As causas do Lúpus não são totalmente conhecidas, mas sabe-se que fatores ambientais e genéticos estão envolvidos. Enquanto os cientistas ...

Causas e sintomas no Lupus Eritematoso Sistêmico

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As causas do Lúpus não são totalmente conhecidas, mas sabe-se que fatores ambientais e genéticos estão envolvidos. Enquanto os cientistas acreditam haver uma predisposição genética para a doença, é sabido que fatores ambientais também têm importante papel para o despertar do Lúpus. Alguns dos fatores ambientais que podem despertar a doença são: infecções, medicamentos, exposição a raios ultravioletas e o estresse. É por causa desse último fator associado à causa, o estresse, que o Lúpus pertence também ao capítulo das doenças psicossomáticas.

Em relação ao componente genético do Lúpus, podemos dizer que embora a doença seja conhecida por ocorrer dentro de famílias, não houve ainda a identificação de um gene ou genes responsáveis por ela. É em torno de 10 a 12% o número de pacientes que têm parentes próximos com a doença, e apenas 5% de filhos de pacientes desenvolverão o Lúpus.

Sintomas e Diagnóstico do Lúpus

Apesar do Lúpus poder afetar qualquer área do organismo, a maioria dos pacientes apresenta os sintomas em apenas alguns órgãos. Devido esse aspecto geral (sistêmico) do Lúpus, ele pode se assemelhar a muitas outras doenças, tornando seu diagnóstico difícil.

O diagnóstico é feito, muitas vezes, por um cuidadoso exame clínico, uma detalhada entrevista e através de exames de laboratórios. Atualmente não há um exame específico para determinar se a pessoa tem Lúpus ou não.

Para o Lúpus Discóide o diagnosticado pode ser facilitado por biópsia do tecido atingido pela inflamação. Nesse caso, a biópsia vai mostrar anormalidades que não são encontradas na pele normal. Geralmente esse tipo de Lúpus não atinge órgãos internos do corpo. Nesse caso, o teste ANA, um teste sangüíneo usado para detectar Lúpus Sistêmico, pode dar negativo.

O suspeito de Lúpus deve apresentar pelo menos quatro dos sintomas abaixo, mesmo que esses sintomas possam não ocorrem todos necessariamente ao mesmo tempo.
Critérios Usados Para Diagnosticar Lúpus

Erupções cutâneas
Erupções no malar (maçãs do rosto)
Erupção discóide (em forma de disco)
Manchas vermelhas protuberantes
Fotossensibilidade
Reação à luz do sol com erupções cutâneas
Ulcerações Orais
Feridas no nariz e na boca, normalmente sem nenhuma dor
Artrite
Artrite não erosiva, envolvendo duas ou mais juntas periféricas (artrite que não destrói os ossos próximos às juntas)
Seroenterite
Pleurite ou pericardite

Muitas vezes os rins são comprometidos no Lúpus, havendo excesso de proteína na urina e/ou aumento de células, elementos anormais derivados de hemácias e/ou leucócitos e/ou de células de tubos renais.

Com certa freqüência podem surgir sintomas neuro-psiquiátricos, tais como convulsões e psicose. No sangue o Lúpus pode provocar anemia hemolítica, diminuição de leucócitos abaixo de 4000 células por milímetro cúbico (leucopenia).

O primeiro teste de laboratório idealizado para detectar o Lúpus foi o teste celular LE (lupus erythematosus). Quando o teste é repetido várias vezes, costuma ser positivo em 90% das pessoas portadora de Lúpus Sistêmico. Entretanto, nem todas as pessoas com o teste celular LE positivo estão com Lúpus. Esse teste pode dar positivo em até 20% das pessoas com artrite reumática, em outras condições reumáticas, em pacientes com problemas no fígado e em pessoas usam drogas como procainamide, hydralazine e outras.

Outro teste, o chamado Teste de Fator Anti Nuclear (ANA ou FANA) é mais específico para o Lúpus do que o teste celular LE. Este teste dá positivo em virtualmente todas as pessoas com Lúpus Sistêmico e é o melhor exame disponível atualmente. É tão eficaz para Lúpus que se o resultado for negativo, provavelmente o paciente não tem a doença.

