S&amp;#227;o pulsos de tens&amp;#227;o regulares com amplitude vari&amp;#225;vel de mais ou menos&lt;br&gt;85 V, freq&amp;#252;&amp;#234;ncia de 2 a 200 Hz com dura&amp;#231;&amp;#227;o de 20 a 90 ms. &amp;#201; aplicado&lt;br&gt;para o tratamento da dor aguda e cr&amp;#244;nica. (SULLIVAN,1997).&lt;p&gt;- De Pulso&lt;p&gt;Contra&amp;#231;&amp;#227;o mais parestesia, intensidade vari&amp;#225;vel de acordo com o n&amp;#237;vel&lt;br&gt;de toler&amp;#226;ncia do paciente, analgesia ap&amp;#243;s 10 a 30 minutos, freq&amp;#252;&amp;#234;ncia&lt;br&gt;de 70 a 100 Hz e tempo pulso de 100 a 200 s. ( RODRIGUES e GUIMAR&amp;#195;ES,&lt;br&gt;1998).&lt;p&gt;- II-3-d) Sugest&amp;#227;o no modo de estimula&amp;#231;&amp;#227;o e coloca&amp;#231;&amp;#227;o dos eletrodos na&lt;br&gt;dor lombar na h&amp;#233;rnia de disco&lt;p&gt;- DOR AGUDA&lt;p&gt;Tens Convencional de alta freq&amp;#252;&amp;#234;ncia com analgesia, atrav&amp;#233;s da teoria&lt;br&gt;da comporta, atuando na subst&amp;#226;ncia gelatinosa. Os eletrodos&lt;br&gt;tetrapolares podem ser colocados :&lt;p&gt;Bilateral - usando dois canais em ambos os lados da regi&amp;#227;o lombar.&lt;p&gt;Cruzada - quando dois canais cruzam a &amp;#225;rea de dor, concentrando a&lt;br&gt;corrente da regi&amp;#227;o da dor.&lt;p&gt;- DOR CR&amp;#212;NICA&lt;p&gt;- Tens de baixa freq&amp;#252;&amp;#234;ncia ( Tens Acunputura ). Analgesia liberada&lt;br&gt;pelos opi&amp;#225;ceos . Os eletrodos devem ser aplicados nos mi&amp;#243;tomos&lt;br&gt;segmentares relacionados ou em pontos remotos de acunputura. (&lt;br&gt;RODRIGUES e GUIMAR&amp;#195;ES, 1998) .&lt;p&gt;II-3-b) O Tens e a modula&amp;#231;&amp;#227;o da dor&lt;p&gt;A explica&amp;#231;&amp;#227;o neurofisiol&amp;#243;gica mais prov&amp;#225;vel que explica a modula&amp;#231;&amp;#227;o da&lt;br&gt;dor pelo Tens, levando a analgesia , &amp;#233; atrav&amp;#233;s da ativa&amp;#231;&amp;#227;o do &amp;quot;Port&amp;#227;o&lt;br&gt;espinhal da dor&amp;quot;, proposta por Melzack e Wall. Teoria na qual h&amp;#225; um&lt;br&gt;bloqueio dos impulsos da dor que vem da periferia ( l&amp;#226;minas II,III e&lt;br&gt;V),sendo assim , esse bloqueio na subst&amp;#226;ncia gelatinosa ( II e III)&lt;br&gt;agiria como uma comporta que tem a capacidade de impedir que impulsos&lt;br&gt;aferentes alcancem as c&amp;#233;lulas T , as quais conduzem a sensa&amp;#231;&amp;#227;o de dor&lt;br&gt;para diversas partes do c&amp;#233;rebro ( cerebelo, tronco cerebral, t&amp;#225;lamo e&lt;br&gt;c&amp;#243;rtex). (UMPHERP, 1994).&lt;p&gt;Quando se aplica um est&amp;#237;mulo n&amp;#227;o doloroso atrav&amp;#233;s das fibras A (&lt;br&gt;r&amp;#225;pidas) , esse est&amp;#237;mulo &amp;quot;fecha&amp;quot; a &amp;quot;comporta , inibindo a percep&amp;#231;&amp;#227;o da&lt;br&gt;dor ao n&amp;#237;vel medular, estimulando as c&amp;#233;lulas da subst&amp;#226;ncia gelatinosa&lt;br&gt;, assim &amp;#233; necess&amp;#225;rio que as fibras A sejam ativadas primeiro, j&amp;#225; que&lt;br&gt;possuem limiar alto, sendo despolarizada pela corrente de alta&lt;br&gt;freq&amp;#252;&amp;#234;ncia e baixa intensidade que &amp;#233; indicado para dores agudas, onde&lt;br&gt;o efeito analg&amp;#233;sico &amp;#233; r&amp;#225;pido, por&amp;#233;m menos duradouro e uma sensa&amp;#231;&amp;#227;o de&lt;br&gt;formigamento. A alta insensibilidade e a baixa freq&amp;#252;&amp;#234;ncia atuam no&lt;br&gt;sistema nervoso central, estimulando subst&amp;#226;ncias analg&amp;#233;sicas&lt;br&gt;end&amp;#243;genas. S&amp;#227;o indicados para dores cr&amp;#244;nicas, onde o efeito analg&amp;#233;sico&lt;br&gt;&amp;#233; mais demorado, essa modalidade provoca uma sensa&amp;#231;&amp;#227;o dolorosa. (&lt;br&gt;RODRIGUES E GUIMAR&amp;#195;ES, 1998).&lt;p&gt;II-3-c) Tipos de Tens&lt;p&gt;A tens apresenta quatro modos de estimula&amp;#231;&amp;#227;o :&lt;p&gt;- Convencional&lt;p&gt;A sensa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; percebida por um formigamento. A analgesia &amp;#233; imediata ou&lt;br&gt;ap&amp;#243;s 20 minutos de aplica&amp;#231;&amp;#227;o ( 10 a 30 mA). O efeito analg&amp;#233;sico dura&lt;br&gt;de 20 minutos a 2 horas, dependente totalmente das atividades da vida&lt;br&gt;di&amp;#225;ria, a freq&amp;#252;&amp;#234;ncia vai de 50 a 100 Hz e o tempo de pulso ( T ) de 40&lt;br&gt;a 75 ms.&lt;p&gt;- Breve e Intensa&lt;p&gt;A sensa&amp;#231;&amp;#227;o de fascicula&amp;#231;&amp;#227;o muscular , n&amp;#227;o ritmica , intensidade de 30&lt;br&gt;a 80 mA, analgesia de 10 a 15 minutos , dura enquanto a estimula&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;estiver presente, freq&amp;#252;&amp;#234;ncia de 100 a 150 Hz e o tempo de pulso 150 a&lt;br&gt;250 ms.&lt;p&gt;- Acunputura&lt;p&gt;Contra&amp;#231;&amp;#245;es fortes, intensidade alta, no limite suport&amp;#225;vel, analgesia&lt;br&gt;de 2 a 6 horas e o tempo de 20 a 30 minutos, a &amp;#225;rea de percep&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; em&lt;br&gt;pontos remotos de acunputura, freq&amp;#252;&amp;#234;ncia vai de 1 a 4 Hz e o tempo de&lt;br&gt;pulso de 150 a 250 ms.&lt;p&gt;Para SULLIVAN,1993, a estimula&amp;#231;&amp;#227;o de baixa freq&amp;#252;&amp;#234;ncia semelhante a&lt;br&gt;acunputura tem propiciado al&amp;#237;vio a dor de uma certa por&amp;#231;&amp;#227;o da&lt;br&gt;popula&amp;#231;&amp;#227;o de pacientes, mas esta propor&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; significativamente menor&lt;br&gt;que a associada a Tens convencional. E fica em aberto que o&lt;br&gt;posicionamento do Tens de baixa freq&amp;#252;&amp;#234;ncia deve ser mediado por um&lt;br&gt;mecanismo n&amp;#227;o opi&amp;#243;ide ainda indefinido.&lt;p&gt;J&amp;#225; Carlos Castro ( UFSC) , apresentou uma sugest&amp;#227;o cl&amp;#237;nica: &amp;quot;Na&lt;br&gt;pr&amp;#225;tica cl&amp;#237;nica, os melhores resultados aparecem quando se associa uma&lt;br&gt;sess&amp;#227;o com alta freq&amp;#252;&amp;#234;ncia e baixa intensidade e outra sess&amp;#227;o com&lt;br&gt;baixa freq&amp;#252;&amp;#234;hncia e alta intensidade e assim sucessivamente.&lt;p&gt;UMPHRED,1994,afirma que a acomoda&amp;#231;&amp;#227;o neural, que &amp;#233; uma diminui&amp;#231;&amp;#227;o na&lt;br&gt;percep&amp;#231;&amp;#227;o do est&amp;#237;mulo, acontecendo na medida que o nervo aumenta seu&lt;br&gt;limiar de excita&amp;#231;&amp;#227;o com a estimula&amp;#231;&amp;#227;o repetida, &amp;#233; a principal&lt;br&gt;inconveni&amp;#234;ncia da Tens convencional.&lt;p&gt;III – METODOLOGIA&lt;p&gt;A pesquisa foi realizada na biblioteca da UNCISAL e com o uso de&lt;br&gt;livros particulares. Iniciou - se em 04.10.00 e finaliza&amp;#231;&amp;#227;o na data&lt;br&gt;atual ( 17.10.00).&lt;p&gt;V-DISCUSS&amp;#195;O&lt;p&gt;Segundo UMPHERED,1994, pensa - se que a endorfina , subst&amp;#226;ncia qu&amp;#237;mica&lt;br&gt;semelhante a morfina, produz analgesia e efeito no humor atrav&amp;#233;s de&lt;br&gt;interneur&amp;#244;nios na subst&amp;#226;ncia cinzenta dorsal.&lt;p&gt;V-CONCLUS&amp;#195;O&lt;p&gt;Baseado em pesquisa bibliogr&amp;#225;fica, a Tens tem &amp;#243;tima indica&amp;#231;&amp;#227;o na dor&lt;br&gt;lombar causada por h&amp;#233;rnia de disco,pois atua diretamente na teoria da&lt;br&gt;comporta da dor. O que falta, por&amp;#233;m, &amp;#233; uma pesquisa de campo para se&lt;br&gt;comprovar realmente a efic&amp;#225;cia no al&amp;#237;vio da dor nesse tipo de&lt;br&gt;paciente.Deve - se levar em considera&amp;#231;&amp;#227;o que a Tens &amp;#233; apenas um&lt;br&gt;recurso fisioterap&amp;#234;utico, necessitando de recursos afins que tratem da&lt;br&gt;h&amp;#233;rnia de disco de forma geral, pois o problema base da h&amp;#233;rnia discal&lt;br&gt;&amp;#233; o que leva o paciente a Ter essa dor, necessitando assim que o&lt;br&gt;fisioterapeuta estude o paciente como um todo, direcionando o&lt;br&gt;tratamento de forma mais linear poss&amp;#237;vel.&lt;p&gt;VI- BIBLIOGRAFIA&lt;p&gt;- BAZIN, S &amp;amp; KITCE, S. &amp;quot;Eletroterapia de Clayton&amp;quot;.&lt;p&gt;10o. edi&amp;#231;&amp;#227;o. s&amp;#227;o Paulo, 1998.&lt;p&gt;- CECIL. &amp;quot;Tratado de Medicina Interna&amp;quot;2o. edi&amp;#231;&amp;#227;o. S&amp;#227;o&lt;p&gt;Paulo, 1992.&lt;p&gt;- GUYTON,A .C.&amp;quot;Tratado de Fisiologia M&amp;#233;dica&amp;quot;.6&amp;#186;- edi&amp;#231;&amp;#227;o,Rio de&lt;p&gt;Janeiro,1984.&lt;p&gt;- O&amp;#39;SULLIVAN, S.B. &amp;amp; SCMITZ, T.J. &amp;quot;Fisioterapia -&lt;p&gt;Avalia&amp;#231;&amp;#227;o e Tratamento&amp;quot;.2o.edi&amp;#231;&amp;#227;o. Manole.&lt;p&gt;S&amp;#227;o Paulo, 1993.&lt;p&gt;- RODRIGUES,E.M. &amp;amp; GUIMAR&amp;#195;ES,C.S. &amp;quot;Manual&lt;p&gt;de Recursos Terap&amp;#234;uticos&amp;quot;Revinter. Rio de&lt;p&gt;Janeiro, 1998.&lt;p&gt;- UMPHRED, D.A .&amp;quot;Fisioterapia Neurol&amp;#243;gica&amp;quot;. 2o&lt;p&gt;edi&amp;#231;&amp;#227;o. Manole,1994.&lt;p&gt;- SAMARA,A .M.&amp;quot; Reumatologia -&lt;p&gt;Medicina Interna&amp;quot;.2oedi&amp;#231;&amp;#227;o.S&amp;#227;o Paulo,1985.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-632167724044197814?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/632167724044197814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/tens-nas-algias-lombares-causadas-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/632167724044197814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/632167724044197814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/tens-nas-algias-lombares-causadas-por.html' title='Tens nas Algias Lombares Causadas por Hérnia De Disco'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-3223360021504525353</id><published>2011-11-16T07:49:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T07:49:31.218-08:00</updated><title type='text'>Autoimunidade e Doenças Autoimunes</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Autoimunidade é uma condição onde o sistema de defesa (sistema imune)  de uma pessoa (ou animal) agride "por engano" estruturas do corpo desta  pessoa, como faria com micróbios invasores. Hoje se sabe que algum grau  de autoimunidade acontece na maioria de nós sem, no entanto, causar  doença. Doença Autoimune acontece quando esta autoimunidade se perpetua  ou intensifica a ponto de causar dano nos tecidos do corpo, e sintomas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são as Doenças Autoimunes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Existem mais de 80 doenças onde a autoimunidade têm um papel  importante. Em muitas delas existe também um agente infeccioso  desencadeando a autoimunidade, como um vírus ou uma bactéria. São  exemplos de doenças autoimunes: febre reumática, doenças do colágeno  (lúpus, esclerodermia, dermatomiosite, polimiosite, artrite reumatóide,  síndrome de Sjogren, doença mista do tecido conectivo), síndrome do  anticorpo antifosfolípide, púrpura trombocitopêntica idiopática, púrpura  trombocitopêntica trombótica, vasculites (arterite temporal, Takaiassu,  Cogan, poliarterite nodosa, poliangiite microscópica, Wegener, Buerger,  Behçet), sarcoidose, policondrite recidivante, espondilite  anquilosante, doença inflamatória intestinal (Chron e retocolite  ulcerativa), psoríasis, pênfigo, alopecia areata, vitiligo, diabetes  mellitus, gastrite atrófica/anemia perniciosa, doença celíaca, cirrose  biliar primária, colangite esclerosante, hepatite autoimune, síndrome de  Goodpasture, Tireoidites (Graves, Hashimoto), Nefropatia por IGA,  doença de Guillain-Barré, esclerose múltipla, miastenia gravis,  narcolepsia, entre outras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que causa autoimunidade.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ainda há muito que aprender neste campo. Abaixo alguns dos fatores que se acredita estar relacionados à autoimunidade:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A)    &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Infecções e mimetismo molecular&lt;/strong&gt;:  desde os tempos mais remotos os seres vivos interagem uns com os outros  de maneiras positivas e negativas. Os seres maiores e mais complexos  foram obrigados a se defender de parasitas, fungos, vírus e bactérias  que tentassem invadi-los. Aos poucos foram desenvolvidos mecanismos de  defesa inicialmente simples, mas a posteriori muito sofisticados. Uma  característica fundamental para o funcionamento do sistema de defesa é o  discernimento entre estruturas do próprio organismo e dos agentes  infecciosos externos ou tumores. Estes agentes, por sua vez, elevam  muito sua chance de sobrevivência quando conseguem se camuflar dentro do  organismo invadido. O resultado desta "queda de braço" são  microorganismos cada vez mais parecidos com estruturas do hospedeiro e  sistemas imunes cada vez mais sofisticados. O sistema imune de mamíferos  como o homem estão entre os mais sofisticados deste planeta. No entanto  a semelhança entre moléculas dos agentes e estruturas do próprio corpo  pode fazer com que a reação imunológica contra o invasor atinja também o  indivíduo. Um exemplo clássico é a febre reumática. Nela a reação imune  montada contra uma proteína do &lt;em&gt;Streptococcus&lt;/em&gt; (proteína M) agride também estruturas do coração.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;B)    &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Amplificação de epítopos&lt;/strong&gt;:  epítopos são as partes de uma estrutura que são reconhecidas pelo  sistema imune. Uma lesão inicialmente pequena expõe novas estruturas ao  sistema imune, que antes estavam escondidas. Usando o exemplo da febre  reumática, a reação montada inicialmente contra a proteína M leva a  danos no coração, que por sua vez leva a exposição de componentes do  tecido cardíaco normalmente escondidos. A reação que se segue é maior e  mais difícil de ser parada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;C)    &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Predisposição genética&lt;/strong&gt;: A  predisposição a doenças autoimunes é em parte controlada pela genética.  Gêmeos idênticos têm os mesmos genes, mas nem sempre têm a mesma doença.  Parentes de pessoas com doenças autoimunes, no entanto geralmente têm  maior probabilidade de desenvolver doenças autoimunes. Em muitas das  doenças autoimunes se conhece genes cuja presença propicia maior chance  de desenvolvimento. Na febre reumática o gene IL1-RA foi relacionado a  maior chance de desenvolvimento da forma grave de cardite (Cytokine.  2010 Jan;49(1):109-13).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;D)    &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Acaso&lt;/strong&gt;: Um número quase  infinito de moléculas existe ou pode vir a existir. Como "construir" um  sistema imune capaz de reconhecer tantas moléculas diferentes a partir  de um número finito e comparativamente pequeno de genes? O problema foi  resolvido da seguinte forma: os anticorpos e outras estruturas dos  glóbulos brancos que reconhecem as estruturas são formados ao acaso. Os  genes que codificam estas estruturas sofrem em cada célula um número  exagerado de "mutações" e rearranjos (regiões hipervariáveis). Como o  produto final é imprevisível, as células de defesa são testadas (antes  do nascimento no timo). Se reconhecem estruturas do próprio corpo ou se  nunca reconhecem nada, tendem a ser destruídas. Se reconhecem e  adequadamente combatem organismos invasores são amplificadas e  guardadas. Desta forma, mesmo gêmeos idênticos têm sistemas imunes  diferentes, e isso é determinado pelo acaso e pelas infecções e  moléculas com que eles têm contato durante sua vida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;E)     &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Teoria da Higiene&lt;/strong&gt;: doenças  autoimunes e alérgicas crescem em ritmo maior do que o populacional nos  dias de hoje. Mas isso ocorre muito mais em países desenvolvidos do que  nos subdesenvolvidos. Dentro dos países ricos, isso também acontece mais  entre populações da cidade do que do campo e, em países com uma grande  disparidade social como o Brasil, entre as classes ricas e pobres. A  teoria mais aceita hoje para explicar esse fenômeno é a teoria da  higiene. Segundo ela, o nosso sistema imunológico foi desenhado para ser  desenvolvido em vigência de seguidos estímulos infecciosos e  antigênicos. A vida moderna, com toda sua higiene, vacinas, alimentos  pasteurizados e esterilizados não permitiria a "educação" correta do  sistema imune, que ficaria mais sujeito a cometer erros. Além dos dados  epidemiológicos, a principal evidência de que isso seja verdade vem de  um interessante estudo com uma cepa específica de camundongos que  normalmente desenvolve doenças autoimunes em 30% das vezes. Neste  trabalho eles formam criados em ambiente absolutamente estéril, comeram  comidas estéreis e eram paridos por parto cesárea. Com essa higiene em  excesso, 50%, e não 30, desenvolveram doenças autoimunes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como diagnosticar uma doença autoimune?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como discutido acima, existem muitos diferentes tipos de doenças  autoimunes. Virtualmente todos os órgãos e tecidos do corpo podem ser  acometidos. Estas doenças frequentemente se parecem umas com as outras e  também com doenças infecciosas e outras não mediadas pelo sistema  imune. Na maioria das vezes não há um único exame capaz de fornecer o  diagnóstico, cuja conquista deve ser baseada em uma história bem tirada e  sistemática exclusão de hipóteses. A reumatologia é a área da medicina  que estuda doenças inflamatórias e, a maioria das doenças autoimunes  cursa com processos inflamatórios. Se você não estiver certo de que  especialista procurar, um reumatologista pode ser um bom começo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são os tratamentos e cuidados que se deve tomar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para cada uma das doenças autoimunes existem fatores predisponentes, cuidados e tratamentos específicos.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-3223360021504525353?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/3223360021504525353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/autoimunidade-e-doencas-autoimunes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3223360021504525353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3223360021504525353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/autoimunidade-e-doencas-autoimunes.html' title='Autoimunidade e Doenças Autoimunes'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5301156864902108828</id><published>2011-11-03T10:53:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T10:53:52.153-07:00</updated><title type='text'>A função do reumatologista</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;font color="#006600" size="3"&gt;Q&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;uando o  joelho incha de repente,  as pessoas logo pensam no ortopedista.  Muitos  dos males,  porém,  que afetam o sistema músculoesquelético  (articulações,  ligamentos,  cartilagens e ossos) são especialidade de  outro profissional,  o reumatologista.  Ele é tão competente quanto o  primeiro,  embora bem menos conhecido.  Uma das razões é o número  reduzido de médicos nessa área.  Segundo a Sociedade Brasileira de  Reumatologia,  há apenas 992 cadastrados no país - metade deles só no  estado de São Paulo.  Outra justificativa para o desconhecimento são as  confusões que o termo reumatismo gerou ao longo do tempo.       &lt;p&gt;Derivado do grego,  o prefixo &lt;em&gt;rheuma&lt;/em&gt; quer dizer &amp;#39;líquido  que flui,  que corre&amp;#39; e antigamente serviu para caracterizar qualquer  inchaço articular,  sem razão traumática (torções e pancadas).   Acreditava- se que o acúmulo de fluido nessas regiões é que gerava dores  e dificultava movimentos - por isso o nome.  &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Hoje,  o prefixo tem significado mais amplo: representa 106  doenças que,  por vários fatores,  incluindo predisposição genética,   causam inflamações ou degenerações no aparelho locomotor,  podendo  comprometer sua função,  além de alguns órgãos como rins,  pulmão e  coração.  Entre as enfermidades estão artrose (desgaste da cartilagem),   fibromialgia (dores difusas pelo corpo),  osteoporose (enfraquecimento  dos ossos),  artrite reumatóide (juntas inflamadas,  deformações e  dificuldade de movimentos),  febre reumática (capaz de provocar lesão  cardíaca).  E mais: lombalgia,  tendinite,  gota,  bursites. . .  &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formação em clínica geral&lt;br&gt;     &lt;/strong&gt;    De acordo com o professor de reumatologia da  Universidade Federal de São Paulo (Unifesp),  Jamil Natour,   expresidente da Sociedade Paulista de Reumatologia,  por envolver uma  série de distúrbios secundários,  as doenças reumáticas são de difícil  diagnóstico e exigem do especialista um sólido conhecimento clínico.   &amp;quot;Para isso,  após a faculdade de medicina,  o futuro reumatologista deve  fazer dois anos de residência em clínica geral e,  depois,  mais dois  anos em reumatologia&amp;quot;,  explica. &lt;/p&gt;     &lt;p&gt; Só assim,  ele estará apto a tratar uma hipertensão e até uma  inflamação na aorta,  se forem conseqüências dos males incluídos em sua  especialidade.  Não é à toa que sua formação é a mais reconhecida para  diagnosticar e tratar as doenças auto-imunes,  como o lúpus,   caracterizadas por reação inesperada do sistema imunológico (ele começa a  produzir anticorpos contra o próprio organismo). &lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &amp;quot;Enfim,  trata-se de um médico que,  mais do que conhecer todo o  funcionamento mecânico do aparelho locomotor,  também precisa estar  muito bem informado sobre as áreas de imunologia,  biologia molecular e  genética&amp;quot;,  resume Jamil Natour. &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5301156864902108828?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5301156864902108828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/funcao-do-reumatologista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5301156864902108828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5301156864902108828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/11/funcao-do-reumatologista.html' title='A função do reumatologista'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-3451914705306342095</id><published>2011-10-25T08:14:00.001-07:00</published><updated>2011-10-25T08:14:36.451-07:00</updated><title type='text'>Fatores de risco para Osteoartrite</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://estacaoativa.com/images/conteudo/img_osteoartrite.jpg" src="http://estacaoativa.com/images/conteudo/img_osteoartrite.jpg" height="184" width="277"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hereditariedade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;A herança genética é um importante componente na causa da  osteoartrite, particularmente na sua forma poliarticular, em que são  afetadas várias articulações. Ou seja, as pessoas que têm parentes com  osteoartrite generalizada apresentam maior risco de desenvolver a  doença.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Obesidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;O excesso de peso corporal pode estar associado com o  desenvolvimento de osteoartrite nos joelhos em ambos os sexos.  Entretanto, sua relação com a osteoartrite de quadril ainda é  discutível. De qualquer maneira, a sobrecarga de peso acentua a dor nas  articulações dos membros inferiores e da coluna lombar.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Disfunções hormonais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;A predominância de osteoartrite poliarticular no sexo feminino  sugere que este tipo de problema articular na mulher pode ser favorecido  por alterações dos hormônios. Aliás, essa doença parece ocorrer com  maior frequência após a menopausa.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hipermobilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;Indivíduos com excesso de amplitude de movimentos, devido a muita  flexibilidade nas articulações, apresentam risco maior de desenvolver  osteoartrite.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Doenças das juntas (artropatias) e outras doenças&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;As enfermidades que causam inflamação das articulações (artropatias)  podem ocasionar osteoartrite secundária. Têm sido documentadas algumas  associações entre osteoartrite e diabete melito. Além disso, as doenças  que alteram a estrutura da articulação estão fortemente relacionadas ao  aparecimento e à progressão de osteoartrite.