Em um mundo em que uma a cada três mulheres tem osteoporose, é o homem que é considerado o "sexo frágil" quando o assunt...

Homens são mais vulneráveis à ação da osteoporose, diz pesquisa




Antes de ler esse post, inscreva-se na newsletter e receba notícias da Fisioterapia no seu email. Clique aqui

 

Em um mundo em que uma a cada três mulheres tem osteoporose, é o homem que é considerado o "sexo frágil" quando o assunto é descalcificação óssea, afirma uma pesquisa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF). O motivo é simples: por ser considerada maiormente uma doença feminina, por muitas vezes o homem é esquecido no rastreamento da doença.

O problema é que um terço das fraturas de quadril acontece com homens e eles têm duas vezes mais propensão a morrer em decorrência disso, diz a pesquisa. Além disso, o estudo mostrou que os homens têm 50% menos chances de serem tratados.

Dados mostram que um em cada cinco homens acima dos 50 anos sofre com a descalcificação óssea e acaba deixado de lado por profissionais de saúde, dedicados prioritariamente ao cuidado das mulheres, que ainda são quem mais desenvolve a doença.

A publicação intitulada de "Osteoporose em homens: porque mudanças precisam acontecer" mostra que a habilidade dos homens de viver até uma idade avançada livre de dores pode estar seriamente comprometida. Sabe-se hoje que a fratura de quadris é uma das maiores causas de morte na terceira idade.

Estima-se, porém, que o número de homens afetados pela osteoporose seja de 900 milhões em 2050, já que a quantidade aumenta significativamente a cada ano.

O professor autor do estudo, Peter Ebeling, disse que na Europa as projeções sugerem que o número de fraturas aumentará 34%, o que resultaria em quase 1,6 milhões de novos casos por ano até 2025. Já nos Estados Unidos, esse número aumentará 51,8% até 2030. Já no caso das mulheres, a expectativa é que o número reduza em 3,5%, por causa da prevenção.

Osteoporose é uma doença silenciosa

É sabido que a prevenção da osteoporose deve iniciar-se ainda na infância, uma vez que 90% da massa óssea se acumula até os 20 anos e mais 10% até os 30. Quem não tem um aporte bom de cálcio e sol na infância – para sintetizar a vitamina D – é mais propenso a desenvolver a doença.

Conheça os vilões da osteoporose:

Mas nem tudo está perdido, afinal, é possível se prevenir com mais cálcio na vida adulta, evitando a descalcificação que deixa os ossos porosos e frágeis, prontos a se quebrarem em um tombo simples. Tomar sol durante 15 minutos por dia também é imprescindível para absorver vitamina D, essencial para a absorção do cálcio. Vale lembrar que 90% da vitamina D vem do sol e apenas 10% da alimentação.

Os esportes de impacto também têm papel fundamental no aumento da densidade óssea. Musculação e corrida estimulam as células que mantêm os ossos fortes. Para quem não consegue, a caminhada diária também traz resultados.


Gostou o texto? Nos siga nas redes sociais: Instagram, Facebook e Twitter



Quer anunciar neste blog?
Mande uma mensagem no Whatsapp clicando aqui

Quer sugerir uma pauta?
Mande uma mensagem no Whatsapp clicando aqui ou um email clicando aqui

Indicação de Cursos de FISIOTERAPIA para mudar sua carreira:

Poste um Comentário

0 comentários:

Faça Fisioterapia