Devido à essas dificuldades clínicas e laboratoriais, pode levar um bom tempo até que uma pessoa seja definitivamente diagnosticada com Lúpus. Durante esse período, o paciente pode se sentir frustrado pela aparente incapacidade dos médicos em confirmar um diagnóstico. Antes que o diagnóstico seja confirmado, algumas queixas principais do paciente serão de ordem emocional.

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O lúpus eritematoso sistêmico (LES ou lúpus) é uma doença autoimune do tecido conjuntivo, de causa desconhecida que pode afetar qualquer par...

Tipos de Lúpus Eritematoso Sistêmico

O lúpus eritematoso sistêmico (LES ou lúpus) é uma doença autoimune do tecido conjuntivo, de causa desconhecida que pode afetar qualquer parte do corpo. Assim como ocorre em outras doenças autoimunes, o sistema imune ataca as próprias células e tecidos do corpo, resultando em inflamação e dano tecidual. Uma a cada duas mil pessoas possui esse problema, sendo mais comum em mulheres negras e latinas (atingindo 1 a cada 245)

Tipos de Lúpus

Existem 3 tipos de Lúpus: o Lúpus Discóide, o Lúpus Sistêmico, e o Lúpus Induzido por Drogas.
O Lúpus Discóide é sempre limitado à pele. É identificado por inflamações cutâneas que aparecem na face, nuca e couro cabeludo. Aproximadamente 10% das pessoas Lúpus Discóide pode evoluir para o Lúpus Sistêmico, o qual pode afetar quase todos os órgãos ou sistemas do corpo.

O Lúpus Sistêmico costuma ser mais grave que o Lúpus Discóide e, como o nome diz (sistêmico=geral), pode afetar quase todos os órgãos e sistemas. Em algumas pessoas predominam lesões apenas na pele e nas juntas, em outras podem predominar as juntas, rins, pulmões, sangue, em outras ainda, outros órgãos e tecidos podem ser afetados. Enfim, cada caso de Lúpus é diferente do outro.

O Lúpus Induzido por Drogas, também como o nome diz, ocorre como conseqüência do uso de certas drogas ou medicamentos. Os sintomas são muito parecidos com o Lúpus Sistêmico.
Algumas drogas já foram detectadas como facilitadoras do desenvolvimento de Lúpus. É o caso, por exemplo, da hidralazina, medicamento para tratamento da hipertensão, ou da procainamida, usada para tratamento de algumas arritmias cardíacas.

Entretanto, quando ocorre a doença auto-imune devido ao uso dessas substâncias, isso depende mais da pessoa que da própria substância, ou seja, não são todas as pessoas que tomam esses produtos que desenvolverão o Lúpus, mas apenas uma pequena porcentagem delas. Isso significa que a imunidade dessas pessoas vulneráveis à doença auto-imune é que é o problema, propriamente dito.

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Portadores de lúpus e de artrite reumatoide têm risco 60% maior de desenvolver um tipo de arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial - uma...

Pessoas com artrite reumatoide correm mais risco de derrame


Portadores de lúpus e de artrite reumatoide têm risco 60% maior de desenvolver um tipo de arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial - uma das principais causas de acidente vascular cerebral (AVC). É o que conclui uma pesquisa da Universidade do Arkansas (EUA), apresentada na sexta-feira no Heart Rhythm 2011, o maior congresso sobre arritmias cardíacas do mundo, que terminou aconteceu na cidade de São Francisco, na Califórnia.

Os pesquisadores ressaltaram que, com o aumento na incidência de fibrilação atrial, o tipo mais comum de arritmia, torna-se fundamental descobrir as causas do problema. O cardiologista Abhishek Deshmukh, um dos autores do estudo, diz que "estamos no meio de uma epidemia de fibrilação atrial".

Como as pessoas estão vivendo mais e o risco aumenta com a idade, acredita-se que o número de idosos com fibrilação atrial possa quadruplicar nos próximos anos.

O presidente da Sobrac (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas), Guilherme Fenelon, explica que o coração dos portadores de fibrilação atrial não contrai de forma adequada, o que favorece a formação de coágulos. Ao se desprenderem do coração, esses coágulos podem entupir artérias em diversas partes do corpo. Estima-se que cerca de 15% dos AVCs ocorram por esse motivo.