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trauma&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;O trauma de forte intensidade é uma causa comum de osteoartrite de  joelho, principalmente quando afeta os ligamentos ou os meniscos. Quando  um menisco é retirado (meniscectomia), há risco maior de  desenvolvimento de osteoartrite. Os riscos aumentam com o avanço da  idade, com a predisposição e com a época da meniscectomia. Em alguns  casos, a doença pode se instalar em indivíduos mais jovens.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;No trauma em que ocorre fratura ou luxação, pode haver alteração da  função mecânica da articulação, o que pode predispor ao aparecimento de  osteoartrite. São comuns os casos de fratura com subsequente  osteoartrite no ombro, punho, quadril ou tornozelo.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Uso repetitivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;Determinadas tarefas no trabalho podem agravar a dor nas  articulações comprometidas. As atividades que precisam ser executadas em  posição ajoelhada, por exemplo, costumam acentuar a osteoartrite de  joelhos.&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;Algumas práticas esportivas ou de lazer aumentam os riscos de  trauma, além de poder agravar o quadro clínico dos indivíduos com  osteoartrite.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-3451914705306342095?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/3451914705306342095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/10/fatores-de-risco-para-osteoartrite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3451914705306342095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3451914705306342095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/10/fatores-de-risco-para-osteoartrite.html' title='Fatores de risco para Osteoartrite'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5914194880765590237</id><published>2011-10-13T06:23:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T06:23:58.862-07:00</updated><title type='text'>Saiba mais sobre a GOTA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_1qlgx303HWw/TARJNiWArpI/AAAAAAAABVo/A5bNRhn7BJE/s1600/Gota_de_Agua.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_1qlgx303HWw/TARJNiWArpI/AAAAAAAABVo/A5bNRhn7BJE/s1600/Gota_de_Agua.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;É considerada uma doença metabólica hereditária, caracterizada por precipitação de cristais de MUS nos tecidos. Essa deposição ocorre, principalmente, no interior das articulações, levando ao quadro de artrite, como também nas bainhas sinoviais, nas bursas, no tecido subcutâneo e em outros tecidos, como, por exemplo, nos rins. A história da gota é extremamente rica, com informações desde Hipócrates (460 a 377 a. C.), com a descrição da podagra(artrite na primeira articulação metatarsofalangiana)&lt;br&gt; e considerada a doença dos sábios e aristocratas, como Alexandre o Grande, Carlos Magno, Darwin, Newton, Henrique VIII, Renoir, entre outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acomete, principalmente, homens em cerca de 90% dos casos, entre 30 e 60 anos de idade, nas mulheres é mais freqüente após a menopausa em 3% a 7% dos casos, com história familiar, muitas vezes, presente em cerca de 30% a 40% dos casos. Descreve-se uma forma extremamente rara e congênita, denominada síndrome de Lesch-Nyhan, determinada pela defi ciência enzimática (HGPRT-ase) e caracterizada clinicamente por distúrbios neurológicos graves de autofagia, coreoatetose, retardo físico e mental em crianças.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Etiopatogenia e Classificação &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para a melhor compreensão da etiopatogenia da gota, é necessário conhecer o metabolismo das purinas, pois 70% a 80% do pool de ácido úrico provêm dessa via, que se utiliza de ácidos nucléicos celulares e da biossíntese de novo das purinas, e somente 20% a 30% advêm do catabolismo das purinas ingeridas na alimentação. Situações mais raras de falhas enzimáticas podem conduzir a elevações do ácido úrico, como a defi ciência de HGPRT-ase, defi ciência de glicose-6-fosfatase (doença de Von Gierke), em que, na maioria das vezes, o estado superprodutor pode ser identifi cado através da excreção aumentada do ácido úrico na urina de 24 horas (acima de 750 mg).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A gota pode ser classifi cada em primária quando decorrente de um erro inato do metabolismo das purinas, com superprodução e/ou insufi ciência na excreção renal de ácido úrico. A gota secundária está  relacionada com outras condições ou enfermidades que elevam os níveis do ácido úrico, como, por exemplo, as doenças mieloproliferativas (leucemias, metaplasia mielóide, policitemia vera, linfomas), hemoglobinopatias (anemias hemolíticas, drepanocitose), obesidade, hipertensão arterial, insufi ciência&lt;br&gt; renal, alcoolismo, psoríase, hiperparatireoidismo, cetose, sarcoidose, hipertrigliceridemia, dietas ricas em purina e drogas, como salicilatos em baixas&lt;br&gt;doses, pirazinamida, etambutol, L-dopa, diuréticos tiazídicos, quimioterápicos, ciclosporina.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A presença dos cristais no interior das articulações pode, através de mecanismos quimiotáxicos, atrair células fagocitárias e desencadear a fagocitose e a liberação de mediadores inflamatórios, que aumentam a vasodilatação da membrana sinovial, o edema e infi ltrado de células linfomononucleares. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Alguns fatores contribuem para a formação intraarticular desses cristais: presença de gamaglobulinas, de colágeno tipo I, diminuição do pH, da temperatura e traumatismos articulares. Em outros tecidos, esses cristais podem se depositar e não apresentar sintomatologia considerável, como, por exemplo, no subcutâneo e, muitas vezes, também&lt;br&gt; nos túbulos renais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Sinais e sintomas&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;A gota geralmente manifesta-se como uma artrite iniciada durante a  madrugada, caracterizada por uma inflamação articular evidenciado com  calor, rubor, edema (inchaço) e extrema dor. Mais frequentemente acomete  uma única articulação (&amp;quot;junta&amp;quot;), principalmente primeira hálux  (&amp;quot;dedão&amp;quot;), dorso do pé e tornozelo, mas com a evolução da doença  qualquer articulação pode ser acometida. A chamada &amp;quot;crise&amp;quot; de gota  geralmente tem duração de 5 a 7 dias com resolução espontânea, entrando  num período intercrítico (assintomático), até a próxima crise (período 3  meses a 2 anos). Nos pacientes sem tratamento esse período intercrítico  tende a se tornar progressivamente menor e as crises mais duradouras;  nesses casos pode haver acometimento de mais de uma articulação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os exames laboratoriais geralmente mostram elevação dos níveis de  ácido úrico no sangue - hiperuricemia(&amp;gt; 7mg/dl para homem / &amp;gt;  6mg/dl para mulheres). Somente a presença de hiperuricemia não permite  fazer o diagnóstico de gota.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É importante ressaltar que a gota não é uma doença grave, mas está  muito associada a outras doenças potencialmente graves como a  hipertensão arterial, a dislipidemia (elevação dos níveis de colesterol e triglicérides),  o diabete e a obesidade. Desse modo, é fundamental aferir a pressão  arterial e dosar os níveis de colesterol, triglicérides e glicose no  sangue.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Tratamento&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;O tratamento da gota envolve orientar a dieta, tratar as doenças associadas, tratar as crises e normalizar os níveis de ácido úrico no sangue. Quanto a dieta, deve-se diminuir a ingestão de alimentos ricos em proteínas, tais como carnes  vermelhas, frutos do mar, miúdos, embutidos, além da abstinência  alcoólica. Orientar a redução do peso. Na crise, indica-se o uso de  analgésicos, colchicina e compressa de gelo local. A redução dos níveis de ácido úrico é feita com fármacos específicos tais como alopurinol e benzobromarona.&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.fmrp.usp.br/cg/novo/images/pdf/conteudo_disciplinas/doenreumatnaoimuno.pdf"&gt;Retirado daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5914194880765590237?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5914194880765590237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/10/saiba-mais-sobre-gota.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5914194880765590237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5914194880765590237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/10/saiba-mais-sobre-gota.html' title='Saiba mais sobre a GOTA'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1qlgx303HWw/TARJNiWArpI/AAAAAAAABVo/A5bNRhn7BJE/s72-c/Gota_de_Agua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-6017323247821699702</id><published>2011-09-30T14:44:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T15:07:28.688-07:00</updated><title type='text'>Dores do crescimento</title><content type='html'>&lt;p class="sec_corpo"&gt;É uma das causas mais comuns de consultas em  reumatologia pediátrica. Cerca de 25% das crianças que procuram o  reumatologista pediátrico, queixam-se de dores nas pernas, e as chamadas  &amp;quot;Dores do Crescimento&amp;quot; são certamente a causa mais comum dessas dores. É  uma situação também comum ao pediatra, que se depara com uma criança  absolutamente normal, saudável e ativa , que refere ter episódios  repetitivos de dores nas pernas. Essas crises podem ser diárias ou  esporádicas, podendo estar presentes por longos períodos antes de  desaparecerem. Em geral, a dor é bilateral, descrita pela criança como  profunda, intensa e principalmente no final do dia ou à noite. Uma  história típica é a da criança que vai dormir bem e acorda chorando com  dor, solicitando a presença da mãe que usa analgésicos ou massagens, que  acabam levando ao alívio. A criança volta a dormir e acorda bem no dia  seguinte, reassumindo suas atividades normais.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Não ocorre sinais de &amp;quot;inflamação&amp;quot; articular:  junta inchada, vermelha e quente são sinais que estão ausentes nos  momentos de crise. Costuma acometer meninos e meninas em proporções  parecidas, cerca de 12,5%, não havendo uma concordância entre os autores  sobre o período mais comum dessas dores durante a infância, ou seja,  pode acometer crianças em qualquer idade.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Causas  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Essa entidade não tem ainda causa conhecida. Na  verdade não existe consenso entre os pesquisadores nem sobre o termo  &amp;quot;Dores do crescimento&amp;quot;, que dá a idéia de que o crescimento em peso ou  em altura pode gerar dor. Na verdade, não se verificou qualquer relação  desse quadro com o ganho de estatura , que ocorre de maneira muito lenta  para provocar dor. Já se tentou modificar o nome dessa doença para  &amp;quot;Dores nos Membros&amp;quot; mas a expressão anterior já estava de tal modo  consagrada e já era compreendida pelas pessoas que não se conseguiu  modificar sua denominação.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Apesar de não ter causa conhecida, existe uma  série de hipóteses que tentam explicar a origem dessas dores. É muito  comum encontrarmos distúrbios emocionais ou simplesmente uma situação de  crise própria da idade ( nascimento de um irmão, ingresso na escola,  mãe que começa a trabalhar). Também se viu que essas crianças são, em  geral, filhas de pais que também tiveram quadros semelhantes durante a  infãncia e nas próprias crianças são encontradas outras situações de dor  crônica como dor de cabeça ou dor abdominal, ou seja, parece haver uma  combinação de fatores emocionais associados a uma &amp;quot; tendência&amp;quot; a dor  crônica.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_artigo"&gt;Tratamento  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;A primeira coisa a ser feita é a exclusão de  outras possibilidades diagnósticas o que é feito durante a consulta e  através da avaliação laboratorial. Após confirmado o diagnóstico, é  fundamental que se tranqüilize a família, já que se trata de uma  patologia benigna e auto-limitada, que não trará seqüelas e limitações e  que não terá impacto no crescimento da criança. Durante as crises,  mantém-se a conduta de usar analgésicos, massagens e calor. Não há  indicação para limitar a criança em qualquer aspecto: alimentação e  atividades físicas estão liberadas e devem, inclusive, ser estimuladas.  Creio que deve haver o enfoque de retirar o rótulo de &amp;quot;criança doente&amp;quot; e  que a família passe a administrar as crises dentro de uma atmosfera de  tranqüilidade para a criança. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Em certas situações é necessária uma abordagem  mais enfocada nos aspectos emocionais da criança, trazendo para o  tratamento auxílio de um psicoterapeuta. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Concluindo, voltamos a enfatizar a natureza  benigna dessa doença, que tende a desaparecer com o passar do tempo e  que não traz qualquer tipo de seqüela, não predispondo o paciente a  outras doenças reumáticas no futuro. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Fonte: ABC da saúde&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-6017323247821699702?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/6017323247821699702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/dores-do-crescimento.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6017323247821699702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6017323247821699702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/dores-do-crescimento.html' title='Dores do crescimento'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-4823508065344095099</id><published>2011-09-30T14:43:00.001-07:00</published><updated>2011-09-30T14:43:05.654-07:00</updated><title type='text'>Síndrome de Hajdu-Cheney e a Síndrome de Fong ou Unha-patela</title><content type='html'>&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Tanto a Síndrome de Hajdu-Cheney quanto a Síndrome de Fong ou  			Unha-patela são patologias congênitas raras e muito interessantes de  			serem mencionadas. A primeira citada também é conhecida como  			Acroosteólise, é uma doença congênita, descrita pela primeira vez  			por Hajdu e Kauntze6 em 1948 e, mais tarde, por Cheney. Esta é  			caracterizada por reabsorção das extremidades ósseas (pés e mãos).  			Pode surgir no contexto de diversas patologias ou ser idiopática. A  			síndrome unha-patela (SUP) é uma afecção de natureza hereditária  			caracterizada por alterações em tecidos de origem meso e ectodérmica  			comprometendo, assim, estruturas ósseas, articulares e ungueais.  			Chatelain, em 1820, descreveu um paciente com alterações ungueais  			associadas a displasias dos cotovelos e joelhos. Little, em 1897,  			citou uma descrição de Sedgwick, que observou quatro gerações de uma  			família, em que 18 membros não possuíam unhas nos polegares nem  			patelas, sugerindo o caráter hereditário. Fong, em 1946, durante  			realização de uma pielografia de rotina, observou projeção óssea  			cônica elevando-se na face dorsolateral de ambas as lâminas dos  			ilíacos, chamando-as "cornos ilíacos", estabelecendo, assim, a  			tétrade de sinais: a) distrofia ungueal; b) ausência ou hipoplasia  			de patela; c) hipoplasia de cabeça do rádio e capítulo; d) cornos  			ilíacos.&lt;br&gt;  &lt;/font&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt; 			&lt;b&gt;2 - Síndrome de Hajdu-Cheney &lt;br&gt; 			&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 			A acroosteólise (AO) é um processo de reabsorção das extremidades  			ósseas. Sendo uma situação rara, pode surgir no contexto de  			múltiplas patologias (AO secundária), ou fazer parte de síndromes  			raras (AO primária ou idiopática). A síndrome de Hajdu-Cheney (SHC)  			enquadra-se no grupo das acroosteólises primárias e caracteriza-se  			por osteólise das falanges distais, associada a anomalias do  			esqueleto, malformações dentárias, baixa estatura e fácies  			característica. &lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt; 			&lt;b&gt;2.1 - Estudo de caso&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			Doente do sexo feminino, 47 anos de idade, raça branca, trabalhadora  			rural, observada por artralgias das articulações das mãos e pés, de  			Ritmo predominantemente mecânico, associadas à Parestesias das mãos  			de predomínio noturno e lombalgia mecânica. Dos antecedentes  			pessoais salientava-se amaurose congénita à esquerda, reabsorção das  			falanges distais dos dedos das mãos e pés, desde os 5 anos de idade,  			perda prematura da dentição e mal perfurante plantar à querda, que  			tinha falansurgido aos 42 anos de idade (Figuras 1 e 2). Os  			antecedentes familiares eram irrelevantes&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;div align="center"&gt; 				&lt;table id="table6" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500"&gt; 					&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 						&lt;td&gt; 						&lt;p align="center"&gt; 						&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/doencas_reumato_raras_al_universo/images/untitled1image.jpg" border="0" height="98" width="252"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 					&lt;tr&gt; 						&lt;td&gt; 						&lt;p align="center"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;Figura 1.  						Acroosteólise dos dedos das mãos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 					&lt;tr&gt; 						&lt;td height="20"&gt; &lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 					&lt;tr&gt; 						&lt;td&gt; 						&lt;p align="center"&gt; 						&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/doencas_reumato_raras_al_universo/images/untitled2image.jpg" border="0" height="115" width="250"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 					&lt;tr&gt; 						&lt;td&gt; 						&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center"&gt; 						&lt;span style="font-size:10.0pt; font-family:Arial"&gt;Figura 2. &lt;/span&gt; 						&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-family: Arial"&gt; 						Acroosteólise dos dedos dos pés e ausência do 5º dedo  						esquerdo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 				&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; 			&lt;/div&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			&lt;b&gt;2.2 – Radiografia antero-posterior das mãos e pés&lt;br&gt; 			&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 			Acroosteólise das falanges distais das mãos; lesão em «lápis-taça»  			da 1ª interfalângica do pé direito, alterações degenerativas do  			tarso esquerdo e acroosteólise das falanges distais dos pés.&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;div align="center"&gt; 				&lt;table id="table7" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500"&gt; 					&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 						&lt;td&gt; 						&lt;p align="center"&gt; 						&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/doencas_reumato_raras_al_universo/images/untitled3image.jpg" border="0" height="191" width="250"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 						&lt;td&gt; &lt;/td&gt; 						&lt;td&gt; 						&lt;p align="center"&gt; 						&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/doencas_reumato_raras_al_universo/images/untitled31image.jpg" border="0" height="270" width="250"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 				&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; 			&lt;/div&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			&lt;b&gt;2.3 – Tratamento&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			O tratamento destas situações é sintomático e baseia-se na  			utilização de analgésicos e anti-Inflamatórios não esteróides ,  			ortóteses e realização de exercícios de fortalecimento muscular.  			Sugere-se vigilância clínica, radiológica e biológica. Os  			corticosteróides não evitam a progressão da doença. No final do  			crescimento deve ser feita uma avaliação funcional global do doente  			e ponderadas intervenções terapêuticas. As artroplastias ou  			artrodeses são soluções lógicas, mas com resultados variáveis, tendo  			em conta o processo lítico subjacente. De uma forma geral, o  			envolvimento renal, por possível evolução para insuficiência renal  			terminal é determinante do prognóstico, devendo ser despistado e  			orientado precocemente. Rins poliquísticos,hipertensão arterial,  			hipoplasia renal, glomerulonefrite e refluxo vesico-ureteral podem  			ser encontrados. &lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			&lt;b&gt;3 – Síndrome de Fong ou Unha-Patela&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			A síndrome unha-patela ou síndrome de Fong é causada por perda da  			função do gene LMX1B situado no cromossoma 9. Sua expressão é  			variável, mas a tétrade considerada clássica é a de hipoplasia  			ungueal dos joelhos e do cotovelo e a presença de cornos ilíacos.  			Este último achado de imagem é considerado patognomônico para a  			doença. Outros achados são os de lordose, cifose, pterígio de  			cotovelo, ausência de fíbula, displasia da primeira costela e de  			malformações claviculares e de crânio. Alterações de ligamentos,  			tendões e músculos com hipotrofia e fraqueza têm sido descritos. &lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			&lt;b&gt;3.1 – Estudo de caso&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			Paciente de 26 anos, sexo feminino, vem à consulta por dor em  			membros inferiores com características mecânicas, mais acentuadas em  			joelhos, de pelo menos dez anos de duração. Ao exame físico,  			observou-se baixa estatura (1,47 cm). Nas mãos havia deformidades  			redutíveis em pescoço de cisne (de 2º, 3º e 4º dedos de ambas as  			mãos), unhas distróficas com perda do pregueamento cutâneo sobre as  			interfalangianas distais. (Figuras 1 e 2); pé plano bilateral. A  			paciente desconhecia seus pais biológicos. Um filho tinha as mesmas  			alterações ungueais. O exame radiológico mostrou cornos ilíacos  			bilaterais (Figura 3) e patelas rudimentares (Figura 4). O parcial  			de urina era normal, creatinina de 0,6 mg/dL; exame oftalmológico  			foi normal.(2)&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt; 			&lt;b&gt;3.2 – Imagens do estudo de caso&lt;br&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;div align="center"&gt; 				&lt;table id="table8" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500"&gt; 					&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; 						&lt;td align="center"&gt; 						&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/doencas_reumato_raras_al_universo/images/untitled1figura_1_unhas_d.jpg" border="0" height="284" width="477"&gt;&lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 					&lt;tr&gt; 						&lt;td align="center"&gt; &lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 					&lt;tr&gt; 						&lt;td align="center"&gt; 						&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/doencas_reumato_raras_al_universo/images/untitled1figura_4_radiogr.jpg" border="0" height="224" width="473"&gt;&lt;/td&gt; 					&lt;/tr&gt; 				&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; 			&lt;/div&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;b&gt;3.3 –  			Tratamento&lt;/b&gt;&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			Como não existe tratamento específico para essa patologia, as  			deformidades são corrigidas cirurgicamente, de acordo com a  			necessidade e alteração funcional de cada indivíduo.