Os quadris são articulações muito estáveis que conectam as pernas ao tronco. Eles têm como função sustentar todo o peso do corpo, possuindo ...

Causas mais frequentes de dor no quadril



Os quadris são articulações muito estáveis que conectam as pernas ao tronco. Eles têm como função sustentar todo o peso do corpo, possuindo uma grande capacidade de carga. Apresentam uma anatomia precisa e única, resultando em uma biomecânica que consegue conciliar "força" com grande capacidade de amplitude de movimento. Porém, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre situações que podem colocar a articulação em risco.

Vamos conhecer as causas mais frequentes de dores no quadril

Bursite trocanterica: existe uma estrutura chamada Bursa serosa, que fica exatamente atrás da articulação do quadril. Essas pequenas estruturas contém fluido dentro. Ela pode inflamar e causar bastante desconforto.

Síndrome do Piriforme: pequeno músculo na lateral do quadril. Pode ser bastante dolorosa, mas não é limitante do movimento. Pode acontecer por movimentos repetitivos. O Piriforme funciona junto com a banda ileotibial e tensor da fáscia lata. Todo esse grupo pode estar encurtado, o que pode provocar dor no quadril, destacando que isto é também bastante frequente.

Artrose: desgaste da articulação, causada pelo envelhecimento e/ou desalinhamento da articulação. É aquela dorzinha que se apresenta pela manhã e continua ao longo do dia e com o movimento melhora. Com o passar do tempo e com o envelhecimento torna-se bastante limitante em relação à dor no quadril e aos movimentos que ele pode fazer.

Tendinite: causada por movimentos repetitivos como corrida e musculação, por exemplo. Piora com o movimento.

Necrose Asséptica da Cabeça do Fêmur: provocada pela má circulação na região do quadril.

Colchão: além de determinar a qualidade do sono, o colchão muito duro ou muito mole pode causar dores pelo corpo e principalmente no quadril.

Fratura: ocorre em indivíduos mais velhos ou depois de forte impacto como quedas. Bastante frequente em presença de osteoporose. Nas fraturas o quadril fica fixo, ficando bastante doloroso e a perna não consegue pisar no chão. de

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Há dezenas, por não dizer, centenas de posts relacionados com dor na coluna e como cuidar/prvenir/tratar desta patologia que acomete tantas ...

6 dicas para não ter mais dores na coluna

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Há dezenas, por não dizer, centenas de posts relacionados com dor na coluna e como cuidar/prvenir/tratar desta patologia que acomete tantas pessoas.

1) Repouse depois da atividade que solicite a articulação comprometida.

2) Adote uma postura cuidadosa ao sentar, levantar, na hora de pegar objetos e andar para evitar posições forçadas que sobrecarreguem a articulação.

3) Evite pesos e atividades causadoras de impactos repetitivos.

4) Use calçados confortáveis que ofereçam boa base de apoio; não use sapatos com os calcanhares desgastados.

5) Pratique exercícios isométricos que fortaleçam a musculatura para conferir estabilidade à articulação.

6) Evite a obesidade.

A fisioterapia e exercícios específicos podem fazer parte do seu tratamento. Na fisioterapia você terá uma rotina de exercícios que terão como objetivo reforçar a musculatura ao redor da coluna, o que por sua vez pode ajudar a aliviar a dor.

Mas vc já pensou em se recuperar em 8 Semanas? É um método para  Tratamento para dores na Coluna Vertebral que promove a reabilitação da coluna, com exercícios bem simples, sem acessórios, baseados na fisiologia do próprio corpo. Em poucos dias a estrutura muscular da coluna retorna, dando a sustentação necessária para que não tenha mais dores.

- Exercícios sem contra indicações, extremamente testados e muito seguros;

- São somente de dez a quinze minutos por dia de comprometimento e disciplina;
 
- Foram mais de dez anos se dedicando muito à reabilitação de coluna e entendendo a essência das patologias;

- Desenvolvemos um material fácil, 100% virtual, com aulas extremamente explicativas, com exercícios progressivos, que você poderá praticar em qualquer lugar;

Esses exercícios servirão de base para você realizar seu esporte favorito, preparando sua coluna e evitando lesões.

Para uma vida plena é preciso despertar o seu corpo. Nosso objetivo é manter as pessoas ativas!


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Dentro da Fisioterapia na Reumatologia, há algumas patologias que sempre aparecerão no consultorio do Fisioterapeutas. Entre essas doenças e...

Principal objetivo da Fisioterapia na Reumatologia

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Dentro da Fisioterapia na Reumatologia, há algumas patologias que sempre aparecerão no consultorio do Fisioterapeutas. Entre essas doenças estão: Lupus Eritematoso, Espondilite Anquilosante, Artrite, Artrite Reumatóide, Gota, Febre Reumática e outras.

O reumatismo acomete principalmente adultos e idosos, mas algumas das doenças atingem as crianças e jovens. O diagnóstico através do exame físico e da história do paciente pode ser fácil, mas muitas vezes torna-se um desafio para o médico.

Por ser incapacitante, o objetivo principal da fisioterapia é a reintegração do indivíduo na sociedade.

As doenças reumatológicas crônicas, na maioria dos casos, geram algumas incapacidades; nestes casos, a fisioterapia tem como objetivo, retardar e/ou amenizar os déficits identificados.

É importante que o indivíduo procure o médico para que o diagnóstico e o tratamento dessas doenças sejam definidos o mais precocemente possível e assim, a fisioterapia, iniciada ainda no período agudo da doença, possibilite maiores chances da manutenção e/ou melhora dos sintomas e funções do organismo dos pacientes.

A atualização do fisioterapeuta para essa especialidade por vir de estudo através do Cd de Fisioterapia na Reumatologia, que contém artigos e material de diversos assuntos dentro desta especialidade. Os métodos fisioterapêuticos mais utilizados nas alterações reumatológicas são: ultra-som; ondas curtas; crioterapia (gelo); laser e TENS que agem de forma analgésica, anti- inflamatória e cicatrizante. Além destes recursos existem exercícios específicos, massagens, alongamentos, mobilizações e outros.

Por isso, sempre que for solicitada, a fisioterapia deve ser realizada de 2 a 3 vezes por semana, para que todos os recursos atinjam os efeitos necessários.

É importante que os portadores de doenças reumáticas pratiquem esportes.


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Um grupo de  pesquisadores da Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP) conseguiu mostrar que a natação tem resultados tão efeti...

Estudo: Natação é eficaz para o tratamento de fibromialgia

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Um grupo de  pesquisadores da Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP) conseguiu mostrar que a natação tem resultados tão efetivos quanto a caminhada para pacientes de fibromialgia através de um estudo.

Segundo o professor Jamil Natour, a atividade física deve estar em todos os tratamentos de fibromialgia e já foi comprovado que exercícios aeróbicos de baixo impacto são os que trazem maiores benefícios. Porém, para atender cada vez mais pessoas, o grupo de pesquisadores está em busca de alternativas.

Em estudos feitos anteriormente pelo professor Natour, são expostos resultados que apontam os efeitos positivos da caminhada e da corrida aquática. "A natação ainda não havia sido avaliada com o devido rigor científico e, neste ensaio clínico, apresentou resultados tão bons quanto os da caminhada, que tem benefícios comprovados. Pode ser uma opção mais interessante para uma pessoa que, além de fibromialgia, tem artrose no joelho, por exemplo", explicou o pesquisador.

