No início a artrose pode não apresentar sintomas, sendo vista somente através de radiografias. A dor é o principal sintoma, que no início oc...

Tratamento de Fisioterapia na Artrose



No início a artrose pode não apresentar sintomas, sendo vista somente através de radiografias. A dor é o principal sintoma, que no início ocorre apenas com a movimentação da articulação afetada e melhora com o repouso, mas que progride para uma dor profunda até mesmo em repouso. Muitas vezes a dor é acompanhada de uma rigidez ao levantar-se pela manhã ou após longo período sentado. Pode ocorrer também diminuição dos movimentos, ruído na articulação (crepitações), inchaço na articulação, deformidades e falta de firmeza ao realizar movimentos.

A cinesioterapia, modalidade da reabilitação que engloba os movimentos em geral, é amplamente utilizada em pacientes com osteoartrose. A técnica mais elementar de mobilização articular é aquela que promove o movimento da articulação ao longo de seu eixo fisiológico. Os exercícios realizados são importantes para nutrição adequada da articulação e manutenção da amplitude do movimento dentro dos limites fisiológicos.

Exercícios como fortalecimento muscular, alongamento, mobilização articular e exercícios aeróbicos devem ser realizado nesses pacientes.

A termoterapia e a eletroterapia são indicadas na fase subaguda como adjuvantes no controle da inflamação e da dor. A utilização do calor promove relaxamento muscular, reduz a rigidez articular e melhora a circulação local. A eletroterapia é usada na forma de correntes de alta, média ou curta frequência (diatermia por ondas curtas), corrente interferencial, estimulação nervosa transcutânea (TENS), ultrassom e outros tipos de correntes.

Estabilização medial da patela, através de goteiras elásticas, é efetiva no tratamento da sintomatologia dolorosa da osteoartrite fêmuro-patelar. Palmilhas anti-varo, associadas à estabilização de tornozelo, são eficientes na melhora da dor e função na osteoartrite do compartimento medial do joelho.

Enfim, a fisioterapia corretamente pode vir a auxiliar os pacientes com osteoartrite a aliviar a dor, aumentar a capacidade funcional das articulações acometidas e a independência nas atividades da vida diária e, em última análise, a melhorar sua qualidade de vida.

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Tenho certeza que você já escuou alguma articulação sua, num movimento, fazer algum barulho. Esses "clecls" podem ser atribuíd...

Os estalos das articulações



Tenho certeza que você já escuou alguma articulação sua, num movimento, fazer algum barulho.

Esses "clecls" podem ser atribuídos a diferentes fenômenos.

Uma explicação é que quando uma articulação sai de sua posição normal (que pode ocorrer na prática de esportes), gases, primeiramente o nitrogênio, são deslocados e escapam do fluído sinovial (líquido das cavidades articulares), causando o som de estalo.

Outra razão do barulho é proveniente do tendão movimentando-se através da junta ou de mudanças do artrítico que já ocorreram na articulação, ou seja, inflamações. Entretanto é inoportuno tentar estalar as articulações, especialmente os joelhos. Essa prática tende a criar uma hipermobilidade e pode ocasionar uma instabilidade da articulação. Essa instabilidade pode causar um encurtamento e estreitamento na musculatura que envolve a articulação.

Logo, é importante que toda vez que você praticar exercícios, levar as articulações ao seu movimento   completo. Isso pode ajudar a prevenir artrites degenerativas, suavizar a deficiência de "espremedura e absorção" de áreas da cartilagem que normalmente não são utilizadas.

A cartilagem da articulação é como uma esponja; recebe nutrientes frescos apenas quando seu fluído é exprimido e um novo suprimento pode ser absorvido. Sem a substância apropriada, áreas negligenciadas da cartilagem podem eventualmente se desgastar, fazendo com que o osso fique em exposição. Se o estalo é proveniente de uma artrite, continue prestando a atenção na região, e se os sintomas mudarem, se há dor associada com o barulho do estalo, siga as orientações de um profissional qualificado da área de saúde.