&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px"&gt; &lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px" align="left"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;4  			- Referências:&lt;br&gt; 			&lt;br&gt; 			1 -&lt;a href="http://www.spreumatologia.pt/publicacoes/file_main=artigo&amp;amp;id_edicao=683&amp;amp;id_pub=1&amp;amp;opcao=1#401"&gt;http://www.spreumatologia.pt/publicacoes/file_main=artigo&amp;amp;id_edicao=683&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px" align="left"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; 			&lt;a href="http://www.spreumatologia.pt/publicacoes/file_main=artigo&amp;amp;id_edicao=683&amp;amp;id_pub=1&amp;amp;opcao=1#401"&gt; 			&amp;amp;id_pub=1&amp;amp;opcao=1#401&lt;/a&gt;  – acesso em 19/05/09.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0 10px" align="left"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; 			&lt;br&gt; 			2 - &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php"&gt; 			http://www.scielo.br/scielo.php&lt;/a&gt; - acesso em 25/05/09&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 			&lt;p style="margin: 0pt 10px;" align="left"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt; 			&lt;br&gt; 			3 - &lt;a href="http://www.rbo.org.br/pdf/1999_ago_02a.pdf"&gt; 			http://www.rbo.org.br/pdf/1999_ago_02a.pdf&lt;/a&gt; - acesso em 25/05/09&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0pt 10px;" align="left"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0 10px" align="left"&gt;&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/doencas_reumato_raras_al_universo/doencas_raras_al_universo.htm"&gt;FONTE&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-4823508065344095099?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/4823508065344095099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/sindrome-de-hajdu-cheney-e-sindrome-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4823508065344095099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4823508065344095099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/sindrome-de-hajdu-cheney-e-sindrome-de.html' title='Síndrome de Hajdu-Cheney e a Síndrome de Fong ou Unha-patela'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-712883248244612433</id><published>2011-09-22T12:26:00.001-07:00</published><updated>2011-09-22T12:26:14.871-07:00</updated><title type='text'>Curso Online de Fisioterapia em Cervicalgias</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;Apresentar aos participantes aspectos relacionados com a anatomia, biomecânica, fisiopatologia e tratamento das cervicalgias.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="aba_conteudo"&gt;              &lt;h2&gt;&lt;font size="2"&gt;Conteúdo Programático do curso online Fisioterapia em Cervicalgias&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;              		 		               &lt;div class="left_cp_one"&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Anatomobiomecânica da coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Considerações sobre a coluna vertebral;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Anatomia da coluna cervical;	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ossos da coluna cervical;	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Atlas (c1);	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Áxis (c2);	&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Vértebras cervicais típicas (c3 a c6);	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sétima proeminente (c7);	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ligamentos da coluna vertebral;	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Discos intervertebrais cervicais;	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Músculos da coluna cervical;	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Músculos do pescoço;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Músculos da nuca;	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nervos espinhais da coluna cervical;	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Plexo cervical (c1 - c4);	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Plexo braquial (c5 - t1); 	&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dermátomos da coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Irrigação da coluna cervical;	&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Biomecânica da coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fisiopatologia da dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tipos de dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;As dores cervicais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Incidência e prevalência das cervicalgias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Classificação das cervicalgias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cervicalgias primárias: causas mecânico-degenerativas;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Cervicalgia comum ou idiopática;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alterações discais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Discopatias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abaulamentos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Herniações de disco cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Artrose cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dores miofasciais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lesões traumáticas;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Cervicalgias secundárias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cervicalgias não mecânicas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Doenças inflamatórias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Processos infecciosos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Neoplasias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Causas metabólicas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cervicalgias psicossomáticas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Dores referidas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exames complementares;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;RX;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ressonância magnética;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tomografia computadorizada;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exames neurofisiológicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cintilografia óssea;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Densitometria óssea;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Exames laboratoriais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Avaliação físico-funcional da coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Anamnese;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Identificação e caracterização do paciente;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;História clínica pregressa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Caracterização da dor cervical;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Marco de início da dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tempo de presença da dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ritmo da dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Intensidade dolorosa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Irradiações da dor;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;             &lt;/div&gt;             &lt;div class="left_cp"&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Características da dor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tratamentos prévios e seus efeitos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Exame físico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Inspeção;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Palpação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mobilidade ativa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Goniometria;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Goniometria da flexão cervical;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Goniometria da inclinação cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Goniometria da rotação cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Testes de força muscular;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Testes de sensibilidade;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mobilidade ativa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de reflexos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Testes especiais;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Teste de tração;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de compressão;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Manobra de valsalva;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de deglutição;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Teste de adson;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Elaboração de objetivos terapêuticos e conduta proposta;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Protocolo de avaliação físico-funcional da coluna cervical;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Tratamento das cervicalgias;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tratamento medicamentoso;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tratamento cirúrgico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Órteses de posicionamento;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Assistência fisioterapêutica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Orientações de cuidados gerais e posicionamento;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Eletroanalgesia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tens (estimulação elétrica nervosa transcutânea);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Corrente interferencial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;5ultrassom terapêutico;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Termoterapia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Termoterapia por subtração (crioterapia);&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Termoterapia por adição;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Calor superficial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Calor profundo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Micro-ondas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ondas curtas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Laser;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Recursos manuais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Massagem clássica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Manobras de massagem terapêutica;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Protocolo de massagem para a coluna cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Massagem do tecido conjuntivo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cinesioterapia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alongamentos terapêuticos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Terapias posturais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Terapias manipulativas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quiropraxia;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Osteopatia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pompages;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tração cervical;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Acupuntura;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Hidroterapia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fases da assistência fisioterapêutica em cervicalgias.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;             &lt;/div&gt;                       &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/1127"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/banners_afiliados/16277250611161235.gif" alt="Curso online de Fisioterapia em Cervicalgias" title="Fisioterapia em Cervicalgias - Portal Educação" border="0" height="60" width="468"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/1127"&gt;&lt;img alt="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg" src="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/_imagens/curso_detalhe/btn_matric.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-712883248244612433?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/712883248244612433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/curso-online-de-fisioterapia-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/712883248244612433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/712883248244612433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/curso-online-de-fisioterapia-em.html' title='Curso Online de Fisioterapia em Cervicalgias'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-3338895713704671197</id><published>2011-09-14T12:43:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T12:43:02.043-07:00</updated><title type='text'>O que é Pseudoatrose?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Pseudoartrose&lt;/b&gt; é a não consolidação de uma fratura e também pode ser definida como falsa articulação. Ela se caracteriza   pela falta de consolidação óssea em relação a uma fratura ou mesmo a uma  artrose.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para chegarmos na pseudoartrose, precisamos diferenciar o que é &lt;a&gt;artrose&lt;/a&gt; e o que é pseudoartrose, pois são problemas distintos e requerem tratamento diferenciado. &lt;br&gt; &lt;br&gt; E para que o assunto fique ainda mais claro, é preciso, antes de mais nada, esclarecer outra nomenclatura que dá margem a enganos por parte de pessoas leigas: &lt;a&gt;artrite&lt;/a&gt; e artrose, que muitas vezes são nomeadas indistintamente.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Embora a &lt;a&gt;artrite&lt;/a&gt; e a &lt;a&gt;artrose&lt;/a&gt; sejam doenças diferentes, elas são facilmente confundidas, uma com a outra. Há duas razões para tanto: em primeiro lugar, seus nomes são muito parecidos. Em segundo lugar, ambas estão ligadas a problemas relacionados com as articulações. Mas o que é a &lt;a&gt;artrite&lt;/a&gt; e o que é a artrose? A Sociedade Brasileira de Reumatologia explica: &lt;br&gt; &lt;br&gt; Artrite - Quando existe uma &lt;b&gt;inflamação &lt;/b&gt;nas articulações, chamamos a essa enfermidade de artrite. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Artrose - Quando as articulações sofrem um &lt;b&gt;desgaste&lt;/b&gt;, estamos então diante de um caso de artrose.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pseudoartrose não é uma doença rara, embora não seja tão conhecida  da população. Ao contrário, ela é bastante comum e é alvo de inúmeros  estudos na área científica, entre eles, por exemplo, a deficiência  femoral proximal, que é dividida em vários tipos. No Tipo A de  deficiência femoral proximal, segundo a classificação de Aitken,  verificou-se que o osso se encontra acentuadamente angulado, podendo  haver uma pseudoartrose. No Tipo B da classificação de Boyd (tíbia -  displásica), ocorre com um encurvamento anterior. A fratura ocorre  espontaneamente ou após um trauma mínimo antes dos dois anos de idade.  As extremidades ósseas no foco da pseudoartrose são atróficas, lembrando  uma ampulheta. Associada a manchas &amp;quot;café-com-leite&amp;quot;, estigma de  neurofibromatose. Em geral, a fíbula também está comprometida. Este tipo  é o mais comum e também o de prognóstico menos favorável que em outros  tipos de deformidade congênita, entre os quais se encontra o pé torto,  este com bom prognóstico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na pseudoartrose da coluna lombar, há um estudo de John M. Larsen,  MD, que indica que o melhor método de prevenção é o diagnóstico correto  para indicação de cirurgia e uma técnica cirúrgica bastante criteriosa.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-3338895713704671197?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/3338895713704671197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/o-que-e-pseudoatrose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3338895713704671197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3338895713704671197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/09/o-que-e-pseudoatrose.html' title='O que é Pseudoatrose?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-4210567976446917906</id><published>2011-08-29T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-08-29T09:50:01.008-07:00</updated><title type='text'>Previnindo dores na coluna vertebral</title><content type='html'>&lt;p&gt;A reabilitação consiste em orientações                   posturais e realização de atividades cotidianas.                   As orientações posturais são formas                   corretas de realizar atividades e são importantes para                   todas as pessoas, principalmente para as que sentem dor nas                   costas. Se realizadas corretamente podem ser importantes                   formas de prevenção.&lt;/p&gt;                 &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Trabalhando sentado:&lt;/b&gt; verificar se há                     recurso de ajuste de cadeira (encosto, base, altura). A mesa                     deve ficar na altura do cotovelo, não devendo ser                     muito baixa a ponto de curvar o corpo nem muito alta para                     que não levante muito os ombros. Não sente                     torto, procure se alinhar com o eixo da cadeira. Disponha os                     materiais que for utilizar na sua frente; evite torcer                     (rodar) o tronco ou virar muito o pescoço. Traga as                     tarefas para perto do corpo. Procure respeitar rigorosamente                     uma pausa (intervalo) a cada hora de trabalho, de preferência                     fazendo alguns alongamentos e relaxamentos da região                     mais tensa. Encoste bem na cadeira e leve-a junto da mesa                     para trabalhar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Deitar e levantar-se da cama:&lt;/b&gt; deite de lado,                     apoie sobre o cotovelo e a mão, coloque as pernas                     para fora da cama e sente-se.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Dormir:&lt;/b&gt; de lado ou de barriga para cima. Não                     durma de bruços.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Abrir gavetas:&lt;/b&gt; ao se inclinar procure apoiar com                     uma das mãos no móvel e puxar com a outra.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ao trabalhar na pia ou no tanque:&lt;/b&gt; use um avental                     para poder encostar a barriga. Além disso, procure                     colocar uma pequena caixa no chão para que possa                     apoiar um dos pés sobre ela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ao varrer ou passar rodo&lt;/b&gt; não incline o                     corpo para frente; aumente o comprimento do cabo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Evite torções do tronco ou do pescoço:&lt;/b&gt;                     apanhar objetos atrás do corpo, segurar o telefone                     com os ombros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Para levantar cargas pesadas do chão&lt;/b&gt;,                     separe as pernas, dobre os joelhos, segure o objeto o mais                     perto possível do corpo e depois levante. Antes de                     pegar um objeto pesado, respire fundo e prenda a respiração.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Divida o peso em ambos os lados do corpo&lt;/b&gt;, isto é,                     carregue um peso de cada lado do corpo (sacolas, malas). Os                     braços devem estar esticados e bem perto do corpo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Para carregar uma criança pequena no colo&lt;/b&gt;,                     pegue-a com os dois braços, abrindo as perninhas e                     colocando-a sempre a cavalo. · Não carregue peso                     na cabeça.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ao calçar sapatos&lt;/b&gt;, procure sentar ou                     ajoelhar ao invés de fletir o tronco.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Procure usar sapato&lt;/b&gt; com 1-2 cm de salto mas não                     exagere pois isto ocasiona dificuldades de posicionamento e                     dores lombares. Evite também sapatos pontudos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ao entrar e sair de veículos&lt;/b&gt; não                     torça as costas. Gire o quadril e as pernas para fora                     ao mesmo tempo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Quando ficar em pé ou caminhar&lt;/b&gt;, procure                     ficar ereto e olhando para a linha do horizonte. Ande com a                     musculatura abdominal contraída. · Se tiver que                     esperar em pé, procure se encostar em algum lugar:                     parede, poste etc.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Fora do trabalho&lt;/b&gt;, em casa, evite fazer tarefas                     que apresentem o mesmo padrão de movimento daqueles                     feitos no trabalho. É importante fazer repouso: deite                     e levante as pernas dobradas e colocando almofadas embaixo                     delas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Faça exercícios de aquecimento&lt;/b&gt; ou                     com movimentos contrários daqueles que realiza no                     trabalho como importante forma de prevenção.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Dedique um tempo durante a semana para a prática                     de exercícios físicos &lt;/b&gt;para não se                     tornar um sedentário. O melhor tipo é dentro                     da água: natação ou hidroginástica,                     mas procure orientação médica sobre                     qual atividade praticar. Dê preferência a alguma                     que goste. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-4210567976446917906?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/4210567976446917906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/previnindo-dores-na-coluna-vertebral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4210567976446917906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4210567976446917906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/previnindo-dores-na-coluna-vertebral.html' title='Previnindo dores na coluna vertebral'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-7577096335855957208</id><published>2011-08-23T09:45:00.000-07:00</published><updated>2011-08-23T09:45:01.243-07:00</updated><title type='text'>Causas da dorsalgia</title><content type='html'>Traumático: músculo-esquelético&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dorsalgia traumática é o principal fator etiológico. Nesta categoria incluímos os quadros de distensões músculo ligamentares, contusões e fraturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de trauma, esforço físico exagerado e atividade laborativa em posições anormais são freqüentes e auxiliam no momento da avaliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução do quadro se estende por um período curto, de 5 a 7 dias, e há alívio significativo com o repouso, medicação sintomática e antiinflamatórios. As fraturas costais costumam promover dor por um período de 3 a 4 semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ausência de melhora clínica ou dor muito intensa torna-se necessária investigação complementar com estudos por imagem: tomografia ou ressonância magnética. As dores músculo-esqueléticas dorsais acarretam perda de atividades laborativas e ônus econômico à sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento da avaliação inicial é importante termos em mente que o sintoma dor não é específico do aparelho músculo-esquelético-articular e que apenas expressa irritação localizada. A mesma topografia de dor pode ser enganosa ao identificar o ponto de origem do problema patológico, devido a presença de uma dor referida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Degenerativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espondilose é um processo que afeta todos os níveis da coluna vertebral. Caracteriza-se por alterações degenerativas progressivas dos discos intervertebrais, corpos vertebrais, facetas articulares e estruturas cápsulo-ligamentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leigos conhecem esta situação como “desgaste da coluna e/ou bicos de papagaio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metabólico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal causa metabólica de comprometimento da coluna vertebral é a osteoporose, nesta patologia há uma diminuição da massa óssea e um aumento da suscetibilidade à fratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A osteoporose pode ser responsável por fraturas típicas da coluna vertebral dorsal ou micro fraturas determinando dorsalgia e cifose torácica progressiva com risco adicional para novas fraturas e dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento das fraturas é feito com coletes e, o da doença osteoporótica, com a eliminação dos fatores de risco, cálcio, vitamina D, calcitonina e bifosfonados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tumores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tumores benignos e malignos podem ser causa de dorsalgia. Os tumores ósseos primários, em nível da coluna vertebral, são raros em contraste com os metastáticos que são muito comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor neoplásica é freqüentemente referida na topografia da coluna vertebral, piora a noite, despertando o paciente. A dor não tem características mecânicas. Não há correlação com atividades e não alivia com o repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://doresnacoluna.chakalat.net/2011/05/etiologia-da-dorsalgia.