A osteoporose é uma doença que leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis aos pequenos traumas. É uma doença assintomática,...

Atuação da Fisioterapia no Tratamento da Osteoporose


A osteoporose é uma doença que leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis aos pequenos traumas. É uma doença assintomática, ou seja, sem sintomas, lenta e progressiva.

Alguns fatores estão associados a um maior risco para essa doença. Entre eles, ser mulher, envelhecer, ter um corpo pequeno, seu branco ou asiático e ter histórico familiar da doença.

A osteoporose pode ser diagnosticada precocemente, através da densitometria óssea, um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão.

A fisioterapia tem uma importância fundamental no tratamento da osteoporose, nos quais se destacam: o alívio da dor, melhora da mobilidade, auxílio para enfrentar problemas psicossociais da doença, prevenção de perda óssea, benefício cardíaco, respiratório, muscular e ósseo, visando sempre a prevenção de quedas e consequentemente o risco de fraturas.
O programa feito pelo fisioterapeuta é destinado a aumentar a flexibilidade, o equilíbrio e o fortalecimento atuando assim na prevenção das quedas.

O fisioterapeuta vai orientar o paciente e a família a respeito de riscos ambulatoriais e domiciliares, tais como escadas sem corrimão e sapatos altos.O idoso vai precisar realizar uma dieta rica em cálcio como leite e seus derivados, vitamina D, verdura como brócolis e repolho. Exposição ao sol da manhã regularmente de preferência realizando caminhadas e exercícios que requeiram força muscular.

O acompanhamento do fisioterapeuta é de suma importância para minimizar os efeitos degenerativos, melhorando assim o estilo de de vida da pessoa idosa.

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A artrite reumatóide juvenil ou artrite crônica juvenil é uma doença auto-imune, produzida pelo sistema imunológico da criança. As células...

5 perguntas e respostas sobre a Artrite Reumatóide Juvenil



A artrite reumatóide juvenil ou artrite crônica juvenil é uma doença auto-imune, produzida pelo sistema imunológico da criança. As células de defesa, que normalmente são formadas para defender o organismo das infecções ou das agressões externas, passam a agredi-lo. A criança apresenta artrite em uma ou mais articulações. É uma doença inflamatória crônica que não é fatal mas caso não seja tratada precocemente, pode acarretar prejuízos permanentes que podem variar desde uma discreta dificuldade para se abaixar até a impossibilidade de fazer a sua higiene pessoal e tornar-se totalmente dependente da família.

Como os órgãos são afetados?

A doença pode afetar as articulações, pele, fígado, baço, olhos, pericárdio e pleura.

As articulações podem apresentar inchaço, calor, vermelhidão, dor e a criança ter dificuldade para fazer os movimentos. Essas alterações ocorrem em apenas uma ou em várias articulações. Inicialmente, a artrite pode atingir poucas articulações e na sua evolução, outras podem ser comprometidas.

Em algumas crianças, a doença inicia com febre, erupção na pele, aumento dos gânglios, aumento do fígado e do baço, inflamação do pericárdio que envolve o coração e da pleura que envolve o pulmão; a artrite aparece somente após as primeiras semanas. Nestes casos, é comum as crianças apresentarem dificuldade para levantar da cama ou iniciar a andar após ficarem sentadas por muito tempo, como nas salas de aula.

[sobe]

Quais são as causas da doença?

As causas da artrite reumatóide juvenil são desconhecidas. Sabe-se apenas que infecções, traumas físicos e estresse emocional podem desencadeá-la. Por outro lado, existe a predisposição familiar. Não é qualquer criança que irá apresentar a artrite reumatóide juvenil, mas apenas aquelas que tem a tendência para apresentá-la, ou o que chamamos de susceptibilidade genética.

[sobe]

Quais são os sintomas da doença?

Principalmente o inchaço articular associado ou não a dor, calor local, dificuldade de movimentação e, raramente, vermelhidão. Isso poderá ocorrer em uma ou em várias articulações, juntas ou sucessivamente.

A doença pode se apresentar de três maneiras diferentes: algumas crianças têm comprometimento de uma a quatro articulações (são chamadas de pauciarticular), outras apresentam comprometimento de 5 ou mais articulações (são chamadas de poliarticular) e uma pequena parcela apresenta as manifestações sistêmicas como febre, mancha na pele, aumento dos gânglios, do fígado e do baço e a artrite aparecer somente semanas ou meses após o começo desse quadro (são chamadas de sistêmicas).

