Uso do laser na Artrite Reumatóide










Existem vários recursos fisioterapêuticos utilizados para aliviar a dor em indivíduos com Artrite. Efeitos primários e secundários da radiação do laser que se obtêm os efeitos terapêuticos, como a analgesia, a redução do edema e da inflamação e a ação cicatrizante

Desta forma, a laserterapia se mostra como um recurso terapêutico muito eficaz, visto ter poucas contra-indicações e muitos efeitos terapêuticos benéficos ao tratamento.

Dentre os efeitos do laser, pode-se citar:

  • Efeito bioquímico:

– liberação de substâncias pré-formadas, tais como a serotonina e endorfina;
– modificação das reações enzimáticas: estímulo na produação de ATP;    ("combustível celular"), provocando aceleração da mitose;
– inibindo a produção das prostaglandinas (que aumentam o efeito da histamina, que é pró-inflamatório);

  • Efeito bioelétrico:

– estabiliza o potencial de membrana celular;
– aumenta a quantidade de ATP produzida pela célula;

  • Estímulo à microcirculação:

– paralisação dos esfíncteres pré-capilares;

  • Estímulo ao trofismo e fisiologismo celular:

– aumento na produção de ATP leva à aceleração da mitose, o que, por sua vez, acelera a velocidade de cicatrização tecidual, trofismo e fisiologismo celular.

Os efeitos terapêuticos da laserterapia de baixa intensidade, adquiridos através dos efeitos primários e secundários, são mencionados a seguir:

  • Analgésico: reabsoração de exsudatos; eliminação de substratos metabólicos; estimulação da liberação de endorfinas endógenas; liberação de ACTH, que é um corticóide natural do corpo; liberação de serotonina;
  • Antiedematoso: estímulo à microcirculação; diminuição da prostaglandina;
  • Cicatrizante: aumento de ATP, que acelera o processo mitótico; estímulo à microcirculação, que aumenta aporte de nutrientes e oxigênio para as células; angiogênese; aumento na síntese de colágeno (6).

O laser mostra-se eficaz na redução do edema, do processo inflamatório, na melhora da circulação, na regeneração tecidual e diminuição da dor. Sem a presença de quadros álgicos, fica muito mais fácil e mais cômodo para o paciente realizar o seu tratamento, de forma satisfatória, tanto para o terapeuta como para o paciente, e com resultados positivos, em curto, médio e longo prazo.




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