Esse estudo contou com 75 mulheres sedentárias, com fibromialgia, entre os 18 e 60 anos. Elas foram divididas aleatoriamente em dois grupos, sendo 39 submetidas a um treino de natação e 36 a um treino de caminhada, acompanhadas por 12 semanas. As atividades foram realizadas três vezes por semana, com duração de 50 minutos junto a um educador físico.

As participantes passaram por avaliações antes e após o treinamento. Os níveis de dores foram medidos através de uma régua numérica, variando de 0 a 10. Cada paciente deu uma nota para seu nível de dor, tendo caído o nível de 6,2 para 3,6 no grupo de caminhada. Já no grupo de natação, os valores foram de 6,4 para 3,1. A redução de pelo menos 2 números na escala de dor é considerada clinicamente relevante.

Sobre como escolher a melhor prática esportiva, o pesquisador acrescenta que há mais evidências dos benefícios de atividades aeróbicas, embora exercícios de força também possam apresentar bons resultados. Na opinião de Natour, devem ser evitadas modalidades que possam causar dor.

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Muito tem se falado da fibromialgia e das limitações funcionais, laborais e até mesmo psicológicas apresentadas nas pessoas acometidas c...

Tratamento para a Fibromialgia

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Muito tem se falado da fibromialgia e das limitações funcionais, laborais e até mesmo psicológicas apresentadas nas pessoas acometidas com o problema.

Os sintomas da
 fibromialgia são dores generalizadas e recorrentes; fadiga; falta de disposição e energia; alterações do sono, que é pouco reparador; síndrome do cólon irritável; sensibilidade durante a micção; Cefaleia; Distúrbios emocionais e psicológicos.

A idade de aparecimento da fibromialgia costuma ser por volta dos 30, se estendendo até os 60 anos. De cada 10 pacientes acometidos com o problema, nove são mulheres. Contudo, não se sabe a razão porque isto acontece – não parece haver uma relação com hormônios, pois as dores difusas afetam as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa.

O plano de tratamento da fibromialgia consiste, fundamentalmente, em se tratar da dor, do sono, da ansiedade e da depressão, tudo isso associado à prática de exercícios físicos. Esta estratégia tende a ser individualizada e multifacetada, incorporando medicação, terapia física, psicológica e comportamental. Já o tratamento medicamentoso baseia-se no uso de analgésicos, antidepressivos, relaxantes musculares e indutores do sono.

A prática regular de exercícios é o ponto mais importante do tratamento. A atividade física deve ser realizada todos os dias. Indica-se, normalmente, exercícios aeróbicos como caminhar, nadar. A estes se aliam os exercícios que promovem o alongamento muscular.

Atualmente, existem variadas técnicas alternativas para tratar a fibromialgia, como a terapia cognitivo-comportamental e a arteterapia. Estas são técnicas de manejo do estresse, as quais ajudam os pacientes a lidarem melhor com as limitações que a fibromialgia impõe à vida das pessoas através do reconhecimento corporal e da busca de um equilíbrio entre a mente e o corpo.


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Dores na coluna são os principais motivos que levam as pessoas aos consultórios. Lombalgias e cervicalgias atingem mais de 80% da popula...

Fisioterapia nas Lombalgias e Cervicalgias

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Dores na coluna são os principais motivos que levam as pessoas aos consultórios. Lombalgias e cervicalgias atingem mais de 80% da população mundial, mas muitas vezes suas causas não são corretamente diagnosticadas ou o tratamento é inadequado. É preciso haver colaboração principalmente do paciente, que deve tornar-se o principal responsável pela sua saúde, não negligenciando sua dor e se prontificando a  procurar a ajuda profissional logo nos primeiros sintomas.

Curso online em Fisioterapia na Lombalgia e na Cervicalgia

Lombalgia ou cervicalgia não são doenças e sim sintomas de uma patologia de base na coluna. Lombalgia designa dores na coluna lombar e cervicalgia dores na coluna cervical.

Sinais e sintomas:

A dor na coluna lombar ou cervical pode ser constante ou intermitente, variando de acordo com atividades desenvolvidas no dia a dia. Os sintomas incluem também fraqueza muscular, dormência e dificuldade para trabalhar ou dormir. Muitas vezes ainda há irradiação destes desconfortos para as pernas no caso de lombalgias ou para os braços se cervicalgia.

Causas das lombalgias ou cervicalgias:

Como são sintomas de uma doença de base na coluna, é primordial o diagnóstico correto da causa destas dores. As disfunções na coluna são extremamente variáveis e incluem má postura, desgaste articular o que incide em compressões de raízes nervosas, rigidez nas articulações intervertebrais, redução do espaço articular, fraqueza dos músculos estabilizadores da coluna o que leva a instabilidades, desvios na coluna (hiperlordose, retificações, hipercifose, escoliose), sobrecarga de trabalho, hérnias de disco, sobrepeso, exercícios repetitivos, dentre outros.

Como a fisioterapia pode ajudar:

A fisioterapia vai ajudar a corrigir e tratar a disfunção que está causando a lombalgia ou a cervicalgia. Serão desenvolvidos exercícios para melhorar a flexibilidade, força, estabilização, mobilização ou para correção da postura. O plano de tratamento vai variar de acordo com o diagnóstico principal e da fase em que o paciente se encontra (aguda ou crônica). Por isso é tão importante o acompanhamento com um bom ortopedista e que o paciente não demore para  procurar pelos cuidados necessários. Sabemos que nos dias de hoje é difícil se deslocar para uma clínica de fisioterapia, além disso, muitas vezes o tratamento não é individualizado para cada caso apresentado, por isso o tratamento fisioterapêutico a domicílio é mais eficaz, menos desgastante e está se tornando solução para as pessoas que desejam manter a saúde em dia.


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  Com o envelhecimento da população mundial, doenças degenerativas, como a artrose do joelho, têm se tornado cada vez mais comuns. Muitos f...

Artrose no joelho: retorno ao esporte após cirurgia de correção é possível?

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Com o envelhecimento da população mundial, doenças degenerativas, como a artrose do joelho, têm se tornado cada vez mais comuns. Muitos fatores estão relacionados ao seu aparecimento e desenvolvimento: envelhecimento, excesso de peso ou de trabalho na articulação acometida, exercícios que exijam impacto repetitivos sobre a articulação (como saltos), história familiar e tabagismo. 

Mulheres atletas têm aproximadamente o dobro de propensão em comparação com os homens. Tratando-se de mulheres negras, elas têm o dobro de propensão à artrose no joelho em comparação com mulheres brancas. Há evidências de artrose na maioria das pessoas acima dos 65 anos. Mais de 80% daqueles acima dos 75 anos são acometidos pela artrose, ou seja, a prevalência aumenta com a idade. 

Há uma ampla variedade de tratamentos para a doença. Pessoalmente, considero como ideal qualquer procedimento em que a articulação seja preservada. As opções são fisioterapia com ênfase no fortalecimento muscular, infiltrações articulares com ácido hialurônico e artroscopia. Sempre indico a prótese total de joelho como último recurso.