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-7577096335855957208?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/7577096335855957208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/causas-da-dorsalgia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7577096335855957208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7577096335855957208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/causas-da-dorsalgia.html' title='Causas da dorsalgia'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5541451873703674763</id><published>2011-08-18T09:43:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T09:43:00.350-07:00</updated><title type='text'>Gonartrose: Frio ou calor?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;As  aplicações do calor ou do frio são recursos valiosos na prática da  fisioterapia. Ambos constituem-se em recursos terapêuticos de grande  valia no alívio da dor e na melhora da função articular. Atualmente não  existe um consenso entre os profissionais de reabilitação sobre qual dos  recursos terapêuticos empregar em pacientes com artrose avançada. A  literatura é vasta em defender o uso tanto da crioterapia quanto do uso  sistemático do calor, seja ele na forma de calor superficial ou  profundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso do calor no tratamento de pacientes portadores de gonartrose é  eficaz, pois têm a propriedade de alivia a dor, aumentar a flexibilidade  dos tecidos músculo-tendíneos, diminuir a rigidez das articulações,  melhora o espasmo muscular e a circulação (Krusen, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para Rodrigues (2000), os efeitos terapêuticos da crioterapia são  mais pronunciados pois através de pacotes ou o gelo em pinceladas se  obtém os seguintes resultados: diminuição do espasmo muscular, alivio da  dor, eficaz nos traumatismos (entorses, contusões, distensões  musculares, etc.), previne o edema e diminui as reações inflamatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As terapias usando o calor (termoterapia) e usando o frio (crioterapia)  não levam à cura de nenhuma enfermidade, porém são instrumentos  importantes que auxiliam no tratamento de várias patologias ortopédicas e  neurológicas. São recursos que, quando aplicados adequadamente, reduzem  o espasmo muscular e a sintomatologia dolorosa, preparando a região  afetada para a aplicação de outras técnicas terapêuticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Petit (2001),na gonartrose, para o alivio da dor e inflamação  serão utilizados termoterapia por condução, calor local e também  eletroterapia, como o TENS e o interferencial. Para Rodrigues (2000), a  crioterapia levará a um efeito analgésico, diminuindo o metabolismo  tecidual, reduzindo os efeitos da histamina e da enzima colagenase  presente no processo de destruição da cartilagem articular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para Boscolo (2003), a crioterapia na gonartrose, tem atividade de  sedação e de ação física, pois aumenta a viscosidade do líquido  sinovial, onde a densidade é diretamente proporcional à temperatura e  acrescenta que o gelo na prevenção da artrose é utilizado mais na  intenção de diminuir o metabolismo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;METODOLOGIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Diante do exposto, foi realizado um estudo do tipo transversal,  aplicando-se um questionário (Anexo 1) dirigido a 13 profissionais de  fisioterapia que atendem pacientes portadores de gonartrose crônica de  joelho em idosos, a fim de verificar qual dos recursos terapêuticos mais  empregam em seus consultórios no tratamento dessa patologia. Após a  coletada as informações, as mesmas foram analisadas no programa Excel 97  para extrair a porcentagem do uso da crioterapia e da termoterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;RESULTADOS E CONCLUSÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os resultados desta pesquisa mostram que a termoterapia, visando o  tratamento da gonartrose crônica em pacientes idosos, é a terapêutica  mais empregada entre seis profissionais de fisioterapia entrevistados na  cidade de Passo Fundo, como mostra o gráfico de porcentagem (gráfico 1  ). A crioterapia foi à terapêutica de menor escolha nas clínicas,  compreendendo um total de três profissionais, pois alguns pacientes não  toleram bem o frio. Quatro profissionais responderam que utilizam as  duas técnicas de terapia para o tratamento dos pacientes com gonartrose.  Apenas um dos profissionais não respondeu ao questionário. Tais achados  demonstram que a termoterapia é considerada mais eficaz por tratar-se  de pacientes idosos, pois os mesmos respondem melhor ao calor do que ao  frio. Entretanto, mais estudos são necessários para dimensionar se esta é  realmente a técnica de maior escolha entre os profissionais  utilizando-se de uma amostra maior de fisioterapeutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align="center"&gt;   &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="500"&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td align="center"&gt;&lt;img src="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/gonartrose/images/image002.gif" border="0" height="200" width="456" /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;     &lt;tr&gt;       &lt;td align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt; &lt;p style="text-indent: 0pt; line-height: 100%; margin: 0pt;" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-indent: 0; line-height: 100%; margin: 0" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/gonartrose/gonartrose.htm"&gt;Artigo compreto clique aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5541451873703674763?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5541451873703674763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/gonartrose-frio-ou-calor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5541451873703674763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5541451873703674763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/gonartrose-frio-ou-calor.html' title='Gonartrose: Frio ou calor?'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-2820732416094883625</id><published>2011-08-12T09:40:00.000-07:00</published><updated>2011-08-12T09:40:00.367-07:00</updated><title type='text'>Esclerose Sistêmica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 215px; height: 330px;" alt="http://www.dermis.net/bilder/CD178/550px/img0073.jpg" src="http://www.dermis.net/bilder/CD178/550px/img0073.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A esclerose sistêmica (ES) é uma doença difusa do tecido conjuntivo caracterizada por fibrose e alterações vasculares acometendo a pele, sistema musculoesquelético e visceras. Atualmente, pode ser subdividida em duas formas clínicas: difusa e limitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma limitada (ESI) apresenta envolvimento cutâneo restrito às extremidades (até cotovelos e joelhos e face), ritmo lento de acometismo cutâneo, presença de calcinose, contratura articulares pouco freqüentes, incidência tardia de manifestações viscerais, podendo cursar com anticorpo anti-centrômero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma difusa (ESD) cursa com envolvimento cutâneo generalizado afetando tronco, face e membros, apresentando tendência à rápida progressão das alterações cutâneas, contraturas articulares, crepitação tendínea e comprometimento visceral precoce (fibrose pulmonar, miocardiosclerose e crise renal), podendo cursar com anticorpo anti-topoisomerase I (anti-Scl 70, associado à doença pulmonar restritiva) e anticorpo anti-RNA polimerase III (associado à crise renal). Diversos fatores estão envolvidos na complexa etiopatogenia da ES, destacando-se os fatores genéticos, imunológicos e ambientais, a ativação endotelial e a fibrose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última década, diversos esquemas terapêuticos têm sido testados em pacientes esclerodérmicos, com resultados variáveis. De maneira geral, as drogas utilizadas no tratamento da ES podem ser divididas em anti-fibróticos, drogas vasoativas, imunossupressores e estimuladores da motilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são as causas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas da esclerose sistêmica não são conhecidas, mas parece que múltiplos fatores desencadeariam a doença. Fatores genéticos e ambientais são possíveis fatores envolvidos na etiologia da esclerose sistêmica. A exposição a uma série de substâncias ou drogas tem sido associada com o desenvolvimento da esclerose sistêmica (cloreto de vinil, sílica, solventes orgânicos, inibidores do apetite, bleomicina). Entretanto, a maioria dos pacientes não apresenta história de exposição a esses agentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da causa da esclerose sistêmica não ser conhecida, vários mecanismos envolvidos na doença são compreendidos. Alterações vasculares, ativação de fibroblastos levando a fibrose tecidual e anormalidades no sistema imunológico correspondem às três principais alterações envolvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações vasculares em pequenos vasos e na microcirculação são representadas por instabilidade vasomotora, com tendência maior a vasoconstrição, diminuição do lúmen dos vasos e progressiva diminuição do fluxo sangüíneo. Paralelamente, os fibroblastos hiper-ativados ocasionam acúmulo excessivo de colágeno na derme e nos órgãos internos levando a fibrose dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem desenvolve a doença?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esclerose sistêmica é uma doença rara que acomete principalmente mulheres (proporção de 3 a 15 mulheres para 1 homem), na faixa etária dos 30 a 50 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é feito o diagnóstico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico da esclerose sistêmica nem sempre é fácil, visto que é uma doença rara e, em seus estágios iniciais, os sintomas podem ser vagos ou pouco característicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem critérios clínicos de classificação da esclerose sistêmica, propostos pelo Colégio Americano de Reumatologia, que são utilizados mundialmente para o seu diagnóstico. Fazem parte dos critérios a presença de espessamento cutâneo; presença de úlceras, microcicatrizes ou perda de substância de polpas digitais; e fibrose pulmonar nas bases pulmonares. Entretanto uma proporção dos pacientes, principalmente quando a doença está nos seus estágios iniciais, não preenche esses critérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma doença genética?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos mostram que há um fator genético associado há doença. Entretanto, são necessários a conjunção de vários fatores para o desenvolvimento da doença e casos de associação familiar são raros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os sintomas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sintoma inicial mais comum da doença é o fenômeno de Raynaud que pode surgir meses ou anos antes de qualquer outra manifestação. O fenômeno de Raynaud caracteriza-se por episódios de alteração de coloração de extremidades (mãos e/ou pés) que ocorre em três fases sucessivas (palidez, cianose e vermelhidão), podendo ser acompanhado por sensação de adormecimento e dor local. É usualmente desencadeado pelo frio ou estresse emocional, mas pode ocorrer também espontaneamente. Outros sintomas freqüentes no início da doença são edema de mãos e face, fadiga, dores nas articulações ou dores musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sintoma mais característico da esclerose sistêmica é o espessamento e endurecimento cutâneo. Costuma progredir nos primeiros anos da doença e regredir nos anos seguintes. Este espessamento leva a perda de pregas cutâneas e ao afilamento dos lábios e do nariz, acarretando uma mudança nos traços faciais na maioria dos indivíduos acometidos. Na pele podem surgir também telangiectasias e deposição de cristais de fosfato de cálcio no tecido celular subcutâneo (calcinose).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários órgãos internos também podem ser acometidos causando diversos sintomas como: dificuldade para a deglutição, azia, má-digestão, diarréia e constipação intestinal, tosse seca, falta de ar e ulcerações em extremidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se ressaltar que os sintomas variam intensamente entre os indivíduos, sendo que alguns podem apresentar quadros muito leves, e outros quadros bastante graves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tratamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento, não existem tratamentos comprovados ou cura para qualquer das formas de esclerose sistêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, existe tratamento eficaz para vários dos sintomas e órgãos acometidos, o que leva a melhora da qualidade de vida e da sobrevida dos pacientes. O fenômeno de Raynaud pode, por exemplo, ser tratado com drogas vasodilatadoras e os sintomas relacionados com o acometimento do esôfago, com inibidores da bomba protônica ou medicamentos que aumentam a motilidade do trato digestivo. Houve também recentemente um grande avanço no tratamento de uma manifestação bastante grave, a hipertensão pulmonar, e novos estudos e esforços tem sido feitos para o tratamento das demais manifestações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar também que a extensão e a gravidade da doença são muito variáveis e o tratamento deve ser individualizado para cada caso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-2820732416094883625?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/2820732416094883625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/esclerose-sistemica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2820732416094883625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2820732416094883625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/esclerose-sistemica.html' title='Esclerose Sistêmica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-3163058743998526750</id><published>2011-08-06T09:33:00.000-07:00</published><updated>2011-08-06T09:33:00.496-07:00</updated><title type='text'>Sindrome da Fadiga Cronica</title><content type='html'>Quando o sono não é reparador, as dores generalizadas aumentam e surgem dificuldades cognitivas de diversa ordem, diz-se que estamos perante um caso de síndrome de fadiga crónica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome de fadiga crónica é uma doença que se caracteriza por um cansaço prolongado e debilitante que normalmente é acompanhado de vários sintomas pouco específicos como dores de cabeça, repetidas inflamações da garganta, dores musculares e nas articulações, perturbações do sono, humor irritável, depressão e perturbações cognitivas, como os lapsos de memória e a dificuldade de concentração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma enfermidade debilitante que afeta tanto os adultos, como as crianças. A enfermidade também é conhecida como Síndrome de deficiência orgânica imune e fadiga crônica (CFIDS) ou encefalomielite miálgica. Apesar de não haver nenhuma causa conhecida da enfermidade existem algumas estratégias de tratamento  estão disponíveis aliviar sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Fadiga crônica é só um sintoma da síndrome, da mesma maneira que sede crônica podem ser um sintoma de diabete não controlado. Porém, SFC difere do sentimento mais típico de fadiga; é uma doença debilitante que interfere com a habilidade de uma pessoa para participar na atividade de vida diária, às vezes por longos períodos de tempo. Até mesmo as tarefas mais simples pode se tornar um obstáculo a superar, e gasto de uma pequena quantidade de energia pode obrigar a pessoa a repousar-se na cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um pode adquirir síndrome de fadiga crônica, i.e. crianças, adolescentes, adultos, idosos, e afeta as pessoas de todos as idades e não tem nenhuma relação com o social ou econômico. No momento, não há nenhum etiologia conhecida, e a SFC é diagnosticada por exclusão das outras enfermidades conhecida a ciência de moderna, como esclerose múltipla, lupus, certos canceres, depressão, SIDA, patologias da tiróide, etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-3163058743998526750?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/3163058743998526750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/sindrome-da-fadiga-cronica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3163058743998526750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3163058743998526750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/sindrome-da-fadiga-cronica.html' title='Sindrome da Fadiga Cronica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5036176969187269851</id><published>2011-08-02T05:27:00.001-07:00</published><updated>2011-08-02T05:27:56.596-07:00</updated><title type='text'>Fator Reumatóide não indica artrite reumatóide</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O que é fator reumatoide?&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fator reumatoide&lt;/strong&gt; (FR) é um anticorpo presente no sangue principalmente de pessoas que têm uma doença chamada &lt;strong&gt;artrite reumatoide&lt;/strong&gt;. Esse anticorpo reage contra as imunoglobulinas G, uma proteína do nosso organismo.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Somente as pessoas que têm artrite reumatoide têm fator reumatoide positivo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não. Pacientes com outras &lt;strong&gt;doenças autoimunes&lt;/strong&gt; (nas  quais o sistema imunológico reage contra alguma estrutura do próprio  organismo, gerando outra doença, como é o caso do lúpus), &lt;strong&gt;doenças infecciosas&lt;/strong&gt;, como a hanseníase e a tuberculose, e mesmo pessoas normais também podem gerar fator reumatoide.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que os resultados do exame significam?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse é um exame comumente solicitado quando existe a suspeita de  artrite reumatoide. Nessa situação, quando o resultado vem positivo,  colabora com o diagnóstico final. No início dessa doença, entretanto,  metade das pessoas pode não apresentar um resultado positivo. Por isso,  se o resultado for negativo, não é garantido que a pessoa não tenha  artrite reumatoide. No decurso da doença, 25% dos pacientes nunca vão  ter fator reumatoide positivo. Quando o médico suspeita de artrite  reumatoide e o resultado do fator reumatoide for negativo, ele  geralmente complementa a investigação diagnóstica com a pesquisa dos  anticorpos antipeptídeos citrulinados cíclicos, conhecidos como  anti-CCP.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: left;"&gt;Deve-se chamar a atenção, também, para o fato de que durante algumas  infecções virais e após certas vacinações o indivíduo pode apresentar  dores nas articulações. Como nessas condições ocorre um estímulo do  sistema imunológico da pessoa, o fator reumatoide, se solicitado, poderá  vir positivo, sem que esse achado signifique que a pessoa tem artrite  reumatoide.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://idmed.uol.com.br/saude-de-a-z/fator-reumatoide-resultado-positivo-do-exame-nao-significa-ter-artrite-reumatoide.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5036176969187269851?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5036176969187269851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/fator-reumatoide-nao-indica-artrite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5036176969187269851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5036176969187269851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/08/fator-reumatoide-nao-indica-artrite.html' title='Fator Reumatóide não indica artrite reumatóide'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-6778135362716531530</id><published>2011-07-31T09:00:00.000-07:00</published><updated>2011-07-31T09:00:01.995-07:00</updated><title type='text'>Artralgia: conceito, sintomas, fatores de risco</title><content type='html'>O QUE É?&lt;br /&gt;Artralgia é a dor em uma ou mais articulações. Ela pode ser causada por vários tipos de ferimentos ou de condições, independentemente da causa, pode ser muito chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora alguns dizem que é um pouco semelhante à artrite, ela não é, porque quando a artrite é a inflamação, a dor é apenas altragia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CAUSAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As causas mais comuns de artralgia são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Esforço incomum ou abusos, como estiramentos e entorses&lt;br /&gt;• lesão acidental, incluindo fratura&lt;br /&gt;• Gota (principalmente encontrados no dedo grande do pé)&lt;br /&gt;• Osteoartrose, doença articular degenerativa&lt;br /&gt;• artrite séptica&lt;br /&gt;• Tendinite&lt;br /&gt;• Bursite&lt;br /&gt;• As doenças infecciosas, como gripe, sarampo, febre reumática, hepatite, caxumba, rubéola e varicela.&lt;br /&gt;• Osteomielitiss.&lt;br /&gt;• Doenças auto-imunes, como artrite reumatóide e lúpus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SINTOMAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É fácil entender essa dor quando, tendo em conta que o que está acontecendo é que há pouca lubrificação conjunta das dobradiças, com a consequente deterioração da cartilagem. Sinóvia e cartilagem fazer almofada de segurança para perder a sua eficácia e isso faz com que os ossos entram em contato uns com os outros, causando atritos que muitas vezes é ainda audível esmaga os ossos para fazer certos movimentos e produzindo erosões e acréscimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FATORES DE RISCO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas doenças que podem causar dor nas articulações, incluindo artrite reumatóide, uma doença auto-imune que provoca rigidez e dor em si. A osteoartrite é a degeneração da cartilagem de uma articulação e estimula o crescimento ósseo, que é muito comum em adultos acima de 45 e pode causar dores nas articulações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta dor também pode ser causada pela bursite ou inflamação da bursa, que é composto de fluido-cheia de sacos que almofada e proeminências ósseas pad, permitindo a livre circulação de músculos e tendões no osso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PREVENÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Anti-medicamentos inflamatório pode ajudar a aliviar a dor ea inflamação, porém, deve consultar um médico antes de administrá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No escritório, o médico terá o seu histórico médico e realizar um exame físico e identificar a causa da dor nas articulações, o médico irá fazer perguntas como: Qual conjunta dói?; Há quanto tempo você tem tido dor?, que começou sua dor?, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os testes de diagnóstico que podem ser realizados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• hemograma completo ou diferencial sangüíneo&lt;br /&gt;• Conjunto de raios-X&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POSSÍVEIS COMPLICAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGNÓSTICO&lt;br /&gt;Especialistas acreditam que as lesões articulares que ocorrem com artralgia são a causa mais freqüente de absenteísmo no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A engenharia de tecidos, uma das grandes esperanças para a lesão articular está abrindo mais possibilidades terapêuticas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-6778135362716531530?