Esportes como o futebol, volei e basquete sobrecarregam muito a articulação do joelho, principalmente na sua porção anterior (na frente). ...

Prevenção de tendinites de joelho


Esportes como o futebol, volei e basquete sobrecarregam muito a articulação do joelho, principalmente na sua porção anterior (na frente). Neste local temos alguns tecidos, em especial, que se tornam facilmente inflamados quando exageramos um pouco na carga de exercícios: os tendões extensores.
Eles têm esse nome pois fazem com que o quadriceps (principal músculo na coxa, na sua parte anterior) aja para extender a perna, principalmente nos movimentos de salto, freadas bruscas e descolamentos laterais - entre outros.

As tendinites (inflamações agudas) normalmente são fáceis de tratar. O complicado é quando a lesão se torna crônica, repetitiva, e as dores não melhoram nem depois de você descansar por um tempo prolongado.

O tendão patelar pode ser facilmente sobrecarregado com algumas atividades esportivas, como o futebol, a corrida, o volei e o basquete.

As tendinites têm períodos evolutivos, e quando chega na fase crônica já fazem com que o tendão degenere - por isso chamamos hoje de tendinopatias, e eventualmente até de tendinoses.

A diferença é que quando estamos nesta fase mais avançada o tratamento não é tão simples assim.

Como sempre, o melhor é a prevenção, e para isso algumas regras básicas devem ser seguidas:

1. Pratica regularmente alongamentos da musculatura da perna, principalmente após a atividade esportiva
2. Aqueça bem a musculatura antes dos jogos, corridas e caminhadas.
3. Evite tomar medicamentos por mais de uma semana para controlar a inflamação - alguns antinflamatórios, usados indiscriminadamente, podem prejudicar a cicatrização do tendão, retardando a cura
4. Procure um médico ortopedista se a sua dor ocorreu há mais de 1 mês e ainda continua incomodando
5. Evite esportes de alto impacto se você já realizou alguma cirurgia no joelho - após uma cirurgia a musculatura da coxa pode atrofiar muito, propiciando as inflamações do tendão patelar

São regras simples, mas que podem ajudar muito a evitar dores crônicas.

0 comentários:

Há várias causas de dor no cotovelo, mas certamente a mais freqüente é uma tendinite comprometendo tendões que se inserem na parte lateral...

Dor no cotovelo


Há várias causas de dor no cotovelo, mas certamente a mais freqüente é uma tendinite comprometendo tendões que se inserem na parte lateral do cotovelo.

O que é tendão?

Tendão é a extremidade do músculo e está firmemente aderido ao osso para, quando o músculo se contrair, mover o osso. Com freqüência, os pacientes chamam tendões de nervos.

Onde se localizam os tendões comprometidos?

Ponha a palma da mão para cima. Deslize seus dedos pelo bordo lateral do antebraço até o cotovelo. O osso que você está palpando é o úmero e nesta região, chamada epicôndilo lateral, inserem-se os tendões dos músculos que fazem a elevação da mão e dos dedos.

O que é tendinite?

O sufixo ite significa inflamação. O mecanismo que gera inflamação na grande maioria das tendinites é semelhante ao que ocorre quando se corta uma cutícula, enfia-se uma felpa embaixo da pele ou de um corte cirúrgico. O tecido é lesado; ele não pode infeccionar e precisa cicatrizar. Cria-se uma reação inflamatória. Células de defesa migram para o local e aparecem calor, vermelhidão, edema e dor. O resultado final é a cicatrização.

O uso continuado dos tendões, principalmente sob tensão, provoca rasgões microscópicos, mas é o suficiente para desencadear uma reação inflamatória. Tendões jovens são flexíveis e resistem às tensões e somente são lesados sob estresse intenso e/ou contínuo. Com o passar dos anos, perdem progressivamente a flexibilidade e ficam expostos às trações exercidas pelas contrações musculares. As tendinites que ocorrem nestas circunstâncias são classificadas como secundárias a microtraumatismos de repetição.