Se você estiver sentindo dor quando suas articulações estalam, então você deve procurar um profissional de saúde. Em termos de articulação os estalos por mais altos ou frequentes que sejam não tendem a ser ou desenvolver sinal de danos graves . Mas sabemos que todo excesso por mais que não seja doloroso pode eventualmente causar algum dano ao tecido mole da articulação devido a repetição do movimento pela articulação, mas não temos comprovação .

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Descrição do curso: O curso Fibromialgia oferece ao participante conhecimentos sobre história, sintomatologia condições clínicas, possív...

Curso Online de Fibromialgia



Descrição do curso:

O curso Fibromialgia oferece ao participante conhecimentos sobre história, sintomatologia condições clínicas, possíveis tratamentos e muito mais.

O Portal Educação em suas atribuições, tem por objetivo oferecer aos profissionais e estudantes uma prática constante de atualização, por intermédio da EaD (Educação a Distância).Também visa disponibilizar aos participantes, acesso ao ensino de qualidade com eficácia no aprendizado, fornecendo   recursos tecnológicos inovadores, como conteúdo on-line, animações, videoconferência, exercícios de fixação e objetos de aprendizagem, que auxiliam na formação do cidadão contemporâneo, crítico e atuante na sociedade.

Objetivos específicos
 
Proporcionar aos participantes conhecimentos sobre Fibromialgia;Relatar as possíveis formas de assistência em Fibromialgia.

Conteúdo Programático

  • História e Definição de Fibromialgia;

  • Sintomatologia Padrão da Fibromialgia;
  • Condições Clínicas Associadas com a Fibromialgia;
  • Revisão das Hipóteses das Causas da Fibromialgia;
  • Exercícios de Fixação;
  • Diagnóstico Diferencial de Fibromialgia e Outras Síndromes Crônicas;
  • Identificando a Fibromialgia;
  • Fibromialgia Juvenil;
  • O Território Musculoesquelético da Fibromialgia;
  • Perspectiva Interdisciplinar da Dor em Fibromialgia;
  • Tratando as Condições Associadas;
  • Recondicionamento Cardiovascular em Fibromialgia;
  • O que Pode Estar Ajudando Também;
  • Abordagem Miofascial em Fibromialgia;
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    Produtor: Portal Educação

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    Algumas pessoas sentem dores em lugares específicos no corpo e fadigas constantes e nem se preocupam que pode ser alguma doença. O pior é ...

    Tratamentos da Fisioterapia na Fibromialgia



    Algumas pessoas sentem dores em lugares específicos no corpo e fadigas constantes e nem se preocupam que pode ser alguma doença. O pior é que a pessoa pode estar sofrendo de fibromialgia.

    Fibromialgia são dores crônicas e é considerada síndrome porque engloba uma série de manifestações, como dores generalizadas, fadiga, formigamento, indisposição, falta de flexibilidade pela manhã e dificuldades para dormir.

    As causas dessa síndrome são desconhecidas, mas a mesma pode ser desencadeada por algum trauma grande, genética já que são muito comuns pessoas da mesma família, sedentarismo, depressão e etc.

    Não tenha dúvidas de que ela é uma condição frustrante que pode ser difícil de diagnosticar e tratar. Muitas pessoas se beneficiam de uma combinação de tratamento médico e de estratégias de auto cuidado. Para nós, fisioterapeutas, o tratamento para fibromialgia pode ser feito com:

    Exercícios de alongamento: promovem o relaxamento, a mobilidade e a flexibilidade muscular;
    Hidroterapia: a água permite a realização de exercícios de maior amplitude, reduzindo a dor e a fadiga, melhorando a qualidade do sono;
    Massagem: promove o relaxamento muscular, melhora a qualidade do sono, combate a fadiga e diminui a dor;
    Aparelhos de eletroterapia: como TENS ou biofeedback, que podem ser utilizados para reduzir a dor nos pontos dolorosos da fibromialgia e melhorar a circulação local.

    A fisioterapia pode ser realizada de 2 a 4 vezes por semana e o tratamento deve ser direcionado para o alívio dos sintomas que o indivíduo apresenta.  A fibromialgia tende a piorar algumas vezes e melhorar em outros períodos. Ela pode nunca desaparecer completamente, mas você pode se sentir melhor com o tratamento.