A febre que algumas destas crianças apresentam é bastante característica. Costuma ser alta, em torno de 39 a 40° C, geralmente aparece só uma vez ao dia, no final da tarde, e costuma desaparecer com o uso de antitérmicos, para retornar no dia seguinte. Durante o pico febril, a criança fica bastante caída, porém com a diminuição da temperatura ela volta a ser ativa como antes. Outro dado que deve chamar a atenção para esta doença é que a erupção cutânea aparece ou fica mais intensa durante o pico de febre.

Alguns pacientes, especialmente meninas, que apresentam o comprometimento de poucas articulações (pauciarticular) podem ter comprometimento ocular (inflamação) chamado de iridociclite crônica, que, geralmente, não dá sintomas e deverá ser detectada pelo oftalmologista através de um exame denominado de biomicroscopia. Se não for diagnosticada e tratada precocemente, esta inflamação poderá evoluir com complicações, inclusive prejuízo ou perda da visão.

[sobe]

Quais são as conseqüências da doença?

A artrite reumatóide juvenil não é uma doença fatal, a mortalidade é baixa. Entretanto, pode acarretar prejuízos permanentes muito importantes para a criança. Se o paciente não for tratado adequadamente e precocemente, pode evoluir com limitações e incapacitações para toda a vida, cuja extensão dependerá do tipo e intensidade do comprometimento articular. As limitações podem variar desde uma discreta dificuldade para se abaixar até a impossibilidade de fazer a sua higiene pessoal e tornar-se totalmente dependente da família.

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Apesar de ter uma incidência bem maior nas mulheres (cerca de três vezes maior que nos homens), a osteoporose também atinge o sexo forte...

Osteoporose é doença que também pode atingir homens



Apesar de ter uma incidência bem maior nas mulheres (cerca de três vezes maior que nos homens), a osteoporose também atinge o sexo forte. Os índices da doença mostram que tem aumentado o número de homens com a osteoporose. Isso se dá tanto por conta do histórico familiar e pela andropausa, como por hábitos inadequados, como o sedentarismo, pouca ingestão de alimentos ricos em cálcio, falta da prática de exercícios físicos e outras doenças associadas.

A Pesquisa Firme e Forte Osteoporose 2012 mostrou que apenas 37% da população geral têm a percepção de que a osteoporose é uma doença que afeta os homens e as mulheres da mesma forma, sendo que a maioria dos brasileiros – mais de 50% – acredita que a doença atinge apenas mulheres com mais de 60 anos de idade.

A grande diferença para os homens é que, ao contrário do estrogênio, que diminui bruscamente, a testosterona, hormônio que também protege contra o desgaste ósseo, é reduzida gradativamente com a idade. Entretanto, de acordo com o reumatologista Nilton Salles “a falta de hormônio sexual para o homem – o hipogonadismo – além de afetar a qualidade do osso, prejudica sua vida sexual, interferindo na libido, na função sexual, na força muscular entre outros”.

Os homens desenvolvem a doença, geralmente, após os 65 anos de idade. “Neles, a osteoporose tem origem multifatorial como a idade, alcoolismo, tratamentos prolongados com corticosteroides, falta de testosterona, dieta pobre em cálcio, deficiência de vitamina D, entre outros fatores”, comenta o professor de reumatologia da Universidade Federal do Paraná, Sebastião Cezar Radominski. Mas, além dessas, há também motivos que desencadeiam na doença como inflamações crônicas, distúrbios renais e artrite reumatoide, que exige a ingestão de medicamentos como a cortisona

Em relação à insuficiência renal crônica ocorre um prejuízo à mineralização óssea. “Em ambos os casos a qualidade do osso é ruim”. O reumatologista Leandro Parmigiani, completa dizendo que “as doenças crônicas e distúrbios renais implicam em uso de medicações constantemente e há drogas que estão associadas à perda de massa óssea”.