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/6778135362716531530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/artralgia-conceito-sintomas-fatores-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6778135362716531530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/6778135362716531530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/artralgia-conceito-sintomas-fatores-de.html' title='Artralgia: conceito, sintomas, fatores de risco'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-4089383577934922286</id><published>2011-07-26T10:24:00.000-07:00</published><updated>2011-07-26T10:24:00.744-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na artropatia de Jaccoud</title><content type='html'>Não achei trabalhos na área de fisioterapia que abordem a artropatia de Jaccoud e um tratamento fisioterapêutico específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abordagem do tratamento fisioterapêutico, será feita a partir da literatura existente sobre tratamento das deformidades articulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo CIPRIANO (1999), a avaliação deve incluir observação da postura, edema, cicatrizes de cirurgias anteriores, enfraquecimento muscular, deformidades e afecções da pele e das unhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na palpação, nota-se temperatura da pele, elasticidade do tecido, sinovite, dor, dor à palpação e rigidez das articulações/tecidos moles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A função articular pode ser virtualmente normal apesar de graves deformidades. A avaliação funcional é apenas uma das maneiras de julgar a importância das deformidades, visa identificar o grau e detalhar as limitações, fornecendo uma linha de base para o tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escala de deformidade das articulações (SHARMA et al., 1994)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as articulações dos dedos são avaliadas de acordo com a seguinte escala:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 instabilidade dos ligamentos, encurtamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 deformidade que pode ser ativamente reduzida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 deformidade fixa ou que só pode ser reduzida passivamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com DAVID e LLOYD (2001), pode haver desenvolvimento de movimentos compensatórios para tornar as atividades da vida diária (AVD) mais fáceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eles permitirem que a independência seja mantida, não deverão ser desestimulados, a menos que provoquem excessiva tensão nas articulações, enfraquecimento de músculos importantes ou possam resultar em perda irrecuperável da amplitude de movimento devido ao mau uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escala para atividades da vida diária (KIRWAN e REEBACK, 1986)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 com certa dificuldade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 com muita dificuldade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 incapacidade para realizar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo MOREIRA e CARVALHO (2001), as deformidades são um dos aspectos mais importantes das artrites, pelas conseqüências desastrosas que podem acarretar, limitando progressivamente a capacidade funcional do enfermo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos, tais deformidades evoluem até a invalidez. Quando existe deformidade o objetivo do tratamento será: analgesia, profilaxia e prevenção de deformidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia pode complementar o tratamento através da cinesioterapia, utilização de órteses e orientações ao paciente, melhorando ou mantendo a função e a amplitude de movimento, melhorando a qualidade de vida dos doentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atuação do fisioterapeuta na prevenção de uma pior evolução da deformidade articular e na manutenção dos movimentos e amplitude articular existente é essencial, pois atualmente existe uma grande população portadora de doenças reumáticas, que pode associar a artropatia de Jaccoud e necessitam de orientação e um tratamento complementar, em especial a fisioterapia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo STEWART (1996), o fisioterapeuta deve usar os instrumentos disponíveis em uma avaliação precisa para identificar subjetiva e objetivamente os problemas. Após avaliação das deformidades o fisioterapeuta traça sua conduta, propondo um tratamento individualizado para cada paciente, observando sempre qual é a patologia de base do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reabilitação visa analgesia, manutenção ou ganho de trofismo muscular, profilaxia e tratamento das deformidades articulares, frouxidão ligamentar, limitação de amplitude articular, objetivando, em última análise, a recuperação funcional e a independência para realização das atividades de vida prática e diária, levando sempre em conta as restrições quanto à presença da doença articular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MADUREIRA (2001), relata que o doente deve participar ativamente do processo reabilitacional. Para ser eficaz, o programa reabilitacional deve ser regularmente executado pelos doentes em domicílio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando bem orientados, muitos pacientes reumatológicos continuam o tratamento em casa e constatam o seu benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pouca ênfase no aspecto educacional associada a doentes passivos, pouco participantes na reabilitação, resultam em baixa adesão ao tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de orientação foi e ainda é um dos maiores problemas da população e dos administradores de saúde, que sabem da importância dela no sucesso de qualquer tratamento para a população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe os objetivos e alguns recursos geralmente utilizados na fisioterapia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Diminuição do edema e da inflamação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em caso de edema, estarão indicados a crioterapia e os banhos de contraste ou alternantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata de sinovites localizadas, estará indicada a termoterapia por condução (em forma de banhos de parafina ou calor úmido), que se considera a terapêutica de eleição por sua fácil aplicação domiciliar; também serão úteis a eletroterapia de baixa freqüência em forma de banho galvânico, já que este permite englobar toda a mão) e o ultra-som de aplicação subaquática (especialmente na tenossinovite).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GABRIEL et al. (2001), afirmam que tanto no edema como na inflamação estarão indicadas as órteses de repouso em posição funcional, que serão aconselhadas em tempo parcial, porém durante períodos relativamente longos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores como, DAVID e LLOYD (2001), apontam os riscos do uso prolongado de talas na redução de massa óssea e força e no desenvolvimento de contraturas. Isso ilustra a importância do fisioterapeuta saber reavaliar o paciente sempre e saber o momento de usar órteses, talas e quando fazer exercícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente existem alguns protocolos que preconizam tempo de utilização de órteses entre seis à oito horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ø Evitar a rigidez articular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão levadas a cabo mobilizações passivas e ativo-assistidas de flexo-extensão e prono-supinação do punho e de flexo-extensão e abdução –adução de dedos (insistindo-se na abdução do polegar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mobilizações passivas serão realizadas analiticamente, articulação por articulação, e globalmente, em toda a mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estarão contra-indicadas as manobras bruscas e as trações articulares pela situação de instabilidade e fragilidade capsuloligamentares que podem estar presentes nesses pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aspectos imunológicos da atividade física são notáveis e os exercícios são importantes para a melhora do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fortalecimento da musculatura intrínseca e extensora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da execução de exercícios ativos, insistindo-se no fortalecimento analítico dos extensores dos dedos; estarão especialmente indicados os exercícios com massa de modelar e faixas elástica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conservação das pinças e preensões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estará indicada a mecanoterapia que inclua todo o tipo de preensões, tanto de mobilidade fina como global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle da evolução das deformidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serão empregadas órteses de correção; uma vez instaladas as deformidades, estas não poderão ser corrigidas, pelo que o tratamento fisioterapêutico deverá concentrar-se em evitar que evoluam rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUNIOR E AZZE (2000) comentam a utilidade de órteses dinâmicas ou estáticas progressivas até a extensão completa da IFP, estas órteses forçam a extensão da IFP e deixam a IFD livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso não se consiga recuperar a mobilidade com o uso de órteses, haverá indicação para cirurgia como nas deformidades em botoeira crônicas com rigidez articular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinamento das ADAPS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteções articulares e uso de equipamento adaptativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação para proteção das articulações pode levar à mudança de atitudes, mas que as mudanças comportamentais precisariam de maior empenho do que o normalmente devotado a esse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proteção das articulações é feita com o objetivo de manter a independência e reduzir a ação das doenças reumáticas sobre as atividades do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção é reduzir a inflamação e ajudar a preservar a estrutura correta das articulações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes mesmo autores comentam que os princípios das proteções articulares são: respeitar a dor, dar equilíbrio entre atividade e repouso, evitar posições de deformidade, usar a maior articulação possível, distribuir o esforço por várias articulações, evitar carregar objetos pesados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, se existir tendência de desvio ulnar da mão, devem ser empregadas técnicas de preensão, como usar a palma da mão ou pegadores de objetos, uma sacola de compras deve ser carregada com o antebraço e não com os dedos, um prato ou bandeja deve ser carregada por baixo, com as palmas recebendo o peso e não as pontas dos dedos, as portas devem ser empurradas com os quadris e não com as mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo será basicamente, conseguir o máximo de economia articular; para isto serão evitados os movimentos que provoquem as deformidades como pinça subtérmino-lateral (por exemplo, apanhar uma xícara pela asa), que favorece o desvio ulnar dos dedos, ou tocar um botão com o polegar (que favorece a hiperextensão interfalangiana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também estarão contra-indicadas as sobrecargas, já que a distensão tendinosa e a fragilidade capsuloligamentar conduzirão a uma instabilidade que se agravará à menor sobrecarga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo DAVID e LLOYD, usa-se equipamento adaptativo para evitar esforço desnecessário das articulações, quando o paciente apresenta uma dificuldade funcional específica que não pode ser resolvida com uma técnica diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros recursos utilizados na fisioterapia como meios físicos são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo LOW E REED (1990), o uso da crioterapia no tratamento das condições inflamatórias crônicas é uma antiga tradição. Entretanto, existem poucas evidências objetivas para sua validação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação de uma bolsa de gelo à articulação afetada diminui a temperatura da pele, que possivelmente está elevada devido à inflamação. O resfriamento diminui a inflamação e a produção de irritantes, aliviando assim a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAVID e LLOYD (2001), comentam as contra-indicações devem ser observadas, quando existe possibilidade de vasculite e fenômeno de Raynaud.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gelo pode ser aplicado regularmente&lt;br /&gt;(possivelmente duas vezes ao dia se as condições da pele permitirem). Há um relato do uso da crioterapia na artropatia de Jaccoud no LES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A aplicação do calor à articulação inflamada não é recomendada, pois pode aumentar ainda mais a inflamação já existente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, durante as remissões da doença e no caso de articulações crônica e não agudamente inflamadas, o calor é muito apreciado pelos pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reduz a dor atribuída ao espasmo muscular, tem um efeito sedativo sobre as terminações nervosas sensoriais e pode ativar as comportas da dor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O calor pode ser aplicado na forma de bolsa de água quente, lâmpada infravermelha, banho de parafina ou almofada aquecida eletricamente. Há uma vantagem adicional no uso da parafina como tratamento de calor, pois os óleos da parafina ajudam a hidratar a pele seca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela também pode ser usada como forma de exercício terapêutico resistido depois de ser aplicada à articulação. Pode-se dizer que o uso do calor no paciente reumático visa a preparar a articulação para o exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas restrições quanto ao uso do calor, em particular no LES. STEVENS E LOWE (1996), afirmam que alguns anticorpos da classe IgG (destruição de hemácias no baço), são ativados pelo calor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eletroterapia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua utilização para analgesia deve ser considerada. Não é proposto discutir profundamente a eletroterapia aqui, seu uso é indicado segundo princípios básicos, discutidos nos textos específicos. O laser foi considerado útil no controle da dor COLOV et al. (1987) e na melhora da função das mãos GOLDMAN et al. (1980).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidroterapia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios na água são amplamente usados no tratamento de pacientes reumáticos, é uma modalidade cara, de modo que o fisioterapeuta deve assegurar que a intervenção seja apropriada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os usos e efeitos da hidroterapia foram discutidos em vários textos, como HALL et al e GOLLAND , é útil, pois a flutuação ajuda muito o paciente reumático, que tem dificuldade de movimentar-se, pois o peso precisa ser apoiado em articulações dolorosas e instáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contra-indicações à imersão dos pacientes na água devem ser observadas e sua segurança considerada o tempo todo, particularmente no caso dos imunossuprimidos ou que tenham manifestações sistêmicas da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A instabilidade da coluna cervical deve ser considerada como uma precaução e não como uma contra-indicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que levar em conta ainda que existem pessoas que têm medo da água; para esse grupo os exercícios no solo seriam a alternativa mais adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos meios físicos a orientação e educação do paciente é importante e o fisioterapeuta pode proporcionar conhecimento e amparar o doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de um programa de educação é permitir que o paciente participe efetivamente de seu próprio tratamento, desenvolvendo a capacidade de lidar com os problemas, fazendo escolhas conscientes sobre seu tratamento e pesando as conseqüências de suas próprias atitudes. A educação do paciente oferece-lhe uma escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, paciente educado, orientado, sabe se cuidar, tem uma saúde melhor e um prognóstico melhor, a participação e orientação do fisioterapeuta à família no processo de amparo e reabilitação, do paciente é importante, estimular o paciente a ser ativo e, nos limites de sua condição, respeitadas as restrições médicas, fazer as coisas por si mesmo, ser independente e amar a si mesmo, comentando os sinais de melhora, são estímulos positivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fisioterapeuta tem papel essencial no tratamento das afecções reumatológicas que afetam as mãos. Isso envolve a identificação e avaliação das deformidades, mantendo uma abordagem holística da situação e condições do paciente, fornecendo orientação e informações detalhadas em relação ao momento e necessidade da cirurgia para discussão entre o paciente e o cirurgião de mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As aderências serão evitadas com massagem circular por cima e nas bordas da cicatriz, com o que se mobilizarão as capas mais superficiais da pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se prevê uma instabilidade da correção cirúrgica, esta se manterá, se for necessário, por meio de órteses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUNIOR e AZZE (2000), comentam o uso das órteses, prevenindo deformidades, dando proteção articular, repousando um segmento, auxiliando ou melhorando a função e qualidade de vida do doente. A seqüela cirúrgica mais importante será a rigidez articular, responsável pela disfunção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.phar-mecum.com.br/atual_jornal.cfm?jor_id=1544"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-4089383577934922286?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/4089383577934922286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/fisioterapia-na-artropatia-de-jaccoud.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4089383577934922286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4089383577934922286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/fisioterapia-na-artropatia-de-jaccoud.html' title='Fisioterapia na artropatia de Jaccoud'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-7213803052623144677</id><published>2011-07-21T10:11:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T10:11:00.631-07:00</updated><title type='text'>Exames laboratoriais para doenças reumatologicas</title><content type='html'>Exames e procedimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação de doenças musculares&lt;br /&gt;• Biópsia muscular&lt;br /&gt;• Eletroneuromiografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação de doenças osteometabólicas, como osteoporose&lt;br /&gt;• CTX&lt;br /&gt;• Densitometria óssea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem musculoesquelética&lt;br /&gt;• Ultra-sonografia articular&lt;br /&gt;• Tomografia&lt;br /&gt;• Ressonância magnética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investigação e acompanhamento de doenças auto-imunes (lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, dermatopolimiosite, síndrome antifosfolípide e vasculites)&lt;br /&gt;• FAN&lt;br /&gt;• Anti-DNA&lt;br /&gt;• Antinucleossomo&lt;br /&gt;• Anti-Sm&lt;br /&gt;• Anti-RNP&lt;br /&gt;• Anti-SS-A/Ro&lt;br /&gt;• Anti-SS-B/La&lt;br /&gt;• Anti- Scl-70&lt;br /&gt;• Antifibrilarina&lt;br /&gt;• Anti-Jo1&lt;br /&gt;• Anti-Sp100/PML&lt;br /&gt;• Anti-PM/Scl (PM-1)&lt;br /&gt;• Antiproteína P ribossomal&lt;br /&gt;• ANCA (anticorpos anticitoplasma de neutrófilo)&lt;br /&gt;• Anti-ß2-glicoproteína 1&lt;br /&gt;• Antiproteinase 3&lt;br /&gt;• Anticardiolipina&lt;br /&gt;• Dosagem de complemento total/CH50&lt;br /&gt;• Dosagem de C1q&lt;br /&gt;• Dosagem de C2&lt;br /&gt;• Dosagem de C3&lt;br /&gt;• Dosagem de C4&lt;br /&gt;• Dosagem de C5&lt;br /&gt;• Dosagem de C3a&lt;br /&gt;• Determinação e quantificação de crioglobulinas&lt;br /&gt;• Caracterização isotípica de crioglobulinas&lt;br /&gt;• Capilaroscopia periungueal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investigação de artrite reumatóide e outras doenças inflamatórias&lt;br /&gt;• Fator reumatóide&lt;br /&gt;• Anti-CCP&lt;br /&gt;• Antifilagrina e profilagrina&lt;br /&gt;• HLA-B27&lt;br /&gt;• ASLO&lt;br /&gt;• Proteína C reativa&lt;br /&gt;• VHS&lt;br /&gt;• Alfa-1-glicoproteína ácida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Punção e análise de líquido articular/sinovial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polissonografia para investigação de fibromialgia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-7213803052623144677?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/7213803052623144677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/exames-laboratoriais-para-doencas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7213803052623144677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7213803052623144677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/exames-laboratoriais-para-doencas.html' title='Exames laboratoriais para doenças reumatologicas'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-834467476395144079</id><published>2011-07-15T10:10:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T10:10:00.101-07:00</updated><title type='text'>Principais sinais e sintomas da Osteoartrose</title><content type='html'>Principais Sinais e Sintomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pontos dolorosos nas margens da articulação&lt;br /&gt;    Sensibilidade exagerada na articulação&lt;br /&gt;    Inchaço articular&lt;br /&gt;    Crepitações (atritos)&lt;br /&gt;    Derrame intra-articular&lt;br /&gt;    Movimentos restritos e dolorosos&lt;br /&gt;    Atrofia muscular periarticular&lt;br /&gt;    Enrijecimento da articulação&lt;br /&gt;    Instabilidade articular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomas  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Dor relacionada a exercício físico&lt;br /&gt;    Dor ao repouso&lt;br /&gt;    Dor noturna&lt;br /&gt;    Rigidez após inatividade (tempo parado)&lt;br /&gt;    Perda de movimento&lt;br /&gt;    Sensação de insegurança ou de instabilidade&lt;br /&gt;    Limitação funcional&lt;br /&gt;    Incapacidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor é, sem dúvida, o sintoma mais importante e comum da osteoartrite. Sua intensidade varia muito, podendo ser bem leve ou muito intensa, com variações semanais ou até diárias. Pode ser pior no final do dia ou no final de semana. Em geral, a sensação de dor piora com o uso da articulação afetada, e assim permanece por horas após a interrupção da atividade física. Enquanto a maioria sinta dores relacionadas ao exercício físico, alguns pacientes descrevem dor ao deitar-se e outros, dor noturna. Alguns relatam sensações de “pontadas” durante certos movimentos ou com a sustentação de peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensação de rigidez articular é referida pela maior parte dos indivíduos com doença, podendo ser difícil iniciar os movimentos, dando a impressão de que a articulação acometida está “presa”. Essa sensação, porém, vai gradativamente desaparecendo com a movimentação. A rigidez ocorre após um período sem movimentação e, geralmente, não dura mais que 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A restrição de movimentos pode ser descoberta na evolução da doença, sendo, com frequência, acompanhada de dor, que tende a ser pior no final da amplitude do movimento realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos pacientes com osteoartrite queixam-se também de sensação de insegurança ou de instabilidade nas articulações comprometidas. Alguns dizem ter a impressão de que a articulação “falha” no seu desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo da gravidade da doença, pode haver diferentes graus de atrofia muscular (diminuição do tamanho dos músculos) na região próxima à articulação afetada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a execução de movimentos, podem ser percebidas crepitações (estalos), devido ao atrito das superfícies articulares que encontram-se irregulares, interferindo com os movimentos normalmente suaves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inchaço, muitas vezes sensível ao toque, é outro sinal frequente de osteoartrite. Pode variar em volume e manter-se por períodos variados de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos casos mais avançados, pode haver grande destruição das estruturas articulares, com importantes deformidades e consequente perda de função, impondo ao paciente dificuldades na sua rotina como, por exemplo, perda de habilidade para vestir-se sozinho, limitações para subir ou descer escadas ou até para caminhar pequenas distâncias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-834467476395144079?