    É importante lembrar que há outras ações que não podem ser dispensadas quando falamos em tratamento e que o fisioterapeuta pode ajudar, com instruções, como:

    Reforce a importância de bons hábitos de sono. Ir para a cama e acorde na mesma hora todos os dias. Verifique se o quarto é silencioso, escuro e com uma temperatura confortável. Evite cafeína e álcool antes de deitar. Tente não cochilar durante o dia.
    Fale sobre maneiras de reduzir o stress. Procure maneiras de simplificar a sua agenda. Reserve algum tempo todos os dias para relaxar. Tente meditação ou respiração profunda.
    Destaque a importância da prática de exercícios físicos diariamente. Pode ser difícil pensar em se exercitar quando você não tem energia e sente dores. Mas o exercício é provavelmente a melhor coisa que você pode fazer por si mesmo.

    Portanto, a Fisioterapia é uma importante aliada para quem tem Fibromialgia e quer melhorar a qualidade de vida.


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    A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusivas da população adulta. De fato, muitas das condições conhecidas como ...

    Sabendo mais sobre a Reumatologia Infantil



    A maioria das pessoas pensa que as doenças reumáticas são exclusivas da população adulta. De fato, muitas das condições conhecidas como "reumáticas" são associadas a doenças degenerativas, como o desgaste de cartilagens, o enfraquecimento muscular e a perda de massa óssea. No entanto, existe um número grande de reumatismos que também pode afetar a população infantil. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e algumas delas podem levar a dano e limitações permanentes comprometendo o futuro do pequeno paciente.

    Acredita-se que cerca de 25% das doenças reumáticas, em geral ocorram em menores que 16 anos de idade nos países desenvolvidos e estima-se que este percentual seja ainda maior nos países do 3º mundo como o nosso, devido a grande associação com baixo nível sócio-econômico de algumas patologias.

    No Brasil, a Febre Reumática (FR) é a doença reumatológica mais freqüente seguida da Artrite Idiopática Juvenil (AIJ). Outras situações inflamatórias como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), a Dermatopolimiosite (DMP), a Esclerodermia (ESP), as vasculites, etc. são também causas importantes de consultas ao reumatologista pediátrico, lembrando ainda das doenças não inflamatórias, como a "Dor de Crescimento", a Fibromialgia, e a Síndrome da Hipermobilidade. Além disto, não é raro o reumatologista pediátrico ser chamado para opinar em doenças não reumatológicas, como leucemias, anemias, problemas de tiróide, que comumente também podem afetar o sistema músculo-esquelético.

    É importante ressaltar que a cada 100 crianças, 2 vão a consultas médicas devido a queixas reumatológicas. Muitas vezes, a doença demora a ser identificada e a criança passa por no mínimo 4 especialistas diferentes o que pode atrasar o diagnóstico por cerca de até um ano. A depender da causa (doença), o tratamento requer o uso de anti-inflamatórios, corticosteróides, antibióticos, e drogas para prevenir a progressão da doença, como imunossupressores e agentes biológicos além de fisioterapia e até mesmo psicoterapia. Desta forma, a avaliação do especialista é indispensável já que há potencial para que estas doenças deixem sequelas permanentes, mas se forem precocemente bem tratadas, possibilita-se à criança uma vida praticamente normal.

    Dentre as doenças reumáticas mais comuns que afetam a criança, destacamos a febre reumática e a artrite idiopática juvenil. A febre reumática é causada após uma infecção de garganta pelo estreptococo apenas em crianças predispostas à doença. Afeta pacientes de ambos os sexos principalmente dos 7 aos 14 anos de idade, sendo rara em menores que 3 anos. As principais manifestações da febre reumática são febre, dor e inchaço das articulações (artrite), sopro no coração (cardite) e movimentos involuntários rápidos, desordenados e que desaparecem durante o sono, conhecidos como coréia. Sua maior complicação é a cardiopatia reumática que constitui causa importante de morbidade e mortalidade da doença, sendo a mais freqüente indicação de cirurgias cardíacas em adultos no nosso país, mas que pode ser evitada se a doença for tratada corretamente no snetido de erradicar a bactéria da orofaringe, prevenir novas infecções estreptocócicas e suprimir o processo inflamatório sistêmico desencadeado.