Existem casos em que a cirurgia de osteotomia tibial pode ser uma saída eficaz. Como no caso de um paciente jovem que deseje manter a prática esportiva e sofra de artrose isolada do compartimento medial (de dentro do joelho) associada à deformidade em varo do joelho ("joelho de cowboy"). Se os tratamentos tradicionais forem ineficazes, sem dúvidas, a operação é uma opção válida. 

Afinal, o que é o Geno Varo (Genum Varum)?     
O geno varo é uma deformidade resultante de diminuição do espaço articular medial (de dentro), desviando medialmente (para dentro) o eixo mecânico do membro inferior. A tensão anormal sobre o compartimento de dentro da articulação resulta em perda progressiva de cartilagem e osso, que por sua vez aumenta a deformidade. A artrose do joelho com deformidade em varo é uma condição comum em pessoa entre 45 e 74 anos de idade.

euatleta coluna adriano geno varo (Foto: Reprodução)

A cirurgia de correção é indicada a pessoas com deformidade em varo associada a:
- instabilidade crônica do joelho; 
- lesões cartilaginosas focais ou osteocondrais na parte de dentro do joelho (onde se recebe maior parte do peso), quando existe indicação de proce- dimentos para reparação da cartilagem do tipo mosaicoplastia ou implante de condrócitos; 
- lesão do ligamento cruzado anterior crônica; 
- lesão meniscal com ou sem indicação de transplante de menisco. 

As contra- indicações incluem
:

- idade avançada (acima de 60 anos); 
- artrose sintomática em outro compartimento além do medial;
- lesão do menisco lateral com indicação cirúrgica;
- infecção articular prévia;
- artrite reumatoide e outras artrites inflamatórias;
- deformidade acentuada (acima de 20 graus);
- rigidez articular (extensão menor que 10 graus ou flexão menor que 90 graus);
- doenças como obesidade mórbida, diabetes, tabagismo e alcoolismo. 

O sucesso da osteotomia depende de três fatores: seleção adequada do paciente, planejamento meticuloso e técnica cirúrgica correta. Geralmente, calcula-se uma hipercorreção a fim de evitar recidiva da deformidade em varo. 

Período pós-operatório:

Em geral, solicito que o paciente utilize de muletas por pelo menos seis semanas, sendo retiradas de maneira progressiva à medida que a dor desaparece. A capacidade de andar com carga total, sem o auxílio de muletas, é a melhor indicação da consolidação da osteotomia, que geralmente ocorre totalmente após oito a doze semanas. 

É possível retornar aos esportes?

Estudos recentes têm indicado o retorno aos esportes é possível. No entanto, todos os autores são unanimes em dizer que é muito gradual e algum desconforto ou dor pode persistir, comprometendo a performance. Pessoalmente, acredito que os fatores responsáveis pelo retorno ao esporte incluem:
- fisioterapia de excelência pré e pós-operatória;
- fortalecimento e reequilíbrio muscular;
- ganho sensório-motor adequado (pliometria);
- utilização de recursos biológicos associados como a infiltração com ácido hialurônico.

ESCRITO POR ADRIANO LEONARDI

Referências:
1.  Hernigou P, Medevill D, Debeyre J, et al."Proximal tibial osteotomy with varus deformity: a ten to thirteen year follow-up study". J Bone Joint Surg (Am). 1987;69:332-40. 

2.  Staubli AE, Simoni CD, Babst R, Lobenhoffer P. "TomoFix: a new LCP-concept for open wedge osteotomy of the medial proximal tíbia – early results in 92 cases". Injury. 2003;34:SB55-SB62. 

3.  Zorzi AR, da Silva HG, Muszkat C, Marques LC, Cliquet A Jr, de Miranda JB."Opening-wedge high tibial osteotomy with and without bone grafts". Artif Organs. 2011;35(3):301-7. 

4.  Giannoudis PV, Einhorn TA, Marsh D. "Fracture healing: the diamond concept". Injury. 2007; 38S4:S3-S6. 

5.  Amendola A, Panarella L. "High tibial osteotomy for the treatment of unicompartimental arthritis of the knee". Orthop. Clin. N. Am. 2005;36:497-504. 

6.  Dudgale WT, Noyes FR, Styer D. "Preoperative Planing for High Tibial Osteotomy".Clin. Orthop. Relat. Res.1992;274:248-64. 

7.  Noyes FR, Goebel SX, West J. "Opening Wedge Tibial Osteotomy. The 3-Tringle Method to Correct Axial Alignment and Tibial Slope". Am J Sport Med. 2005;33(3):378-87. 

8.  Franco V, Cerullo G, Cipolla M, Gianni E, Puddu G. "Osteotomy for osteoarthritis of the knee". Current Orthop. 2005;19:415-27. 

9. Joslin CC, Waring SE, Hardy JR, Cunnningham JL. "Weight bearing after tibial fracture as a guide to healing". J Bone Joint Surg. 2003; 85-B SuppI/5. 


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  Dores nas articulações podem ser sintomas de chicungunya, artrite e artrose. Você conhece a terapia biológica como forma de tratamen...

Dores nas articulações podem ser sintomas de uma série de doenças.

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Dores nas articulações podem ser sintomas de chicungunya, artrite e artrose. Você conhece a terapia biológica como forma de tratamento? Será que ela funciona em todos os casos?

As doenças provocadas pelos mosquitos se espalham pelo país. O vírus da zika faz estragos e a febre chicungunya também, que aliás, tem se mostrado uma doença mais grave do que parecia ser. Há dois tipos de vírus que causam a chicungunya, por isso, as pessoas podem pegar a doença duas vezes.

Dores nas articulações podem ser sintomas de uma série de doenças, só as reumáticas são mais de 200 tipos. Elas são causadas por desgaste das articulações, por problemas no sistema imunológico ou por processo inflamatório. As mais frequentes são: artrose ou osteoartrite, frequente nas mulheres, gota, frequente nos homens, e artrite reumatoide, que pode levar às deformidades e dificuldades para caminhar e realizar tarefas com as mãos.

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Costumo falar que as patologias que a Fisioterapia Reumatológica trata não são fáceis. E as pessoas não dão o valor que elas merecem. Mas c...

Espondilite Anquilosante: conceito, sintomas e fisioterapia

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Costumo falar que as patologias que a Fisioterapia Reumatológica trata não são fáceis. E as pessoas não dão o valor que elas merecem. Mas como assim? Muitas patologias que são tratadas por essa especialidade são colocadas para segundo plano por muitos pacientes, que se acostumam com as dores e limitações que elas trazem. Mas ela estão ali, limitando o seu dia a dia. Uma dessas patologias é a Espondilite Anquilosante.

Ela é uma doença inflamatória crônica, que ainda não tem cura e que afeta as articulações do esqueleto axial, especialmente as da coluna, quadril, joelhos e ombros. A inflamação também pode atingir outras partes do corpo, como os olhos.Costuma afetar mais homens que mulheres.

Na coluna, faz com que as vértebras  se fundam, fazendo com que ela fique menos flexível podendo resultar numa postura curvada para a frente. Além disso, se as costelas são afetadas, pode ser difícil respirar profundamente.Ou seja, a limitação em uma parte corporal vai levando a outra limitação.