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/834467476395144079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/principais-sinais-e-sintomas-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/834467476395144079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/834467476395144079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/principais-sinais-e-sintomas-da.html' title='Principais sinais e sintomas da Osteoartrose'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-8966619399072902521</id><published>2011-07-10T03:09:00.000-07:00</published><updated>2011-07-10T03:09:00.627-07:00</updated><title type='text'>Fatores da Osteoartrite</title><content type='html'>Hereditariedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A herança genética é um importante componente na causa da osteoartrite, particularmente na sua forma poliarticular, em que são afetadas várias articulações. Ou seja, as pessoas que têm parentes com osteoartrite generalizada apresentam maior risco de desenvolver a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O excesso de peso corporal pode estar associado com o desenvolvimento de osteoartrite nos joelhos em ambos os sexos. Entretanto, sua relação com a osteoartrite de quadril ainda é discutível. De qualquer maneira, a sobrecarga de peso acentua a dor nas articulações dos membros inferiores e da coluna lombar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disfunções hormonais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A predominância de osteoartrite poliarticular no sexo feminino sugere que este tipo de problema articular na mulher pode ser favorecido por alterações dos hormônios. Aliás, essa doença parece ocorrer com maior frequência após a menopausa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipermobilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indivíduos com excesso de amplitude de movimentos, devido a muita flexibilidade nas articulações, apresentam risco maior de desenvolver osteoartrite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças das juntas (artropatias) e outras doenças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As enfermidades que causam inflamação das articulações (artropatias) podem ocasionar osteoartrite secundária. Têm sido documentadas algumas associações entre osteoartrite e diabete melito. Além disso, as doenças que alteram a estrutura da articulação estão fortemente relacionadas ao aparecimento e à progressão de osteoartrite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trauma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trauma de forte intensidade é uma causa comum de osteoartrite de joelho, principalmente quando afeta os ligamentos ou os meniscos. Quando um menisco é retirado (meniscectomia), há risco maior de desenvolvimento de osteoartrite. Os riscos aumentam com o avanço da idade, com a predisposição e com a época da meniscectomia. Em alguns casos, a doença pode se instalar em indivíduos mais jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No trauma em que ocorre fratura ou luxação, pode haver alteração da função mecânica da articulação, o que pode predispor ao aparecimento de osteoartrite. São comuns os casos de fratura com subsequente osteoartrite no ombro, punho, quadril ou tornozelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uso repetitivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinadas tarefas no trabalho podem agravar a dor nas articulações comprometidas. As atividades que precisam ser executadas em posição ajoelhada, por exemplo, costumam acentuar a osteoartrite de joelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas práticas esportivas ou de lazer aumentam os riscos de trauma, além de poder agravar o quadro clínico dos indivíduos com osteoartrite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-8966619399072902521?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/8966619399072902521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/fatores-da-osteoartrite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8966619399072902521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/8966619399072902521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/fatores-da-osteoartrite.html' title='Fatores da Osteoartrite'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-835086657363095681</id><published>2011-07-04T10:06:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T10:06:00.320-07:00</updated><title type='text'>Doenças reumatológicas em crianças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/12/033_freedigitalphotos_net.jpg" src="http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/12/033_freedigitalphotos_net.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusividade  da população adulta. De fato, muitas das condições ditas "reumáticas"  são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o  enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe  um número grande de reumatismos que também pode afetar a população  infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que  afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e, o que é pior,  algumas doenças reumáticas podem gerar dano e limitação permanentes  comprometendo o futuro do pequeno paciente. A disciplina clínica que  inclui o estudo das desordens inflamatórias e não inflamatórias na  criança é a Reumatologia Pediátrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As raízes desta  especialidade estão na reumatologia do adulto, mas como a experiência  com estas doenças na infância foi se acumulando e mostrou várias  particularidades, ficou evidente que o assunto requeria uma abordagem  pediátrica específica, o que foi feito pela primeira vez na Inglaterra,  logo após a Segunda Guerra Mundial, espalhando-se em seguida pelo mundo  inteiro. Ainda hoje muitos dos conhecimentos utilizados no tratamento  desses pacientes foram herdados da experiência com o adulto, mas fica  cada vez mais claro que esse tipo de conduta deixa lacunas e perguntas  sem respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que o paciente infantil responde de  maneira diferente às drogas, está mais propenso a certas complicações e  que precisa de apoio psicológico e cuidados de reabilitação especiais,  necessitando de uma equipe familiarizada com essas particularidades e  treinada para melhor atender essas demandas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias doenças  reumáticas são vistas na infância sendo as mais comuns a artrite crônica  da infância, o lúpus eritematoso sistêmico, a dermatopolimiosite e as  espondiloartropatias, que são doenças de caráter crônico, provocadas por  distúrbios no sistema de defesa do organismo, ou sistema auto-imune.  Esses casos precisam de avaliação do especialista e tem potencial para  deixar seqüelas permanentes, mas se forem precocemente bem tratadas ,  possibilita-se à criança uma vida praticamente normal. Outros  reumatismos desse tipo que também podem acometer a criança são as  vasculites e, mais raramente, a esclerodermia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença de bactérias nas articulações pode levar a uma forma grave de reumatismo que é a artrite séptica .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infecções  também estão relacionadas a uma outra forma de doença reumática, as  artrites reativas, onde a apresentação clássica é um tipo de reumatismo  muito conhecido e, até pouco tempo atrás, freqüente em nosso meio: a  febre reumática. O surgimento dos antibióticos e a melhoria nas  condições gerais de vida da população mundial reduziram drasticamente o  número de crianças afetadas por esse mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com maior freqüência,  manifestam-se nessa fase sintomas envolvendo o aparelho músculo  esquelético. Nesse grupo encontram-se as famosas dores do crescimento e  também dores decorrentes de defeitos ortopédicos e de má postura, muito  comuns no consultório do reumatologista pediátrico. A atuação do médico  nessa fase como educador postural e estimulador da prática de exercícios  físicos tem papel fundamental na prevenção de doenças  músculo-esqueléticas da fase adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tratamento da criança  com doença reumática a abordagem também é multidisciplinar. Os  tratamentos disponíveis incluem drogas específicas e terapia física, mas  muitas vezes é preciso a realização de cirurgia para correção de  seqüelas, daí a necessidade de vários profissionais de cada área. Os  componentes dessa equipe são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* o paciente e sua família&lt;br /&gt;* a escola&lt;br /&gt;* o ortopedista pediátrico&lt;br /&gt;* o oftalmologista&lt;br /&gt;* o fisioterapeuta&lt;br /&gt;* o terapeuta ocupacional&lt;br /&gt;* a nutricionista&lt;br /&gt;* o psiquiatra ou psicólogo e&lt;br /&gt;* coordenando a equipe, o reumatologista pediátrico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz-se  fundamental a difusão desse tipo de conhecimento entre a população e os  profissionais de saúde, facilitando o acesso dos pacientes a esse tipo  de atendimento especializado. A detecção precoce desses problemas e seu  pronto tratamento possibilitam a prevenção de danos permanentes e uma  vida plena para a criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais de Alerta Gerais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como  dito anteriormente, a identificação precoce de doenças reumáticas na  infância é fundamental para evitar seqüelas permanentes, por isso  deve-se levar a criança para avaliação ao verificar a presença de certos  sintomas ou sinais, que podem ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dor articular ou dor nas costas referidas de modo mais persistente&lt;br /&gt;Articulação acometida de aspecto alterado: presença de inchaço, calor e vermelhidão no local&lt;br /&gt;Dor persistente ao longo dos membros superiores ou inferiores&lt;br /&gt;Presença de febre por mais de três semanas&lt;br /&gt;Presença de perda de peso e atraso no crescimento&lt;br /&gt;Presença de prostração e cansaço, modificando o padrão normal de atividades da criança&lt;br /&gt;Presença de fraqueza muscular&lt;br /&gt;Presença de depressão&lt;br /&gt;Presença de queixas visuais&lt;br /&gt;Presença  de limitação funcional, ou seja, a criança começa a mostrar  incapacidade para tarefas do dia a dia que antes eram executados com  facilidade, necessita de auxílio dos adultos, fica dependente da ajuda  dos outros e restringe suas atividades. Por exemplo, necessita de  auxílio para sair da cama pela manhã, para vestir-se, para subir/ descer  escadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na presença dessas queixas, recomenda-se visitar o  pediatra o mais rápido possível , evitando adiar a consulta. Evitar usar  medicamentos por conta própria ou "simpatias" e remédios caseiros.  Nessa oportunidade, será avaliada a necessidade de acompanhamento  especializado, conforme a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?159"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-835086657363095681?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/835086657363095681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/doencas-reumatologicas-em-criancas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/835086657363095681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/835086657363095681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/07/doencas-reumatologicas-em-criancas.html' title='Doenças reumatológicas em crianças'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-2506075603696733920</id><published>2011-06-30T10:03:00.000-07:00</published><updated>2011-06-30T10:03:01.128-07:00</updated><title type='text'>Lupus e a depressão</title><content type='html'>Há uma percepção clínica geral de que a depressão ocorre com freqüência no curso do Lúpus. Se essa depressão pode ser normalmente esperada devido ao estresse e aos sacrifícios impostos pela doença ou se, ao contrário, é ela que agrava e desencadeia os sintomas e crises agudas é uma questão de difícil resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas com Lúpus e deprimidas normalmente são alertadas que esse estado emocional pode ser induzido pelo próprio Lúpus, pelos medicamentos usados no tratamento e por um incontável número de fatores vivenciais com alguma relação com essa doença crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a condição clínica de Depressão não deve ser confundida com as pequenas alterações diárias de humor, a que todos estamos sujeitos no enfrentamento das dificuldade cotidianas. Ao nos sentirmos felizes ou angustiados ou invejosos ou irritados, todos estamos "deprimidos" de vez em quando. Por outro lado, Transtorno Depressivo clinicamente identificado é um prolongado e desagradável estado de incapacidade com intranqüilidade, ansiedade, irritabilidade, sentimentos de culpa ou remorso, baixa auto-estima, incapacidade de concentração, memória fraca, indecisão, falta de interesse nas coisas que normalmente gostava, fadiga e uma variedade de sintomas físicos tais como dores de cabeça, palpitações, diminuição do apetite e/ou performance sexual, outras dores no corpo, indigestão, constipação ou diarréia etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns estudos mostram que 15% das pessoas com doenças crônicas em geral sofrem de Transtorno Depressivo (Howard S. Shapiro); outros autores aumentam esse número para quase 60%. De qualquer forma, é bom ter em mente que, embora o Transtorno Depressivo seja muito mais comum em portadores de doenças crônicas, como por exemplo o Lúpus, do que no resto da população, nem todos esses doentes vão sofrer de Depressão obrigatoriamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Lúpus Eritematoso Sistêmico os sintomas da depressão, tais como a apatia, letargia, perda de energia ou interesse, insônia, aumento nas dores, redução do apetite e da performance sexual, etc., podem estar sendo atribuídos à própria doença e, com isso, minimizando a importância clínica desse estado afetivo passível de tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por causa disso ou, devido à insensibilidade do clínico, a maioria dos casos de depressão no paciente lúpico passa despercebido e sem tratamento, muitas vezes até que a doença atinja estágios bastante avançados, quando a gravidade do problema se torna insuportável para o paciente, correndo risco de levar ao suicídio. Na realidade, muitos estudos indicam que entre 30 e 50% dos casos de depressão não são diagnosticados pelos procedimentos médicos corriqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos pacientes com Lúpus se recusam a admitir que estejam em um estado depressivo e negam com veemência que estão se sentindo infelizes, intimidados ou deprimidos. Eles pretendem transmitir uma imagem de coragem, determinação ou coisa assim. Nesses casos os pacientes apresentam a depressão "disfarçada" ou atípica. Eles resistem ao reconhecimento pessoal do estresse emocional e da depressão clássica substituindo os sentimentos típicos por vários outros sintomas físicos. Sim, porque sintomas físicos sempre têm um elogioso aval da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contribuindo ainda para não se proceder um tratamento adequado da depressão no paciente com Lúpus, está a noção distorcida de que as pessoas com um a doença crônica "têm razões para se sentirem deprimidos porque estão doentes", como se isso justificasse o não tratamento e o descaso diante do fato. Essa crença interfere no diagnóstico precoce, no tratamento precoce, e no alívio igualmente http://www.blogger.com/img/blank.gifprecocehttp://www.blogger.com/img/blank.gif da depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os vários fatores que contribuem para a depressão numa doença como o Lúpus estão os abalos emocionais causados pelo estresse e tensão associados à lida com a doença, os sacrifícios e esforços necessários aos ajustes que o paciente deve fazer na sua vida e os vários medicamentos usados no tratamento do Lúpus, como por exemplo os corticosteróides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é importante o envolvimento de certos órgãos no Lúpus, como é o caso do cérebro, coração ou rins, que também pode levar a um estado depressivo. Existem ainda muitos outros fatores ainda pouco explicados que podem estar relacionados à depressão do paciente com Lúpus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://gballone.sites.uol.com.br/psicossomatica/lupus.html"&gt;Fonte&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-2506075603696733920?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/2506075603696733920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/lupus-e-depressao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2506075603696733920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2506075603696733920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/lupus-e-depressao.html' title='Lupus e a depressão'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-3898304670287895207</id><published>2011-06-25T10:04:00.000-07:00</published><updated>2011-06-25T10:04:00.601-07:00</updated><title type='text'>Tratamento da Espondilite Anquilosante</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 188px; height: 249px;" alt="http://1.bp.blogspot.com/_I0Oa7tuh9bc/S-Kxgyc5f8I/AAAAAAAAADc/FNgUCFbMjyQ/s1600/dor-lombar.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_I0Oa7tuh9bc/S-Kxgyc5f8I/AAAAAAAAADc/FNgUCFbMjyQ/s1600/dor-lombar.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Medicamentoso: Sulfasalazina, AINE, Analgésicos e relaxantes musculares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Cirúrgico: substituição da articulação do quadril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fisioterapia regular é essencial no tratamento de um paciente com espondilite anquilosante. O tecido fibroso é continuamente depositado como resultado de uma grande inflamação e a fisioterapia regular com um programa de exercícios monitorizados molda o tecido fibroso ao longo das linhas de pressão que não restringem os movimentos do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.1. Objetivos do Tratamento&lt;br /&gt;- Aliviar a dor;&lt;br /&gt;- Mobilizar as articulações afetadas;&lt;br /&gt;- Minimizar a deformidade;&lt;br /&gt;- Reassumir a forma física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.2. Avaliação fisioterápica&lt;br /&gt;- Postura geral&lt;br /&gt;- Postura da coluna vertebral&lt;br /&gt;- Mobilidade da coluna vertebral&lt;br /&gt;- Avaliação da função respiratória&lt;br /&gt;- Marcha&lt;br /&gt;- Forma física geral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.3. Conduta&lt;br /&gt;- ELETROTERAPIA (TENS, ULTRA SOM, ONDAS CURTAS, FES), COMPRESSAS QUENTES, - INFRA VERMELHO = Dor, espasmo muscular, atrofia, ADM.&lt;br /&gt;- EXERCÍCIOS RESPIRATÓRIOS&lt;br /&gt;- ATIVIDADE EM GRUPO&lt;br /&gt;- CINESIOTERAPIA INDIVIDUAL / GRUPO&lt;br /&gt;- Aquecimento: (5min): subir e descer degraus.&lt;br /&gt;- Alongamento: MMSS e MMII (peitorais e coxa)&lt;br /&gt;- Mobilização: rotação do pescoço, flexão lateral(sentado)&lt;br /&gt;- Força: extensão do tronco&lt;br /&gt;- Atividades aeróbicas: natação&lt;br /&gt;- Resistência: basquete&lt;br /&gt;- Flexibilidade: flexão lateral do tronco&lt;br /&gt;- Equilíbrio, coordenação, propriocepção: jogos, bola&lt;br /&gt;- Cadeia cinética aberta: circundação MS e MI&lt;br /&gt;- Cadeia cinética fechada&lt;br /&gt;- Relaxamento (5 min): exercício respiração profunda.&lt;br /&gt;- ERGONOMIA&lt;br /&gt;- APARELHOS ORTOPÉDICOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.4. Exemplos de procedimentos&lt;br /&gt;- Boiar deitado (prática de relaxamento);&lt;br /&gt;- Boiar deitado (braços e pernas empurrando para baixo na água e repousando);&lt;br /&gt;- Deitado em posição de semi-estiramento (exercícios de respiração profunda);&lt;br /&gt;- Deitado em posição de semi-estiramento (pernas empurrando para baixo);&lt;br /&gt;- Deitado em posição de semi-estiramento (pernas empurrando para baixo e para fora);&lt;br /&gt;- Boiar deitado (braços estirados para os lados e para cima);&lt;br /&gt;- Sentado (tronco virando de um lado para o outro. O progresso é adquirido mantendo os braços para frente e segurando um bastão;&lt;br /&gt;- Deitado em pronação segurando a barra (ação de bater as pernas);&lt;br /&gt;- Natação (progresso para nadar embaixo da água).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um programa de hidroterapia e trabalho no ginásio é benéfico para o paciente readquirir a mobilidade, força e forma físicas antes de retomar o regime dos exercícios domésticos, a natação também e benéfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Exercícios adequados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deitado: relaxamento fisiológico. Praticar tendo a sensação de uma posição de coluna vertebral estendida reta. Empurrar braços e pernas para o assoalho (isometria para quadríceps, glúteos e extensores da coluna lombar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deitado com o joelho fletido: rolar os joelhos de um lado para o outro. Levar o braço direito para cima e para baixo, virar a cabeça para ver a mão, repetir com a esquerda. Exercícios de respiração profunda com mãos sobre o abdômen superior (encorajar o uso total do diafragma). Fazer movimentos de antero e retro versão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deitado em decúbito ventral: levantar e abaixar os membros inferiores estendidos, alternando as pernas e depois com ambas. Mãos presas atras das costas, impulsionas as mãos na direção dos pés com a cabeça e ombros se elevando e relaxando. Colocar as mãos no assoalho, elevar a cabeça e os ombros (andar levando as mãos para a direita e depois para a esquerda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sentado: estirar a cabeça e o pescoço para cima (correção da postura). Mãos sobre os ombros, virar o tronco de um lado para o outro. Prender as mãos, fletir e girar para tocar o pé direito, estirar para cima e para trás para a esquerda, olhando as mãos, repetir do outro lado. Cabeça e pescoço virando de um lado para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em pé: mãos nos ombros, tronco virando de um lado para o outro. Respiração profunda. Tronco virando de um lado para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.5. Objetivos após a fase de exacerbação&lt;br /&gt;- Manter a mobilidade da coluna vertebral e das articulações periféricas;&lt;br /&gt;- Treinar o paciente na consciência postural;&lt;br /&gt;- Melhorar e manter a forma física;&lt;br /&gt;- Dar motivação e encorajamento;&lt;br /&gt;- Manter a mobilidade das articulações costovertebrais e a capacidade vital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um regime diário de exercícios é importante para o paciente. Esses devem ser simples e poucos, de modo que seja realista para o paciente executar. O principio a enfatizar é que é possível manter uma capacidade funcional muito aceitável pelo exercício. Diariamente a coluna vertebral deve ser movida na excursão máxima em todas as direções e os músculos extensores da coluna vertebral devem ser trabalhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.6 Aconselhamento&lt;br /&gt;O paciente deve evitar esportes de contato e exercitar-se todos os dias. Se o paciente não está passando bem, ainda assim é importante dar alguma atenção aos exercícios. De outra forma, é importante para que o estilo de vida se adapte ao indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as atividades de lazer incluírem ficar sentado (leitura, ver televisão, etc.) a extensão da coluna vertebral deve ser praticada em intervalos que variam de quinze minutos a meia hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.7. Monitorização&lt;br /&gt;Pode-se utilizar um espondilômetro. É uma armação que tem canilhas. O paciente fica em pé em uma plataforma com as costas voltadas para as canilhas, que são então empurradas até tocar as vértebras, obtendo-se uma silhueta da coluna vertebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se usar uma fita métrica ou régua para medir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A medida pode ser feita entre o trago do ouvido e a parede posterior. Isso dá um guia para o desenvolvimento de uma deformidade de flexão da coluna vertebral e como o endireitamento da cabeça pode ser mantido.