O especialista conta ainda que, quando comparadas com as mulheres, as fraturas que ocorrem nos homens por conta da doença têm uma maior taxa de mortalidade. Para prevenir a osteoporose, o ideal é consultar um especialista, realizar o exame de densitometria óssea, não fumar e nem ingerir bebidas alcoólicas em excesso, além de apostar nos alimentos ricos em cálcio e praticar exercícios físicos com frequência.

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Segundo Serra, Petit e Carril (2001), a artrose ou osteoartrose refere-se ao processo degenerativo que acomete as articulações. As alteraç...

Aplicação e Efeitos da Hidrocinesioterapia na dor em Indivíduos com Osteoartrose

Segundo Serra, Petit e Carril (2001), a artrose ou osteoartrose refere-se ao processo degenerativo que acomete as articulações. As alterações começam na cartilagem articular, que sofre um processo de reamolecimento e deterioração, chegando inclusive a desaparecer em fases avançadas. O osso subcondral também sofre mudanças que se traduzem em um aumento de densidade ou esclerose e na formação ocasional de cistos ou partes ocas. Nas margens articulares aparecem prolongações ósseas do osso subcondral, de forma irregular e tamanho variável, denominada osteófitos, que constituem o sinal mais característico da artrose. O paciente com artrose padecerá sempre com dor, em maior ou menor grau; sofrerá também uma limitação funcional, que poderá ser discreta ou invalidante, ainda que, hoje em dia, graças à evolução dos tratamentos (especialmente da cirurgia), o paciente artrótico raramente se veja convertido em um inválido, ainda que tenha dificuldades para realizar as atividades da vida diária, e, finalmente é consciente de que a doença durará toda a vida (SERRA, PETIT e CARRIL, 2001). Segundo Yoshinari e Bonfá (2000), a maior parte dos estudos epidemiológicos da osteoartrose baseia-se em avaliações radiográficas. A prevalência da osteoartrose radiográfica se eleva progressivamente em todas as articulações, 52% da população adulta apresentam sinais radiográficos da osteoartrose de joelhos e, desses, 20% com quadro moderado ou severo. Aos 40 anos de 10 a 20% das mulheres mostram a osteoartrose avançada nas mãos e nos pés e, entre aos 60 e 70 anos, 75% têm osteoartrose nas articulações interfalangeanas distais. Entre os indivíduos na faixa entre 55 e 64 anos, 85% exibem algum grau de osteoartrose em uma ou mais articulações e, acima dos 85 anos, a prevalência da doença alcança cem por cento. A osteoartrose de mãos e joelhos é de 1,5 a 4 vezes mais freqüente nas mulheres; a osteoartrose de quadril é menos prevalente, com discreta predominância no homem. No Brasil, dados obtidos junto ao Instituto Nacional de Previdência Social mostraram que, em 1974, as doenças osteoarticulares foram responsáveis por 10,6% das faltas ao trabalho (ocupando o terceiro lugar das causas de incapacidade, após as doenças mentais e as cardiovasculares). A osteoartrose foi, portanto, o motivo do impedimento laborativo em 7,8% dos casos (YOSHINARI; BONFÁ, 2000). É de etiologia desconhecida, embora se acredite que haja um componente genético, ou podendo surgir através de traumatismos, micro-traumas de repetição, sobrecarga, hiperfrouxidão ligamentar e anomalias congênitas (SERRA, PETIT e CARRIL, 2001). Salter (1985), relata que o sintoma predominante é a dor que surge do osso, assim como da membrana sinovial e da cápsula fibrosa. A dor, a princípio sutil e mais tarde intensa, é intermitente. Agravada pelo movimento articular (“efeito de fricção”), se alivia com o repouso. Eventualmente, porém, o paciente pode inclusive apresentar “dor em repouso”, provavelmente relacionada com a hiperemia do osso subcondral. O paciente se torna consciente de que seus movimentos articulares já não são uniformes e que estão associados a vários tipos de crepitação articular, tais como rangidos, chiados e estalos. A articulação tende a se tornar rígida após certo período de repouso, fenômeno denominado gelitificação articular. A articulação comprometida perde cada vez mais o movimento, de forma gradual; eventualmente pode tornar-se tão rígida que a dor (associada a movimento) diminui (SALTER, 1985). No exame físico, a articulação comprometida mostra-se dolorosa à palpação e mobilização. Os