    Já a artrite idiopática juvenil é uma doença relativamente rara, mas é apenas uma das centenas de tipos de artrites que podem afetar crianças, e a mais comum: é, de fato, duas vezes mais comum que o diabetes, ocorrendo na proporção de 3 meninas para cada menino afetado. A doença acomete qualquer raça e qualquer idade antes dos 16 anos, mas os picos de maior incidência estão entre 1 a 5 e de 10 a 14 anos de idade.

    Além das juntas, a artrite idiopática juvenil pode afetar outras partes do corpo como coração, olhos, músculos, tendões, fígado e pele. É uma doença que pode durar anos, com períodos eventuais de remissão e atividade, quando o paciente tem dores e febre. Não é fatal, mas sem tratamento adequado pode levar a complicações para a vida da criança como deixar de utilizar normalmente um membro do corpo como um braço ou uma perna, ou ainda deixar de andar,  e tornando-se dependente da família. No entanto, quando tratada de forma adequada e precocemente, a maior parte das crianças afetadas tem uma vida normal independente e de boa qualidade. 


    Publicado em 03/03/13 e atualizado em 04/05/17

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    As articulações temporomandibulares são as articulações mais acionadas do nosso corpo, É uma articulação sinovial, condiliana, do tipo g...

    Meios de união da Articulação Temporomadibular

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    As articulações temporomandibulares são as articulações mais acionadas do nosso corpo, É uma articulação sinovial, condiliana, do tipo gínglimo, com superfícies fibrocartilaginosas e não de cartilagem hialina e possui um disco articular.

    É uma combinação de gínglimo e articulação plana. É formada pela parte anterior da fossa mandibular do osso temporal, o tubérculo articular e o côndilo da mandíbula.

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    Os meios de união dessa articulação são:

    Cápsula Articular – é um fino envoltório frouxo que está inserido anteriormente no tubérculo articular, posteriormente na fissura escamotimpânica, acima na fossa mandibular e abaixo no colo da mandíbula.

    Disco Articular – é uma lâmina ovulada e fina situada entre o côndilo da mandíbula e a fossa mandibular. Divide a articulação em parte superior e inferior, cada qual guarnecida com uma membrana sinovial. Sua face superior é côncavo-convexa para se ajustar ao tubérculo e a fossa da mandíbula e sua face inferior é côncava para se ajustar ao côndilo da mandíbula.

    Ligamento Temporomandibular Lateral – consiste em dois curtos fascículos estreitos. Está inserido acima no arco zigomático e abaixo na face lateral do colo da mandíbula.

    Ligamento Esfenomandibular – é uma faixa fina e achatada que localiza-se medial à cápsula. Está inserido na espinha do esfenoide e abaixo na lígula do forame mandibular.

    Ligamento Estilomandibular – posterior à cápsula, insere-se no processo estiloide e na margem posterior do ângulo da mandíbula. Separa a glândula parótida da submandibular.

    A posição normal do disco articular da ATM, em boca fechada, é aquela em que se tem um alinhamento entre o ponto médio do contorno superior do côndilo da mandíbula e o limite distal da banda posterior do disco (posição de 12 horas). No entanto, nem todas as articulações exibem esta posição, existindo também variações da normalidade, que podem ser observadas quando a proeminência anterior do côndilo encontra-se à mesma altura e na vizinhança da zona intermediária do disco. Um leve deslocamento da zona intermediária para anterior é considerado deslocamento do disco articular. Em posição de abertura máxima da boca, o disco normalmente encontra-se posicionado entre a superfície póstero-superior do côndilo e a superfície convexa do tubérculo do osso temporal.

    Para muitos, a articulação temporomandibular (ATM), classificada como a mais complexa do organismo humano e pode ser acometida pelas mesmas doenças e desordens que afetam outras articulações do sistema músculo-esquelético, como os deslocamentos de disco, doenças articulares degenerativas (osteoartrite), artrites inflamatórias e sinovites.


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    A artrite psoriásica é uma doença que causa inchaço e dor no interior e em torno das articulações. Pode afetar uma série de articulações, ...