&lt;br /&gt;- Medida da flexão da coluna vertebral para a frente pode ser obtida colocando-se a fita métrica verticalmente entre o dedo médio e o assoalho.&lt;br /&gt;- Pode-se adaptar um goniômetro vertebral para ser usado na medida da flexão lateral da coluna cervical.&lt;br /&gt;- É importante que o paciente tenha um método simples de medir pelo menos um movimento em casa e que seja mantida uma ficha. Se houver perda rápida de variação de movimento, deve-se procurar o fisioterapeuta ou o médico, as sessões de acompanhamento em geral são marcadas com intervalos de 6 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/reumato/espondilite_tatiane.htm"&gt;Fonte&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-3898304670287895207?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/3898304670287895207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/tratamento-da-espondilite-anquilosante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3898304670287895207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3898304670287895207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/tratamento-da-espondilite-anquilosante.html' title='Tratamento da Espondilite Anquilosante'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_I0Oa7tuh9bc/S-Kxgyc5f8I/AAAAAAAAADc/FNgUCFbMjyQ/s72-c/dor-lombar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5920673521767581168</id><published>2011-06-20T10:01:00.000-07:00</published><updated>2011-06-20T10:01:00.339-07:00</updated><title type='text'>Espondilite Anquilosante</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="cursor: -moz-zoom-in; width: 259px; height: 176px;" alt="http://www.orthopauher.com/arquivos/imagens/patologias/f78a59ac6e1656eafef4126e45c24a3a.jpg" src="http://www.orthopauher.com/arquivos/imagens/patologias/f78a59ac6e1656eafef4126e45c24a3a.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Deriva do grego: spondylos (vértebra) e ankylos (enrijecimento). É uma doença inflamatória sistêmica crônica, que afeta a coluna vertebral em indivíduos geneticamente predispostos. Ocorre também entesites, fusão bilateral da articulação sacro-ilíaca. É uma espondiloartropatia soronegativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incidência e Etiologia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incidência: Seis de cada 1000 adultos do sexo masculino. i. e. 0,6% (comparado com a incidência de 5% da AR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idade: A maior freqüência é entre os 15 e 40 anos, porém pode ocorrer em qualquer idade: muitos casos de espondilite anquilosante, permanecem assintomáticos durante muitos anos, sendo diagnosticados em fase posterior da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexo: A proporção entre homens e mulheres é de 5:1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herança: Autossômica dominante não ligada ao sexo, com70% de penetração nas mulheres. É 30 vezes mais comum nos parentes dos pacientes do que na população em geral. Na história familiar não se encontra artrite reumatóide com freqüência superior a dos controles. Ocorre histocompatibilidade do antígeno HLA B27 em mais de 80% dos pacientes com espondilite anquilosante, e 50% dos parentes em primeiro grau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raça: É rara nos negros. O HLA B27 também é raro nos negros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infecção genitourinária / intestinal: Foi encontrada alta incidência de infecções prostáticas na espondilite anquilosante quando comparada com os controles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patologia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articulações sacroilíacas: de início sinovite e infiltração celular, como na Artrite Reumatóide (porém, sem necrose da camada superficial da membrana sinovial). Posteriormente, destruição da cartilagem, causando estreitamento das articulações e destruição do osso justa - articular, cursando esclerose. Ao final, anquilose óssea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coluna: as articulações apofisárias e costovertebrais são acometidas conforme já relatado. Pode ocorrer subluxação da articulação atlanto - axial. Os discos intervertebrais podem ser normais ou ser invadidos por tecido fibroso vascular com ossificação da periferia (annulus fibrosus), principalmente na parte anterior, lesões destrutivas dos discos e planos vertebrais adjacentes (discite) podem estar associadas as fraturas traumáticas da lâmina adjacente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articulações periféricas: podem ocorrer alterações idênticas as da Artrite Reumatóide, especialmente nas grandes articulações proximais (ombros, quadris). A hemorragia no interior do espaço sinovial e a anquilose óssea são mais comuns do que na Artrite Reumatóide. Ocasionalmente são acometidas as pequenas articulações periféricas. As vezes são acometidas também outras articulações cartilaginosas (manubrioesternal, sínfise pública), com progressão para fibrose e ossificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lesões extra -  articulares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Músculos: É freqüente a atrofia. As linforragias são menos freqüentes que na Artrite Reumatóide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Válvulas aórticas: Lesão (fibrose) na média e na base da cúspide em 5% dos casos que leva a espessamento, dilatação do anel aórtico e insuficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Irite: (10-25% dos casos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt; Fibrose pulmonar (rara), acomete principalmente os lobos superiores. Provavelmente inicia com pneumonias irregulares levando a fibrose alveolar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5920673521767581168?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5920673521767581168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/espondilite-anquilosante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5920673521767581168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5920673521767581168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/espondilite-anquilosante.html' title='Espondilite Anquilosante'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-9125897391679560656</id><published>2011-06-14T05:47:00.000-07:00</published><updated>2011-06-14T05:47:00.780-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia do Ombro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt;      &lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/22634629/fisioterapia+do+ombro/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/22634629.jpg" class="picimgbig" alt="Fisioterapia do Ombro" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Atualizado com técnicas de reabilitação e  cirúrgicas, este livro  traz cinco novos capítulos, novas fotografias e  novos colaboradores. Fornece informações sobre anatomia funcional,  mecânica do movimento, considerações especiais e cirúrgicas, avaliação e  tratamento. A aplicação clínica, sempre uma característica importante  deste texto, foi fortalecida nesta nova edição. Novos métodos de  avaliação baseados em evidências e técnicas e procedimentos de  tratamento completam a cobertura para uma abordagem da reabilitação do  ombro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor encontrará nesta 4a edição - DVD-ROM que inclui  uma seção de anatomia, exame/avaliação (com apresentações em vídeo),  fisiopatologia do ombro (com slides de anatomia), terapia manual para o  tratamento de lesões do ombro (com apresentações em vídeo) e uma coleção  de imagens;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo capítulo sobre a prática de Fisioterapia apresenta  os padrões de prática encontrados no Guia para a Prática do  Fisioterapeuta, segunda edição, da APTA, e mostra como eles podem ser  aplicados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos estudos de caso por todo o livro baseados no Guia que  demonstram situações do mundo real, as quais o praticante provavelmente  encontrará;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos capítulos sobre ombro congelado, teste de comprimento  muscular e dados eletromiográficos para o teste manual de força e  exercícios para o ombro, instabilidade do ombro e substituições totais  do ombro mantêm os leitores atualizados com as práticas e pesquisas  desta área de rápidas mudanças;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As técnicas e os procedimentos de ponta  focam nas aplicações clínicas e oferecem rápido acesso à informação  atual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações, conceitos e avaliação de Fisioterapia e de disfunção  baseados no Guia, integrando esses padrões de prática a reabilitação do  ombro.   &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="text-align: left;"&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Phorte Editora        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;ROBERTA A. DONATELLI        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;9788576552611        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2010        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;680        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio        &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;a style="outline: medium none;"&gt;     &lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/22634629/fisioterapia+do+ombro/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-9125897391679560656?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/9125897391679560656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/fisioterapia-do-ombro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/9125897391679560656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/9125897391679560656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/fisioterapia-do-ombro.html' title='Fisioterapia do Ombro'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-1026520235853237580</id><published>2011-06-10T10:06:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T10:06:00.718-07:00</updated><title type='text'>Tratamento da Artrose</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/_ut8r1RPc-JE/S1s7u-JM0aI/AAAAAAAABcg/Xz7GuBloO2w/s320/osteoartrosis.bmp.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_ut8r1RPc-JE/S1s7u-JM0aI/AAAAAAAABcg/Xz7GuBloO2w/s320/osteoartrosis.bmp.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É basicamente sintomático dirigido principalmente para o alívio da dor e da inflamação secundária. Todo o tratamento deve ser individualizado dentro dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Educação e apoio - visa esclarecer o paciente a respeito de:&lt;br /&gt;- Controle de peso;&lt;br /&gt;- Adequação de hábitos desportivos e atividades profissionais e atividades do dia a dia;&lt;br /&gt;- Controle do excessivo stress articular;&lt;br /&gt;- Terapêutica não medicamentosa - pela aplicação de fisioterapia, (cinesioterapia e hidroterapia, calor etc).&lt;br /&gt;- Terapêutica medicamentosa - pela prescrição e indicação de antiinflamatórios não hormonais&lt;br /&gt;- Tratamento cirúrgico - indicando nos casos de graves deformidades articulares incapacitantes.&lt;br /&gt;- Terapêutica condroprotetora - seu papel na terapêutica da osteoartrose humana ainda não e consensual na literatura médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRATAMENTO GERAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez estabelecido o diagnóstico, deve-se ter certeza de que o paciente e sua família compreendam claramente a natureza crônica e incapacitante da doença (ainda que temporariamente, durante os períodos de maior atividade articular). Quadros depressivos e comportamento passivo freqüentemente São observados no paciente reumatóide e merecem atenção, obtendo-se bons resultados com o uso de antidepressivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo do tratamento é manter a capacidade funcional do paciente e para tanto se deve reduzir a inflamação e a dor, manter a movimentação e força articular, prevenir e corrigir deformidades. A utilização adequada de repouso, drogas antiinflamatórias, talas, fisioterapia e cirurgia ortopédica tem o propósito de preservar a função articular. O repouso, como curtos períodos de descanso durante o dia e noites bem dormidas, é importante adjuvante terapêutico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal sintoma - a dor precisa ser eliminada. No período agudo ou de exacerbação o paciente deve permanecer em repouso absoluto passando logo após para o relativo durante 1 a 2 horas para evitar as atrofias musculares e a rigidez.&lt;br /&gt;Com a regressão da inflamação, movimentar as articulações lenta e suavemente, sem causar dores. Procurar aumentar a amplitude dos movimentos distendendo a cápsula articular e intensificar a irrigação sanguínea para estimular a recomposição da cartilagem articular e fortalecer os músculos e ligamentos que sustentam a articulação. É necessário corrigir os fatores que interferem ou que possam intensificar a artrose, modificando hábitos de vida (suprimindo álcool, fumo); normalizar o diabetes, gota, distúrbios hormonais, defeitos de postura (desvio da coluna); igualar as diferenças dos membros inferiores com palmilhas; usar dieta hipocalórica na obesidade para diminuir a sobrecarga articular e melhorar a sua estabilidade beneficiando a saúde, principalmente se for diabético; usar bengala para maior firmeza na locomoção evitando as quedas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta forma de tratamento tem um importante papel em todas as fases da doença. Calor local alivia o espasmo muscular e reduz a rigidez. Exercícios passivos ajudam a prevenir ou minimizar a perda de função. Exercícios isométricos aumentam a força muscular e contribuem para a manutenção da estabilidade articular. Durante a fase ativa da doença exercícios repetitivos não devem ser realizados, enquanto que a imobilização por curtos períodos é útil para reduzir a dor e possível inflamação. O uso de talas noturnas é importante para prevenir contraturas em flexão, especialmente dos joelhos e punhos. Avaliação e orientação da rotina em casa e no trabalho e o uso de adaptadores certamente aumenta a habilidade do paciente em manter atividade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-1026520235853237580?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/1026520235853237580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/tratamento-da-artrose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/1026520235853237580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/1026520235853237580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/tratamento-da-artrose.html' title='Tratamento da Artrose'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ut8r1RPc-JE/S1s7u-JM0aI/AAAAAAAABcg/Xz7GuBloO2w/s72-c/osteoartrosis.bmp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-4464577965855794798</id><published>2011-06-01T10:04:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T10:04:00.686-07:00</updated><title type='text'>Febre reumática</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://jmarcosrs.files.wordpress.com/2011/03/eritemamarginatofebrereumatica.jpg" src="http://jmarcosrs.files.wordpress.com/2011/03/eritemamarginatofebrereumatica.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A febre reumática é uma doença reumática, inflamatória e que afeta as articulações. Sua origem está relacionada à resposta do organismo mediante a infecções pelo estreptococo, ou seja, é de origem autoimune.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A febre reumática ocorre após um episódio de amigdalite bacteriana tratada inadequadamente. O indivíduo pode sofrer complicações cardíacas (cardite - inflamação no coração), neurológicas (coreia – incoordenação dos movimentos em razão da inflamação no cérebro) e dermatológicas (eritema e nódulos subcutâneos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais sintomas da febre reumática são febre, edema (inchaço) e dores nas articulações, impossibilitando, muitas vezes, a criança de andar por causa da dor. Quando a doença atinge o coração, o paciente sente cansaço contínuo e falta de ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao diagnóstico, é importante que se faça uma análise cuidadosa de todos os sinais clínicos e exames, pois não existe teste ou sinal específico que o facilite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das formas de prevenção é fazer o tratamento logo que a faringite estreptocócica seja diagnosticada, porém a realidade socioeconômica do país, determinada pela desigualdade social, dificulta o acesso da população aos procedimentos e exames que permitem distinguir a instalação ou não de uma infecção por estreptococos em quadros de gripe ou resfriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento da febre reumática é feito com o uso de antibióticos à base de penicilina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-4464577965855794798?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/4464577965855794798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/febre-reumatica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4464577965855794798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4464577965855794798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/06/febre-reumatica.html' title='Febre reumática'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-7773280562406668726</id><published>2011-05-25T07:00:00.000-07:00</published><updated>2011-05-25T07:00:10.524-07:00</updated><title type='text'>Causas e sintomas no Lupus Eritematoso Sistêmico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/_0qhgWsEiMFQ/TBLKE82alII/AAAAAAAAAPM/8gsjPaft2E4/s1600/351457_Lupus-1.jpg" src="http://2.bp.blogspot.com/_0qhgWsEiMFQ/TBLKE82alII/AAAAAAAAAPM/8gsjPaft2E4/s1600/351457_Lupus-1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;As causas do Lúpus não são totalmente conhecidas, mas sabe-se que fatores ambientais e genéticos estão envolvidos. Enquanto os cientistas acreditam haver uma predisposição genética para a doença, é sabido que fatores ambientais também têm importante papel para o despertar do Lúpus. Alguns dos fatores ambientais que podem despertar a doença são: infecções, medicamentos, exposição a raios ultravioletas e o estresse. É por causa desse último fator associado à causa, o estresse, que o Lúpus pertence também ao capítulo das doenças psicossomáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao componente genético do Lúpus, podemos dizer que embora a doença seja conhecida por ocorrer dentro de famílias, não houve ainda a identificação de um gene ou genes responsáveis por ela. É em torno de 10 a 12% o número de pacientes que têm parentes próximos com a doença, e apenas 5% de filhos de pacientes desenvolverão o Lúpus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomas e Diagnóstico do Lúpus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do Lúpus poder afetar qualquer área do organismo, a maioria dos pacientes apresenta os sintomas em apenas alguns órgãos. Devido esse aspecto geral (sistêmico) do Lúpus, ele pode se assemelhar a muitas outras doenças, tornando seu diagnóstico difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico é feito, muitas vezes, por um cuidadoso exame clínico, uma detalhada entrevista e através de exames de laboratórios. Atualmente não há um exame específico para determinar se a pessoa tem Lúpus ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Lúpus Discóide o diagnosticado pode ser facilitado por biópsia do tecido atingido pela inflamação. Nesse caso, a biópsia vai mostrar anormalidades que não são encontradas na pele normal. Geralmente esse tipo de Lúpus não atinge órgãos internos do corpo. Nesse caso, o teste ANA, um teste sangüíneo usado para detectar Lúpus Sistêmico, pode dar negativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O suspeito de Lúpus deve apresentar pelo menos quatro dos sintomas abaixo, mesmo que esses sintomas possam não ocorrem todos necessariamente ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Critérios Usados Para Diagnosticar Lúpus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Erupções cutâneas&lt;br /&gt;       Erupções no malar (maçãs do rosto)&lt;br /&gt;       Erupção discóide (em forma de disco)&lt;br /&gt;       Manchas vermelhas protuberantes&lt;br /&gt;       Fotossensibilidade&lt;br /&gt;       Reação à luz do sol com erupções cutâneas&lt;br /&gt;       Ulcerações Orais&lt;br /&gt;       Feridas no nariz e na boca, normalmente sem nenhuma dor&lt;br /&gt;       Artrite&lt;br /&gt;       Artrite não erosiva, envolvendo duas ou mais juntas periféricas (artrite que não destrói os ossos próximos às juntas)&lt;br /&gt;       Seroenterite&lt;br /&gt;       Pleurite ou pericardite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes os rins são comprometidos no Lúpus, havendo excesso de proteína na urina e/ou aumento de células, elementos anormais derivados de hemácias e/ou leucócitos e/ou de células de tubos renais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certa freqüência podem surgir sintomas neuro-psiquiátricos, tais como convulsões e psicose. No sangue o Lúpus pode provocar anemia hemolítica, diminuição de leucócitos abaixo de 4000 células por milímetro cúbico (leucopenia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro teste de laboratório idealizado para detectar o Lúpus foi o teste celular LE (lupus erythematosus). Quando o teste é repetido várias vezes, costuma ser positivo em 90% das pessoas portadora de Lúpus Sistêmico. Entretanto, nem todas as pessoas com o teste celular LE positivo estão com Lúpus. Esse teste pode dar positivo em até 20% das pessoas com artrite reumática, em outras condições reumáticas, em pacientes com problemas no fígado e em pessoas usam drogas como procainamide, hydralazine e outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro teste, o chamado Teste de Fator Anti Nuclear (ANA ou FANA) é mais específico para o Lúpus do que o teste celular LE. Este teste dá positivo em virtualmente todas as pessoas com Lúpus Sistêmico e é o melhor exame disponível atualmente. É tão eficaz para Lúpus que se o resultado for negativo, provavelmente o paciente não tem a doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à essas dificuldades clínicas e laboratoriais, pode levar um bom tempo até que uma pessoa seja definitivamente diagnosticada com Lúpus. Durante esse período, o paciente pode se sentir frustrado pela aparente incapacidade dos médicos em confirmar um diagnóstico. Antes que o diagnóstico seja confirmado, algumas queixas principais do paciente serão de ordem emocional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-7773280562406668726?