Os sinais e sintomas da doença normalmente começam logo no início da fase adulta. Apesar de ainda não existir cura para espondilite anquilosante, com o tratamento adequado é possível diminuir a dor e minimizar os demais sinais e sintomas da doença.

Dentre os sinais e sintomas de espondilite anquilosante estão:

  • Dor na lombar que vem e vai
  • Dor na coluna (inteira ou parte dela)
  • Dor e inchaço nas articulações dos ombros, joelhos e tornozelos
  • Dor e rigidez no quadril
  • Dor e rigidez que pioram com a falta de movimento
  • Dor nas articulações sacrilíacas (entre a pelve e a coluna vertebral)
  • Dor no calcanhar
  • Rigidez matinal
  • A dor costuma melhorar com atividades ou exercícios físicos
  • Dificuldade para expandir completamente o tórax (respirando fundo, por exemplo)
  • Fadiga
  • Febre baixa
  • Inflamação nos olhos ou uveíte (inflamação nas estruturas internas do globo ocular)
  • Perda de movimentos ou mobilidade na parte inferior da coluna
  • Perda não intencional de peso
O tratamento inclui a orientação sobre a prática racional de exercícios físicos , repouso, fisioterapia e dieta. Os pacientes com doença axial podem ser incentivados a realizarem fisioterapia durante toda a vida para manter a postura e evitar a ocorrência de deformidade de evolução lenta.

O principal objetivo do tratamento é controlar adequadamente os sinais e sintomas da doença, reduzindo a inflamação e mantendo a funcionalidade do indivíduo normal ou o melhor possível, aumentando sua qualidade de vida.  A espondilite anquilosante progride insidiosamente com o tempo. E a fisioterapia regular é essencial no tratamento de um paciente com espondilite anquilosante. O tecido fibroso é continuamente depositado como resultado de uma grande inflamação e a fisioterapia regular com um programa de exercícios monitorizados molda o tecido fibroso ao longo das linhas de pressão que não restringem os movimentos do paciente.

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A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que afeta o tecido conjuntivo de múltiplas articulações do corpo, como ...

Fisioterapia pode ser importante contra a artrite reumatoide



A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que afeta o tecido conjuntivo de múltiplas articulações do corpo, como mãos, punhos, cotovelos, joelhos, tornozelos, pés, ombros e a coluna cervical, além de órgãos internos, como pulmões, coração e rins. Apesar de não se conhecer totalmente as causas da doença, que afeta duas vezes mais as mulheres do que os homens entre 50 e 70 anos e, tampouco, os recursos para a cura definitiva, é possível obter a diminuição dos sintomas e preservar a capacidade funcional dos portadores da patologia.

Para tanto, uma das principais aliadas é a fisioterapia. A realização de tratamento fisioterápico auxilia na progressão das deformidades causadas pela doença e na redução da dor e do incômodo causado por ela, melhorando a movimentação das articulações e fortalecendo os músculos.

Eletroterapia, gelo e calor

Para a eficácia do tratamento, o fisioterapeuta tem à sua disposição aparelhos de eletroterapia, como ultrassom e diatermia, assim como pode fazer uso de gelo ou de fontes de calor, como a parafina e bolsas de água quente.

O calor no tratamento da artrite reumatóide deve ser adotado quando houver dor aguda e sinais de inflamação. Assim, ele irá propiciar o alívio da dor, relaxando os músculos. A medida é especialmente indicada para tratamentos realizados logo pela manhã ou em dias mais frios, períodos nos quais a musculatura tende a ficar mais tensa, agravando os sintomas.

Já o uso do gelo, por sua vez, é também uma boa alternativa para o alívio da dor causada pela artrite reumatoide. No entanto, ele só deve ser empregado após a prática de exercícios extenuantes, o que deve ser evitado sempre que possível.

Uma medida terapêutica que também tem demonstrado bons resultados no tratamento da patologia é a hidroterapia (fisioterapia aquática). Por meio dela, há associação do calor com os exercícios, trazendo alívio dos sintomas e uma melhora progressiva.

Exercícios contra a artrite reumatoide

A importância da Fisioterapia no tratamento da artrite reumatoide também se dá pela reeducação postural, pela melhora da função muscular e articular e pelo aumento da força e da flexibilidade, o que se alcança com a realização de exercícios específicos e individualizados. Durante o tratamento fisioterápico, é indispensável a mobilização articular passiva em cada articulação afetada pela doença.

A fisioterapia também auxilia na melhora da capacidade cardiorrespiratória do paciente, de forma a gerar mais qualidade de vida. Alongamentos musculares e o uso de bolas de Pilates para relaxar o corpo são exemplos de exercícios eficazes no tratamento, assim como atividades de baixo impacto, como o levantamento dos braços enquanto se anda e dos joelhos, até a altura do quadril, durante a caminhada.

Entretanto é fundamental que o fisioterapeuta oriente o portador de artrite reumatoide a alongar-se corretamente e a realizar movimentos em suas próprias articulações em todas as direções possíveis, sem contração muscular. Dessa forma, o paciente poderá colaborar no próprio tratamento, realizando os exercícios em casa, diariamente.

Também é preciso lembrar que, apesar de os exercícios serem importantes e necessários, eles não devem se tornar extenuantes. As atividades devem ser realizadas somente com indicação médica e orientação de profissional especializado.

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A fibromialgia é uma síndrome de caráter e etiologia desconhecida, caracterizada por dor musculoesquelética que afeta varias áreas do co...

Fibromialgia e a Fisioterapia



A fibromialgia é uma síndrome de caráter e etiologia desconhecida, caracterizada por dor musculoesquelética que afeta varias áreas do corpo, sendo mais comum em mulheres do que em homens, surgindo mais freqüentemente entre os 40 e 55 anos de idade

Os sintomas são dor generalizada ("dói tudo") e um ou mais dos seguintes:

  • fadiga
  • sono superficial e não reparador (desperta mais cansado do que quando deitou à noite)
  • depressão psíquica
  • ansiedade
  • dor de cabeça (pode ser enxaqueca)
  • dormência de mãos e pés
  • dor abdominal com períodos de prisão de ventre intercalados com diarréia

Em nenhum momento haverá inflamação ou deformidade nas articulações e os movimentos não estão limitados.

Caracteristicamente, os portadores de fibromialgia têm os sintomas por anos sem modificações importantes. Os problemas são dor e fadiga.

O tratamento da fibromialgia é, comumente, sintomático por causa da ausência de entendimento da sua etiologia e fisiopatologia. Diversas modalidades têm sido sugeridas desde exercícios na água, programas de alongamento, fortalecimento e condicionamento aeróbio em solo, terapias alternativas, técnicas de relaxamento, calor superficial, calor profundo, tração vertebral, massagem, dentre outros.

Os dois grandes objetivos da Fisioterapia no tratamento da Fibromialgia, são: Exercitar os músculos doloridos com exercícios de alongamento; Melhorar as condições cardiovasculares com exercícios aeróbicos (caminhar, andar de bicicleta, nadar e hidroginástica).

Podem ser estabelecidos programas de exercícios que promovam sensação de bem estar, aumentado à resistência e diminuindo a dor. É necessário primeiramente realizar uma avaliação antes de iniciar um programa de treinamento físico. Sugerem-se exercícios regulares em dias alternados, aumentando gradualmente as atividades até atingir boa aptidão física.

