É uma síndrome dolorosa do ombro acompanhada por alteração na mobilidade local, sendo caracterizada por uma tendinite, geralmente, do ...

Saiba mais sobre a Síndrome do Impacto do Ombro

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É uma síndrome dolorosa do ombro acompanhada por alteração na mobilidade local, sendo caracterizada por uma tendinite, geralmente, do tendão do supra-espinhoso e bursa subacromial, com lesão parcial ou total deste ou de outros tendões. Fenômeno de impacto entre a grande tuberosidade do úmero contra acrômio - o arco acromial.

Estruturas comumente afeta-das:

- Manguito rotador;

- Cabeça longa do bíceps;

- Bursa subacromial.

Mecanismo da Lesão:

- Comprometimento do espaço subacromial sob o arco coracoacromial;

- A não manutenção do espaço por debilidade dos estabilizadores; tecidos moles são comprimidos; inflamação;

- Impacto com mais freqüência em atividades acima da cabeça;

- Impacto mecânico resultante de causas estruturais e funcionais.

Causas Estruturais:

- atribuídas à existência de anormalidades congênitas ou alterações degenerativas sob o arco coracoacromial;

- Acrômio em forma anormal;

- Frouxidão capsular;

- Tendinites ou bursites - provocam perda do espaço sob o arco - irritação em estruturas não inflamadas - ciclo vicioso degenerativo;

- Desalinhamento postural;

- Falha do manguito rotador – instabilidade - translação;

- Falha nos músculos escapulares.

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Nos Estados Unidos, cerca de 10 milhões de adultos têm osteoporose e outros 34 milhões têm osteopenia (baixa densidade óssea), o que os co...

Osteoporose ataca 10 milhões de pessoas no Brasil e a maioria mulher

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Nos Estados Unidos, cerca de 10 milhões de adultos têm osteoporose e outros 34 milhões têm osteopenia (baixa densidade óssea), o que os coloca em risco de desenvolver a doença.

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De acordo com um relatório do escritório do Surgeon General's office, em 2020, metade dos americanos, acima de 50 anos, poderá estar em risco de desenvolver a doença. Por lá, 70% das pessoas com osteoporose são mulheres.

No Brasil, os dados são parecidos, com cerca de 10 milhões de pessoas com a doença, a maioria também é do sexo feminino. Por aqui, os levantamentos apontam que 20% dos brasileiros correm o risco de desenvolver osteoporose nos próximos anos.

Quando se leva em conta apenas o gênero, os homens levam uma vantagem em relação à osteoporose: contam com uma maior densidade óssea durante boa parte da vida e perdem cálcio em um ritmo mais lento do que as mulheres, já que a menopausa é mais precoce que a andropausa. No entanto, é preciso ser vigilante e saber que os homens mais idosos apresentam riscos reais para a osteoporose.

Nas mulheres, eventos associados com deficiências de estrogênio são os principais fatores de risco para a osteoporose.

Dentre estes eventos, destacam-se:

-- A menopausa: cerca de cinco anos após a menopausa, o risco de fratura aumenta dramaticamente. As fraturas no punho ou na coluna são as mais prováveis de ocorrer neste período. Sua ocorrência é um indicador que a paciente está com osteoporose, independente dos resultados da densitometria óssea. Pior, estas fraturas indicam que futuramente a paciente pode sofrer uma perigosa fratura do quadril.

-- A remoção cirúrgica dos ovários, o que levará a alterações hormonais

-- Nunca ter tido filhos

-- Anorexia nervosa: o peso corporal extremamente baixo pode afetar a produção de estrogênio.

Nos homens, baixos níveis de testosterona aumentam o risco de osteoporose. Certas condições médicas (hipogonadismo) e tratamentos (câncer de próstata com privação de andrógenos) podem causar deficiências de testosterona. Porém, isto é menos frequente de ocorrer na população em geral que a menopausa, por exemplo. Daí o fato de observamos mais osteoporose em mulheres que em homens.

Além do gênero, a idade avançada – o envelhecimento provoca uma perda natural de massa nos ossos  – e a etnia  – todos os grupos étnicos são suscetíveis a desenvolver osteoporose, no entanto, caucasianos e asiáticos apresentam um risco comparativamente maior – também são fatores de risco fixos para a doença. A história familiar pesa muito também: pessoas cujos pais apresentam um histórico de fraturas podem ser mais propensas a ter fraturas.

Fatores de risco em crianças e adolescentes

A densidade máxima óssea, alcançada um pouco depois do final do crescimento, é um fator importante para sabermos quando uma pessoa poderá desenvolver osteoporose.

Pessoas, geralmente mulheres, que desenvolvem um baixo pico de massa óssea estão com um alto risco de desenvolver osteoporose precoce.

Algumas crianças apresentam maior propensão de não alcançarem um bom pico de desenvolvimento ósseo.

Neste grupo encaixam-se:
-- Os prematuros
-- Os que têm anorexia nervosa
-- O que apresentam puberdade tardia ou ausência anormal de períodos menstruais

Embora em grande parte, a genética possa auxiliar a prever a nossa saúde óssea, exercícios e boa alimentação, durante as três primeiras décadas de vida - quando o pico de massa óssea é atingido - ainda são excelentes salvaguardas contra a osteoporose e outros inúmeros problemas de saúde.

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Reumatismo é o nome comum para as doenças que afetam o sistema músculo esquelético, entretanto não é correto chamar às mais de 100 doenç...

Video: Doenças Rerumáticas





Reumatismo é o nome comum para as doenças que afetam o sistema músculo esquelético, entretanto não é correto chamar às mais de 100 doenças reumáticas de reumatismo.

Para a maioria das pessoas quando se fala de reumatismo, a referência encontrada é de doenças típicas dos idosos. Esta idéia é muito difundida, mas equivocada. As doenças reumáticas não são exclusivas de uma determinada faixa etária podem acometer crianças, jovens, adultos e idosos.
Existem mais de 100 tipos diferentes de doenças que podem ser classificadas como reumáticas. Os tipos mais comuns de reumatismo, no Brasil, são a artrite, a artrose, a tendinite, a gota, as dores na coluna e a osteoporose. No Brasil existem cerca de 15 milhões de pessoas sofrendo de algum tipo de doença reumática.

Apesar de apresentarem alguns sintomas semelhantes, como dor nas articulações, cada tipo de doença reumática tem características próprias, as doenças reumáticas provocam dor e incapacidade, mas raramente são fatais.

Artrite Reumatóide
Artrose
Espondilite Anquilosante
Fibromialgia
Gota
Lúpus - LES
Osteoporose
Artrite Psoriásica
Artrite Idiopática Juvenil
Esclerodermia
Esclerose Sistêmica Progressiva
Espondiloartropatias
Febre Reumática
Lombalgia
Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide - SAF
Síndrome de Sjögren
Vasculite

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