Manifestações clínicas

A dor pode aparecer somente ao se segurar um objeto, ao escrever ou ao carregar um pacote. Pode localizar-se ao redor do epicôndilo lateral e irradiar-se ao longo do antebraço. Os pacientes podem não perceber que a origem da dor é o cotovelo. Às vezes ela é fraca e crônica e outras vezes aguda e muito forte. Pode haver sensação de perda de força de preensão da mão. Outras causas de tendinite do cotovelo são as doenças inflamatórias como artrite reumatóide e gota.

Outras causas de dor no cotovelo:
 

Epicondilite medial(menos freqüente)compromete os músculos que fazem a flexão da mão
Bursite
Lesões ligamentares
Compressão de raiz nervosa
Doenças da articulação
Doenças ósseas
Dor irradiada da coluna cervical ou do ombro.

Tratamento (progressão de acordo com a evolução):
 

Repouso, imobilização, analgésicos ou anti-inflamatórios
Fisioterapia incluindo exercícios de alongamento
Infiltração com corticóide
Cirurgia

0 comentários:

Sua articulação do ombro é composta de três ossos: a clavícula (clavícula), a escápula (omoplata), e do úmero (osso do braço). Seus ombros...

Perguntas e respostas sobre lesões no ombro

Sua articulação do ombro é composta de três ossos: a clavícula (clavícula), a escápula (omoplata), e do úmero (osso do braço). Seus ombros são as articulações mais móveis em seu corpo. Eles também podem ser instáveis, porque a bola do braço é maior que o encaixe do ombro que o detém. Para se manter em uma posição estável ou normal, o ombro deve ser ancorada por músculos, tendões e ligamentos. Porque o ombro pode ser instável, é o local de muitos problemas comuns. Eles incluem entorses, distensões, luxações, separações, bursite, tendinite, rasgada manguito rotador, ombro congelado, fraturas e artrite.

O que é uma luxação do ombro?

A luxação do ombro ocorre quando a cabeça do úmero se move para fora de sua posição normal, na tomada do complexo do ombro (fossa glenóide). Como resultado os ligamentos que estabilizam a articulação glenoumeral são feridos ou rasgadas.

Existem diferentes tipos de luxações no ombro. Classificação dos diferentes tipos depende da direção em que a cabeça do úmero desloca. O tipo mais comum de luxação do ombro é aquele em que a cabeça do úmero desloca em frente e abaixo da fossa glenóide. Isso é chamado e anterior (em frente) - inferior (abaixo) luxação do ombro.
Deslocamentos ântero-inferior do ombro compõem mais de 95% das luxações do ombro.

O que é uma ruptura do manguito rotador?

Quando o manguito rotador torna-se ferido ou rasgada, ela é descrita como uma ruptura do manguito rotador. Estas lágrimas podem ser classificados como de espessura parcial lágrimas ou de espessura total lágrimas. Uma lágrima de espessura parcial é o termo usado quando o tendão não é completamente rasgadas. Uma lágrima de espessura total é o termo usado quando o tendão é completamente rasgadas.

O que pode causar uma ruptura do manguito rotador?

Uma lágrima pode ocorrer de repente ou se desenvolver gradualmente. Lágrimas súbitas ocorrem geralmente durante quedas ou ao levantar objetos pesados. Uma lágrima pode desenvolver-se gradualmente para uma variedade de razões, incluindo:
- Içamento Repetitivos.
- Degeneração do manguito rotador, devido ao envelhecimento.
- Fornecimento de sangue para o pobre do manguito rotador.
- O estreitamento do espaço entre o úmero eo acrômio (arco subacromial). Isto pode causar progressista "desgaste" do manguito rotador.

O que é uma separação AC comum?

Um AC separação conjunta ocorre quando os ligamentos que estabilizam a clavícula ao processo acrômio são feridos ou rasgadas. Como resultado da clavícula pode ser deslocada (deslocados) para cima. Esta condição é conhecida como uma separação ombro.