A massagem também é um tratamento fisioterápico que pode auxiliar na diminuição da dor em pacientes com fibromialgia, por mecanismos variados, na qual se inclui relaxação muscular, oxigenação, remoção de escórias musculares, aumento na flexibilidade muscular e melhora da circulação sanguínea. Os diversos tipos de massagens são definidos pelo próprio nome, como: amassamento, vibração, deslizamento, fricção, percussão, entre outros

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A polimialgia reumática se apresenta como uma doença inflamatória. Atinge principalmente pessoas com mais de 50 anos, sendo que as mulher...

Saiba mais sobre a Polimialgia Reumática


A polimialgia reumática se apresenta como uma doença inflamatória. Atinge principalmente pessoas com mais de 50 anos, sendo que as mulheres são o grupo com maior incidência. Seu nome vem da junção das palavras “mialgia”, que no grego significa “dor muscular” e “poli”, que significa “muitos”. Ou seja, “dor em vários músculos”.

A doença não tem causas conhecidas, mas é confirmado seu potencial de contágio e infecção. Em geral, ela está relacionada a outras doenças.

A arterite de células grandes (ou arterite temporal) foi diagnosticada também em 15% das pessoas que tinham a polimialgia reumática. Além disso, metade dos pacientes com arterite temporal estavam com a doença da polimialgia.

Como não foi ainda bastante estudada, a enfermidade não tem fatores de risco conhecidos. Ela não pode ser relacionada a problemas genéticos, hereditários ou comportamentais.

Dor e rigidez no pescoço e ombros são sinais comuns da polimialgia reumática. A dor e a rigidez começam nessas partes do corpo e, gradualmente, afetam outras áreas. Entre elas, os quadris e coxas.

Os outros sintomas comuns dessa doença inflamatória são:

fadiga
anemia (contagem baixa de glóbulos vermelhos)
perda de apetite
perda não intencional de peso
depressão
febre baixa
amplitude limitada de movimento

Polimialgia reumática e os músculos

As inflamações provocadas pela polimialgia reumática costumam provocar dores em diversas partes do corpo. Esses incômodos são mais comuns nos músculos, que ficam enrijecidos em função da doença.

A sensação de retesamento aparece principalmente na musculatura dos membros, do quadril e do pescoço. Os sintomas aparecem em ambos os lados do corpo, surgindo rapidamente. Eles podem estar presentes em todos os músculos de uma só vez e vão piorando em dias, semanas ou até mesmo na mesma noite.

Alguns outros sinais, menos comuns, também podem indicar a polimialgia. Entre eles, a febre, um mal-estar que aparece sem motivo aparente, perda de apetite, emagrecimento, depressão e dores nas articulações, principalmente das mãos e dos pulsos.

Quem apresenta um quadro da doença também pode ter muita dificuldade em levantar da cama, mudar de roupas e se movimentar após um longo período sentado. Quanto mais se mexer, as dores e o enrijecimento dos músculos tendem a ser reduzidos.

Diagnóstico e tratamento da polimialgia reumática

Por ser facilmente confundida com outras infecções, a polimialgia reumática tem um diagnóstico bastante complicado. Para excluir a possibilidade de outras doenças, o médico costuma aplicar os exames de velocidade de hemossedimentação (o VHS) e a proteína C reativa (PCR). São procedimentos clínicos feitos sob orientação do profissional.


Após ser detectada, a doença é tratada principalmente através de corticoides. Quando ela surge em conjunto com a arterite temporal, as doses dos medicamentos são maiores. Pacientes já apresentaram melhora dos sinais depois da aplicação de uma única dose.

Porém, a evolução do tratamento pode ser bastante devagar e difícil. É necessária uma reavaliação do quadro clínico após duas ou três semanas, caso os sintomas não forem reduzidos ou eliminados.

Depois de controlados os sintomas com o uso correto dos corticoides, o tratamento com a medicação vai sendo reduzido em doses menores até que chegue a conclusão dos cuidados para a polimialgia reumática.

Como a dor do enrijecimento muscular é intensa, muitas vezes é necessário que a pessoa permaneça de cama, em repouso, por um período que permita que o relaxamento dos músculos seja completo. Além disso, se a doença estiver acompanhada da arterite temporal e não for tratada adequadamente, pode levar à cegueira.

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Muito se fala em fisioterapia para diversas doenças, mas é necessário entender o motivo pelo qual essa profissão se mostra tão necessári...

A importância da fisioterapia na artrite reumatoide


A importância da fisioterapia na artrite reumatoide
Muito se fala em fisioterapia para diversas doenças, mas é necessário entender o motivo pelo qual essa profissão se mostra tão necessária para os pacientes com artrite reumatoide.
A fisioterapia pode ajudar de diversas formas:
  • No controle da dor através do uso de aparelhos de estimulação elétrica e ultrassom;
  • Reeducação postural;
  • Melhora da função muscular e articular;
  • Aumento da força e flexibilidade com exercícios específicos e individualizados;
  • Proteção articular (evitando deformidades);
  • Melhora da capacidade cardiorrespiratória e, consequentemente, promovendo mais qualidade de vida.  
É preciso lembrar que os exercícios são necessários, porém não devem ser extenuantes e só devem ser realizados com indicação médica e orientação de profissional especializado.
É verdade que às vezes, principalmente no frio, as pessoas tentam fugir da fisioterapia, mas é especialmente nessa hora em que o acompanhamento se faz mais necessário. No frio, normalmente ficamos mais rígidos, tensos e, com isso, os pacientes sentem mais dores, portanto nada de desculpas para faltar à fisioterapia.
Sua saúde agradece!
Quanto antes o indivíduo diagnosticado com artrite reumatoide iniciar o acompanhamento fisioterapêutico melhor será a sua evolução. Tenha sempre em mente que a artrite reumatoide é uma doença crônica e seu tratamento também. 

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A Gota é uma doença que resulta da acumulação de ácido úrico nos tecidos, provocando ataques de inflamação dolorosa de uma articulação, fr...

Saiba mais sobre a Gota

gota

A Gota é uma doença que resulta da acumulação de ácido úrico nos tecidos, provocando ataques de inflamação dolorosa de uma articulação, frequentemente o dedo grande do pé.

Os ataques de gota são causados por depósitos de ácido úrico cristalizado na articulação.

Normalmente o ácido úrico está presente no sangue e é eliminado na urina, mas em pessoas que têm gota, o ácido úrico acumula-se e cristaliza-se nas articulações. Algumas pessoas desenvolvem a gota porque os seus rins têm dificuldade de eliminar quantidades normais de ácido úrico, enquanto outros simplesmente produzem ácido úrico em excesso.