Entre os sintomas mais comuns da fibrilação atrial estão palpitação, fadiga, falta de ar, desmaios, tonteira e dor no peito.

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A síndrome do desfiladeiro torácico resulta de uma constelação de sintomas, resultante da compressão do feixe neurovascular dos membros supe...

Sindrome do desfiladerio torácico


A síndrome do desfiladeiro torácico resulta de uma constelação de sintomas, resultante da compressão do feixe neurovascular dos membros superiores quando este atravessa o canal cervicoaxilar, compreendendo três espaços potenciais. Estes são o espaço triangular entre os músculos escalenos, o espaço costoclavicular e o espaço peitoral menor sob o músculo peitoral menor. As manifestações clínicas dependem de qual componente é comprimido, se neural ou vascular ou ambos. Sintomas neurológicos predominam em muitos pacientes. Dor, parestesia e frialdade são os principais sintomas, com irradiação do pescoço e ombro para o braço e mão, especialmente envolvendo o quarto e quinto quirodáctilos. Fraqueza e atrofia dos músculos intrínsecos da mão são tardios. Os sintomas vasculares consistem de descoloração, mudança de temperatura, congestão de toda a mão, dor aos movimentos e fenômeno de Raynaud. Pode haver uma síndrome do túnel do carpo concomitante. As anomalias anatômicas associadas à esta condição incluem costelas cervicais com ou sem feixes cervicais, anomalias do primeiro arco costal, alongamento de um processo transverso cervical, hipertrofia do músculo escaleno anterior e auneurismas pós-necróticos da artéria subclávia. Muitas vezes, a causa é uma alteração funcional na abertura torácica por envelhecimento sem defeitos anatômicos significativos.

O diagnóstico desta síndrome necessita de um exame neurológico cuidadoso e avaliação do comprometimento arterial e venoso. É importante investigar a existências de atividades ocupacionais e de outros problemas agravantes. Pintores, soldadores, carteiros e mecânicos de automóveis que, freqüentemente, trabalham com seus braços acima do nível da cabeça podem adquirir a síndrome durante a hiperabdução. Posição de hiperabdução dos braços ao dormir e ombros caídos para diante, por vida sedentária, podem também provocar sintomas. Os testes físicos para determinar a existência de compressão do feixe neurovascular incluem o teste de Adson, o teste de Roos e o teste de hiperabdução. O teste de Adson consiste em abduzir o braço do paciente a 30° e estender, solicitar que o paciente vire a cabeça em direção ao lado que está sendo examinado e inspirar profundamente. O examinador palpa o pulso radial e o teste é positivo quando o pulso se torna fraco ou desaparece. No teste de Roos, o paciente deve abduzir o ombro afetado à 90°, enquanto flexiona o cotovelo também à 90°. O paciente deve então abrir e fechar a mão por 15 vezes. A ocorrência de insensibilidade, cãibra ou fraqueza ou a incapacidade de completar o número solicitado de repetições sugerem a presença de síndrome do desfiladeiro torácico. O teste da hiperabdução reproduz os sintomas desta síndrome quando o paciente faz uma circundação lateral dos braços e bate palmas sobre a cabeça. Isto resulta em compressão do feixe neurovascular sob a inserção do tendão do músculo peitoral menor no processo coracóide.

O tratamento da síndrome do desfiladeiro torácico geralmente é conservador. Orientação postural deve ser sempre enfatizada, além do fortalecimento dos músculos escalenos e peitoral juntamente com mobilização da escápula e fortalecimento de toda a musculatura do ombro. Nos casos severos, a primeira costela e o músculo escaleno podem ser ressecados.


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Além de causar sensação de atrito, dor e limitação de movimentos, a artrose é caracterizada pela degeneração progressiva da cartilagem e ...

Degeneração progressiva causada pela artrose pode atingir a coluna


Além de causar sensação de atrito, dor e limitação de movimentos, a artrose é caracterizada pela degeneração progressiva da cartilagem e pode atingir todas as articulações, com destaque para quadril, joelhos, pés e coluna - articulações de carga, devido ao esforço a que são submetidas. Segundo especialistas, as pessoas que sofrem da condição devem ficar atentas às dores nas costas, pois a artrose na coluna pode ser incapacitante se não for tratada adequadamente.