sinais inflamatórios habitualmente são brandos, quase sempre não passando de um discreto edema. Em alguns casos, há derrame articular. Osteófitos podem ser identificados quando proeminentes, como um alargamento ou uma protuberância na interlinha articular de consistência rígida (YOSHINARI; BONFÁ, 2000). A musculatura correspondente à articulação pode estar hipotrofiada. A amplitude do movimento articular pode ficar reduzida. As ocorrências de evolução mais grave mostram perda completa de movimento, deterioração da função articular e até anquilose. Deformidade, falta de alinhamento e instabilidades articulares podem acontecer (YOSHINARI; BONFÁ, 2000). Borg (2000), conceitua a dor como um termo antiqüíssimo e bem estabelecido. Os dicionários fornecem definições constitucionais basicamente do mesmo tipo ou contexto na maioria das línguas. “Dor: Oposto de prazer; a sensação que o indivíduo percebe ao ferir-se (no corpo e na mente); sofrimento, angústia. Sofrimento físico; uma sensação angustiante, como a causada por uma contusão (habitualmente em determinada parte do corpo). Sofrimento mental; confusão, abatimento, tristeza”. “Uma sensação desagradável, ocorrendo em graus variáveis de intensidade, em conseqüência de uma lesão, moléstia ou distúrbio emocional”. Guyton (2002), relata que os receptores da dor na pele e nos tecidos são terminações nervosas livres ou células intimamente conectadas a elas. Elas se encontram em toda parte nas camadas superficiais da pele e, também, em certos tecidos internos, tais como: periósteo, nas paredes das artérias e nas superfícies articulares. Calliet (1999), relata que a dor pode ter origem única (articular, muscular, visceral) ou múltipla, se resulta de um único comprometimento de duas ou mais estruturas anatômicas distintas. As raízes nervosas destinadas às articulações são formadas por fibras simpáticas e sensoriais provenientes de numerosos segmentos espinhais e se distribuem amplamente nos ligamentos, na cápsula articular e na membrana sinovial, enquanto a cartilagem articular carece de terminações nervosas. As fibras sensoriais maiores formam terminações proprioceptivas muito sensíveis à posição e ao movimento. As fibras sensoriais menores formam terminações sensíveis à dor na cápsula articular, nos ligamentos e na camada adventícia dos vasos sangüíneos (CALLIET, 1999). As terminações nervosas são particularmente sensíveis à torção e à tração destas estruturas. A membrana sinovial, pelo contrário, é relativamente insensível aos estímulos dolorosos. A dor que se origina na cápsula articular ou na membrana sinovial tende a ser difusa e discretamente localizada (CALLIET, 1999). Ainda Calliet (1999), relata que a dor articular pode ser conseqüência de um processo inflamatório ou degenerativo, que pode determinar alterações circulatórias locais com isquemia, que representa a causa mais freqüente de dor neurogênica. As causas de dor articular não são ainda totalmente conhecidas. Nos últimos anos, aumentou o interesse por algumas substâncias (5 - hidroxitriptamina ou serotonina, bradicinina, prostaglandinas), que seriam capazes de modificar a sensibilidade das terminações nervosas pela qual estas últimas reagiriam a pequenos estímulos provocadores de dor (CALLIET, 1999). Segundo Santos (1996), existem diversos sistemas descendentes que desempenham um papel importante no controle da modificação das vias descendentes de dor. Nociceptores polinodais respondem a estímulos que lesam os tecidos; essa estimulação resulta em impulsos ascendentes nas fibras A-delta (finas, 2 – 4 m, mielinizadas, velocidade de condução = 12 a 30 m/s, bem localizadas) ou C (amielínicas, dor dolente, duradoura e difusa, velocidade de condução = +2m/s) para as camadas marginais do corno dorsal da medula espinhal. Fibras maiores ou mais grossas (12, 14m) são mielinizados, têm limiar de estimulação mais baixo, velocidade de condução bem mais alta; não diferenciam eventos inócuos e nocivos; agem no controle da sensação dolorosa. As vias responsáveis pela dor, a partir de um estímulo lesional captado por receptores nociceptivos – ligados a fibras nervosas periféricas de pequeno calibre, mielinizadas ou amielínicas -, conduzem o estímulo até o corno dorsal medular, onde fazem sinapses com os neurônios secundários. O