Existem diferentes gravidades do AC separação conjunta. Classificação dos diferentes gravidades depende dos ligamentos que são rasgados. Uma classificação é a seguinte:
Tipo I: A entorse (sem uma lágrima completa) de um dos ligamentos mantendo a articulação em conjunto. A clavícula não está deslocada.
Tipo II: Uma lágrima completa do ligamento acromioclavicular e uma ruptura parcial dos ligamentos coracoclaviculares. A clavícula é um pouco deslocado.
Tipo III: Uma lágrima completa de ambos ligamento acromioclavicular o coracoclavicular e os ligamentos. Quando isso ocorre a clavícula é severamente deslocadas (deslocado).
Tipos IV, V, VI: Uma lágrima completa do ligamento acromioclavicular e os ligamentos coracoclaviculares. A clavícula é severamente deslocado e geralmente requer intervenção cirúrgica.

O que pode causar uma separação AC comum?

Lesões na articulação AC são geralmente causadas por um golpe direto no ombro. Contato traumático de lado ou de cima do ombro pode rasgar os ligamentos AC. Jogadores de hóquei e jogadores de futebol normalmente ferir essa articulação quando fazem contato com as placas, solo ou um adversário com seu ombro atacar primeiro.
Lesões na articulação AC também pode ser causada por sobrecarga da articulação com o levantamento de peso pesado (ou seja, profunda supino técnicas). Este mecanismo de lesão é rara.

Geralmente os problemas de ombro são tratados com arroz. Isto está para repouso, gelo, compressão e elevação. Outros tratamentos incluem o exercício, medicamentos para reduzir a dor e inchaço, e cirurgia, se outros tratamentos não funcionam.

0 comentários:

Os corpos vertebrais estão unidos pelos ligamentos longitudinais anterior e posterior e pelos discos intervertebrais. Ligamento Longitudinal...

Artrologia da coluna vertebral


Os corpos vertebrais estão unidos pelos ligamentos longitudinais anterior e posterior e pelos discos intervertebrais.

Ligamento Longitudinal Anterior - extenso e resistente feixe de fibras longitudinais que se estendem ao longo das faces anteriores dos corpos das vértebras do áxis (C2) até o sacro. Continua-se superiormente com o ligamento atlantoaxial anterior. 



Ligamento Longitudinal Anterior 





Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento Longitudinal Posterior - localizado no canal vertebral, nas faces posteriores dos corpos vertebrais de áxis (C2) até o sacro. Continua-se superiormente com a membrana tectória.

Ligamento Longitudinal Posterior




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Disco Intervertebral

Localizam-se entre as faces adjacentes dos corpos das vértebras, do áxis (C2) até o osso sacro. Variam em forma, tamanho e espessura no trajeto da coluna vertebral. Os discos vertebrais constituem cerca de 1/4 do comprimento da coluna vertebral. Cada disco é constituido por um disco fibroso periférico composto por tecido fibrocartilaginoso, chamado ANEL FIBROSO; e uma substância interna, elástica e macia, chamada NÚCLEO PULPOSO. Os discos formam fortes articulações, permitem vários movimentos da coluna vertebral e absorvem os impactos.











Articulações dos Arcos Vertebrais

Cápsulas Articulares - são finas e frouxas e inseridas nas facetas articulares dos processos articulares adjacentes.

Ligamentos Amarelos - são ligamentos que unem as lâminas das vértebras adjacentes no canal vertebral de áxis (C2) até o primeiro segmento do sacro. Possui certa elasticidade que serve para preservar a postura vertical.

Ligamentos Amarelos




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Ligamento Nucal - é uma membrana fibrosa que estende-se da protuberância occipital externa até a 7ª vértebra cervical (C7).

Ligamento Nucal




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Ligamento Supra-espinhal - corda fibrosa e resistente que une os ápices dos processos espinhosos a partir da 7ª vértebra cervical (C7) até o sacro. É considerado uma continuação do ligamento nucal.

Ligamentos Interespinhais - finos e quase membranáceos, unem os processos espinhosos adjacentes.

Ligamentos Supra-espinhal e Interespinhal




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Ligamentos Intertransversários - estão interpostos entre os processos transversos.


Ligamento Intertransversal e Longitudinal Anterior




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulações Atlanto-Occipitais (C0 - C1)

Essa articulação é formada pelas seguintes estruturas:

Cápsulas Articulares - circundam os côndilos do occipital e as facetas articulares das massas laterais do atlas.