"Quando a coluna é atingida, o importante é iniciar um bom tratamento para que o caso não se torne mais grave e incapacitante, levando o paciente a tratamentos mais agressivos", afirma o fisioterapeuta Helder Montenegro, do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.

As mulheres, especialmente após a menopausa, e homens na meia idade são os mais suscetíveis à condição - e devem estar mais atentos -, embora a artrose possa surgir em qualquer fase da vida. "Além do fator genético, a doença pode surgir devido a um trauma ou processo inflamatório crônico", explica o especialista.

Como 85% da população vai viver ao menos um episódio de dor nas costas ao longo da vida, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, o fisioterapeuta destaca que as pessoas precisam rever alguns hábitos e buscar fortalecer os músculos posturais, responsáveis por dar sustentação à coluna, visando a prevenção de processos inflamatórios característicos da artrose.

O primeiro passo para colocar a coluna em ordem, segundo o especialista, é fazer uma boa avaliação, identificando as causas da dor. São feitos testes ortopédicos e fisioterapêuticos específicos, de mobilidade, de força, de alongamento muscular e do sistema nervoso para saber qual é a situação clínica do paciente. Com o quadro definido, o tratamento é iniciado, incluindo o uso a fisioterapia, exercícios de musculação e caminhada.

Fonte: Flöter&Schauff Assessoria de Comunicação. Press release. 23 de março de 2010


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A artrite, um tipo de doença reumática, afeta milhões de pessoas em todo o mundo, e é considerada uma das principais desordens de saúde da t...

Artrite x Acupuntura

A artrite, um tipo de doença reumática, afeta milhões de pessoas em todo o mundo, e é considerada uma das principais desordens de saúde da terceira idade, podendo mesmo incapacitar uma pessoa. Trata-se de um processo de inflamação das articulações que atinge com freqüência a terceira idade.

Existem mais de 100 tipos diferentes de artrite, todos relacionados com algum distúrbio ou inflamação, podendo atingir uma ou várias articulações. Freqüentemente, ocorre depois de um traumatismo.

Dois dos tipos mais comuns são a osteoartrite e a artrite reumática.

Uma terceira forma, também comum, é a gota, causada por depósitos de cristais de um catabolismo do organismo, o ácido úrico, nas articulações do doente.

A artrite reumatóide, a mais comum entre os pacientes da terceira idade, é acompanhada, normalmente, de muita dor. Como na velhice há uma diminuição da sensibilidade à dor, qualquer tipo de dor deve ser sempre valorizada.

Sintomas

Entre os sintomas da osteoartrite, podemos citar, principalmente, a inchação, dor, rigidez articular e, às vezes, a deformação das articulações, pele vermelha e brilhante sobre as articulações e limitação dos movimentos.

Por vezes, ocorre dormência nas mãos, perda de peso ou de apetite, febre ou uma sensação de mal-estar. Os quadris, os joelhos, a coluna vertebral e as mãos são as partes mais afetadas.

As cartilagens que revestem as extremidades ósseas que formam as articulações degeneram-se, tornando-se rugosas e estratificadas, fazendo com que os ossos rocem entre si e se desgastem quando as articulações se dobram. Os músculos e os ligamentos também ficam enfraquecidos.

Durante uma crise, os tecidos moles, os tendões e os ligamentos das articulações ficam inflamados. Geralmente, os pés e os dedos das mãos são os primeiros a ser afetados; depois, são os punhos, os joelhos, os ombros, os tornozelos e os cotovelos.

Causas

A maioria das causas da artrite é desconhecida, mas vários fatores, tais como hereditariedade, lesão e esforço nas articulações, podem favorecer o aparecimento dos sintomas. Sabe-se que as mulheres correm maior risco que os homens.

A artrite reumática também afeta mais as mulheres que os homens. Muitos terapeutas acreditam que certas formas podem estar associadas a um enfraquecimento do sistema imunológico, possivelmente desencadeado por uma alergia ou por infecções provocadas por vírus.