estimulo ascendente se distribui através de regiões relativamente especificas da medula e do tronco cerebral, até alcançar o tálamo e as áreas somatossensórias do córtex (SANTOS, 1996). Santos (1996), explica que esses estímulos são controlados através de sistemas modulatórios endógenos durante sua projeção ao longo das vias de condução. Ao nível medular, o estímulo é inibido em sua retransmissão a partir das células da substância gelatinosa, que fecha o chamado “sistema de comportas”, após receber estímulos inócuos conduzidos através das fibras aferentes de grande calibre. Outros sistemas modulatórios promovem liberação de endorfinas (que funcionam como opióides endógenos) através de neurônios à medula ou de projeções ativadas a partir de centros superiores do sistema nervoso central. As principais vias ascendentes nociceptivas são os tratos espinotalâmicos e espinorreticulares. As vias ascendentes de dor envolvem neurônios oligissinápticos e polissinápticos. As vias oligossinápticas são condutoras rápidas, com discreta organização somatotópica, com transmissão rápida da informação nociceptiva referente ao local, à intensidade e à duração do estímulo; fornecem informações somáticas via núcleos ventrais posteriores do tálamo, até o córtex pós-central. As vias polissinápticas são condutoras lentas, sem organização somatotópicas, com má localização, dor indefinida e sensações de queimação; fornecem respostas reflexas supra-segmentares relacionadas à ventilação, à circulação e à função endócrina (SANTOS, 1996). Dentro do campo da fisioterapia, o fisioterapeuta utiliza vários recursos para aliviar a dor em indivíduos com osteoartrose, como por exemplo, a termoterapia, eletroterapia, crioterapia, hidroterapia e hidrocinesioterapia. O termo hidroterapia é derivado do grego hydor – água e therapia – cura (SKINNER; THOMSON, 1985). A hidrocinesioterapia, de acordo com Mazarini e Bellenzani (1986), é a aplicação da água para fins terapêuticos, utilizando-se das propriedades físicas como agentes da terapia. Skiner e Thomson (1985) relatam que as principais propriedades físicas da água são: densidade e gravidade específicas, pressão hidrostática, empuxo, tensão superficial, viscosidade, metacentro, turbulência, fricção e refração, todas estas propriedades influenciam no tratamento. Os efeitos terapêuticos incluem o alívio da dor, relaxamento e fortalecimento muscular. Exercícios em piscina aquecida reduzem as chances de microtraumas, pois os movimentos são lentos e há uma falta de forças excêntricas, além disso, as mudanças fisiológicas que são conseqüência da imersão em água aquecida, ajudam a reduzir a dor percebida e aumentam a facilidade no movimento (BATES e HANSON, 1998). De acordo com Campion (1997), um corpo imerso em água aquecida, sofre estímulos diversos, que desencadeiam efeitos terapêuticos tais como: melhora da capacidade funcional dos músculos e articulações, melhora da coordenação, equilíbrio, postura e dor. Segundo Ruoti, Morris e Cole (2000), a terapia aquática oferece inúmeros benefícios: melhora da imagem corporal, desenvolvimento da independência, melhora das condições físicas, auto confiança, melhora da auto disciplina e oportunidade para auto expressão e criatividade. Retirei daqui

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O termo "fáscia" representa o tecido conjuntivo membranoso, um verdadeiro esqueleto fibroso que inclui o tecido muscular e func...

Livro - Fáscias e Pompages - Estudo e Tratamento de Esqueleto Fibroso

Livro - Fasciais e Pompages - Estudo e Tratamento
O termo "fáscia" representa o tecido conjuntivo membranoso, um verdadeiro esqueleto fibroso que inclui o tecido muscular e funciona como peça única, uma entidade funcional sobre a qual repousam as modernas técnicas de terapia manual. Bienfait sistematiza o estudo da fáscia e classifica as manobras de alongamento suave e prolongado utilizadas pelos terapeutas. Descrição do Produto Principais Características Título Livro - Fascias E Pompagens Estudo E Tratamento Do Esquele ISBN 8532306713 Páginas 112 Edição 1 Tipo de capa BROCHURA Editora Summus Editora Ano 2005 Assunto Medicina e Saúde Idioma Português Código de Barras 9788532306715 Saiba mais sobre esse livro

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