    Saiba mais sobre a Artrite Psoriásica



    A artrite psoriásica é uma doença que causa inchaço e dor no interior e em torno das articulações. Pode afetar uma série de articulações, incluindo os dedos das mãos e dos pés, punhos, joelhos e tornozelos, cotovelos e grandes articulações, como ombros, coluna vertebral e na parte inferior das costas (chamadas articulações sacroilíacas).

    A artrite psoriásica também afeta os tecidos em torno das articulações, incluindo os tendões e ligamentos, dos dedos das mãos e dos pés,o que causa um inchaço chamado dedo de "salsicha".

    Existe também a inflamação da pele, especialmente, sobre os cotovelos, joelhos e no couro cabeludo.

    A artrite psoriásica está intimamente ligada a psoríase, que é uma doença que provoca infamação e vermelhidão na pele, que fica coberta por escamas, brancas, prateadas ou cinzentas.

    É comum a artrite psoriásica?

    Artrite psoriásica não é uma forma comum de artrite, mas afeta tanto os homens quanto as mulheres em igual número, normalmente, ocorre entre a faixa de 20 a 50 anos.

    Até 30% das pessoas portadoras de psoríase podem adquirir artrite psoriásica. Embora a psoríase possa se iniciar em qualquer idade (sendo mais comum na adolescência tardia), a artrite psoriásica, geralmente, aparece mais tarde - entre os 20 e 40 anos. É mais comum que a psoríase apareça primeiro mas, em uma pequena percentagem de pessoas (cerca de 15%), a artrite psoriásica pode aparecer antes.


    Quais são os sinais de artrite psoriática?

    A artrite psoriásica causa, não apenas o inchaço nas articulações, como também nos tecidos circundantes (músculos, pele, tendões e ligamentos).

    Na artrite psoriásica pode haver vermelhidão nos dedos dos pés e das mãos e o inchaço ter aparência de uma "salsicha". Nem todos os dedos das mãos ou dos pés podem ser envolvidos. As unhas também poderão ter pequenos buracos ou depressões (isso é chamado pitting – unhas de "dedal") e também podem se desprender da pele.

    As outras características comuns da artrite psoriásica incluem a tendinite (inchaço dos tendões) e "enthesitis" (nódulos com dor e inchaço nos locais onde os tendões e os ligamentos se conectam aos ossos). Os exemplos mais comuns de tais condições são esporas do calcanhar, cotovelo de tenista e inflamação do tendão de Aquiles (cordão na parte de trás do calcanhar).

    A maioria das pessoas que tem artrite psoriásica não tem dor nas costas, mas se tiver, ela será, provavelmente, pior à noite e de manhã, com uma rigidez que vai diminuindo gradualmente à medida que se tornar mais ativo durante o dia.

    Artrite psoriásica geralmente irá desenvolver de duas maneiras:

    1. Localizada:

    Artrite psoriásica suave que se desenvolve lentamente, com sintomas leves, e que afeta menos de cinco articulações. Pessoas que possuem este tipo de artrite psoriásica vão viver - muitas vezes - sem sintomas durante um longo período de tempo.


    2. Generalizada:

    A forma de artrite psoriásica mais grave que afeta cinco ou mais articulações ao mesmo tempo. Esta forma da doença muitas vezes pode levar a lesão articular, invalidez permanente e exige medicação precocemente. Nos casos mais graves, pode ser exigida cirurgia para a recuperação.

    Se o médico diagnosticou artrite psoriática, ele irá encaminhar o paciente para um reumatologista para começar o tratamento. Um reumatologista é um médico especializado no diagnóstico e no tratamento de problemas de articulações, músculos e ossos.

    O que causa artrite psoriásica?

    Embora ninguém saiba ao certo o que provoca a artrite psoriásica, sabe-se que a hereditariedade e a predisposição genética desempenham um grande papel.

    Crianças, filhos de pais com psoríase, têm três vezes mais chances de ter artrite psoriásica. Se um gêmeo idêntico tem psoríase, há uma chance de 75% do outro ter também. Até 30% das pessoas com psoríase desenvolvem artrite psoriásica.

    Outras possíveis causas da artrite psoriásica são a exposição à alguma infecção ou alterações no ambiente.

    O que você pode fazer sobre artrite psoriásica?

