O complexo do ombro funciona como uma unidade envolvendo uma complexa relação entre suas diversas estruturas. Seus componentes consist...

Anatomia da articulação do ombro

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O complexo do ombro funciona como uma unidade envolvendo uma complexa relação entre suas diversas estruturas. Seus componentes consistem de:

- Três ossos ( úmero , clavícula e escápula )

- Três articulações ( esternoclavicular , Acromiodavicular e glenoumeral )

- "Uma pseudoarticulação" ( a articulação entre a escápula e o tórax)

- Uma área fisiológica ( espaço supraumeral e subacromial )

Para que a função do ombro seja ideal, o movimento também devem estar disponível na junção cervicotorácica e nas conexões existentes entre as três primeiras costelas e o esterno e a coluna.

O úmero proximal possui quatro seguimentos anatômicos , que podem ser fraturados : o tubérculo maior, o tubérculo menor, a superfície articular e a diáfise do úmero. Todas as fraturas do úmero proximal são derivadas do acometimento desse quatro fragmentos.

Em 80% dos casos de fraturas umerais, nenhum dos quatro segmentos principais está significativamente deslocado e os fragmentos são mantidos juntos pelas fixações dos tendões do manguito rotador, pela capsula articular, pelo periósteo intacto . Estas lesões são passiveis a tratamento simples por exercícios funcionais precoces e todas podem , independentes do número de linhas de fratura, ser consideradas em conjunto com deslocamento mínimo, por causa da semelhança em seu tratamento e prognóstico.

Em 15 a 20% das fraturas do úmero proximal, um ou mais dos segmentos principais estão deslocados. Estas fraturas deslocadas estão associadas a lesões das partes moles características.

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Com a idade, o corpo passa a ficar cada dia mais delicado. A osteoporose, doença que diminui a densidade dos ossos, tornando-os mais pro...

Quem já teve fratura por osteoporose geralmente tem outras

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Com a idade, o corpo passa a ficar cada dia mais delicado. A osteoporose, doença que diminui a densidade dos ossos, tornando-os mais propensos a fraturas, é uma das condições que podem surgir com o avanço da idade. Lidar com o problema é complicado e exige atenção redobrada, uma vez que o principal objetivo é evitar que as fraturas aconteçam.

Sim, já existem estatísticas que provam que quem já teve uma fratura por osteoporose fatalmente terá outras. Quando o paciente se fratura, significa declínio da qualidade de vida. Se um osteoporótico cai, a fratura pode levar a comorbidades maiores, como ficar de cama

O que deve ser feito é deixar o osso mais forte. A melhor forma de fazer isso é cuidar dele desde criança. Criar um osso considerado bom desde a infância ajuda a preservá-lo na velhice. Um osso adequado tem densidade e qualidade, formado por 90% de colágeno e 10% de outras proteínas. A relação entre esses componentes e os minerais ósseos define um osso saudável: constantemente, durante toda a vida do indivíduo, acontece a remodelação óssea, processo em que o osso muda de tamanho e de forma durante o crescimento. Esse processo de remodelação acontece sequencialmente e começa pela reabsorção, seguida da formação de um novo osso.

Na osteoporose, há um desequilíbrio, uma vez que o organismo reabsorve mais do que forma um novo osso.

Os hábitos de vida também são importantes nesse processo. Esse 'fortalecimento ósseo' se dá com uma alimentação adequada e atividades físicas. Tabagismo e outros habitos que ajudam a enfraquecer esse processo não são bem-vindos.


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Dor é quase sempre o primeiro sinal da doença reumática - além do inchaço, em especial quando afeta as articulações. São mais de 120 doenças...

Prevenção ameniza efeitos da doença reumática




Dor é quase sempre o primeiro sinal da doença reumática - além do inchaço, em especial quando afeta as articulações. São mais de 120 doenças classificadas. Entre as mais frequentes estão a osteoartrite (artrose), as síndromes dolorosas de partes moles, a fibromialgia e a osteoporose, que acometem somente o aparelho locomotor e tornam os portadores incapacitados para o trabalho.

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O diagnóstico das doenças reumatológicas pode ser realizado com a somatória de achados clínicos, exames laboratoriais e de imagem, que servem, inclusive, para acompanhamento e evolução dessas doenças. Dentre os exames complementares de imagem, as principais técnicas para avaliação das articulações incluem raio-x, tomografia computadorizada, ultrassom e ressonância magnética, que devem ser solicitados pelo profissional que faz o acompanhamento do paciente.

Exames de imagem são importantes para o diagnóstico precoce e o início do tratamento, prevenindo complicações e lesões irreversíveis. No idoso, a doença é ainda mais preocupante do que nos jovens. Por esse motivo, os médicos, em geral, sejam eles clínicos, pediatras ou geriatras, precisam se empenhar em fazer o diagnóstico o mais precoce possível. Não é apenas pedir um exame de raios-X, porque no caso de um paciente com a osteoporose, por exemplo, para aparecer neste exame, a pessoa já vai ter perdido pelo menos uns 40% de massa óssea.

O ideal é que pessoas acima dos 40 anos já realizem um exame de densitometria óssea para avaliar a qualidade dos seus ossos. Conseguindo detectar esse tipo de doença mais rapido, sem ela estar tão agravada, melhora a possibilidade dela imposibilitar a vida do portador.

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