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/7773280562406668726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/causas-e-sintomas-no-lupus-eritematoso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7773280562406668726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/7773280562406668726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/causas-e-sintomas-no-lupus-eritematoso.html' title='Causas e sintomas no Lupus Eritematoso Sistêmico'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0qhgWsEiMFQ/TBLKE82alII/AAAAAAAAAPM/8gsjPaft2E4/s72-c/351457_Lupus-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5107186018485868059</id><published>2011-05-19T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T09:50:00.154-07:00</updated><title type='text'>Tipos de Lúpus Eritematoso Sistêmico</title><content type='html'>O lúpus eritematoso sistêmico (LES ou lúpus) é uma doença autoimune do tecido conjuntivo, de causa desconhecida que pode afetar qualquer parte do corpo. Assim como ocorre em outras doenças autoimunes, o sistema imune ataca as próprias células e tecidos do corpo, resultando em inflamação e dano tecidual. Uma a cada duas mil pessoas possui esse problema, sendo mais comum em mulheres negras e latinas (atingindo 1 a cada 245)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de Lúpus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem 3 tipos de Lúpus: o Lúpus Discóide, o Lúpus Sistêmico, e o Lúpus Induzido por Drogas.&lt;br /&gt;O Lúpus Discóide é sempre limitado à pele. É identificado por inflamações cutâneas que aparecem na face, nuca e couro cabeludo. Aproximadamente 10% das pessoas Lúpus Discóide pode evoluir para o Lúpus Sistêmico, o qual pode afetar quase todos os órgãos ou sistemas do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Lúpus Sistêmico costuma ser mais grave que o Lúpus Discóide e, como o nome diz (sistêmico=geral), pode afetar quase todos os órgãos e sistemas. Em algumas pessoas predominam lesões apenas na pele e nas juntas, em outras podem predominar as juntas, rins, pulmões, sangue, em outras ainda, outros órgãos e tecidos podem ser afetados. Enfim, cada caso de Lúpus é diferente do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Lúpus Induzido por Drogas, também como o nome diz, ocorre como conseqüência do uso de certas drogas ou medicamentos. Os sintomas são muito parecidos com o Lúpus Sistêmico.&lt;br /&gt;Algumas drogas já foram detectadas como facilitadoras do desenvolvimento de Lúpus. É o caso, por exemplo, da hidralazina, medicamento para tratamento da hipertensão, ou da procainamida, usada para tratamento de algumas arritmias cardíacas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, quando ocorre a doença auto-imune devido ao uso dessas substâncias, isso depende mais da pessoa que da própria substância, ou seja, não são todas as pessoas que tomam esses produtos que desenvolverão o Lúpus, mas apenas uma pequena porcentagem delas. Isso significa que a imunidade dessas pessoas vulneráveis à doença auto-imune é que é o problema, propriamente dito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5107186018485868059?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5107186018485868059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/tipos-de-lupus-eritematoso-sistemico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5107186018485868059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5107186018485868059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/tipos-de-lupus-eritematoso-sistemico.html' title='Tipos de Lúpus Eritematoso Sistêmico'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-1752250982550727828</id><published>2011-05-09T16:02:00.001-07:00</published><updated>2011-05-09T16:02:03.526-07:00</updated><title type='text'>Pessoas com artrite reumatoide correm mais risco de derrame</title><content type='html'>&lt;br&gt;Portadores de lúpus e de artrite reumatoide têm risco 60% maior de  desenvolver um tipo de arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial - uma  das principais causas de acidente vascular cerebral (AVC). É o que  conclui uma pesquisa da Universidade do Arkansas (EUA), apresentada na  sexta-feira no Heart Rhythm 2011, o maior congresso sobre arritmias  cardíacas do mundo, que terminou aconteceu na cidade de São Francisco,  na Califórnia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os pesquisadores ressaltaram que, com o aumento na incidência de  fibrilação atrial, o tipo mais comum de arritmia, torna-se fundamental  descobrir as causas do problema. O cardiologista Abhishek Deshmukh, um  dos autores do estudo, diz que &amp;quot;estamos no meio de uma epidemia de  fibrilação atrial&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Como as pessoas estão vivendo mais e o risco aumenta com a idade,  acredita-se que o número de idosos com fibrilação atrial possa  quadruplicar nos próximos anos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O presidente da Sobrac (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas),  Guilherme Fenelon, explica que o coração dos portadores de fibrilação  atrial não contrai de forma adequada, o que favorece a formação de  coágulos. Ao se desprenderem do coração, esses coágulos podem entupir  artérias em diversas partes do corpo. Estima-se que cerca de 15% dos  AVCs ocorram por esse motivo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Entre os sintomas mais comuns da fibrilação atrial estão palpitação, fadiga, falta de ar, desmaios, tonteira e dor no peito. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-1752250982550727828?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/1752250982550727828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/pessoas-com-artrite-reumatoide-correm.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/1752250982550727828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/1752250982550727828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/pessoas-com-artrite-reumatoide-correm.html' title='Pessoas com artrite reumatoide correm mais risco de derrame'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-3036400015917913762</id><published>2011-05-06T10:33:00.001-07:00</published><updated>2011-05-06T10:33:58.268-07:00</updated><title type='text'>Sindrome do desfiladerio torácico</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;A síndrome do desfiladeiro torácico resulta de uma constelação de sintomas, resultante da compressão do feixe neurovascular dos membros superiores quando este atravessa o canal cervicoaxilar, compreendendo três espaços potenciais. Estes são o espaço triangular entre os músculos escalenos, o espaço costoclavicular e o espaço peitoral menor sob o músculo peitoral menor. As manifestações clínicas dependem de qual componente é comprimido, se neural ou vascular ou ambos. Sintomas neurológicos predominam em muitos pacientes. Dor, parestesia e frialdade são os principais sintomas, com irradiação do pescoço e ombro para o braço e mão, especialmente envolvendo o quarto e quinto quirodáctilos. Fraqueza e atrofia dos músculos intrínsecos da mão são tardios. Os sintomas vasculares consistem de descoloração, mudança de temperatura, congestão de toda a mão, dor aos movimentos e fenômeno de Raynaud. Pode haver uma síndrome do túnel do carpo concomitante. As anomalias anatômicas associadas à esta condição incluem costelas cervicais com ou sem feixes cervicais, anomalias do primeiro arco costal, alongamento de um processo transverso cervical, hipertrofia do músculo escaleno anterior e auneurismas pós-necróticos da artéria subclávia. Muitas vezes, a causa é uma alteração funcional na abertura torácica por envelhecimento sem defeitos anatômicos significativos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O diagnóstico desta síndrome necessita de um exame neurológico cuidadoso e avaliação do comprometimento arterial e venoso. É importante investigar a existências de atividades ocupacionais e de outros problemas agravantes. Pintores, soldadores, carteiros e mecânicos de automóveis que, freqüentemente, trabalham com seus braços acima do nível da cabeça podem adquirir a síndrome durante a hiperabdução. Posição de hiperabdução dos braços ao dormir e ombros caídos para diante, por vida sedentária, podem também provocar sintomas. Os testes físicos para determinar a existência de compressão do feixe neurovascular incluem o teste de Adson, o teste de Roos e o teste de hiperabdução. O teste de Adson consiste em abduzir o braço do paciente a 30° e estender, solicitar que o paciente vire a cabeça em direção ao lado que está sendo examinado e inspirar profundamente. O examinador palpa o pulso radial e o teste é positivo quando o pulso se torna fraco ou desaparece. No teste de Roos, o paciente deve abduzir o ombro afetado à 90°, enquanto flexiona o cotovelo também à 90°. O paciente deve então abrir e fechar a mão por 15 vezes. A ocorrência de insensibilidade, cãibra ou fraqueza ou a incapacidade de completar o número solicitado de repetições sugerem a presença de síndrome do desfiladeiro torácico. O teste da hiperabdução reproduz os sintomas desta síndrome quando o paciente faz uma circundação lateral dos braços e bate palmas sobre a cabeça. Isto resulta em compressão do feixe neurovascular sob a inserção do tendão do músculo peitoral menor no processo coracóide.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tratamento da síndrome do desfiladeiro torácico geralmente é conservador. Orientação postural deve ser sempre enfatizada, além do fortalecimento dos músculos escalenos e peitoral juntamente com mobilização da escápula e fortalecimento de toda a musculatura do ombro. Nos casos severos, a primeira costela e o músculo escaleno podem ser ressecados.&lt;div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?fase=r003&amp;amp;id_materia=2335"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-3036400015917913762?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/3036400015917913762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/sindrome-do-desfiladerio-toracico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3036400015917913762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/3036400015917913762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/sindrome-do-desfiladerio-toracico.html' title='Sindrome do desfiladerio torácico'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-5692573911139886297</id><published>2011-05-02T18:01:00.001-07:00</published><updated>2011-05-02T18:01:18.771-07:00</updated><title type='text'>Degeneração progressiva causada pela artrose pode atingir a coluna</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Além de causar sensação de atrito,  dor e limitação de movimentos, a artrose é caracterizada pela  degeneração progressiva da cartilagem e pode atingir todas as  articulações, com destaque para quadril, joelhos, pés e coluna -  articulações de carga, devido ao esforço a que são submetidas. Segundo  especialistas, as pessoas que sofrem da condição devem ficar atentas às  dores nas costas, pois a artrose na coluna pode ser incapacitante se não  for tratada adequadamente. &lt;p align="justify"&gt;"Quando a coluna é atingida, o importante é iniciar  um bom tratamento para que o caso não se torne mais grave e  incapacitante, levando o paciente a tratamentos mais agressivos", afirma  o fisioterapeuta Helder Montenegro, do Instituto de Tratamento da  Coluna Vertebral.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;As mulheres, especialmente após a menopausa, e homens  na meia idade são os mais suscetíveis à condição - e devem estar mais  atentos -, embora a artrose possa surgir em qualquer fase da vida. "Além  do fator genético, a doença pode surgir devido a um trauma ou processo  inflamatório crônico", explica o especialista.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como 85% da população vai viver ao menos um episódio  de dor nas costas ao longo da vida, segundo estimativas da Organização  Mundial da Saúde, o fisioterapeuta destaca que as pessoas precisam rever  alguns hábitos e buscar fortalecer os músculos posturais, responsáveis  por dar sustentação à coluna, visando a prevenção de processos  inflamatórios característicos da artrose. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O primeiro passo para colocar a coluna em ordem,  segundo o especialista, é fazer uma boa avaliação, identificando as  causas da dor. São feitos testes ortopédicos e fisioterapêuticos  específicos, de mobilidade, de força, de alongamento muscular e do  sistema nervoso para saber qual é a situação clínica do paciente. Com o  quadro definido, o tratamento é iniciado, incluindo o uso a  fisioterapia, exercícios de musculação e caminhada.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Fonte: &lt;strong&gt;Flöter&amp;amp;Schauff Assessoria de Comunicação&lt;/strong&gt;. Press release. 23 de março de 2010&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-5692573911139886297?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/5692573911139886297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/degeneracao-progressiva-causada-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5692573911139886297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/5692573911139886297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/degeneracao-progressiva-causada-pela.html' title='Degeneração progressiva causada pela artrose pode atingir a coluna'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-4663763760382302948</id><published>2011-05-02T17:59:00.001-07:00</published><updated>2011-05-02T17:59:59.939-07:00</updated><title type='text'>Artrite x Acupuntura</title><content type='html'>&lt;p align="JUSTIFY"&gt;A artrite, um tipo de doença reumática, afeta milhões de pessoas em todo o mundo, e é considerada uma das principais desordens de saúde da terceira idade, podendo mesmo incapacitar uma pessoa. Trata-se de um processo de inflamação das articulações que atinge com freqüência a terceira idade.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Existem mais de 100 tipos diferentes de artrite, todos relacionados com algum distúrbio ou inflamação, podendo atingir uma ou várias articulações. Freqüentemente, ocorre depois de um traumatismo.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Dois dos tipos mais comuns são a osteoartrite e a artrite reumática.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Uma terceira forma, também comum, é a gota, causada por depósitos de cristais de um catabolismo do organismo, o ácido úrico, nas articulações do doente.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A artrite reumatóide, a mais comum entre os pacientes da terceira idade, é acompanhada, normalmente, de muita dor. Como na velhice há uma diminuição da sensibilidade à dor, qualquer tipo de dor deve ser sempre valorizada.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="Sintomas"&gt;Sintomas&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Entre os sintomas da osteoartrite, podemos citar, principalmente, a inchação, dor, rigidez articular e, às vezes, a deformação das articulações, pele vermelha e brilhante sobre as articulações e limitação dos movimentos.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Por vezes, ocorre dormência nas mãos, perda de peso ou de apetite, febre ou uma sensação de mal-estar. Os quadris, os joelhos, a coluna vertebral e as mãos são as partes mais afetadas.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;As cartilagens que revestem as extremidades ósseas que formam as articulações degeneram-se, tornando-se rugosas e estratificadas, fazendo com que os ossos rocem entre si e se desgastem quando as articulações se dobram. Os músculos e os ligamentos também ficam enfraquecidos.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Durante uma crise, os tecidos moles, os tendões e os ligamentos das articulações ficam inflamados. Geralmente, os pés e os dedos das mãos são os primeiros a ser afetados; depois, são os punhos, os joelhos, os ombros, os tornozelos e os cotovelos.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="Causas"&gt;Causas&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A maioria das causas da artrite é desconhecida, mas vários fatores, tais como hereditariedade, lesão e esforço nas articulações, podem favorecer o aparecimento dos sintomas. Sabe-se que as mulheres correm maior risco que os homens.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A artrite reumática também afeta mais as mulheres que os homens. Muitos terapeutas acreditam que certas formas podem estar associadas a um enfraquecimento do sistema imunológico, possivelmente desencadeado por uma alergia ou por infecções provocadas por vírus.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;De acordo com especialistas em Homeopatia, Medicina Chinesa e Acupuntura, dores nas articulações geralmente representam a energia dos rins, e mesmo que o paciente apresente exames que sugerem atividade inflamatória, como é o caso da artrite e do reumatismo, no tratamento é necessário fortalecer este órgão.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="Tratamentos"&gt;Tratamentos&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Os médicos convencionais do ocidente apenas podem tratar os sintomas da artrite. Suas receitas são de medicamentos para aliviar a dor e a inchação e fisioterapia para conservar as articulações flexíveis e fortalecer os músculos fracos. Em alguns casos, mais graves, as articulações artríticas podem muitas vezes ser substituídas por artificiais.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;As substituições dos quadris são particularmente bem sucedidas. Também são receitados, em grande variedade, instrumentos auxiliares e aparelhos para ajudar as pessoas que têm artrite a manter sua independência, quando nenhum tratamento foi capaz de reverter o processo de desenvolvimento da doença.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="Tratamento pela Acupuntura"&gt;Tratamento pela Acupuntura&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;São vários os tratamentos possíveis para a artrite na medicina convencional ocidental. No entanto, destacam-se os benefícios que a acupuntura pode trazer a esses pacientes, principalmente no que diz respeito ao alívio da dor e dos outros sintomas.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;O fato de não haver efeitos secundários no tratamento com acupuntura, faz com que este método milenar seja preferido por muitos que estão cansados das medicações orais, cheios de contra-indicações e efeitos colaterais.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Há uma lista de doenças tratáveis pela Acupuntura, segundo a organização mundial de saúde publicada na revista A Saúde do Mundo, de dezembro de 1979, e a artrite está entre elas.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;A acupuntura, além de atuar sobre a dor, também melhora a rigidez da articulação, o que produz ganhos para a função articular, onde é normalmente usada com eficácia.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Normalmente, após o diagnóstico, o médico especializado tratará os canais em desequilíbrio, via de regra concentrando-se nos meridianos do abdome, vesícula biliar, fígado, baço e estômago.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Pode-se aplicar moxibustão (queima de seda ou ervas aplicadas a pele) nos meridianos do abdome, bexiga, vesícula biliar e fígado.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Cabe lembrar, no entanto, que segundo estudos publicados pela Clínica Hong, a acupuntura funciona em cerca de 70 a 80% dos humanos e animais em que é utilizada. Já o efeito placebo é observado em aproximadamente 30% dos casos.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;No entanto, alguns estudos científicos repudiam o uso da acupuntura, que é citada como &amp;quot;charlatanismo&amp;quot; em um artigo de Stephen Barret, MD. Ele cita um estudo realizado em 1990 por três epidemiologistas holandeses, que observaram 51 casos controlados de acupuntura para dor crônica e concluíram que &amp;quot;a qualidade mesmo dos melhores estudos provou ser medíocre... A eficácia da acupuntura no tratamento da dor crônica permanece incerta&amp;quot;.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;b&gt;&lt;a name="Riscos"&gt;Riscos&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Stephen alerta também para alguns riscos, que considera bastante significativos, do uso da acupuntura.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;De acordo com o especialista, a acupuntura pode causar tonturas, hematoma local (devido ao sangramento por um vaso sangüíneo perfurado, perfuração no pulmão, convulsões, infecções locais, hepatite B (por agulhas não esterelizadas), endocardite bacteriana, dermatite de contato e dano a nervos.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;&amp;quot;As ervas usadas pelos praticantes da acupuntura não são regularizadas quanto a segurança, potência ou eficácia. Também existe o risco que um acupunturista, cuja abordagem diagnóstica não seja baseada em conceitos científicos, falhe em diagnosticar um problema perigoso&amp;quot;.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Entretanto, um estudo de cinco anos envolvendo 76 acupunturistas em instalações médicas japonesas tabulou somente 64 relatos de eventos adversos (incluindo 16 agulhas esquecidas e 13 casos de queda passageira da pressão arterial) associados com 55.591 tratamentos de acupuntura. Nenhuma complicação grave foi relatada.&lt;/p&gt; &lt;p align="JUSTIFY"&gt;Diante destes dados, os pesquisadores concluíram que reações adversas graves são incomuns entre os acupunturistas que receberam treinamento médico, o que leva à recomendação de que, na hora de buscar um tratamento com base na acupuntura, deve-se ter o cuidado de escolher um profissional que também seja graduado em uma boa faculdade de medicina.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-4663763760382302948?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/4663763760382302948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/artrite-x-acupuntura.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4663763760382302948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/4663763760382302948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/05/artrite-x-acupuntura.html' title='Artrite x Acupuntura'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7735523966283812695.post-2562291510503049448</id><published>2011-04-28T12:15:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T12:17:12.237-07:00</updated><title type='text'>Atuação na Fisioterapia Reumatológica</title><content type='html'>A fisioterapia na reumatologia atua em doenças reumáticas e em articulações procurando a prevençao de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns casos tratados pela fisioterapia na reumatologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Reumatismos (pé, mão, joelho, coluna, cotovelo e etc) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Artrites (pé, mão, joelho, coluna, cotovelo e etc) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Artroses (pé, mão, joelho, coluna, cotovelo e etc) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Osteoporose &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tendinite, Bursite...(pé, mão, joelho, coluna, cotovelo e etc) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ombro Congelado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Patologias de tornozelo, pé, cotovelo, ombro e etc &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* LER (lesão por esforço repetitivo) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Gonartrose &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Fibromialgia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* E etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7735523966283812695-2562291510503049448?l=reumatologia.facafisioterapia.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/feeds/2562291510503049448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/04/atuacao-na-fisioterapia-reumatologica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2562291510503049448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7735523966283812695/posts/default/2562291510503049448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reumatologia.facafisioterapia.net/2011/04/atuacao-na-fisioterapia-reumatologica.html' title='Atuação na Fisioterapia Reumatológica'/><author><name>Faça Fisioterapia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13914192055504643704</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='19' src='http://3.bp.blogspot.com/_Gux76eHK7qc/TOEy3hKFRoI/AAAAAAAAABs/B3QZvWGt2zM/S220/fff.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