    Até o momento, não há cura para a artrite psoriásica. Por isso o tratamento é projetado para minimizar a dor e a rigidez. Estabelecer o diagnóstico correto é muito importante, porque muita coisa pode ser feita para amenizar o agravamento dos sintomas da artrite e as terapias funcionam bem melhor quando prescritas no início da doença.

    O médico, provavelmente, será capaz de diagnosticar com mais facilidade se o paciente tiver artrite psoriásica tendo psoríase cutânea, juntamente com um único ou vários sintomas: vermelhidão, inchaço nos dedos das mãos e dos pés. Geralmente, se as unhas e a pele estão afetadas, juntamente com as articulações, o diagnóstico pode ser feito.

    No entanto, uma vez que a artrite psoriásica é semelhante a outras formas de artrites, como a gota, síndrome de Reiter e artrite reumatóide, o médico deverá pedir exames físicos e vários testes complementares para confirmar o diagnóstico.

    Muitas vezes utilizam-se radiografias para avaliar se há alteração óssea.

    Exames de sangue e de fluidos devem ser realizados conjuntamente para afastar outras doenças como a artrite reumatóide, artrite reativa ou gota.

    Quando o diagnóstico é confirmado, há vários tratamentos que podem ajudar a diminuir a dor e rigidez e aumentar a circulação.

    O tratamento da artrite psoriásica é, tanto para a condição da pele, quanto para a artrite. Para a artrite psoriásica leve, geralmente, o tratamento é composto de medicação, fisioterapia e de ajustes na vida diária. A participação do paciente deve ser ativa para o sucesso do tratamento prescrito, é essencial.

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    Quando o sono não é reparador, as dores generalizadas aumentam e surgem dificuldades cognitivas de diversa ordem, diz-se que estamos perante...

    Sindrome da Fadiga Cronica

    Quando o sono não é reparador, as dores generalizadas aumentam e surgem dificuldades cognitivas de diversa ordem, diz-se que estamos perante um caso de síndrome de fadiga crônica.


    A síndrome de fadiga crônica é uma doença que se caracteriza por um cansaço prolongado e debilitante que normalmente é acompanhado de vários sintomas pouco específicos como dores de cabeça, repetidas inflamações da garganta, dores musculares e nas articulações, perturbações do sono, humor irritável, depressão e perturbações cognitivas, como os lapsos de memória e a dificuldade de concentração.

    É uma enfermidade debilitante que afeta tanto os adultos, como as crianças. A enfermidade também é conhecida como Síndrome de deficiência orgânica imune e fadiga crônica (CFIDS) ou encefalomielite miálgica. Apesar de não haver nenhuma causa conhecida da enfermidade existem algumas estratégias de tratamento estão disponíveis aliviar sintomas.

    A Fadiga crônica é só um sintoma da síndrome, da mesma maneira que sede crônica podem ser um sintoma de diabete não controlado. Porém, SFC difere do sentimento mais típico de fadiga; é uma doença debilitante que interfere com a habilidade de uma pessoa para participar na atividade de vida diária, às vezes por longos períodos de tempo. Até mesmo as tarefas mais simples pode se tornar um obstáculo a superar, e gasto de uma pequena quantidade de energia pode obrigar a pessoa a repousar-se na cama.

    Qualquer um pode adquirir síndrome de fadiga crônica (crianças, adolescentes, adultos, idosos), e afeta as pessoas de todos as idades e não tem nenhuma relação com o social ou econômico. No momento, não há nenhum etiologia conhecida, e a SFC é diagnosticada por exclusão das outras enfermidades conhecida a ciência de moderna, como esclerose múltipla, lupus, certos canceres, depressão, SIDA, patologias da tiróide, etc.

    A fadiga crônica é o sintoma principal da maioria das pessoas com fibromialgia e não é fácil distinguir entre as pessoas com SFC e SFM, exceto pelo fato de que, na primeira, o elemento da fadiga é provavelmente o mais dominante entre os sintomas, enquanto as pessoas candidatas a terem SFM têm a dor muscular como o seu sintoma principal.

    A fisioterapia passa a ter um papel importantíssimo na prevenção de sintomas e para a melhora da qualidade de vida. 

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