A gota ocorre mais comummente no dedo grande do pé, porque o ácido úrico é sensível a mudanças de temperatura. A temperaturas mais baixas, o ácido úrico transforma-se em cristais. Como o dedo do pé é a parte do corpo que está mais distante do coração, é também a parte do corpo mais fria e, portanto, o alvo mais provável de gota. No entanto, a gota pode afectar qualquer articulação do corpo.
A tendência a acumular cristais de ácido úrico é muitas vezes herdada. Outros factores que colocar uma pessoa em risco de desenvolver gota incluem:

  • Pressão arterial elevada
  • Diabetes
  • Obesidade
  • Quimioterapia
  • Stress
  • Abuso de substâncias, como o álcool, entre outras
  • Alimentação rica em carnes vermelhas, marisco, vinho tinto e cerveja

A capacidade do corpo para eliminar o ácido úrico também pode ser negativamente afetada por estar a tomar aspirina, alguns medicamentos diuréticos, e a vitamina B3 (também chamada de ácido nicotínico). Se a gota não for tratada adequadamente pode haver consequências como deformações nas articulações dos cotovelos, dedos, dorso das mãos, pés ou em qualquer outra articulação, como também em tendões, bursa ou cartilagem. Pode haver ainda um grave comprometimento do sistema renal havendo acumulo de cristais de cálcio e consequente pedra nos rins.

Medidas que pode adotar para prevenir novos ataques de gota:

  • Se tem peso a mais, deve tentar perder algum peso. Isso pode ajudar a diminuir o nível de ácido úrico.
  • Comer de forma sensata. A nível de ácido úrico elevado pode ser reduzido, evitando uma alta ingestão de proteínas e alimentos ricos em purinas, como fígado, rins e frutos do mar. Além disso, evite comer alimentos ricos em extractos de levedura.
  • É importante diminuir substancialmente o consumo de álcool e de refrigerantes açucarados.
  • Beber bastante água (até dois litros por dia, a menos que exista indicação médica em contrário).
  • Manter a pressão arterial controlada. Pressão arterial alta é mais comum em pessoas com gota.
  • Um estudo publicado em 2009 mostrou que a vitamina C pode reduzir o risco de gota. No estudo, 46.994 homens foram acompanhados durante vários anos. Aqueles cujo consumo foi de 1.5 mg por dia tinham um risco 45% menor de gota.

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1) Secura da Boca A secura da boca, denominada “xerostomia”, é um sintoma frequente na população geral, habitualmente causado pela dimi...

Como se manifesta a Síndrome de Sjögren




1) Secura da Boca

A secura da boca, denominada “xerostomia”, é um sintoma frequente na população geral, habitualmente causado pela diminuição da quantidade ou qualidade da saliva. Quase todos os doentes com Síndroma de Sjögren têm algum grau de xerostomia. Além do Síndroma de Sjögren, a xerostomia pode ser causada por outras doenças crónicas, como a diabetes, a sarcoidose,a hepatite C e a depressão, bem como por medicamentos (anti-depressivos, anti-alérgicos, diuréticos) ou outros tratamentos médicos (irradiação da cabeça e pescoço, transplante de medula óssea).

Para se compreender as consequências da escassez de saliva, é necessário conhecer as suas propriedades e funções. A saliva é um fluido corporal essencial para a protecção da cavidade oral e do seu funcionamento. A saliva é produzida por 3 pares de glândulas principais ou “major” – parótidas, submaxilares e sublinguais – e centenas de pequenas glândulas “minor”, milimétricas, distribuídas por toda a boca. A saliva é principalmente constituída por água, mas contém mais de 60 substâncias, tendo como principais funções:

Proteger, lubrificar e limpar a mucosa oral
Auxiliar a mastigação, deglutição e a fala
Proteger os dentes da erosão
Proteger a boca, dentes e garganta das infecções por bactérias, fungos ou vírus Suportar e facilitar o sentido do paladar

Se a redução da saliva se mantiver por muito tempo, irão surgir problemas como dificuldade na mastigação e deglutição, rápida degradação dos dentes e infecções da boca (sobretudo por fungos).

Deste modo, é fundamental identificar os primeiros sinais ou sintomas de secura oral. O dentista tem um papel fundamental na detecção precoce da xerostomia, avaliando o volume de saliva acumulado debaixo ou à volta da língua (se for pequeno ou ausente, indica que a pessoa está com défice de saliva) ou a presença de cáries na base dos dentes junto às gengivas ou na superfície de mastigação dos dentes.

Os sintomas de boca seca podem incluir dificuldade em mastigar ou engolir a comida sem a ajuda de líquidos (sobretudo alimentos secos), alterações do paladar, dor ou sensação de ardor na boca e dificuldade em falar.

2) Secura dos Olhos

A secura dos olhos, denominada “xeroftalmia”, é frequente na população, podendo ser causada por redução da produção de lágrima e por perda de lágrima por evaporação excessiva. Ambas levam a desconforto ocular, que pode ser descrito como secura, ardor, sensação de areia ou prurido. Vista cansada, sensibilidade à luz ou visão turva são também características do olho seco.

As lágrimas normais, em pessoas saudáveis, são constituídas por uma mistura complexa de proteínas e outros componentes que são essenciais para a saúde e conforto oculares. As lágrimas são importantes porque fornecem nutrientes e suportam as células da córnea (a estrutura transparente na parte anterior do olho), lubrificam a superfície ocular, e protegem das infecções a superfície exposta do olho. A visão nítida também depende da distribuição regular das lágrimas sobre a superfície do olho.

Nos doentes com Síndroma de Sjögren, a inflamação das glândulas lacrimais reduz a produção de lágrimas e altera a sua constituição, originando secura dos olhos. Em pessoas com olho seco, surgem áreas de reduzida espessura do filme lacrimal, e assim as lágrimas já não protegem nem suportam a saúde das células da superfície ocular.

3) Secura de Outros Órgãos

Além dos olhos e da boca, é frequente surgirem queixas de secura em outros órgãos, sobretudo a pele, vagina ou vias respiratórias (nariz, garganta).

4) Manifestações Constitucionais

Consistem em manifestações gerais, comuns em situações de inflamação ou doença crónica, não sendo específicas do Síndroma de Sjögren.

A febre pode surgir, podendo traduzir actividade do Síndroma de Sjögren, situação em que muitas vezes coexiste anemia, emagrecimento ou quebra do estado geral. No entanto, é pouco frequente, devendo ser sempre investigada a possibilidade de existir uma infecção activa.

A fadiga é frequente, sendo por vezes incapacitante. Em alguns casos pode ser associada à presença de outras manifestações de actividade da doença, mas a maior parte das vezes surge sem explicação aparente, acompanhando-se muitas vezes de dor generalizada ou depressão. Em muitas destas pessoas coexiste um síndroma de Fibromialgia.

5) Manifestações Sistémicas

São manifestações causadas pela extensão do processo inflamatório a estruturas não-glandulares, pela acção de linfócitos (um tipo de glóbulos brancos) e moléculas associadas ao sistema imunitário (anticorpos, citocinas e factores do complemento). Globalmente, são pouco frequentes, estimando-se que surjam em cerca de 25% dos doentes. Não se consegue prever se uma determinada pessoa irá ser afectada por este tipo de manifestações, nem em que altura, embora se saiba que o risco é maior em pessoas que demonstrem sinais de doença mais “activa” – aumento das glândulas salivares, marcadores de inflamação elevados, altos níveis de imunoglobulinas, ocorrência prévia de envolvimento extra-glandular ou anticorpos típicos da doença.