Membrana Atlanto-occipital Anterior - larga e de fibras densamente entrelaçadas une a margem anterior do forame magno com a borda superior do arco anterior do atlas.

Membrana Atlanto-occipital Posterior - é ampla e fina e está fixada na margem posterior do forame magno e à borda superior do arco posterior de atlas.

Ligamentos Atlanto-occipitais Laterais - são porções espessadas das cápsulas articulares reforçados por feixes de tecido fibroso e obliquamente dirigidos superior e medialmente. Inserem-se no processo jugular do osso occipital e na base do processo transverso do atlas.




Ligamentos Atlanto-Occipitais (C0 - C1)




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Ligamentos Occipito-Axiais (C0 - C2)

Essa articulação é formada pelas seguintes estruturas:

Membrana Tectórica - é uma faixa extensa e resistente que recobre o dente e seus ligamentos dentro do canal vertebral. É considerado o prolongamento do ligamento longitudinal posterior. Está inserido no corpo do áxis e superiormente no sulco basilar do occipital.

Ligamentos Alares - começam de cada lado do ápice do dente do áxis e inserem-se na parte medial rugosa dos côndilos do occipital.

Ligamento Apical do Dente - estende-se do ápice do dente do áxis até a margem posterior do forame magno, entre os ligamentos alares.




Ligamentos Occipito-Axiais (C0 - C2)




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulações Atlanto-Axiais (C1 - C2)

A articulação do atlas com o áxis compreende as seguintes estruturas:

Cápsulas Articulares - são delgadas e frouxas e unem as margens das massas laterais do atlas às da face articular posterior do áxis.

Ligamento Atlanto-axial Anterior - é uma membrana resistente, fixada na margem inferior do arco posterior do atlas e à face ventral do corpo do áxis.

Ligamento Atlanto-axial Posterior - é uma membrana fina e larga inserida na borda inferior do arco posterior do atlas e na margem superior das lâminas do áxis.

Ligamento Transverso do Atlas - é uma faixa espessa, resistente e arqueada que mantém o dente em contato com o arco anterior. Insere-se na parte basilar do occipital e na face posterior do corpo do áxis. O ligamento transverso do atlas junto com os fascículos longitudinais superior e inferior formam o ligamento cruciforme.

Ligamentos da Região Cervical Alta



Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Articulações Costovertebrais

Essas articulações são divididas em duas partes:

Articulação da cabeça da costela com o corpo vertebral;

Articulação costotransversárica, onde o colo da costela articula com o processo transverso das vértebras torácicas.

Articulação da Cabeça da Costela – é uma articulação plana formada pela articulação da cabeça da costela com o corpo vertebral das vértebras torácicas. Os ligamentos dessa articulação são:

Cápsula Articular - é constituído por curtas e resistentes fibras unindo as cabeças das costelas às cavidades articulares formados pelas vértebras e discos intervertebrais.

Ligamento Radiado da Cabeça da Costela - une as partes anteriores das cabeças das costelas aos corpos de duas vértebras e seus discos intervertebrais. Consta de três fascículos achatados que se inserem na parte anterior da cabeça das costela.

Ligamento Intra-articular da Cabeça da Costela - é um feixe curto, achatado, inserido lateralmente na crista entre as facetas articulares e, medialmente, no disco intervertebral, dividindo a articulação (cada uma com sua membrana sinovial própria).




Ligamento Radiado




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.






Articulação Costotransversais - é a articulação entre a faceta articular do tubérculo da costela e o processo transverso da vértebra correspondente. É formada pelas seguintes estruturas:

Cápsula Articular - é fina e inserida na circunferência articular com um revestimento sinovial.

Ligamento Costotransversário Superior - insere-se na borda superior do colo da costela e no processo transverso da vértebra acima.

Ligamento Costotransversário Posterior - são fibras que se inserem no colo da costela e na base do processo transverso e borda lateral do processo articular da vértebra acima.

Ligamento do Colo da Costela - são curtas e resistentes fibras que unem o dorso do colo da costela com o processo transverso adjacente.

Ligamento do Tubérculo da Costela - é um fascículo curto, espesso e resistente que se dirige do ápice do processo transverso para a porção não articular do tubérculo da costela.