De acordo com especialistas em Homeopatia, Medicina Chinesa e Acupuntura, dores nas articulações geralmente representam a energia dos rins, e mesmo que o paciente apresente exames que sugerem atividade inflamatória, como é o caso da artrite e do reumatismo, no tratamento é necessário fortalecer este órgão.

Tratamentos

Os médicos convencionais do ocidente apenas podem tratar os sintomas da artrite. Suas receitas são de medicamentos para aliviar a dor e a inchação e fisioterapia para conservar as articulações flexíveis e fortalecer os músculos fracos. Em alguns casos, mais graves, as articulações artríticas podem muitas vezes ser substituídas por artificiais.

As substituições dos quadris são particularmente bem sucedidas. Também são receitados, em grande variedade, instrumentos auxiliares e aparelhos para ajudar as pessoas que têm artrite a manter sua independência, quando nenhum tratamento foi capaz de reverter o processo de desenvolvimento da doença.

Tratamento pela Acupuntura

São vários os tratamentos possíveis para a artrite na medicina convencional ocidental. No entanto, destacam-se os benefícios que a acupuntura pode trazer a esses pacientes, principalmente no que diz respeito ao alívio da dor e dos outros sintomas.

O fato de não haver efeitos secundários no tratamento com acupuntura, faz com que este método milenar seja preferido por muitos que estão cansados das medicações orais, cheios de contra-indicações e efeitos colaterais.

Há uma lista de doenças tratáveis pela Acupuntura, segundo a organização mundial de saúde publicada na revista A Saúde do Mundo, de dezembro de 1979, e a artrite está entre elas.

A acupuntura, além de atuar sobre a dor, também melhora a rigidez da articulação, o que produz ganhos para a função articular, onde é normalmente usada com eficácia.

Normalmente, após o diagnóstico, o médico especializado tratará os canais em desequilíbrio, via de regra concentrando-se nos meridianos do abdome, vesícula biliar, fígado, baço e estômago.

Pode-se aplicar moxibustão (queima de seda ou ervas aplicadas a pele) nos meridianos do abdome, bexiga, vesícula biliar e fígado.

Cabe lembrar, no entanto, que segundo estudos publicados pela Clínica Hong, a acupuntura funciona em cerca de 70 a 80% dos humanos e animais em que é utilizada. Já o efeito placebo é observado em aproximadamente 30% dos casos.

No entanto, alguns estudos científicos repudiam o uso da acupuntura, que é citada como "charlatanismo" em um artigo de Stephen Barret, MD. Ele cita um estudo realizado em 1990 por três epidemiologistas holandeses, que observaram 51 casos controlados de acupuntura para dor crônica e concluíram que "a qualidade mesmo dos melhores estudos provou ser medíocre... A eficácia da acupuntura no tratamento da dor crônica permanece incerta".

Riscos

Stephen alerta também para alguns riscos, que considera bastante significativos, do uso da acupuntura.

De acordo com o especialista, a acupuntura pode causar tonturas, hematoma local (devido ao sangramento por um vaso sangüíneo perfurado, perfuração no pulmão, convulsões, infecções locais, hepatite B (por agulhas não esterelizadas), endocardite bacteriana, dermatite de contato e dano a nervos.

"As ervas usadas pelos praticantes da acupuntura não são regularizadas quanto a segurança, potência ou eficácia. Também existe o risco que um acupunturista, cuja abordagem diagnóstica não seja baseada em conceitos científicos, falhe em diagnosticar um problema perigoso".

Entretanto, um estudo de cinco anos envolvendo 76 acupunturistas em instalações médicas japonesas tabulou somente 64 relatos de eventos adversos (incluindo 16 agulhas esquecidas e 13 casos de queda passageira da pressão arterial) associados com 55.591 tratamentos de acupuntura. Nenhuma complicação grave foi relatada.

Diante destes dados, os pesquisadores concluíram que reações adversas graves são incomuns entre os acupunturistas que receberam treinamento médico, o que leva à recomendação de que, na hora de buscar um tratamento com base na acupuntura, deve-se ter o cuidado de escolher um profissional que também seja graduado em uma boa faculdade de medicina.

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