Pode ocorrer inflamação articular, denominada artrite, que se caracteriza pela presença de dor predominante em repouso, com rigidez articular matinal e após períodos de imobilização, e tumefacção (“inchaço”) das articulações. A artrite no Síndroma de Sjögren é habitualmente menos extensa e agressiva do que a Artrite Reumatóide, e não é destrutiva para as articulações, embora possa ser persistente e em casos raros levar a algum grau de deformação articular. No entanto, a maioria dos doentes com Síndroma de Sjögren e dor articular não têm artrite, apenas “artralgias” (que significa dor nas articulações), que podem estar relacionadas com a doença ou com outro problema coexistente, como a Osteoartrose.

A inflamação dos músculos (miosite) é rara, e manifesta-se por diminuição progressiva da força muscular, que deve ser distinguida da fadiga (na qual não há evidência de inflamação muscular).

O envolvimento do aparelho respiratório pode ocorrer sob a forma de tosse seca (por secura da traqueia e grandes brônquios), síndroma obstrutivo semelhante à asma e à bronquite crónica (por inflamação dos pequenos brônquios) ou inflamação do tecido pulmonar alveolar (onde ocorrem as trocas gasosas) e intersticial (onde se localizam as pequenas veias e artérias pulmonares) com dificuldade respiratória e intolerância aos esforços.

O sistema nervoso também pode ser afectado. Os nervos (que constituem o Sistema Nervoso Periférico) afectados perdem a sua capacidade de transmitir as sensações ou ordenar o movimento, originando diminuição ou alteração da sensibilidade (formigueiro, dor em queimadura ou sensação de choques), paralisias locais (pé pendente, paralisia facial) ou alterações do equilíbrio e da coordenação motora. Quanto ao cérebro e à medula (Sistema Nervoso Central), nos raros casos em que são atingidos, surgem enfartes cerebrais, inflamações difusas do cérebro ou de toda a espessura da medula.

O envolvimento renal é pouco frequente, sendo típica a nefrite intersticial (inflamação da zona onde se realiza o equilíbrio da concentração e conteúdo da urina), que resulta em alterações na constituição do sangue. Pode também ocorrer glomerulonefrite (inflamação das estruturas onde o rim “filtra” o sangue), levando a perda de proteínas, edemas das extremidades e aumento da pressão arterial.

Pode ocorrer vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos) que habitualmente atinge as arteríolas (pequenas artérias) e capilares, manifestando-se principalmente por lesões da pele, dos nervos periféricos ou do rim.

Em casos raros (entre 1 e 5%) pode desenvolver-se doença linfoproliferativa, após décadas (em média 30 anos) de evolução da doença.

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A articulação esternoclavicular é a que conecta o membro superior ao esqueleto axial, especificamente a extremidade esternal com o manúb...

Saiba mais sobre a articulação esternoclavicular

http://image.slidesharecdn.com/anatomiai-apendicularsuperiorartrologia-131211065950-phpapp01/95/anatomia-i-apendicular-superior-artrologia-2-638.jpg?cb=1386745247

A articulação esternoclavicular é a que conecta o membro superior ao esqueleto axial, especificamente a extremidade esternal com o manúbrio do esterno. É uma articulação tipo selar com três graus de liberdade, existe um disco entre as duas superfícies ósseas e a cápsula é mais espessa anteriormente que posteriormente.

O disco separa o esterno da clavícula e aumenta a estabilidade, os ligamentos dessa articulação são: o esternoclavicular anterior e esternoclavicular posterior que suportam a articulação anteriormente, o costoclavicular e o interclavicular, que limitam a elevação e o abaixamento excessivo respectivamente. Essa articulação possui os movimentos de elevação, depressão, protração, retração e rotação

A elevação da articulação esternoclavicular é de aproximadamente 55º, a maior parte do movimento ocorrendo nos primeiros 90º de elevação do braço, a depressão é de aproximadamente 5º.

Esta articulação localiza – se no sentido medial da clavícula com a parte convexa na direção superior para inferior e côncava na direção anterior para posterior. A artrocinemática diz que a parte côncava movimenta -se no sentido do movimento e a parte convexa no sentido oposto ao movimento, conforme quadro abaixo:

Movimento fifiológico da clavícula

Direção do deslizamento da clavícula

Elevação

Inferior

Depressão

Superior

Protração

Anterior

Retração

Posterior

Rotação

Espiral



Os movimentos da clavícula são em decorrência dos movimentos escapulares de: elevação, depressão, protração e retração, respectivamente. A rotação da clavícula ocorre quando o úmero é elevado e a escápula roda para cima, isoladamente não se obtém esse movimento voluntariamente.
A partir da posição em repouso a protração da articulação esternoclavicular é de aproximadamente 30º e a retração também de 30º. A rotação é de aproximadamente 45º ocorrendo após o ombro ser abduzido ou fletido a 90º e é também indispensável para rotação da escápula para cima (SMITH et al., 1997 & SOUZA 2001; MAGEE, 2005).

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A cintura escapular possui sete articulações, que são: glenoumeral; supraumeral; acromioclavicular; escapulocostal; esternoclavicular; e...

Articulações da Cintura Escapular


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A cintura escapular possui sete articulações, que são: glenoumeral; supraumeral; acromioclavicular; escapulocostal; esternoclavicular; esternocostal; e costovertebral


Articulação Glenoumeral:

É uma articulação esferóide, articulando-se numa cavidade correspondente. Neste caso é formada pela cabeça do úmero e pela cavidade glenóide da escápula, que funciona como uma superfície articular proximal para esta articulação.


Articulação Supraumeral:

A articulação supraumeral é mais uma juntura protetora entre a cabeça do úmero e um arco formado por um ligamento triangular largo, que liga o acrômio ao processo coracóide.


Articulação acrômio-clavicular:

A articulação AC une a escápula à clavícula. É uma articulação sinovial plana com 3° de liberdade. Ela tem uma cápsula e dois ligamentos principais. A função primária da AC é manter a relação entre a clavícula e a escápula nos estágios iniciais de elevação do membro superior e permitir à escápula mais rotação no tórax nos estágios finais de elevação. Elevação da extremidade superior refere-se à combinação de movimento escapular, clavicular e umeral que ocorre quando o braço é levantado para frente ou para o lado.

Os movimentos da articulação acromioclavicular são pequenos e não mensuráveis por goniometria. Estes poucos graus de movimento são, apesar disso, essenciais para o movimento e função normais do ombro. Eles permitem a rotação da escápula de modo que a cavidade glenóide possa voltar-se para cima e para frente ou para baixo, enquanto sua superfície costal permanece próxima ao tórax.

O disco da articulação AC é variável em tamanho e difere entre indivíduos durante diferentes épocas da vida, e entre lados do mesmo indivíduo. Até os dois anos de idade, a articulação AC é uma união fibrocartilagínea. Com o tempo um espaço articular se desenvolve, geralmente mantendo alguma fibrocartilagem dentro da articulação. A degeneração do disco se dá em torno da quarta década, com os espaços articulação diminuídos por volta da sexta década.

A cápsula da articulação AC é fraca e não pode manter a integridade da articulação sem o suporte de ligamentos. Os ligamentos AC superior e inferior ajudam a cápsula a manter unidas as superfícies de contato e a controlar a estabilidade horizontal.