Ligamentos Costotransversários




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.






Articulações Esternocostais - as articulações das cartilagens das costelas verdadeiras com o esterno são articulações planas, com excessão da primeira que é uma sincondrose. Os elementos de conexão são:

Cápsula Articular - são fibras muito finas que circundam as articulações das cartilagens costais das costelas verdadeiras com o esterno.

Ligamento Esternocostal Radiado - feixes finos e radiados que se irradiam adas faces anterior e posterior das extremidades esternais das cartilagens das costelas verdadeiras.

Ligamento Esternocostal Intra-articular - constante apenas na segunda costela. Estende-se a partir da cartilagem da costela até a fibro cartilagem que une o manúbrio ao corpo do esterno.

Ligamento Costoxifóide - ligam as faces anterior e posterior da sétima costela às mesmas no processo xifóide.




Articulações Esternocostais




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.






Articulações Intercondrais - articulações entre as cartilagens costais.

Articulações Costocondrais - articulações entre as costelas e as cartilagens costais.

Articulações esternais:

Manúbrio-esternal - entre o manúbrio e o corpo do esterno, é geralmente uma sínfise.

Xifoesternal - entre o processo xifóide e o corpo do esterno, é geralmente uma sínfise.

Articulações Lombossacrais

São as articulações entre a 5ª vértebra lombar e o osso sacro. Seus corpos são unidos por uma sínfise, incluindo um disco intervertebral.

Ligamento Ileolombar – inserido na face ântero-inferior da 5ª vértebra lombar e irradia na pelve por meio de dois feixes: um inferior, o ligamento lombossacral que insere-se na face ântero-superior do sacro e um feixe superior, a inserção parcial do músculo quadrado do lombo, passando para a crista ilíaca anterior à articulação sacroilíaca, continuando acima com a fáscia toracolombar.




Ligamento Ileolombar




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.






Articulação Sacrococcígea

Esta é uma sínfise entre o ápice do sacro e a base do cóccix, unidos por um disco fibrocartilagíneo.

Ligamento Sacrococcígeo anterior - fibras irregulares que descem sobre as faces pélvicas tanto do sacro como do cóccix.

Ligamento Sacrococcígeo posterior - superficial passa da parte posterior da Quinta vértebra sacral par o dorso do cóccix.

Ligamento Sacrococcígeo lateral – liga um processo transverso do cóccix ao ângulo ínfero-lateral do osso sacro.

Ligamentos Intercornais – unem os cornos do sacro e do cóccix.




Articulação Sacrococcígea




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

0 comentários:

Segundo Volpon e Muniz (1997), a Síndrome do Pinçamento é uma tendinopatia que comprime o tendão (por isso, também é chamada de Síndrome do...

Síndrome do Pinçamento do ombro

http://4.bp.blogspot.com/_Ua89NM9stEQ/TQbJGOaf6mI/AAAAAAAAALo/TiOUTxQihQ8/s1600/ombro%2Banatomia.JPG

Segundo Volpon e Muniz (1997), a Síndrome do Pinçamento é uma tendinopatia que comprime o tendão (por isso, também é chamada de Síndrome do Impacto) do
músculo supra-espinhoso, do infra-espinhoso ou cabeça longa do bíceps braquial no arco córaco-acromial, provocada pela elevação excessiva do braço acima de um ângulo da linha do ombro. O termo impigment inicialmente descrito por Neer (1972), tem sido utilizado como Síndrome do Pinçamento ou Síndrome da Colisão Posterior, para designar a mesma patologia.

Neer (1972) classificou o aparecimento desta patologia em 3 fases:

Fase I: ocorre edema e hemorragia local

Fase II: ocorre presença de tendinite e fibrose

Fase III: ocorre formação de osteófito e ruptura do tendão do supra-espinhoso ou do cabo longo do bíceps.

A Síndrome do Pinçamento é uma patologia do ombro caracterizada por uma dor na face ântero-lateral do ombro, podendo acometer diversas faixas etárias, em indivíduos com atividades que solicitam o uso dos membros superiores.

Retirado daqui

0 comentários:

Faça Fisioterapia