Ao contrário da forte articulação EC, a articulação AC é extremamente susceptível para o trauma e degeneração. Tratamento de torções, subluxações e deslocamentos dessa articulação ocupam uma grande parte da literatura sobre o ombro. Esta relativa instável articulação, entretanto, parece recuperar-se razoavelmente bem depois da lesão independente do fato das estruturas periarticulares se mantiveram integras e se o suporte adicional foi dado por fixação interna.


Articulação escapulocostal (ou escapulo-torácica ):

É constituída pela articulação da escápula com o tórax abaixo dela. Não é uma articulação verdadeira em termos anatômicos, sendo uma articulação funcional, ou seja, não possui as características usuais das articulações, que é a união por tecidos fibrosos, cartilagíneos ou sinoviais. Mesmo a escápula estando separada do tórax por camadas de músculos, o movimento desta sobre o tórax seria melhor descrito da mesma forma que descrevemos classicamente a união dos segmentos ósseos. Ao se descrever esses movimentos escapulares, entretanto, deve-se notar que os movimentos da escápula no tórax são necessariamente associados a movimentos nas articulações esternoclavicular e acromioclavicular.

A relação entre essas articulações se deve pelo fato de que a escápula é unida pelo acrômio na extremidade lateral da clavícula pela articulação acromioclavicular. A clavícula por sua vez, está unida ao esqueleto axial no manúbrio (parte do osso esterno) via articulação esternoclavicular. Qualquer movimento da escápula no tórax deve resultar em movimento em uma ou ambas articulações, ou seja, a articulação escapulotorácica é parte de uma verdadeira cadeia cinética com as articulações esternoclavicular e acromioclavicular.


Articulação esternoclavicular:

A articulação esternoclavicular pode ser considerada a base de operação da escápula já que, através da clavícula interposta, é a única ligação estrutural da escápula com o resto do corpo. Nesta articulação, as extremidades esternal da clavícula e o encaixe articular do esterno são separadas por um disco articular. Essa articulação consiste de duas superfícies em formato de sela, uma na extremidade esternal da clavícula e uma na incisura formada pelo manúbrio do esterno e a primeira cartilagem costal. Ainda que existam diferenças individuais em cada componente do ombro, a extremidade esternal da clavícula e o manúbrio são invariavelmente incongruentes, ou seja, existe pouco contato entre as superfícies articulares. A porção superior medial da clavícula não contata o manúbrio, ao contrario ela serve de inserção para o disco e o ligamento interclavicular, é em formato de cunha. O movimento na articulação resulta de mudança de contato entre a clavícula, o disco e a cartilagem manubrioesternal. Assim, mesmo sendo do tipo sela, a articulação esternoclavicular apresenta três graus de liberdade no seu movimento. Analisando a configuração dos ossos nas proximidades da articulação percebe-se que não existem proeminências ósseas auxiliando a manter os ossos unidos. Portanto, quase toda a extensibilidade dessa articulação é dada pelas fortes fixações ligamentares.

Os movimentos desta articulação são em três eixos: uma para elevação e depressão da cintura escapular, outro para retração/protação da cintura escapular e o último para rotação transversa da clavícula. O primeiro eixo movimento ocorre entre a superfície convexa clavicular e a côncava formada pelo manúbrio e a primeira cartilagem costal em torno de um eixo antero-posterior, ou seja, o primeiro eixo passa pela extremidade esternal da clavícula, entre ela e o disco articular, e toma uma trajetória para trás e para baixo. Devido à posição obliqua deste eixo, a elevação da cintura escapular ocorre numa direção superior e posterior e a depressão em direção antero-inferior. O segundo eixo é quase vertical e perfura o manúbrio (parte superior) do esterno próximo a articulação.

Esse posicionamento do eixo é devido ao fato de o movimento de retração/pronação ocorrer entre a cartilagem articular e o esterno. Pela orientação do eixo, durante a retração ocorre a adução (movimento em direção a coluna vertebral) da escápula, e durante a protação a escápula se move em abdução (movimento pra longe da coluna). O terceiro eixo de movimento corresponde ao eixo longo da clavícula e permite a esta, rodar 40 graus na articulação esternoclavicular.

Os segmentos ósseos da articulação EC, sua cápsula, ligamentos e seu disco se combinam para produzir uma articulação que cumpre tanto as funções de mobilidade quanto de estabilidade. Apesar de sua complexidade, a articulação EC cumpre suas tarefas com um mínimo de mudanças degenerativas comumente visto em outras articulações do ombro. Ainda que não seja considerada uma articulação congruente, seus mecanismos compensatórios são eficientes resultando em apenas cerca de 1% de todos os deslocamentos articulares do corpo, e quando isso ocorre, produz pequeno desconforto e disfunção.

Envolvidas na articulação esternoclavicular estão a extremidade esternal da clavícula e a incisura clavicular do esterno. A face articular da clavícula, muito maior, é coberta por fibrocartilagem, mais espessa que a lâmina fibrocartilagínea do esterno.


Articulação esternocostal:

É formada pela articulação das sete primeiras cartilagens costais com as incisuras costais das bordas laterais do osso esterno. A 1ª é uma sincondrose, ou seja, de cartilagem hialina, o restante é Sinovial Plana.


Articulação Costovertebral:

Em sua extremidade posterior, as costelas fazem contato com as superfícies articulares existentes nas apófises transversas e nos corpos das vértebras. Os eixos das articulações costovertebrais são oblíquos como as próprias costelas, ao plano frontal; os eixos das costelas inferiores se aproximam do plano sagital. Por este motivo algumas costelas fazem aumentar o diâmetro antero-posterior (2º a 6º costelas) e outras fazem aumentar o diâmetro transversal 7º a 10º costelas). A articulação costovertebral possui ligamentos de reforço e proteção para que resista às trações, deslocamentos, traumatismos internos bem como, a movimentos permanentes do ato respiratório. Estes ligamentos, amarram a extremidade posterior da costela às vértebras dorsais, dentre ele os mais importantes são: costocostal, costovertebral, costotransversal, tubérculo-transversal, radiado, intervertebral, intertransversal, interespinhoso, supra-espinhoso, longitudinal anterior, longitudinal posterior e ligamento amarelo.

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Tanto a cervicalgia quanto a lombalgia são doenças bem comuns no consultório da fisioterapia. Para se ter sucesso no tratamento, é preciso m...

Fisioterapia para cervicalgias e lombalgias

Curso Fisioterapia em Cervicalgia e Lombalgia

Tanto a cervicalgia quanto a lombalgia são doenças bem comuns no consultório da fisioterapia. Para se ter sucesso no tratamento, é preciso muita disciplina e adoção de técnicas que levem o paciente a não sentir mais dor.

Estudar a distância é uma tendência cada vez maior no nosso país. A falta de tempo e até a qualidade de ensino faz com que estudantes e profissionais adotem essa forma de agregar conhecimento.

Por acreditar nisso, indico o curso de Fisioterapia em Cervicalgias e Lombalgias do Portal Educação por meio da Educação a Distância.  Nele, o participante estudará aspectos relacionados com a anatomia, biomecânica e tratamento das cervicalgias e lombalgias e muito mais.

O objetivo do curso é apresentar aos participantes aspectos relacionados com a anatomia, biomecânica, fisiopatologia e tratamento das cervicalgias e lombalgias.

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